Através do Facebook, na noite deste domingo (18), José Serra (PSDB) informou que não há menor interesse em ser o candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo também tucano Aécio Neves, de mesmo partido; segundo ele, "inexistem 'interlocutores'" atuando em seu nome; de acordo com o tucano, foi o "jornalismo criativo, que pertence ao terreno da ficção", quem nutriu tal informação; no entanto, o que ele chama de jornalismo criativo foram notas publicadas pelos colunistas mais próximos a Serra na mídia tradicional, como Reinaldo Azevedo, Eliane Cantanhêde e Dora Kramer; sem espaço no time de Aécio, ex-governador avisa que disputará uma vaga no Senado ou na Câmara Federal; "No mais, estarei junto com o meu partido no esforço para vencer esta estranha mistura de atraso e inércia que tomou conta do país", afirmou
“Pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”
segunda-feira, 19 de maio de 2014
ELEIÇÃO EM MINAS: TUCANOS QUEREM TURBINAR A CAMPANHA DE PIMENTA DA VEIGA
Ao lançar nesta segunda-feira a sua chapa completa em Minas, com a confirmação de Anastasia e Dinis Pinheiro nas vagas de senador e vice, o grupo aecista deflagra um esforço concentrado nas suas bases para alavancar a candidatura de Pimenta da Veiga a governador e turbinar as intenções de voto de Aécio para presidente. Até o início da Copa do Mundo, a campanha aecista vai rodar a plena carga no Estado.
ELEIÇÃO MINEIRA: CLÉSIO SUMIU
O senador Clésio Andrade não tem sido visto em reuniões políticas. Sumiu após a decisão do PMDB de se aliar ao PT. E ao sair de cena, deixou no ar a sua posição na campanha em Minas: se ficará ao lado do seu partido ou dos adversários tucanos.
WILL NUNES:
Uma coisa já parece certa: Clésio não deve se candidatar a nada. As vagas de governador, vice e senador na chapa PT-PMDB já estão preenchidas por Fernando Pimentel, Antônio Andrade e Josué Gomes. E a opção do mandato de deputado federal esbarra em obstáculo de ordem familiar: ao disputar este cargo, Clésio poderia comprometer a reeleição do próprio sobrinho Diego Andrade.
WILL NUNES:
Uma coisa já parece certa: Clésio não deve se candidatar a nada. As vagas de governador, vice e senador na chapa PT-PMDB já estão preenchidas por Fernando Pimentel, Antônio Andrade e Josué Gomes. E a opção do mandato de deputado federal esbarra em obstáculo de ordem familiar: ao disputar este cargo, Clésio poderia comprometer a reeleição do próprio sobrinho Diego Andrade.
ELEIÇÃO EM MINAS: SUSPENSA NEGOCIAÇÃO DOS SUPLENTES DE ANASTASIA
As duas vagas de suplente de Anastasia deverão ficar em aberto por mais um tempo, no aguardo de negociações que ainda rolam nos bastidores. A segunda suplência está reservada ao PSB. Porém, se os partidários de Eduardo Campos insistirem em lançar candidato a governador, em vez de apoiar o nome tucano, a vaga será entregue a um parceiro histórico do PSDB: o DEM.
ELEIÇÃO MINEIRA: O DUELO NAS GRANDES CIDADES
As cidadezinhas do interior, vão definir as eleições para os cargos do Poder Executivo, mas é nos municípios de porte médio que os pré-candidatos a governador Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) concentram a campanha. A receita deve ser seguida pela presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e pelo senador Aécio Neves, presidenciável tucano que precisa ser conhecido no restante do país.
A razão é simples: nas grandes cidades, o apoio dos prefeitos tem impacto bem menor. “Os candidatos vão priorizar as cidades maiores, que terão mais eventos de campanha do que as pequenas. É assim que Aécio e Dilma, Pimenta e Pimentel estão fazendo”, diz o professor da PUC Minas, Malco Camargos. Já nos municípios de menor porte, os prefeitos têm mais condições de levar a mensagem dos candidatos a cargos executivos (governador e presidente), porque são mais influentes e têm mais proximidade com o eleitor
A razão é simples: nas grandes cidades, o apoio dos prefeitos tem impacto bem menor. “Os candidatos vão priorizar as cidades maiores, que terão mais eventos de campanha do que as pequenas. É assim que Aécio e Dilma, Pimenta e Pimentel estão fazendo”, diz o professor da PUC Minas, Malco Camargos. Já nos municípios de menor porte, os prefeitos têm mais condições de levar a mensagem dos candidatos a cargos executivos (governador e presidente), porque são mais influentes e têm mais proximidade com o eleitor
domingo, 18 de maio de 2014
O TREM DA ALEGRIA DOS CARTÓRIOS
O Globo – Depois de nove anos de idas e vindas, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Cartórios está pronta para ser votada na Câmara dos Deputados. Apelidada de “trem da alegria”, a PEC dá a titulares de cartórios que não fizeram concurso público o direito de permanecer no posto.
A data da votação ainda não está marcada, mas a briga dos cartorários para ficar onde estão é grande. Afinal, só no segundo semestre de 2013, a atividade registrou faturamento de R$ 5,2 bilhões. O lobby atinge até o relator da PEC, deputado João Campos (PSDB-GO): o escritório dele funciona em um imóvel de propriedade de Maurício Sampaio – afastado provisoriamente da gestão de um dos cartórios mais lucrativos do país. Não há cobrança de aluguel
LANÇAMENTO DA CANDIDATURA DO AÉCIO AUMENTA A ARRECADAÇÃO DO PSDB
Lançamento antecipado da candidatura à Presidência do senador tucano Aécio Neves (MG) fez o PSDB receber doações de R$ 22 milhões em 2013, ano pré-eleitoral; na última disputa à Presidência, partido esperou 2010 para oficializar José Serra e fechou a conta da véspera das eleições em R$ 3,9 milhões; maiores doadoras do ano passado foram empresas do ramo da construção civil, com a Queiroz Galvão no topo, com R$ 8,7 milhões; entre as pessoas físicas, se destaca Cixares Libero Vargas, um dos fundadores do grupo Positivo, com R$ 800 mil
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O lançamento antecipado da candidatura à Presidência do senador tucano Aécio Neves (MG) fez o PSDB arrecadar cerca de 460% mais em 2013, ano pré-eleitoral, em relação a 2009.
