Desde o início da sua Caravana da Participação, em 13 de março, Fernando
Pimentel já realizou oito eventos no interior. E, em todos, o tema que
se sobressaiu nos debates como maior preocupação da população foi sempre
o mesmo: a insegurança. O petista vai manter a estratégia de encontros
regionais até o início de julho.
“Pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”
quinta-feira, 8 de maio de 2014
ELEIÇÃO: GOVERNADOR ARTICULA APOIO PARA O GRUPO GOVERNISTA
Com muito jeito e sem nenhum espalhafato,
Alberto Pinto Coelho está convidando pessoas ao Palácio Tiradentes. E de
conversa em conversa vai articulando apoios para a chapa governista.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
PATOS DE MINAS: MOSTRA DE CINEMA
São filmes que evocam um passado histórico. ( Foto: Ilustração )
O Balaio 2014 será palco da primeira mostra de cinema realizada em
Patos de Minas e a curadoria do CineBalaio optou por mostrar curtas e
longas metragens com ênfase na produção mineira e de outras regiões do
Brasil. São filmes que evocam um passado histórico e apontam
possibilidades para o futuro, e também, dialogam com as especificidades
da realidade urbana, que adverte para o perigo da exploração e aponta
vias para o pensamento da liberdade.
Há curtas documentais, ficcionais, experimentais, ensaios bastante
pessoais, outros que flertam com o universo de cinema de gênero e ainda
aqueles que investigam as relações com a cidade. Alguns dos
curta-metragistas presentes nessas sessões já se tornaram diretores de
longa ou preparam seus primeiros filmes, prova de que o curta é uma
excelente escola para formar os cineastas do futuro.
Da safra mineira, serão exibidos filmes feitos não somente na capital,
mas em cidades do interior como Uberlândia, Patos de Minas, Ipatinga e
Contagem. “Prova de que cinema não é uma questão de concentração
econômica, mas de iniciativa e vontade pessoais” afirmam os curadores do
CineBalaio, Pedro Maciel Guimarães Júnior e Cássio Pereira dos Santos.
Os curtas vão ilustrar a temática do Balaio de Arte e Cultura desse
ano, que faz referência aos anos 1930 e também foca no tema “realidade
solitária”. Uma sessão especial vai trazer filmes voltados para o
público infanto-juvenil, onde as crianças e adolescentes poderão vir
acompanhados dos pais.
Outros dois longas metragens serão apresentados: A Cidade é uma Só?, de
Adirley Queirós e Sangue Mineiro, de Humberto Mauro. Adirley (que já
foi jogador da URT e estará presente no Balaio 2014 para receber o
Troféu Quixote do Cerrado) é um dos expoentes do novíssimo cinema
brasileiro. O diretor foca sua narrativa sobre um fato histórico
ocorrido em Brasília no início dos anos 1970 e brinca com os gêneros
documentário e ficção para falar de manipulação da informação, da
política e das questões sociais ligadas a formação da capital federal e
da Ceilândia.
Já Sangue Mineiro é um clássico do cinema brasileiro, feito por um
mineiro e lançado em 1930. O diretor Humberto Mauro narra a história de
Carmen, uma jovem que se apaixona por Roberto, mas tem o amor roubado
pela irmã. A narrativa do filme também aborda questões contemporâneas
como ecologia, desenvolvimento e progresso.
Oferecendo à população de Patos de Minas e visitantes uma programação
gratuita e de qualidade, o objetivo do CineBalaio 2014 é revelar a
pluralidade do cinema mineiro e brasileiro contemporâneos, e as imagens
que nos levam a pensar, a nos emocionar e atuar politicamente no mundo.
O Balaio de Arte e Cultura acontece no período de 29 de maio a 05 de
junho no Parque de Exposições com entrada gratuita para toda a
população.
Fonte: Assessoria de Comunicação do Sindicato Rural de Patos de Minas
VAZANTE: VICE-PREFEITO NÃO CAMINHARÁ COM DR. JOSÉ
Jeovanine Rabelo, do DEM, vice-prefeito de Vazante.
Foto ANDERSON FRANQUE, arquivo RÁDIO MONTANHEZA.
O vice-prefeito de Vazante, Jeovanine Rabelo, do DEM, reafirmou seu apoio ao ex-prefeito Alcides Diniz, que pode ser candidato a deputado estadual pelo PPS.
Jeovanine considerou normal a decisão do prefeito José Benedito, do PHS, que já declarou apoio ao deputado estadual Deiró Marra, do PR.
O vice-prefeito disse ainda que será necessário definir a postura do seu grupo político, caso o deputado federal Antônio Andrade, do PMDB, seja confirmado como candidato a vice-governador na chapa do senador Fernando Pimentel, do PT.
fonte:radiomontanheza
VAZANTE: MAIS DE 5 MIL PESSOAS VISITARAM A GRUTA LAPA NOVA

Imagem Ilustrativa da Gruta Lapa Nova em Vazante (MG).
Considerando somente as pessoas que assinaram o livro de presença, a Gruta Lapa Nova recebeu 5.682 visitantes, entre romeiros e turistas, no período de 30 de abril a 4 de maio, dias de maior movimento da 133ª Festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa.
Segundo Severino Mendes, um dos guias da Gruta Lapa Nova, o feriado na quinta-feira, Dia 1º de Maio, contribuiu para o aumento do número de visitantes na festa deste ano.
Em 2013, quando o feriado do Dia do Trabalho caiu na quarta-feira, apenas 2.815 turistas visitaram a caverna.
Já em 2012, quando o 1º de maio foi na terça-feira, a gruta recebeu 3.698 visitantes.
“Naquele ano muita gente prolongou o final de semana e emendou a segunda-feira com o feriado do Dia do Trabalho”, justifica Severino Mendes.
Fonte: Rádio Montanheza
COPA DO MUNDO: A LISTA DO FELIPÃO
Goleiros: Jefferson (Botafogo), Julio César (Toronto) e Victor (Atlético-MG).
Zagueiros: Dante (Bayern de Munique), David Luiz (Chelsea), Henrique (Napoli) e Thiago Silva (PSG).
Laterais: Daniel Alves (Barcelona), Maicon (Roma), Marcelo (Real Madrid) e Maxwell (PSG).
Meio-campistas: Fernandinho (Manchester City),
Hernanes (Inter de Milão), Luiz Gustavo (Wolfsburg), Oscar (Chelsea),
Paulinho (Tottenham), Ramires (Chelsea) e Willian (Chelsea).
Atacantes: Bernard (Shakhtar), Fred (Fluminense), Hulk (Zenit), Jô (Atlético-MG) e Neymar (Barcelona)
Esses foram os nomes anunciados pelo técnico Luiz Felipe Scolari a
partir das 11h35 de hoje, em cerimônia acompanhada por 700 jornalistas.
Cada um deles fará parte da missão conjunta de levantar a população
brasileira e dar a cara para a Copa do Mundo no Brasil.
O desempenho, queira-se ou não, estará diretamente ligado ao clima
geral do evento. Foi assim na Copa das Confederações, quando,
nitidamente, a campanha da equipe de Felipão rumo ao título arrefeceu o
cerco aos estádios, especialmente no Nordeste, ganhou a opinião pública e
suavizou os ânimos tensos após as manifestações de junho. Os gols de
Neymar e Cia. tiveram repercussão social.
