segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

BASTIDORES DA CONVENÇÃO ESTADUAL DO PMDB

BASTIDORES DA ELEIÇÃO DE ANTÔNIO ANDRADE




Um grupo coordenado pelo prefeito Orlando Fialho, chegou em Belo Horizonte por volta das nove da manhã de domingo (13). O clima era de vitória.

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O palco da eleição estadual do PMDB foi a Assembléia Legislativa de Minas Gerais. O plenário ficou pequeno para tanta gente.

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O debate entre os peemedebistas ratificou o clima de democracia e liberdade. Uma aula de cidadania.

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Apesar do nervosismo o ex-prefeito de Vazante Jacques Soares Guimarães manifestava sentimento de vitória.

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Quase que eu aceitava o convite do empresário Ronaldo Peres, que me incentivava a usar a tribuna da Assembléia para falar sobre a convenção do PMDB. A palavra era franca. Confesso que fiquei com vontade. Mas me lembrei que eu estava lá para fazer a cobertura jornalística.

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O prefeito Orlando Fialho, sempre calmo era um dos mais confiantes.

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Quem não gostou nada do resultado da eleição. Foi o ex-governador Newton Cardoso. Nos bastidores o homem xingou todo mundo.

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Quem conheceu Toninho prefeito de Vazante e compareceu a eleição do PMDB, percebeu o quanto o homem tornou-se importante no cenário político estadual/nacional.

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Antônio Andrade foi ovacionado pelo o público presente na Assembléia de Minas.

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Um fato chamou minha atenção durante o processo de votação. O clima festivo do grupo do Toninho e o ambiente inseguro do seu adversário “Adalclever Lopes”.

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O duro numa eleição partidária. É ficar ouvindo durante horas discursos sem fim. É preciso ter muita paciência.

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Quando era chamado para tirar foto “Newton Cardoso”, ficava olhando se a pessoa tinha propaganda do seu candidato. Se não tivesse, ela fazia questão de furar a fila.

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Após o resultado, o ex-governador Newton Cardoso, era só tristeza.

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Após o resultado da apuração, o senador e ministro, Hélio Costa, encheu os olho de lágrimas.

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Foi motivo de orgulho a vitória de Antônio Andrade, afirmou o vice-prefeito de Vazante Gabriel Rosa.

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Olha, esse negócio de trabalhar como repórter em grandes eventos, é uma batalha.Eu não poderia vê um membro importante do PMDB que ficava doido para fazer entrevista. Faltou pilha e fita para tanta entrevista.

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Em uma das entrevistas com o senador e ministro Hélio Costa, encontrei uma pessoa tranqüila, calma, igual ao Lando Lacerda. Na hora que fui fazer uma pergunta o homem me xingou tudo. Ele queria exclusividade. Vai plantar batata. Será que ele achava que eu ia para a convenção do PMDB e não entrevistaria o líder das pesquisas para o governo do estado. Paciência. Ele era a cara do Lando.

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