Na época, o candidato tucano – José Serra - ainda não tinha sido definido, e a sigla recebeu R$ 3,9 milhões em doações, com correção da inflação. Já em 2013, o saldo chegou a R$ 22 milhões, segundo prestações de contas da legenda ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
As maiores doadoras do ano passado foram empresas do ramo da construção civil, com cerca de R$ 19 milhões, ou 86% do total. Quem lidera o ranking é a construtora Queiroz Galvão, com R$ 8,7 milhões. Entre as doações de pessoas físicas, se destaca Cixares Libero Vargas, um dos fundadores do grupo Positivo, com R$ 800 mil.
No entanto, o resultado ainda não chega aos pés do valor arrecadado no mesmo período pelo PT: R$ 79,8 milhões.
ELEIÇÃO MINEIRA: PIMENTA DA VEIGA DE OLHO NOS PEQUENOS PARTIDOS
O pré-candidato do PSDB ao governo de Minas, Pimenta da Veiga, participou ontem da inauguração da sede estadual do Partido da Mobilização Nacional (PMN), na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Pimenta da Veiga afirmou que a participação de partidos pequenos na sua campanha é de extrema importância, pois “os militantes tem muita garra”.
Amanhã, ele oficializa o nome do vice em sua chapa, o presidente da Assembleia de Minas, deputado Dinis Pinheiro (PP). Segundo o pré- candidato, essa aliança entre PSDB e PP “abre portas para a ampliação de entendimentos, que podem levar, quem sabe, a outras parcerias entre os dois partidos”. Na corrida presidencial, há especulações de que a vaga de vice na chapa do pré-candidato tucano Aécio Neves poderia ser do PP.
Mas, Pimenta da Veiga afirmou que é cedo para falar em uma definição no cenário nacional, questão que pode ser decidida, inclusive, depois da convenção nacional do PSDB, marcada para 14 de junho.
Cerca de 100 militantes do PMN participaram do evento com a presença de Pimenta. O presidente estadual do PMN, Carlos Alberto Pereira, afirmou que o partido terá 112 candidatos a deputado estadual e 88 a federal. Ele acredita que vai conseguir eleger, em outubro, dois parlamentares na Câmara Federal e cinco na Assembleia.
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL: PSC PODE DESISTIR DE CANDIDATURA PRÓPRIA E APOIAR O PT
O PSC ofereceu ao PT a retirada da pré-candidatura do Pastor Everaldo Pereira a presidente da República (que passaria a apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff) em troca de apoio em Sergipe à candidatura do senador Eduardo Amorim, que disputará o governo do Estado contra o governador Jackson Barreto (PMDB); Barreto sucedeu a Marcelo Déda (PT), que faleceu em dezembro do ano passado; o PT não aceitou o acordo com Amorim
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Sergipe 247 - Com um discurso cada vez mais de oposição, o PSC ofereceu ao PT a retirada da pré-candidatura do Pastor Everaldo Pereira a presidente da República em troca de apoio em Sergipe à candidatura do senador Eduardo Amorim, que disputará o governo do Estado contra o governador Jackson Barreto (PMDB). Barreto sucedeu a Marcelo Déda (PT), que faleceu em dezembro do ano passado. O PT não aceitou o acordo com Amorim. A informação é do jornalista Felipe Patury, da revista Época.
Em Sergipe, o PSC participou da chapa que reelegeu Marcelo Déda em 2010, mas desde o início de 2012, o partido migrou para a oposição e passou a ter controle sobre a Assembleia Legislativa, onde detém a maioria. Embora aliado da presidente Dilma Rousseff (PT) até recentemente, o senador Eduardo Amorim sempre manteve um discurso de oposição ao governo federal.
Detentor de mais de uma dezenas de partidos nanicos, o senador Eduardo Amorim e seu irmão, Edivan Amorim (que é o articulador político de fato do grupo), tentam construir uma aliança com algum partido que tenha um candidato a presidente da República competitivo. Amorim já se ofereceu também aos presidenciáveis de oposição, o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador Eduardo Campos (PSB).
O senador do PSC opera para ter ao seu lado o senador Valadares, do PSB, o prefeito de Aracaju João Alves Filho, do DEM, e o vice-prefeito José Carlos Machado (PSDB). No entanto, os mesmos grupos também estão dialogando com o governador Jackson Barreto. Há ainda a possibilidade de que, ao invés de apoiarem Amorim ou Jackson, PSB, PSDB e DEM lancem um terceiro candidato, que pode ser Valadares.
O PT lançou em Sergipe como pré-candidato ao Senado o deputado federal Rogério Carvalho na chapa do governador Jackson Barreto
VAZANTE: EMPRESÁRIO OTIMISTA COM A PRÉ-CANDIDATURA DO ADVOGADO ARNALDO SILVA
O jovem empresário bem sucedido Adelino Almeida mostra confiança na pré-candidatura a deputado estadual do advogado Arnaldo Silva. Segundo ele as propostas e ideias do advogado estão sendo bem aceitas em Vazante e Região.