O primeiro a entender essa relação é o próprio Felipão. Antes de ler a lista, ele pediu diretamente ao torcedor para apoiar:
- “Muitos podem não concordar, mas, a partir dessa convocação, que os
23 convocados sejam muito recebidos. Que todos juntos,nós tenhamos um
norte, para seguirmos na direção do que mais desejamos, que é conquistar
a Copa”, pediu, patrioticamente, o técnico.
Com o grupo fechado, o trabalho entra na reta final. A Seleção
Brasileira se apresenta na Granja Comary, no Rio de Janeiro, no dia 26
de maio, para iniciar a preparação específica para a Copa do Mundo.
Antes da estreia no dia 12, o time fará dois amistosos: no dia 3 de
junho, o Brasil enfrentar o Panamá, no Serra
Dourada, em Goiânia; três
dias depois, a Seleção entra em campo para medir forças com a Sérvia, no
Morumbi, em São Paulo.
AS ESTRATÉGIAS: DILMA, AÉCIO E EDUARDO CAMPOS
Dilma Rousseff
Em nenhum momento, o governo Dilma Rousseff abandonou as políticas
sociais. Pelo contrário, aprofundou-as com o Brasil Sorridente, a
manutenção da política de reajustes do salário mínimo e isenções da
folha que permitiram a ampliação do mercado de trabalho formal.
Seu problema é a postura política em relação aos movimentos sociais
(e não só em relação a eles) e aos sindicatos. Sempre os viu de cima
para baixo, ela como um poder concedente, não como uma igual, lembrando
muito mais a postura de um Getúlio Vargas do que de um Lula.
Dilma sempre se viu como a defensora dos excluídos, dos setores não
organizados – o que é uma característica positiva extraordinária.
Os desassistidos não têm quem os defenda, por vulneráveis são pouco
exigentes e, também, extremamente reconhecidos a quem os ajuda.
Já os movimentos organizados são petulantes.
Experimente quebrar lanças em favor de determinado movimento social –
ou sindical. Ao final do processo, as lideranças dirão que tudo foi
possível devido à sua própria pressão política. Políticos sensíveis à
causa jamais concedem; são “obrigados a ceder” graças ao espírito de
luta das lideranças do movimento.
É irritante, sim, mas essa petulância é um importante sinal de
autoafirmação, daqueles recém chegados ao jogo político. É necessário
paciência e maturidade para tratar com eles e acompanha-los em seu
processo de amadurecimento, entender e aceitar o jogo político das
lideranças.
Dilma não parece ter paciência para esse jogo.
Esse é o busílis da questão, o ponto central de desgaste do estilo
Dilma em relação a quase todos os setores organizados da sociedade, de
movimentos sociais a empresariais.
No atual estágio de desenvolvimento social brasileiro, há pouco
espaço para o estilo concedente de Getúlio. O governante tem que se
comportar como o líder articulando forças, tratando as lideranças da
sociedade como iguais, sem impor soluções.
Em seu período de governo, Dilma procurou a aliança com os chamados
setores produtivos da economia, geradores de emprego e desenvolvimento.
Mesmo com todas as políticas em relação ao setor, com a ampliação do
crédito público, das compras governamentais, das isenções tributárias,
Dilma perdeu a batalha tanto junto ao mercado financeiro como ao
empresarial em geral– devido ao seu estilo centralizador.
Com seu discurso de ontem, jogou a toalha em relação à conquista do
público empresarial e passou a apostar as fichas nos segmentos
populares.
Mas atuou com o mesmo estilo com que contemplou setores industriais:
do alto do seu poder de presidente, concedeu aos trabalhadores e
miseráveis a correção da tabela do Imposto de Renda, o reajuste do Bolsa
Família e a manutenção da política de reajustes do salario mínimo. E
tudo isso acompanhado de mudanças radicais na retórica.
Essas mudanças de retórica exigem uma estratégia cautelosa de
transição que não foi seguida, para não passar a ideia de oportunismo em
um momento crítico da sua candidatura
O discurso tem a vantagem de mostrar que Dilma não está inerte.
Rompido o imobilismo, é possível que corrija as vulnerabilidades
centrais, a teimosia encruada. Mas, para isso, terá que avançar muito
além da retórica e cortar na própria carne –na parte central de seu
temperamento e estilo de governar.
A reconstrução da credibilidade passa por mudanças ministeriais, para
um Ministério de primeira grandeza, por mudanças no estilo autocrático
de gestão, pela criação de instâncias de participação da sociedade
dotadas de capacidade efetiva de influir em políticas públicas. E pela
capacidade de tratar a chamada sociedade civil organizada – de
movimentos sociais a empresariais – como um igual.
Eduardo Campos
Já Eduardo Campos está preso a dilemas complexos.
Sua estratégia inicial era se apresentar como um continuador
melhorado do governo Lula. Para ganhar massa eleitoral, no entanto, teve
que juntar seus ideólogos nacionalistas aos formuladores mercadistas e
antidesenvolvimentistas de Marina Silva.
O discurso popular ficou comprometido e ele passou a dedicar todos os esforços para conquistar o público empresarial.
Não avançou muito. A esta altura, parece claro que os grupos de mídia
e os maiores grupos empresariais paulistas fecharam com Aécio Neves.
Campos tem o apoio da ala influente, mas restrita, ligada ao Banco
Itaú, e dos apreciadores de seu estilo de gestão, nada muito além disso.
Sua última cartada será a mudança física para São Paulo, para um corpo a
corpo com o mundo empresarial.
Para conquistar espaço junto a esse público, cometeu a impropriedade,
ontem, de prometer uma meta de inflação de 3%, que, se fosse
viabilizada, jogaria o país em uma recessão considerável e acabaria com a
conquista do pleno emprego.
Foi uma mudança de retórica tão radical quanto a de Dilma. E, por radical, deverá provocar mais desconfianças do que adesões.
Aécio Neves
Conseguiu fechar acordo com a mídia. Tem apoio do mercado financeiro,
dos grupos empresariais paulistas e conseguiu a adesão do ainda
influente grupo de financistas de Fernando Henrique Cardoso.
Isolou José Serra trazendo para sua campanha alguns dos principais
serristas, como Aloysio Nunes, Alberto Goldmann e o inacreditável Andréa
Matarazzo – para cuidar das finanças (!).
Serra tentou uma rabeira no bonde através de balão de ensaio empinado
pela colunista Sonia Racy – de que FHC estaria bancando sua candidatura
para vice de Aécio. É mais fácil a torcida do Atlético torcer para o
Cruzeiro do que consumar-se essa dobradinha.
Nos próximos meses, os grupos de mídia concederão a Aécio algo que
sempre foi sonegado quando era adversário de Serra: visibilidade para o
modelo mineiro de gestão.
Em 2010, os jornais preferiam falar dos problemas de contabilização
de gastos de saúde do que nos avanços ocorridos em alguns setores. Hoje
em dia, tecem loas aos avanços na educação.
Aécio terá que enfrentar desafios muito maiores.
Não dispõe de nenhuma proposta efetivamente popular e de nenhum plano
para o futuro. Mostra o futuro acenando com o passado do governo
Fernando Henrique Cardoso.
No plano econômico, limita-se ao financismo estéril da política
monetária – que, em qualquer plano de governo, deveria ser apenas um
apêndice, não o ponto central.
Na sua luta com Campos – para passar para o segundo turno – irá
aprofundar os ataques a Dilma e a levantar a bandeira do moralismo,
auxiliado pela onda denuncista dos grupos de mídia.
Serão as eleições mais vazias de ideias das últimas décadas.