" REFLETIR"
Desejo ver um mundo melhor, mais fraternal, em que as pessoas não queiram descobrir os defeitos das outras, mas, sim, que tenham prazer de ajudar o outro.
PATOS DE MINAS: SITUAÇÃO E OPOSIÇAO UNIDA
Apesar das divergências envolvendo situação e oposição em Patos de Minas, os dois lados devem caminhar juntos nesta eleição apoiando o candidato do governo Mineiro.
Ligados profundamente ao PSDB, o grupo do ex-senador Arlindo Porto e do Elmiro Nascimento, além do prefeito Pedro Lucas e o deputado Hely Tarquínio deverão dá as mãos, nem que seja nos bastidores na tentativa de sobreviver politicamente.
Uma derrota de Pimenta da Veiga causaria um grande estrago político no meio dessas lideranças, fato que nenhum deles nem pensam que poderá acontecer. Isso criaria uma nova ordem política em Patos de Minas com o surgimento de um novo grupo na cidade. Algo que as raposas políticas que influenciam há anos a realidade local, não gostariam de acontecer de jeito nenhum.
VAZANTE: PREFEITO E OS SEUS CANDIDATOS A DEPUTADO
O prefeito de Vazante, Dr. José Benedito (PHS) já anunciou que apoiará para deputado estadual, Deiró Marra. Para federal a expectativa que caminhe com José Humberto.
PREFEITOS COM PIMENTA DA VEIGA
O cenário político nas cidades de Vazante, Lagamar, Guarda-Mór, Paracatu e Coromandel deve levar os prefeitos apoiar o candidato do governo Mineiro, Pimenta da Veiga.
Pesa contra eles o momento difícil que todos estão passando politicamente e administrativamente.
Pesa contra eles o momento difícil que todos estão passando politicamente e administrativamente.
ELEIÇÃO NO RIO: TODOS COM DILMA
Eleição fluminense tem característica única em relação ao resto do País; do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) ao deputado Anthony Garotinho (PR), passando pelos senadores Marcelo Crivela (PRB) e Lindbergh Farias (PT), todos querem estar de bem com a presidente Dilma Rousseff; volume de verbas despejadas pelo governo federal para obras no Estado leva pré-candidatos a valorizarem o peso dela como eleitora; presidenciável Aécio Neves (PSDB) ainda não tem candidato próprio e adversário Eduardo Campos (PSB) aposta em Miro Teixeira (Pros) para não fazer feio; desvantagem no terceiro maior eleitorado do País
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Quando se dirigem um ao outro, os quatro principais pré-candidatos a governador do Rio de Janeiro não têm papas na língua. Com a mesma ferocidade, atacam-se entre si enfileirando críticas à administração estadual e a uns e a outros. Do Palácio Guanabara, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), pré-candidato à reeleição, devolve os ataques com petardos nas experiências administrativas do ex-governador e atual deputado Anthony Garotinho (PR) e do senador e ex-prefeito Lindbergh Farias (PT)– e na falta de experiência do senador Marcelo Crivela (PRB). Mas eles têm muito em comum. Ninguém menos que a presidente Dilma Rousseff.
Com ênfases muito semelhantes, Pezão, Garotinho, Crivela e Lindbergh estão apoiando a reeleição de Dilma e nem querer saber de brigas com ela durante a campanha. Há uma espécie de consenso entre eles, segundo o qual o volume de verbas despejado pela administração Dilma no Rio de Janeiro mudou, para melhor, a face do Estado. E nenhum deles está disposto a trombar com a muralha de prestígio que a presidente amealhou ali.
A situação chega a ser paradoxal. Em tese, mas nada mais distante da prática, deveria ser o PT o principal carro-chefe da presidente no Rio. Mas não é. Considerando o senador Lindbergh Farias lulista demais para o seu gosto, Dilma sempre jogou todas as suas fichas no prestígio à administração do até poucas semanas atrás governador Sergio Cabral. Mais que isso, a presidente sempre demonstrou, em público, carinho especial com o atual governador Pezão, a quem a tocada das obras federais. Ela já o recebeu no Palácio do Planalto mais de uma vez, enquanto não deu uma palavra sequer de incentivo ao lançamento da pré-candidatura do senador Lindbergh. Ainda assim, o petista não pode deixar de apoiar Dilma – e o peemedebista, pelas razões anteriores, é o maior cabo eleitoral da presidente.
Entre Garotinho e Crivela, a situação no que toca ao apoio à presidente é semelhante para ambos. Sem identificação nem com o presidenciável Aécio Neves nem com seu adversário Eduardo Campos, eles se movimentaram em Brasília para manter seus partidos na base aliada da presidente. Garotinho chegou até mesmo a se contrapor ao que parecia ser uma rebelião do PR. Mais discreto, e rivalizando com o ex-governador na liderança das pesquisas de opinião, Crivela nunca entrou em polêmica com Dilma. Ele também pedirá votos para ela.
Enquanto a situação da presidente é confortável no terceiro maior eleitorado do País, Aécio e Campos não podem dizer o mesmo. Quando o técnico Bernardinho, da seleção brasileira de vôlei, desistiu da candidatura proposta a ele por Aécio, o PSDB, que nunca foi expressivo no Rio, ficou sem nome próprio ao governo do Estado. E ainda está nessa situação. O ex-governador de Minas tem apenas uma parcela do PMDB ao seu lado, a comandada pelo presidente regional da legenda, Jorge Picciani.
Contra a força da máquina administrativa comandada por Pezão, talvez ele não possa fazer muito.Campos, sob inspiração de sua vice Marina Silva, está tentando construir uma aliança que, ao menos, o insira no eleitorado fluminense. A aposta é na volta a uma eleição majoritária do deputado Miro Teixeira, hoje no Pros. Veterano da política do Rio, Miro foi candidato a governador em 1982. Mesmo bastante conhecido do eleitorado, ele não tem destaque, neste momento, nas pesquisas de opinião.
Além de Pezão, Dilma tem, ainda, o apoio irrestrito do prefeito Eduardo Paes. O peso das máquinas que eles pilotam torna a eleição no Rio de Janeiro uma das mais difíceis para a oposição carregar
AÉCIO TENTA ATRAIR O PSD DE GILBERTO KASSAB
Articulação conduzida pessoalmente pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para atrair o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, como vice em sua chapa disparou alerta máximo no Palácio do Planalto; com Meirelles, além de ter um nome que atuou durante oito anos no governo Lula, Aécio levaria ainda o tempo de televisão do PSD, de Gilberto Kassab, que, até agora, tem jurado fidelidade à reeleição da presidente Dilma; articulação também demonstra que Aécio busca um nome para se livrar, rapidamente, de José Serra
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247 - Uma articulação tornada pública neste domingo pela jornalista Vera Magalhães, do Painel (leia mais aqui), revela: o senador Aécio Neves (PSDB-MG) corre para se livrar da hipótese de ter que aceitar uma chapa puro-sangue, na qual seu vice seria o ex-governador José Serra. O nome dos sonhos de Aécio é o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que já foi tucano e peemedebista, mas hoje pertence aos quadros do PSD, de Gilberto Kassab.
Embora tenha entrado na política pelas mãos do PSDB, pelo qual se elegeu um dos parlamentares mais votados de Goiás, Meirelles, logo em seguida, decidiu servir ao governo do ex-presidente Lula. Presidiu o BC durante oito anos, período em que o Brasil acumulou mais de US$ 300 bilhões em reservas e chegou ao grau de investimento.
Em 2009, se filiou ao PMDB, onde sonhava em ser vice na chapa da presidente Dilma Rousseff. Foi preterido por Michel Temer e não encontrou espaço no governo. Deixou o Banco Central e também não foi encaixado na Autoridade Pública Olímpica, cargo para o qual foi cogitado. Colunista dominical da Folha de S. Paulo, Meirelles tem feito críticas discretas à política econômica, sinalizando um eventual descontentamento com os rumos do governo, embora Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, já tenha dito algumas vezes que o apoio à reeleição da presidente Dilma está garantido. Sua aproximação recente com o governador Geraldo Alckmin, no entanto, assusta o Palácio do Planalto
ELEIÇÃO MINEIRA: SURGE MAIS UM NOME NO PSB PARA DISPUTAR O GOVERNO DE MINAS
O PSB tem mais um nome para a disputa pelo governo do estado. Além do coordenador da Rede em Minas, o ambientalista Apolo Heringer, e do presidente do PSB mineiro, deputado federal Júlio Delgado, o nome do ex-deputado federal Tarcísio Delgado (PSB) também passou a ser avaliado. Filiado ao PMDB durante 46 anos, Tarcísio , agora socialista, é pai de Júlio Delgado. A informação foi dada ontem pela ex-senadora Marina Silva, candidata a vice-presidente na chapa do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). O que vinha sendo ventilado nos bastidores era que o deputado federal Júlio Delgado estudava sair candidato a governador e indicar seu pai para disputar uma vaga na Câmara de Deputados. Segundo ela, as conversas em torno da candidatura própria no estado prosperaram e o partido precisa definir agora qual dos três será o candidato. A Justiça Eleitoral não autorizou o pedido de registro partidário da Rede por falta de assinaturas de apoio suficientes, então Marina e seus apoiadores se filiaram ao PSB para poder participar da eleição.
PREFEITOS E A SALADA NA HORA DE APOIAR DEPUTADOS
Ainda que tucanos e petistas se enfrentem nas disputas aos governos de Minas e ao Palácio do Planalto, não raro candidatos a deputado estadual e federal dos dois partidos adversários estão de mãos dadas nos municípios. Não apenas eles. Nestas eleições, também peemedebistas e petistas pedirão votos junto com democratas, petebistas com verdes, pessedistas com pedetistas. Sobram dobradinhas para todos os gostos. Longe da lógica nacional, os partidos valem pouco. O que conta são os territórios e a conveniência dos grupos políticos. Além de considerarem interessante ter em sua base de sustentação parlamentares de legendas distintas, ampliando a interlocução e a caça aos convênios e verbas nas diferentes instâncias de poder, os prefeitos também estão de olho na própria sucessão. Com a “diversidade” de “apoios”, facilitam a construção do arco de alianças nas eleições municipais daqui a dois anos.
DIMINUIU O NÚMERO DE SIMPATIZANTES DO PSDB
São Paulo, 18 - O número de simpatizantes do PSDB está em um processo de encolhimento contínuo desde 1995. Na época, quando o Plano Real tinha apenas um ano e a inflação sob controle ainda era uma novidade, 14% dos brasileiros manifestavam preferência pela legenda. Em 2002, essa parcela era de 9%, e, atualmente, chega a apenas 5%.
Nesse processo, os simpatizantes tucanos também ficaram menos concentrados na Região Sudeste. Hoje, metade dos admiradores do PSDB está na região mais rica do País - há duas décadas, eram nada menos que 69%.
Em termos de escolaridade, o eleitorado tucano se elitizou: 27% têm curso superior, e 21% até quatro anos de ensino. Em 1995, a proporção era de 13% e 34%, respectivamente.
As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.
Nesse processo, os simpatizantes tucanos também ficaram menos concentrados na Região Sudeste. Hoje, metade dos admiradores do PSDB está na região mais rica do País - há duas décadas, eram nada menos que 69%.
Em termos de escolaridade, o eleitorado tucano se elitizou: 27% têm curso superior, e 21% até quatro anos de ensino. Em 1995, a proporção era de 13% e 34%, respectivamente.