Não haverá nem o tempero de José Serra. Com Serra na parada, pelo
menos havia uma bandeira civilizatória em jogo: a soma das mentes
democráticas contra aquele que passou a simbolizar as forças mais
obscurantistas, totalitárias e inescrupulosas do país.
O nebuloso 2015
Os próximos anos não serão de bonança. Não há mais espaço fiscal para
benesses, há o aprofundamento dos déficits externos e a necessidade de
corrigir preços represados.
Mais que isso. Por obra dos grupos de mídia, mas muito como
consequência dos tempos atuais, se aprofundará o descrédito nas
instituições e a sensação de que tudo é corrupção.
Os três candidatos inspiram muito mais desconfianças do que certezas na maneira de administrar esse novo cenário.
No caso de Dilma, há o desafio de recuperação da credibilidade
perdida junto aos agentes econômicos, que certamente piorou com o
discurso de ontem. Ganham-se eleições sem seu apoio; mas dificilmente se
governa com a credibilidade baixa junto a eles.
Os desafios de Aécio e Campos são maiores.
Ambos conseguiram montar alianças políticas e impor-se em seus
respectivos estados em cima de acordos de cúpula. Praticamente
liquidaram com a oposição, enquadraram as respectivas Assembleias
Legislativas e a mídia estadual.
Governar um estado – mesmo um estado complexo como São Paulo – é
tarefa facílima para um governador. Até Geraldo Alckmin consegue.
Já o jogo político nacional é muitíssimo mais complexo.
A eleição de qualquer um deles significaria um pesado desafio de
montagem das novas alianças, de preenchimento dos cargos na máquina
pública e, principalmente, de administração política dos conflitos
sociais. E, qualquer um que seja eleito, terá de carregar o pesadíssimo
fardo da subordinação ao poder reconstituído dos grupos de mídia em um
momento em que as redes sociais atrapalharão o atendimento das demandas
midiáticas e de aliados.
Aécio acumulou mais experiência nacional com a presidência da Câmara e
do PSDB, mas restrita aos acordos de cúpula. Campos restringiu-se ao
nordeste.
Lula, com mais facilidade, Dilma com menos, conseguiram estabelecer
diálogos com movimentos sociais e permitiram avanços em várias áreas
ligadas à inclusão. A panela de pressão não explodiu – inclusive porque
as condições da economia facilitaram.
Seja qual for o resultado das eleições, 2015 será ano de muitas emoções.
Até agora, nenhum dos três candidatos conseguiu construir sua utopia para apresentar em forma de plano de governo.
Luis Nassif, GGN
PROJETO LIBERA BIOGRAFIAS NÃO AUTORIZADAS
Foi com esse tuite que o deputado Newton Lima
(PT-OS) comemorou a aprovação de projeto de lei de sua autoria que
libera a publicação de biografias não autorizadas. É uma derrota parcial
do grupo Procure Saber, coordenado pela empresária Paula Lavigne, e que conta com artistas da nata da música brasileira, como Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil.
O Projeto de Lei 393/11, que altera o Código Civil, deve passar agora
pelo Senado. A casa pode modificar substancialmente o texto dos
deputados, assim como não tratar o tema com rapidez. Seria, assim, uma
vitória de Pirro de quem defende a não obrigatoriedade de autorização
para biografias de personalidades públicas, como a Associação Nacional
dos Editores de Livros (Anel).
No texto aprovado, que recebeu uma emenda do deputado Ronaldo Caiado
(DEM-GO), o artigo 20, parágrafo 2º, afirma que “a ausência de
autorização não impede a divulgação de imagens, escritos e informações
com finalidade biográfica de pessoa cuja trajetória pessoal, artística
ou profissional tenha dimensão pública ou esteja inserida em
acontecimentos de interesse da coletividade”.
Já o parágrafo 3º do mesmo artigo abre a possibilidade para que o
biografado entre na Justiça para solicitar a retirada dos trechos que
considere ofensivos à sua pessoa para as futuras edições da mesma obra, e
sem impedir que ele entre com um processo penal ou pedido de
indenização. O livro “Roberto Carlos em detalhes”, do historiador Paulo César de Araújo,
por exemplo, não teria sido apreendido a mando da Justiça, atendendo a
uma demanda do cantor em 2007. Se essa lei for aprovada, os advogados de
Roberto Carlos teriam de especificar os trechos que o ofenderam e não teriam como recolher a obra toda.
Discussão no Supremo
Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal vem discutindo esse tema,
por causa da ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Anel. A
associação defende que os artigos do Código Civil que tratam do tema das
biografias ferem a cláusula constitucional de liberdade de expressão e
direito à informação, o que significaria censura. A pauta não tem data
para ser votada no STF, mas a promessa era de que isso ocorreria ainda
neste primeiro semestre.
REFLETIR
“Primeiro eles te ignoram, depois riem de você, depois brigam, e então você vence”.
Mahatma Gandhi
Mahatma Gandhi
CÂMARA FEDERAL ELEGE NOVO VICE-PRESIDENTE DA CASA LEGISLATIVA
O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP)
foi escolhido nesta terça-feira (6) para ocupar o cargo de
vice-presidente da Câmara. Em encontro fechado da bancada do partido,
Chinaglia recebeu 44 votos, contra 38 do deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) e
um voto nulo, segundo informou o deputado Vicentinho (SP), líder da
bancada.
O cargo de vice-presidente está vago desde que o deputado André Vargas (sem partido-PR)renunciou ao posto. Posteriormente, Vargas, que responde a processo no Conselho de Ética por suposto envolvimento com um doleiro preso pela Polícia Federal, se desfiliou do PT.
A indicação de Chinaglia ainda terá de ser votada pelo plenário da
Câmara, mas deverá ser aprovada em razão de acordo entre PT e PMDB.
Partido com a maior bancada, o PT teria direito à presidência da Casa.
Mas, pelo acordo, ficou com a presidência nos dois primeiros anos da
atual legislatura (2011-2012) e o PMDB, segunda maior bancada, com a
vice. Nos dois últimos anos (2013-2014), o PMDB ficou com a presidência e
o PT, com a vice.
O presidente da câmara é o deputado federal norte-rio-grandense Henrique Eduardo Alves (PMDB)
CBF FATURA COM A COPA
A CBF faturou 452 milhões de reais no ano
passado, a maior receita de sua história, segundo a consultoria de
marketing e gestão esportiva Amir Somoggi. O valor é 18% em relação ao
ano anterior.
Segundo os dados, retirados do balanço da
entidade, desde 2007, quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa do
Mundo 2014, o faturamento da Confederação Brasileira de Futebol
aumentou 277%.
No período, os valores recebidos das empresas
patrocinadoras cresceram 328% e os direitos de transmissão 950%, diz a
consultoria.
Também desde 2007, o lucro acumulado da
entidade somou 383 milhões de reais. Em 2006, a CBF acumulava um
prejuízo de 22 milhões de reais, segundo Amir Somoggi.
Apenas em 2013, a entidade sem fins
lucrativos faturou 113 milhões de reais com direitos de transmissão dos
jogos de futebol e 278 milhões de reais com patrocínios, diz o estudo.
No ano, o lucro ficou em 56 milhões de reais –
o mesmo valor apresentado em 2012. As despesas, que incluem as
administrativas, competições, impostos e pessoal, somaram 396 milhões de
reais, 21% superior ao ano anterior. (Exame)
ELEIÇÃO EM MINAS: PROS SEM MUITA PRESSA...