As informações são do jornal
O Estado de S. Paulo.
PSDB FICA ASSUSTADO COM O DISCURSO DA DILMA
Assustado com a Dilma o senador Aécio Neves (MG), pré-candidato do PSDB à Presidência, tenta se "vacinar" contra o discurso petista segundo o qual sua vitória seria um retrocesso, principalmente na área social e no aumento da renda dos trabalhadores. Para isso, utiliza projetos de lei apresentados e apoiados no Congresso Nacional.
O tucano vem criando, desde o ano passado, uma espécie de carta-compromisso com esses projetos. Primeiro, propôs que o Bolsa Família, principal bandeira eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também usada pela sucessora, Dilma Rousseff, se tornasse uma política de Estado. Ou seja, quer garantir em lei que o benefício não possa ser abandonado pelo governo da vez. Depois, estendeu a intenção de criar garantias legais para as políticas de aumento do salário mínimo do atual governo e de reajuste da tabela do imposto de renda. Há ainda iniciativas nas áreas da educação e da saúde.
Os compromissos legislativos assumidos por Aécio para neutralizar o discurso dos adversários - que o associam à elite - lembram a iniciativa de Lula em 2002 de colocar no papel garantias de que manteria contratos vigentes e não mexeria nos pilares macroeconômicos. Naquela eleição, vencida pelo petista, o temor era que houvesse retrocesso nos avanços do Plano Real do governo Fernando Henrique Cardoso. Por isso, Lula lançou sua "Carta ao Povo Brasileiro".
O discurso petista segundo o qual uma vitória tucana seria um retrocesso, que já vinha tomando forma nos últimos meses, ficou explícito com a propaganda partidária do partido que foi ao ar na semana passada na TV. Na peça assinada pelo marqueteiro de Dilma, João Santana, a legenda da presidente apelou à tentativa de incutir medo no eleitor, citando a ameaça da volta dos "fantasmas do passado". Isso num contexto em que FHC é um dos principais apoiadores da pré-candidatura de Aécio.
A propaganda petista também mirou o outro pré-candidato da oposição, o ex-governador Eduardo Campos (PSB), dizendo que o eleitor também não poderia dar "um salto no escuro", já que o pernambucano é pouco conhecido.
O tucano vem criando, desde o ano passado, uma espécie de carta-compromisso com esses projetos. Primeiro, propôs que o Bolsa Família, principal bandeira eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também usada pela sucessora, Dilma Rousseff, se tornasse uma política de Estado. Ou seja, quer garantir em lei que o benefício não possa ser abandonado pelo governo da vez. Depois, estendeu a intenção de criar garantias legais para as políticas de aumento do salário mínimo do atual governo e de reajuste da tabela do imposto de renda. Há ainda iniciativas nas áreas da educação e da saúde.
Os compromissos legislativos assumidos por Aécio para neutralizar o discurso dos adversários - que o associam à elite - lembram a iniciativa de Lula em 2002 de colocar no papel garantias de que manteria contratos vigentes e não mexeria nos pilares macroeconômicos. Naquela eleição, vencida pelo petista, o temor era que houvesse retrocesso nos avanços do Plano Real do governo Fernando Henrique Cardoso. Por isso, Lula lançou sua "Carta ao Povo Brasileiro".
O discurso petista segundo o qual uma vitória tucana seria um retrocesso, que já vinha tomando forma nos últimos meses, ficou explícito com a propaganda partidária do partido que foi ao ar na semana passada na TV. Na peça assinada pelo marqueteiro de Dilma, João Santana, a legenda da presidente apelou à tentativa de incutir medo no eleitor, citando a ameaça da volta dos "fantasmas do passado". Isso num contexto em que FHC é um dos principais apoiadores da pré-candidatura de Aécio.
A propaganda petista também mirou o outro pré-candidato da oposição, o ex-governador Eduardo Campos (PSB), dizendo que o eleitor também não poderia dar "um salto no escuro", já que o pernambucano é pouco conhecido.
ELEIÇÃO EM MINAS: TEMPORADA DE CONTAS PARA OCUPAR CADEIRAS NA CÂMARA E NA ASSEMBLEIA
Calculadora tem sido a principal aliada nas últimas reuniões dos partidos. Está aberta a temporada de contas. Nesta fase de definição para formação das coligações proporcionais a matemática é, muitas vezes, mais importante do que os arranjos políticos programáticos para as disputas de deputados estaduais e federais. Cada cadeira vale ouro e, por isso, os cálculos que irão definir o quinhão de cada sigla têm que ser precisos.
A pouco mais de um mês para a data limite das convenções partidárias, PT, PMDB, PSDB, PSB e os chamados nanicos tentam resolver a equação com um denominador comum: todos querem crescer. O número de cadeiras a que cada um terá direito é definido por algumas contas matemáticas (veja quadro ao lado).
Para os grandes é vantagem se aliar a outro do mesmo tamanho para ganhar espaço. Para os pequenos, estar junto dos maiores já não é vantajoso. Neste caso, vale mais ter um bom puxador de voto.
Ao que tudo indica, os petistas irão coligar com PMDB, PROS e PRB na disputa estadual. Para a Câmara Federal, devem entrar no bloco PCdoB e PTdoB. “O PT quer aumentar a representatividade. É difícil fechar a conta. Com uma boa campanha para o governo do Estado, podemos ganhar força e eleger mais”, avalia o presidente do PT em Minas, deputado federal Odair Cunha.
No PMDB, a perspectiva não é diferente. “O importante é crescer”, conta o presidente no Estado, deputado federal Antônio Andrade. Seguindo as contas das proporcionais, juntos, PT e PMDB aumentam as chances de conquistar mais cadeiras.
ELEIÇÃO MINEIRA: PIMENTEL VAI ENVOLVER OS PREFEITOS
Fernando Pimentel achou um jeito de botar os prefeitos dos partidos aliados do PT para dentro da sua campanha. Decidiu que eles irão coordenar o palanque petista nas cidades que governam. Com esse arranjo, espera-se maior engajamento dos prefeitos, inclusive dos que andavam distantes.
LULA: BATE FORTE EM DEFESA DA RENOVAÇÃO POLÍTICA
Ex-presidente pede à militância para "enfrentar o debate sobre tudo, inclusive a corrupção"; ele procura acordar o partido para a campanha eleitoral e, ainda, animar uma renovação interna; "Ao invés de negar a política, faça política. É o Lula que não presta? Tira o Lula, tente você", incentivou; ao hastear uma bandeira objetiva, cravou que a regulação da mídia é "imperiosa"; essas frases dirigidas aos blogueiros, na sexta-feira 16, não renderam destaque em primeira página no pool da cobertura da mídia tradicional, que preferiu ficar na "babaquice" de se chegar de metrô num estádio de futebol; isso foi o menos importante que Lula disse; o que vale são as brigas que ele está comprando.
Marco Damiani _ 247 – Encoberto pelo destaque à "babaquice", o discurso feito pelo ex-presidente Lula aos blogueiros, na sexta-feira 16, foi nada menos que a mais completa mensagem do chefe político à sua militância nesta campanha eleitoral. Ele se postou como candidato a renovador do próprio partido que fundou, preocupado com a crescente despolitização da sociedade e a baixa movimentação da militância do PT. Sabe que pode ser a primeira vítima desse novo momento:
- Ao invés de negar a política, faça política. É o Lula que não presta? Tira o Lula, tente você, pediu ele próprio. "Mas não negue a política. Não existe exemplo de país que melhorou sem ela".
Às portas da Copa do Mundo e no meio de uma campanha eleitoral marcada por duras críticas ao governo e ao PT, Lula sabe que o cenário não está completo. Ele teme que manifestações violentas deem margem para o recrudescimento do que chamou de desmoralização das instituições.
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Antes, a gente acordava cinco da manhã para ir para a porta de fábrica e ninguém falava nada. Agora, toda manifestação tem cobertura de imprensa, sai em todo lugar, comparou, indicando temer um possível incentivo ao descontrole.
A opinião de Lula de que seria uma "babaquice" chegar a um estádio de futebol de metrô foi dada para arrancar gargalhadas da plateia. Naquele contexto, o ex-presidente defendia o governo das acusações de falta de legado significativa do Copa do Mundo em relação ao transporte público. A parte verdadeiramente forte foi a admissão, por Lula, dos estragos que podem ser feitos ao projeto de poder do PT pela falta de aguerrimento do partido em superar suas dificuldades.
- Devemos enfrentar todo o debate, inclusive o da corrupção. Ninguém fez mais pela transparência do governo do que nós fizemos a partir do meu governo, frisou Lula.
Em meio a uma escalada de críticas à mídia tradicional e familiar, Lula detalhou, no que chamou de "conversa" com os blogueiros, exatamente o que pensa sobre a regulação da mídia. Ele citou, como nunca fizera antes, legislações específicas de diferentes sobre a mídia:
- E não citei a Venezuela para não dizerem que eu sou esquerdista, disse Lula, após ter lembrado da lei de meios aprovada na Argentina, "que derrotou um monopólio (o grupo El Clarín), das restrições ao gigantismo das empresas de comunicação existentes nos Estados Unidos e das batalhas do governo inglês contra os tablóides sensacionalistas e, "onde o Murdoch perdeu".
- A regulação dos meios de comunicação é imperiosa, cravou Lula.
É de se compreender, assim, porque nos meios tradicionais de comunicação mais valeu angular que, para Lula, em última análise o metrô é uma "babaquice". O ex-presidente tocou em pontos que incomodam a muitos ouvidos poderosos:
- A virulência e a falta e respeito com que estão tratando o nosso governo só tem uma explicação, sublinhou Lula para seu público.
- E qual é a preocupação deles? Eu fico pensando será que eles estão pensando 'puta, se essa Dilma ganha agora depois esse Lula volta? Ai é demais!' ".
Na conversa com os blogueiros, Lula de fato deu frases suficientes para muitas manchetes.
ELEIÇÃO MINEIRA: PSB ROMPE COM O PSDB
Presidenciável do PSB, Eduardo Campos, já informou a correligionários que seu partido vai mesmo lançar um candidato próprio ao governo de Minas Gerais; com isso, ele romperá acordo que firmara com o tucano Aécio Neves, no qual ficou combinado que um apoiaria o candidato do outro nos seus respectivos Estados; assim, a base de apoio ao candidato do PSDB em Minas, Pimenta da Veiga, sofrerá desfalque; PSB lançará o deputado Júlio Delgado
O presidenciável do PSB, Eduardo Campos, já informou a correligionários que seu partido vai mesmo lançar um candidato próprio ao governo de Minas Gerais. Com isso, ele romperá acordo que firmara num encontro em sua casa, em Recife, com o presidenciável tucano Aécio Neves, no qual ficou combinado que um apoiaria o candidato do outro nos seus respectivos Estados. Assim, a base de apoio ao candidato do PSDB em Minas, Pimenta da Veiga, sofrerá desfalque. O PSB lançará o deputado Júlio Delgado. Campos está ciente de que, em retaliação, o PSDB pode anunciar a candidatura do deputado estadual Daniel Coelho ao governo de Pernambuco.