O
deputado federal, Zé Silva, que preside o Solidariedade em Minas
Gerais, deixa entender que não tem pressa na formação das comissões
provisórias da agremiação no interior do Estado. Por enquanto,
lideranças pontuais ficarão responsáveis pela organização e apoio aos
candidatos do partido nas regiões.
PREFEITOS EM CRISE
Prefeitos mineiros, que não fizeram o dever de casa no ínicio da administração estão preocupados com o futuro dos
municípios, especialmente este ano. A falta de recursos e de planejamento levaram muitos para o fundo do poço.
NINGUÉM CRESCE
Pelas pesquisas divulgadas, nenhum candidato está crescendo no país. Os
avanços em intenção de voto, quando há, permanecem dentro ou próximos da
margem de erro. E essa estagnação não ocorre só na campanha
presidencial: trata-se de um fenômeno generalizado. Não se veem nos
Estados candidatos fazendo sucesso. Os que aparecem na liderança hoje já
estão nessa posição há tempos. Em resumo: não tem ninguém empolgando o
eleitor.
HOJE (7) ÚLTIMO PARA TIRAR O TÍTULO DE ELEITOR
Como fazer
Esta quarta-feira (7) é o último dia em que os cartórios farão o alistamento, transferência e a regularização do título eleitoral. Em 5 de outubro deste ano serão eleitos o presidente da república, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O voto é obrigatório para pessoas quem tenham entre 18 e 70 anos.
Esta quarta-feira (7) é o último dia em que os cartórios farão o alistamento, transferência e a regularização do título eleitoral. Em 5 de outubro deste ano serão eleitos o presidente da república, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O voto é obrigatório para pessoas quem tenham entre 18 e 70 anos.
1º título e 2ª via
Para tirar o primeiro título ou a segunda via é preciso ir a um cartório e levar um documento de identidade original com foto (carteira de trabalho, carteira de identidade ou carteiras emitidas por órgãos reguladores de profissão), que comprove a nacionalidade brasileira; comprovante de endereço recente e comprovante de quitação do serviço militar (de 1º de julho do ano em que completar 18 anos até 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos); não serão aceitos a Carteira Nacional de Habilitação e o novo passaporte.
Transferência
Para tranferir o título, o eleitor deve comparecer pessoalmente no cartório da atual residência, com um documento de identidade original com foto (carteira de trabalho, carteira de identidade, carteiras emitidas por órgãos reguladores de profissão); não será aceito o novo passaporte. É necessário apresentar o título de eleitor, se ainda o possuir, e comprovante de endereço.
É preciso que o eleitor esteja morando há mais de três meses no novo endereço e que a última transferência do título tenha sido feita há mais de um ano.
Para tirar o primeiro título ou a segunda via é preciso ir a um cartório e levar um documento de identidade original com foto (carteira de trabalho, carteira de identidade ou carteiras emitidas por órgãos reguladores de profissão), que comprove a nacionalidade brasileira; comprovante de endereço recente e comprovante de quitação do serviço militar (de 1º de julho do ano em que completar 18 anos até 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos); não serão aceitos a Carteira Nacional de Habilitação e o novo passaporte.
Transferência
Para tranferir o título, o eleitor deve comparecer pessoalmente no cartório da atual residência, com um documento de identidade original com foto (carteira de trabalho, carteira de identidade, carteiras emitidas por órgãos reguladores de profissão); não será aceito o novo passaporte. É necessário apresentar o título de eleitor, se ainda o possuir, e comprovante de endereço.
É preciso que o eleitor esteja morando há mais de três meses no novo endereço e que a última transferência do título tenha sido feita há mais de um ano.
O Tribunal Regional Eleitoral também orienta aos eleitores que matenham
os dados pessoais atualizados. É possível consultar o endereço e o
telefone dos cartórios no site do TRE.
DILMA: A ECONOMIA VAI BOMBAR
Durante encontro de quatro horas com jornalistas
na noite de ontem, a presidente Dilma Rousseff falou sobre vários temas;
na economia, contestou a tese de 2015 será um ano de ajustes; no
encontro, também alfinetou Aécio Neves e Eduardo Campos; "tem gente
dizendo que vem com medidas impopulares", disse, referindo-se ao tucano;
"Sabe o que significa uma meta de inflação de 3%? Um desemprego de
8,2%", pontuou, numa referência ao socialista; Dilma também disse que o
apoio de Lula é maior do que muitos imaginam; "tenho certeza que o Lula
me apoia neste exato instante"
7 de Maio de 2014 às 05:36
Na noite
de ontem, a presidente Dilma Rousseff desabafou. Aproveitou um encontro
de quatro horas com jornalistas mulheres no Palácio do Planalto, para
falar sobre vários temas que a têm incomodado nos últimos dias. Da
economia à política, com direito a críticas aos dois principais
adversários: o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador
pernambucano Eduardo Campos.
Sobre 2015, ela negou que será um ano de duros ajustes na economia e também prometeu que não haverá aumento de impostos. "É
absurda essa história de o Brasil explodir em 2015. É ridículo. Pelo
contrário, o Brasil vai bombar", disse ela. No entanto, admitiu que o
próprio Palácio do Planalto tem preocupação com alta dos preços dos
serviços. "Tem uma coisa que
explica o mau humor, que é a comparação entre taxa de crescimento de
bens e taxa de crescimento de serviços", disse.
Ao comentar as propostas dos adversários, Dilma fez advertências sem citá-los diretamente. "Tem
gente dizendo que tem medidas impopulares. Tem que ter cuidado para que
medida impopular não se transforme em medida antipopular". Era uma
referência ao tucano Aécio Neves, que, num encontro com empresários,
disse que não terá receio de tomar medidas impopulares, já no primeiro
dia de um eventual mandato presidencial.
Dilma também cutucou Eduardo Campos,
que, recentemente, defendeu uma meta de inflação de 3%. "Aí vem uma
pessoa e diz que a meta de inflação é 3%. Faz uma meta de inflação de
3%... Sabe o que significa? Desemprego lá pelos 8,2%. Eu quero ver como
mantém investimento social e investimento público em logística. Não
segura fazer isso".
Sobre a CPI da Petrobras, Dilma se disse tranquila. "Não
tenho temor nenhum de CPI. Não devo nada, o governo é de absoluta
transparência". E também falou sobre a polêmica compra da refinaria de
Pasadena, dizendo que pode ter havido equívoco da diretoria da estatal,
mas não má-fé. "Até onde eu sei, não teve má-fé. Pode ter equívoco, mas não teve má-fé".
No mesmo encontro, ela falou sobre o "Volta, Lula", e disse que sua relação com o ex-presidente é mais forte do que se imagina. "Tenho certeza que o Lula me apoia neste exato instante", afirmou.
AÉCIO O CANDIDATO DOS EMPRESÁRIOS
Senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) se consolida
como nome da preferência da classe empresarial; simulação eleitoral
feita pelo jornal Valor Econômico, com 249 executivos de grandes
empresas, mostra que ele teria 70% dos votos, contra 16,5% de Eduardo
Campos; segundo o jornal, "a presidente colhe frutos de seu pouco
diálogo com a classe empresarial"; jornal afirma que votação não tem
relevância estatística, "mas é um termômetro do que discute nesse
momento a elite empresarial"
7 de Maio de 2014 às 05:42
Minas 247 - O
senador Aécio Neves (PSDB-MG) está se consolidando como o nome dos
empresários para a sucessão presidencial de 2014. É o que mostra uma
pesquisa feita pelo jornal Valor Econômico, com 103 executivos durante a
entrega do prêmio Executivo de Valor.