Hoje, os quatro deputados estaduais do PSB integram o bloco de apoio ao governo do PSDB na Assembleia Legislativa mineira. O partido ocupa duas secretarias na gestão tucana: a de Educação, com Ana Lúcia Gazzola; e a de Esporte e Turismo, comandada por Tiago Lacerda, filho do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). O próprio Lacerda, eleito e reeleito com o apoio de Aécio, talvez tenha dificuldade de se opor ao PSDB. Para Aécio, o gesto levaria o PSB a um isolamento em Minas, com o risco de não eleger nem mesmo um deputado federal. Mas entre aliados de Campos, o risco vale a pena diante do projeto nacional.
REDE RATIFICA MARINA COMO VICE DE EDUARDO CAMPOS
A ex-senadora Marina Silva foi confirmada pela Rede Sustentabilidade, neste sábado, como candidata a vice na chapa do ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) na disputa pela Presidência da República. A decisão foi tomada pelos delegados estaduais da Rede, em Brasília, durante o primeiro congresso do partido que Marina tenta criar.
A legenda bateu o martelo, assim, aprovando a coligação PSB-Rede-PPS-PPL. Marina afirmou em discurso para os delegados reunidos no 1º Congresso da Rede Sustentabilidade que a legenda não colocou o posto de vice como condição para apoiar Campos. “Quem colocou a possibilidade de ser vice foi o PSB. E eu dizia que quem ia escolher o vice é o candidato”, disse à Agência Estado.
A pré-candidata a vice disse que procurou José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) para discutir propostas para o programa deles no segundo turno, mas se frustrou com a falta de compromisso. “Eles queriam ter uma garota propagada para dizerem que fariam o que eles não fariam”, lembrou.
FORÇA NACIONAL PRONTA PARA ATUAR NA COPA
Faltando 26 dias para a Copa do Mundo no Brasil, a Força Nacional (FN) já está pronta para atuar. A Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) apresentou, na manhã deste sábado (17), em Brasília (DF), a última turma capacitada para o Mundial de futebol, com cerca de 600 bombeiros e policiais militares, além de profissionais de perícia.
Nos próximos dias, equipes serão enviadas para reforçar as ações de segurança pública em Natal (RN) e Cuiabá (MT) – cidades-sede da Copa. Além do apoio direto a esses estados, cujos governos já solicitaram apoio da Força Nacional, a tropa também irá participar de operações em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro.
PT QUER VENCER NO SUDESTE
O Globo – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, declarou que a prioridade do partido é vencer as eleições estaduais nos estados do Sudeste onde há mais poder econômico, mais deputados e “há mais mídia operando contra o partido”. A afirmação foi feita durante encontro de delegados do partido em Manaus neste sábado, 17.
“Eu quero ganhar em Minas, Rio e São Paulo, mas se ganhar em um destes estados já faz muita diferença, porque uma vitória lá (no Sudeste) pode mudar a correlação de forças (políticas)”, afirmou Falcão. O presidente nacional do PT disse ainda que o partido terá candidatos próprios ao governo em 12 ou 14 estados.
COMPANHEIRAS DE PADRES PEDEM FIM DO CELIBATO
Em uma carta aberta ao Vaticano, 26 companheiras de padres pediram que o papa Francisco repense a obrigatoriedade do celibato para os sacerdotes da Igreja Católica. O texto redigido pelas mulheres foi publicado neste sábado no jornal especializado “Vatican Insider”.
“Caro Papa Francisco, somos um grupo de mulheres de todas as partes da Itália (e além), que te escreve para quebrar o muro de silêncio e indiferença com que nos deparamos todos os dias. Cada uma de nós vive, viveu ou quer viver uma relação amorosa com um padre, por quem somos apaixonadas”, começa a carta assinada apenas com o primeiro nome e a inicial do sobrenome de cada mulher. No final do texto, há os números de telefone das signatárias, que dizem querer “lançar humildemente aos seus pés o nosso sofrimento para que algo possa mudar, não só para nós, mas para o bem de toda a Igreja”.
PT: PARTIDO QUE MAIS RECEBE DOAÇÕES
Folha revelou que tradicionais doadoras de dinheiro para partidos políticos, empresas com negócios no setor público entregaram ao PT no ano passado quase o dobro do que pagaram a PSDB, PMDB e PSB juntos. O partido da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, levou R$ 79,8 milhões. Os outros três conseguiram R$ 46,5 milhões.
A liderança do PT na captação já ocorria em anos anteriores, mas a diferença para os demais partidos não para de aumentar. A vantagem em relação às três siglas saltou em quatro anos de R$ 9,4 milhões para R$ 33,2 milhões. As grandes construtoras, mais uma vez, dominaram o ranking dos maiores financiadores. Odebrecht, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e OAS foram as campeãs.
sábado, 17 de maio de 2014
VAZANTE: SECRETÁRIA DE SAÚDE EXPLICA SAÍDA DO DR. JULIAN PASSOS
Emiliana Rocha, secretária municipal de Saúde. Foto ANDERSON FRANQUE, arquivo RÁDIO MONTANHEZA. O afastamento do médico Julian Passos do quadro clínico do Hospital Municipal foi justificado pela secretária municipal de Saúde Emiliana Rocha, por meio da assessoria de comunicação da Prefeitura de Vazante. A secretária explicou que o contrato dele venceu e não foi renovado porque, atendendo reivindicações da população, o médico Leonardo Cortes voltará a atender consultas duas vezes por semana no Hospital Municipal. Atualmente, Dr. Leonardo atende consultas apenas na Policlínica Municipal e somente realiza procedimentos cirúrgicos no hospital. Emiliana Rocha aproveitou a oportunidade para informar que a prefeitura contratou outro médico cubano pelo programa “Mais Médicos”. Agora, além da médica Albânia Reyes, que atende no PSF do Novo Horizonte, o médico cubano Lázaro Hernandes, está passando por treinamento de adaptação para atender no PSF do Bairro Serra Dourada. |
Fonte: Rádio Montanheza |
CÂMARA DOS DEPUTADOS: MULTA PARA BITUCAS DE CIGARRO
O texto ainda deve passar nas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado, vai direto para a sanção da presidenta Dilma Rousseff. De acordo com a proposta, fica “proibido jogar filtro de cigarro no chão das vias, praças, parques e de quaisquer outras áreas e logradouros de acesso público.” A multa, que ficará a cargo dos agentes de trânsito federais, estaduais ou municipais, será cobrada em dobro em caso de reincidência.