Nela, Aécio teve 72 votos, contra 17
de Eduardo Campos e três da presidente Dilma Rousseff. Ou seja: o
percentual de adesão ao mineiro foi de 70%. Segundo o jornal, "a
presidente colhe frutos de seu pouco diálogo com a classe empresarial".
O Valor, embora reconheça que sua
pesquisa entre executivos não tem relevância estatística, afirma que "é
um termômetro do que discute nesse momento a elite empresarial".
Segundo a publicação, foi também
superado o impasse que havia entre empresários entre Aécio e Campos. O
motivo seria a escolha da ex-senadora Marina Silva como vice de Campos, o
que afugentaria a classe empresaria
DILMA VAI PARA O ATAQUE
PSB: Para Delgado, Campos representa “passo novo”; PT: Cunha alega ênfase ao programa de governo
O programa de rádio que o Partido dos Trabalhadores (PT) estreou na
última terça-feira (6) em cadeia nacional trouxe uma mudança de tom no
tratamento à oposição. A presidente Dilma Rousseff mudou o discurso e
passou a atacar, veladamente, os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e
Eduardo Campos (PSB).
De acordo com o presidente do PT-MG, Odair Cunha, a presidente Dilma
evidencia o que está em jogo nessas eleições: fazer o Brasil avançar com
a reforma política e o combate à corrupção, fortalecer a economia e
melhorar a qualidade dos serviços públicos.
Para o presidente do PMDB em Minas, deputado Antônio Andrade, Dilma
agiu corretamente. A presidente, que por sugestão de Lula e alguns
dirigentes petistas, torna-se mais agressiva, segundo Andrade deu a
resposta ao que a oposição está provocando.
“A CPI da Petrobras eu também quero, o que estiver errado tem de ser
apurado. Mas a oposição fica com um discurso e pratica outra coisa”,
disse o peemedebista.
Já a oposição atribui a mudança de tom dos petistas à queda nas
pesquisas de intenção de voto. “Isso é um reflexo do esvaziamento da
credibilidade e da consistência da candidatura da Dilma”, disse o
presidente do PSDB-MG, Marcus Pestana.
Segundo ele, a leitura do conjunto das diversas pesquisas mostram
claramente um desejo de mudança, uma vez que “42% dos entrevistados não
votam na Dilma de jeito nenhum”. Pestana disse que a presidente “usou
abusivamente” a cadeia de rádio e televisão para fazer “campanha
eleitoral”.
Segundo o dirigente tucano, o ex-presidente Lula usou desse expediente
14 vezes em oito anos de mandato, enquanto Dilma já fez, até agora, 20
comunicados. “Não se pode usar esse espaço para a candidatura do PT,
para polemizar com a oposição. Na propaganda do governo federal, só
faltam pedir voto.
FIM DA DOAÇÃO ELEITORAL DE EMPRESAS
O fim da doação eleitoral de empresas é uma “questão pacificada” no STF,
onde já se formou uma maioria de ministros a favor da mudança, porém
modulada para valer apenas na próxima eleição, em 2016. É o que disse à
coluna o presidente da OAB Minas, Luís Cláudio Chaves, que recebeu na
semana passada vários dirigentes da ordem, incluindo o presidente
nacional Marcus Vinícius Coêlho, para comemoração do seu aniversário de
50 anos. A OAB é a autora da ação junto à Suprema Corte.
terça-feira, 6 de maio de 2014
AUMENTO DO FPM
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, se
reuniu nesta terça-feira (6), em seu gabinete, com uma representação da
Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O presidente da entidade,
Paulo Ziulkoski, apresentou a pauta de reivindicações da Marcha dos
Prefeitos, que ocorre em Brasília entre os dias 13 e 15 de maio. Os
presidentes das federações dos municípios do Rio Grande do Norte e
Paraná, Benes Leocádio e Luiz Sarvos, respectivamente, também
participaram da audiência.
Henrique Alves anunciou que a Câmara dos Deputados vai instalar,
durante o encontro municipalista em Brasília, a comissão especial que
analisará a proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta o Fundo
de Participação dos Municípios (FPM). A proposta (PEC 406/09) estabelece
um valor mínimo anual de recursos para o FPM e aumenta a parcela
municipal na distribuição dos recursos arrecadados com tributos federais
e estaduais. A admissibilidade da proposta foi aprovada pela Comissão
de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) em abril.
Henrique Alves acredita que a comissão especial vai dar uma resposta
rápida à principal reivindicação dos prefeitos – o aumento do FPM, maior
fonte de receita da maioria das cidades brasileiras. A expectativa é de
que cinco mil prefeitos, vice-prefeitos e vereadores participem da
mobilização nacional em defesa dos municípios.
LAGOA GRANDE: GOVERNO MUNICIPAL INVESTIRÁ QUASE 5 MILHÕES EM OBRAS
O governo municipal de Lagoa Grande, deve anunciar em breve o ínicio do processo licitatório das obras que foram anunciadas durante a Festa da Cidade. Reconhecido como um dos melhores gestores públicos da região, o prefeito Dr. Márcio Valeriano investirá quase 5 milhões em obras no município, a cidade deve virar um verdadeiro canteiros de obras.
NATAL-RN: MAIS DE 80% DE OCUPAÇÃO
O Rio Grande do Norte já contabiliza uma taxa de ocupação de 81% da sua rede hoteleira para a Copa do Mundo, abaixo apenas do Rio de Janeiro com 87%. Só dos hotéis de rede chegaram a mais de cinco mil diárias. Já as reservas de voos internacionais aumentaram 800% em relação ao mesmo período do ano passado. Os maiores emissários são Estados Unidos, Uruguai e Itália.
WILL NUNES:
Nossa linda Natal, como sempre radiante com as suas belas praias e povo hospitaleiro, com certeza será show de bola durante a copa.
NATAL-RN: EM CLIMA DE COPA
Nominuto.com – Nova decoração a vista. A Prefeitura do Natal anunciou nesta segunda-feira (5) a nova decoração que vai embelezar a entrada da capital potiguar durante a Copa do Mundo Fifa 2014, após a primeira ter sido reprovada por parte da população. A arte veio das redes sociais e foi idealizada por Erinaldo Santos que postou o desenho em sua página do Facebook e já obteve 993 compartilhamentos, mais de 820 curtidas e 178 comentários.
As fotos que compõe o desenho são assinadas pelo fotógrafo Canindé Soares. Diante da aprovação a Secretaria de Serviços Urbanos de Natal (Semsur) acatou o clamor popular e confirmou a nova arte como parte da decoração. O enfeite ficará nas proximidades do viaduto de Ponta Negra
PROJETO QUE AMPLIA O SUPERSIMPLES PODE SER VOTADO HOJE (6)
Projeto de lei que atualiza o Estatuto da Microempresa para, entre outras coisas, ampliar o número de setores enquadrados no Supersimples deve ser aprovado hoje (6) pela Câmara dos Deputados. A proposta acaba com o critério de categoria de empresa para ser enquadrado no Supersimples e estabelece que o enquadramento obedecerá ao critério de faturamento, que poderá chegar até a R$ 3,6 milhões.
A proposta a ser votada foi apresentada pelo relator do projeto, deputado Cláudio Puty (PT-PA), após muitas conversas e negociações com o governo. Segundo ele, um dos pontos mais importantes acordados foi a universalização do Supersimples. De acordo com o relator, as empresas incluídas na nova sistemática de pagamento de impostos serão tributadas segundo uma nova tabela intermediária e pagarão impostos que variam de 16,93% a 22,45%, conforme o faturamento anual. Esses impostos são maiores do que os cobrados hoje das micro e pequenas empresas do comércio, que têm alíquota de 4% a 12%.