ELEIÇÃO MINEIRA: PREFEITOS DE OLHO NA CONVENÇÃO PARA MANIFESTAREM APOIO A CHAPA DA OPOSIÇÃO
Conhecido como deputado do interior, prefeitos aguardam com ansiedade a confirmação do nome do deputado federal Antônio Andrade, como candidato a vice-governador de Minas, na chapa com Pimentel para manifestarem apoio a oposição ao governo. Dizem que depois das convenções do mês de junho, haverá uma forte manifestação no Noroeste e Alto Paranaíba a favor da ala oposicionista ao governo Mineiro.
ELEIÇÃO EM MINAS: FILHO DE JOSÉ ALENCAR MOSTRA ENTUSIASMO PARA DISPUTAR UMA CADEIRA NO SENADO
Em entrevista exclusiva ao 247, provável candidato ao Senado na chapa de Fernando Pimentel elogia estratégia do diálogo e defende gestão descentralizada no estado; "Descentralizar a gestão é muito saudável e necessário para um estado com as dimensões de Minas Gerais", declarou; filho do ex-vice-presidente José Alencar participou ontem do ato de apoio do PCdoB ao pré-candidato petista
¶ O empresário Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, afirmou nesta quinta-feira, durante ato de apoio do PCdoB à pré-candidatura do ex-prefeito Fernando Pimentel ao Governo de Minas, que encara como uma "missão" a tarefa de disputar o Senado nas eleições de outubro.
Josué disse ao 247 que PT e PMDB confiaram a ele a "bandeira do desenvolvimento de Minas Gerais, com inclusão social". Ele defendeu a "descentralização da gestão" e elogiou a iniciativa de "de ouvir, cada vez mais, a população". "Fico muito feliz sabendo que o Pimentel compartilha dessa mesma percepção", sustentou.
Para o empresário, a aliança entre PT e PMDB no estado está consolidada. Ele adiantou que deve se juntar já nas próximas semanas às Caravanas da Participação.
Leia a íntegra abaixo:
A tendência é, de fato, PT e PMDB seguirem juntos em 2014 durante as eleições em Minas Gerais?
Sem dúvida. O PMDB tem sido, junto com o PT, o partido que demonstra que Minas pode ter outros caminhos, um caminho com maior desenvolvimento e com inclusão social. É natural que sigamos juntos e somando esforços. A união está consolidada. É claro que a convenção dá o aval final, mas está consolidada.
Como o PMDB pode contribuir com o Plano de Governo que será apresentado aos mineiros na próxima eleição para o governo do estado?
O PMDB certamente terá uma participação decisiva no processo de construção do Plano de Governo. A ideia do Fernando Pimentel de construir um projeto para Minas ouvindo as pessoas de todas as regiões é uma iniciativa brilhante. Descentralizar a gestão é muito saudável e necessário para um estado com as dimensões de Minas Gerais, com suas diversas características sociais, econômicas e culturais. Sempre defendi esta iniciativa de ouvir, cada vez mais, a população e fico muito feliz sabendo que o Pimentel compartilha dessa mesma percepção. Sei que o diálogo aberto nas Caravanas tem sido muito bem recebido em todos os rincões de Minas.
A partir de agora, o PMDB irá reforçar sua presença nas Caravanas da Participação?
Vamos nos integrar, de corpo e alma, nas Caravanas. É provável que estejamos com uma participação mais efetiva já na próxima semana.
Quais as suas perspectivas para uma provável candidatura ao senado por Minas Gerais?
Estou encarando esta missão que os companheiros do PT, do PMDB e da base aliada estão me confiando como uma bandeira importante na defesa de um projeto que viabilize um maior desenvolvimento para Minas, com inclusão social, e de continuidade do que já ocorre no governo federal, com a formação de uma chapa com PT e PMDB. Juntos, nós contribuímos de forma decisiva para os grandes avanços que o país registrou nos últimos anos.
ELEIÇÃO EM MINAS: BATE O DESESPERO NO PSDB
Partido lança nesta segunda-feira chapa para o governo do Estado; pesquisas mostram que 50% dos eleitores não conhecem o candidato Pimenta da Veiga e mineiros relacionam nome do PT, Fernando Pimentel, ao presidenciável tucano Aécio Neves
¶
247 – O PSDB-MG vai antecipar o lançamento da campanha de Pimenta da Veiga para conter o avanço do PT no Estado. Além disso, mineiros ainda não o identificam como o candidato do presidenciável tucano Aécio Neves, em seu reduto político.
Leia na nota do colunista Ilimar Franco, do Globo:
O PSDB mineiro vai antecipar sua campanha em Minas. Na segunda-feira, lança sua chapa para o governo. As pesquisas mostram que 50% dos eleitores não conhecem Pimenta da Veiga. E o que é pior: os mineiros pensam que o candidato de Aécio Neves é Fernando Pimentel (PT). Esta imagem foi criada em 2008, quando Aécio e Pimentel eram atores de jogral pedindo votos para eleger Márcio Lacerda (PSB) à prefeitura de Belo Horizonte
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