COPA DO MUNDO: A LISTA DO FELIPÃO
Felipão fechou a lista dos 23 jogadores da seleção brasileira que serão convocados nesta quarta-feira para a Copa do Mundo. Ao lado do coordenador Carlos Alberto Parreira e do auxiliar Flavio Murtosa, o treinador definiu os nomes dos atletas em reunião na sede da CBF. E, como ele mesmo havia adiantado, a relação dos 23 não apresentará grandes surpresas.
Dos jogadores comentados, faltava Felipão confirmar o terceiro goleiro, o quarto zagueiro e pelo menos um meia ou atacante. “Se vocês colocarem no papel vão acertar 22 nomes e errar, no máximo, um”, revelou o treinador em recente entrevista.
No gol, a preferência é por Diego Cavalieri, do Fluminense. Na zaga, Henrique, ex-Palmeiras e hoje no Napoli, tem a preferência por jogar em mais de uma função no setor defensivo. Dedé, do Cruzeiro, é outro bem cotado. Miranda, do Atlético de Madrid, seria uma surpresa.
No meia ou ataque, as opções passam por Hernanes, da Inter de Milão, ou até Robinho, do Milan. Os dois estão bem cotados. Alan Kardec, agora no São Paulo, seria a maior zebra. Na semana passada, antes de a notícia vazar, Felipão foi informado de que o atacante já havia deixado o Palmeiras.
Convocada, a seleção se apresentará dia 26 na Granja Comary, em Teresópolis, região serrana do Rio, para a preparação à Copa do Mundo.
ELEIÇÃO EM MINAS: PSDB ATACA O FILHO DE JOSÉ ALENCAR
O PSDB mineiro começou o bombardeio contra o candidato do PMDB ao Senado, Josué Gomes da Silva. O acusam de ser vice da Fiesp e de residir na Avenida Paulista. E afirmam que ele não tem a mineiridade do pai, o falecido José Alencar.
VOLTA SERRA!!
Os tucanos ligados ao ex-governador José Serra passaram a defender seu nome para vice de Aécio Neves. Argumentam que ninguém melhor do que ele representa São Paulo. No DEM há simpatia por esta solução. Alegam que o partido quer a vice, mas a escolha de Serra não os deixaria melindrados. Os aecistas garantem que o tema não está na pauta.
DEPUTADO MINEIRO QUESTIONA PESQUISAS
Petistas questionam as pesquisas MDA e Sensus que apontaram crescimento de Aécio e queda de Dilma. Segundo o deputado Durval Ângelo, os dados recém-divulgados pelos dois institutos mineiros conflitam com pesquisas quinzenais da Vox Populi, que mostrariam a presidente e o tucano estacionados nos mesmos patamares de antes.
AÉCIO NEVES O QUERIDINHO DOS EMPRESÁRIOS E DA GRANDE MÍDIA
Ricardo Kotscho
Ainda outro dia, no Jornal da Record News, comentei com Heródoto Barbeiro que a mídia nativa mostrava-se indecisa entre qual candidato da oposição apoiar contra Dilma. Os fatos e o noticiário dos últimos dias não deixam mais dúvidas: a maioria dos principais veículos de comunicação do país, tanto quanto o alto empresariado, que não por acaso caminham sempre juntos, decidiu abertamente apoiar o candidato tucano Aécio Neves, deixando Eduardo Campos comendo poeira na estrada.
Faltando exatos cinco meses para o dia da eleição, o tempo político começa a correr mais depressa e as pesquisas passam a ter um papel decisivo nesta hora. Vários episódios da semana passada contribuíram para favorecer a definição a favor de Aécio e isto ficou claro no encontro dos maiores empresários do país em Comandatuba, na Bahia, em que o tucano foi aclamado pela plateia e o candidato do PSB passou em branco. A presença da candidata a vice Marina Silva a seu lado, que pode agregar votos de sonháticos e evangélicos, certamente não ajudou Eduardo neste ambiente.
A imprensa recorreu ao "palmômetro", como os programas de auditório, para destacar a vitória do senador e ex-governador mineiro na pajelança anti-Dilma dos possíveis financiadores de campanhas. Ao mesmo tempo, as últimas pesquisas divulgadas, mostrando a queda da presidente Dilma e o crescimento mais forte de Aécio fora das margens de erro, enquanto Eduardo subia pouco, para finalmente chegar aos dois dígitos, não deixaram dúvidas sobre qual candidato o establishment vai apoiar, ou melhor, já está apoiando, na quarta tentativa de não deixar o PT ficar com o governo central.
Afastado o fantasma do "volta Lula", que tanto atemorizava estes setores, e definido pelo PT que Dilma será candidata à reeleição até o fim, alguns veículos passaram a trabalhar ostensivamente em favor de Aécio no noticiário de todas as mídias, até dando sugestões para a sua campanha, como já fazem colunistas e blogueiros do Instituto Millenium. Da mesma forma, a imprensa estrangeira, tendo à frente o "Financial Times", faz campanha aberta para desconstruir a imagem do governo Dilma, mostrando claramente de que lado está o grande capital.
Fora o apoio do pessoal do dinheiro e da mídia grande, há outras condições objetivas que favorecem Aécio Neves neste momento: tem mais estrutura partidária, mais tempo de televisão, mais palanques estaduais, o PSDB está no governo em Minas e São Paulo, os maiores colégios eleitorais do país e, em consequência, tem mais condições do que Eduardo Campos para formar um arco de alianças, algo que, até agora, os dois não conseguiram.
Definido seu candidato, a grande imprensa foi desencavar até um manifesto do PSB de Eduardo Campos, lançado em 1947, em que o partido defende a socialização dos meios de produção e limites à empresa privada. Se ainda faltava algum motivo pela opção por Aécio, não há mais. O candidato da "nova política" pode até desconhecer este documento e dizer que o mundo mudou, mas o estrago está feito na manchete da "Folha".
No fim de semana, o ex-governador de Pernambuco tentou se diferenciar do tucano, ao afirmar que "temos projetos, base política e social que são distintos", depois de ouvir Aécio, em Comandatuba, dizer que não consegue "ver o Eduardo como adversário, pois somos companheiros do mesmo sonho", já de olho no segundo turno.
É aí que reside o desafio dos apoiadores e do próprio candidato tucano: como inflar sua candidatura sem desidratar demais a de Eduardo, que é fundamental para levar a eleição ao segundo turno, cada vez mais provável de acontecer, segundo as pesquisas.
E
m tempo 1: Eduardo Campos declarou nesta segunda-feira, em Belo Horizonte, que até a convenção do PSB, em junho, será alterado o texto do manifesto do partido citado no texto acima.
Em tempo 2: Sobre as últimas pesquisas, antes de mais um encontro com empresários e de receber o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, o candidato do PSB comentou: "Estou completamente tranquilo, porque as pesquisas a esta altura em 2010 davam José Serra presidente". Apesar do noticiário negativo sobre a sua candidatura, Eduardo botou fé no seu taco: "Não tenho a menor dúvida de que iremos para o segundo turno e vamos ganhar as eleições".
Em tempo 3: por falar em empresas privadas que financiam campanhas eleitorais, tão cortejadas pelos candidatos, o ministro Gilmar Mendes ainda não devolveu o processo que proíbe esta prática. Há mais de um mês, quando o placar já estava 6 a 1 a favor da proposta de proibição de financiamentos privados de campanha, Mendes pediu vista do processo, alegando que precisava "avaliar melhor o caso". Espera-se que o julgamento termine a tempo desta nova regra, criada para combater a influência do poder econômico, entrar em vigor já na eleição de outubro. Só depende dele, pois a decisão já foi tomada pela maioria dos ministros do
segunda-feira, 5 de maio de 2014
ELEIÇÃO EM MINAS: ADIADO PRIMEIRO EMBATE ENTRE PIMENTEL E PIMENTA DA VEIGA
Lucas Prates/Hoje em Dia
Candidatos estarão no Congresso da AMM, mas Pimentel vai embora antes de Pimenta da Veiga
O primeiro embate público entre os principais pré-candidatos ao governo
do estado, Fernando Pimentel (PT) e Pimenta da Veiga (PSDB), deverá ser
adiado. Previsto para acontecer durante o 31º Congresso Mineiro de
Municípios, no Expominas, no Bairro Gameleira, em Belo Horizonte, na
próxima quinta-feira, o encontro sofreu alterações de última hora.
A programação do congresso prevê um painel, entre 15h45 e 17h30, em que
ambos participarão. A Associação Mineira de Municípios (AMM), que
organiza o evento, informou que, por questões de agenda, Pimentel deverá
falar aos prefeitos presentes, mas não irá permanecer até o final do
evento.
A assessoria de imprensa de Pimentel foi procurada pela reportagem do
Hoje em Dia, na tarde do último domingo (4), para detalhar o
compromisso, mas os telefones de contato estavam desligados.Apesar de o painel do Congresso Mineiro de Municípios reunir os
principais nomes na disputa pelo Palácio
Tiradentes, a assessoria de
imprensa da AMM informou que a proposta é não politizar os debates, mas
focar no tema “Propostas para melhorar a relação federativa entre Estado
e municípios”.A assessoria de imprensa de Pimenta da Veiga informou que nesta
terça-feira (6) o pré-candidato irá definir qual será sua abordagem no
evento.
Lacerda e Clésio
Além dos dois pré-candidatos também estarão no painel dois políticos
que figuraram na disputa pelo governo do estado recentemente, mas
desistiram: o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), e o
senador Clésio Andrade (PMDB). No início de abril, quando se aproximava o
prazo de desincompatibilização de cargos para quem fosse disputar as
eleições deste ano, Lacerda ameaçou deixar a prefeitura para concorrer
ao Palácio Tiradentes. Após uma conversa com o senador Aécio Neves
(PSDB), principal cabo eleitoral de Pimenta da Veiga, o socialista
decidiu permanecer no cargo.
Já Clésio Andrade trabalhava para ser o candidato do PMDB ao governo do
estado, mas há duas semanas anunciou que apoiaria a decisão de seu
partido em nível nacional, de compor chapa com o PT.
Com isso, o PMDB confirmou, extraoficialmente, a coligação com Fernando
Pimentel, que terá como vice o deputado federal Antonio Andrade (PMDB),
ex-ministro da Agricultura de Dilma Rousseff.
A expectativa é que 10 mil pessoas passem pelo Expominas nos três dias
de evento, que começa nesta terça-feira (6). A entrada é gratuita.
Informações pelo telefone (31) 2125-2421 ou site www.portalamm.org.br.
PRESIDENTE DO TSE: ELEITOR NÃO PODE SE OMITIR
Ao gravar o último programa da série “Eleições 2014 – uma conversa
com o presidente do TSE”, o ministro Marco Aurélio reafirmou nesta
segunda-feira (5) a importância do voto de cada eleitor brasileiro e
destacou que votar branco, nulo ou deixar de votar é se omitir. “É uma
omissão quanto aos destinos do país, quanto ao Brasil que nós queremos.
Não adianta cruzar os braços e aguardar que esse Brasil surja. Nós
precisamos participar e uma forma de participação é escolhendo bem os
que exercerão os cargos para servirem aos cidadãos em geral e não para
se servirem desses cargos”, afirmou.
O ministro Marco Aurélio destacou que nas eleições de 2010 houve 36
milhões de votos brancos e nulos e há uma preocupação para este ano de
esse número aumentar, o que pode comprometer a legitimidade dos eleitos.
Segundo ele, é por essa razão que o TSE tem feito publicidade
institucional para conscientizar o eleitor a comparecer no dia 5 de
outubro e formalizar se está contente ou não com os políticos
existentes. Para ele, essa formalização deve ser na urna eletrônica, que
é “o local de protesto por excelência”
CELULARES SE IGUALA AOS HABITANTES DA TERRA
O relatório da UIT apontou também que até o fim de 2014 haverá quase 3
bilhões de usuários de internet. O número corresponde a uma penetração
de 40% em todo o planeta – 78% nos países desenvolvidos e 32% nos países
em desenvolvimento. Mais de 90% das pessoas sem acesso à internet estão
nos países em desenvolvimento.
TERMINA QUARTA-FEIRA (07) PRAZO PARA TIRAR O TÍTULO DE ELEITOR
O prazo para o eleitor tirar o título pela
primeira vez ou pedir a transferência do documento para outro domicílio
eleitoral termina na próxima quarta-feira (7). O prazo também vale para
pessoas com deficiência que querem pedir transferência para seções
adaptadas e para quem não fez o recadastramento biométrico, nas cidades
onde os eleitores foram convocados pela Justiça Eleitoral. O primeiro
turno das eleições será no dia 5 de outubro.
MINAS GERAIS: CHOQUE DE GESTÃO QUE QUEBROU O ESTADO
A dívida do Estado não para de crescer e será uma herança amarga para o governador que vai tomar posse em 1º de janeiro do ano que vem; a chamada Dívida Consolidada Líquida (DCL) de Minas fechou o ano de 2013 em R$ 79,11 bilhões, com crescimento, bem acima da inflação do período, de 12,27% sobre os R$ 70,46 bilhões de 2012
Pautando Minas
- A dívida do Estado não para de crescer e será uma herança amarga para
o governador que vai tomar posse em 1º de janeiro do ano que vem. A
chamada Dívida Consolidada Líquida (DCL) de Minas fechou o ano de 2013
em R$ 79,11 bilhões, com crescimento, bem acima da inflação do período,
de 12,27% sobre os R$ 70,46 bilhões de 2012.
Essa trajetória ganha contornos ainda mais preocupantes por causa do
crescimento sensivelmente menor da Receita Corrente Líquida (RCL), que
expressa a capacidade do Estado de fazer caixa para pagar despesas em
geral e os juros e amortizações da própria dívida. Em 2013, a RCL de
Minas foi de R$ 43,14 bilhões, com crescimento de 6,86% sobre 2012,
pouco mais da metade do percentual de evolução da dívida.
Membro da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da
Assembleia Legislativa, o deputado Ulysses Gomes (PT) diz que o
crescimento explosivo da dívida revela a falácia do 'choque de gestão' e
do 'déficit zero' alardeado pelos ex-governadores Aécio Neves e Antonio
Anastasia, que estiveram à frente do Executivo mineiro nos últimos 11
anos.
"O tal "déficit zero" propagado pelo governo do Estado jamais
existiu. Some-se aos valores da dívida consolidada líquida a enorme
dívida social, com a recusa de completar os repasses constitucionais de
recursos para a saúde e educação, durante os governos Aécio e Anastasia,
de 2003 a 2013", denuncia o deputado do Bloco Minas Sem Censura
(PT-PMDB-PCdoB).
Gomes cita que a aplicação a menor de 2002 a 2013 na área de educação soma R$ 8,31 bilhões. Já na saúde, segundo ele, o déficit acumulado no mesmo período é de R$ 7,64 bilhões.
Gomes cita que a aplicação a menor de 2002 a 2013 na área de educação soma R$ 8,31 bilhões. Já na saúde, segundo ele, o déficit acumulado no mesmo período é de R$ 7,64 bilhões.
De acordo com os dados oficiais obtidos pelo Minas Sem Censura, a
Dívida Consolidada Líquida era de R$ 34,69 bilhões em dezembro de 2002,
no fim do governo Itamar Franco. A partir da posse de Aécio até o fim do
ano passado, portanto, o crescimento da DCL do Estado foi de espantosos
140,15%.
Para o vice-presidente da ALMG, deputado Adelmo Leão Carneiro (PT),
uma nova bomba-relógio, decorrente de uma irresponsabilidade da gestão
de Aécio Neves em Minas está prestes a ser detonada, agravando ainda
mais o caixa do Estado. Trata-se, segundo Adelmo, do recente julgamento
no STF da inconstitucionalidade da Lei 100, arquitetada e sancionada por
Aécio em 2007, efetivando 98 mil trabalhadores sem concurso público.
"Não sabemos os valores, mas tememos os custos previdenciários
decorrentes das contribuições não recolhidas à Previdência Social, já
que não há um fundo disponível para fazer frente a isso. Ou seja, o
dinheiro terá que sair do Orçamento do Estado", diz o deputado.
Publicidade enganosa
O engodo do 'déficit zero' e do 'choque de gestão' foi desmontado no
livro 'Dívida Pública do Estado de Minas Gerais: A Renegociação
Necessária', publicado pelos economistas Fabrício Augusto de Oliveira e
Claudio Gontijo em 2012. Segundo os autores, "o governo, com base em um
conceito de pouco significado econômico, o de 'resultado orçamentário',
lançou uma cortina de fumaça sobre a situação, obliterando os
desequilíbrios reais de suas contas, provocados pelos encargos dessa
dívida, e vendeu a imagem de competência de sua administração com a
implementação do choque de gestão".
Os economistas mostram que os resultados orçamentários positivos de
2003 a 2011 apresentados por Aécio e Anastasia foram possíveis graças ao
truque de incluir na coluna das receitas as operações de crédito, ou
seja, novas dívidas contraídas que terão de ser pagas no futuro. Se
essas operações forem excluídas, o Estado, na verdade, teve, por
exemplo, déficits de R$ 1,006 bilhão em 2010 e de R$ 1,031 bilhão em
2011. Aliás, no período de 2003 a 2011, houve déficit em cinco dos oito
anos da era do 'choque de gestão' e do 'déficit zero'.
O livro "Dívida Pública do Estado de Minas Gerais", revela também que
um dos principais fatores de aumento do estoque da dívida é o não
pagamento da totalidade dos juros e amortizações, o chamado serviço da
dívida. Esse saldo não pago é incorporado anualmente ao saldo devedor e
acrescido de juros.
O deputado Adelmo diz que, para não prejudicar a campanha eleitoral
do PSDB, o governo de Minas tem fugido do debate sobre a dívida do
Estado. Adelmo teve que deixar a presidência da Comissão Especial da
Dívida criada na ALMG para assumir a vice-presidência da Casa e lamenta
que os trabalhos da comissão estejam atualmente paralisados.
"Nós iniciamos um grande debate, envolvemos os Legislativos de outros
Estados e até o Senado Federal. Mas, como na época do Aécio no governo,
eles querem passar a impressão de que está tudo bem", diz o deputado.
Em audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da
Assembleia, realizada no último dia 14 de abril, representantes do
governo do Estado minimizaram a situação, dizendo que o endividamento
está sob controle e dentro dos limites legais. O assessor da Secretaria
de Estado de Fazenda Donizete Rosa disse, por exemplo, que a relação
entre a Dívida Consolidada Líquida e a Receita Corrente Líquida subiu
para 183,38%, mas ainda está abaixo do limite estabelecido para o ano,
de 206,85%.
ELEIÇÃO EM MINAS: PIMENTEL - MINAS NÃO TEM DONO
Em resposta ao PSDB, pré-candidato pelo PT a
governador critica a arrogância dos adversários e lembra que os mineiros
é quem decidirão as eleições; "Minas não tem dono, não tem imperador.
Nós somos um Estado libertário, é a nossa tradição", afirma; percorrendo
o estado para ouvir a população, ex-ministro promete melhor programa de
governo que Minas já viu; e parte para o ataque: "inépcia
administrativa" da gestão tucana atrasa obras do metrô e do Anel
Rodoviário
5 de Maio de 2014 às 12:06
Minas 247 – Em entrevista ao jornal O Tempo
desta segunda-feira, o pré-candidato do PT ao governo de Minas, Fernando
Pimentel, criticou a "arrogância" dos adversários – que já falam em
vitória sem consultar a população – e lembrou aos tucanos que "o voto,
em Minas, é dos mineiros". "Minas não tem dono, não tem imperador. Nós
somos um Estado libertário, é a nossa tradição. Essa história de dizer
que 'o projeto de Minas é o meu projeto', de tratar 'os votos de Minas'
como se fossem 'nossos', eu acho isso arrogante", condenou.
A declaração foi dada em resposta a Pimenta da Veiga, possível
candidato do PSDB ao governo estadual. Pimenta disse ao jornal que terá 4
milhões de votos a mais em outubro. "Não tenho essa pretensão. Tenho
uma certa cautela com essa coisa. Os mineiros vão votar, vão escolher o
melhor candidato para Minas e o melhor candidato para o Brasil. Eu
sempre vou respeitar a decisão deles. E seria bom que o lado de lá
pensasse nisso", completou Pimentel.
O ex-ministro tratou de marcar posição citando a Caravana da
Participação, que está percorrendo o estado reunindo contribuições da
população para o programa de governo do PT. "O que elas querem, as
demandas, as reivindicações, os sonhos, as esperanças [...]. Aí, nós
vamos ter condições de apresentar para Minas um belo programa de
governo. Eu diria até que será o melhor programa de governo que Minas já
viu, porque ele não será o nosso programa de governo, e sim o programa
de governo dos mineiros e das mineiras", assegurou.
O pré-candidato do PT culpou o governo estadual pelo atraso em obras
importantes para Minas como o metrô de Belo Horizonte e o Anel
Rodoviário. Segundo ele, há "falta de interesse e capacidade
administrativa" do estado para apresentar os projetos de executivos das
duas obras. Sobre o metrô, os recursos, conforme Pimentel, são federais e
estão disponíveis, mas até hoje a Metrominas, que é controlada pelo
governo estadual e é responsável pelas obras, não apresentou o projeto.
Caso semelhante acontece com o Anel Rodoviário de Belo Horizonte,
cuja última grande intervenção foi feita há dez anos quando Pimentel era
prefeito da cidade. No início do governo Dilma, o governo federal
repassou para o estado as obras do Anel, com os recursos equivalentes,
mas até hoje elas não saíram do papel. "Isso já tem três anos e até hoje
não foi feito. Por quê? Porque não tem projeto. O governo não fez
projeto. [...] Então há, claramente, uma inépcia administrativa no
tocante dessas obras", apontou.
Assinar:
Postagens (Atom)