segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

CORAÇÃO DE JESUS (NORTE DE MINAS), REUNIÃO TUMULTUADA NA CÂMARA MUNICIPAL

Reunião da Câmara foi suspensa pelo presidente (Foto: Michelly Oda / G1)Reunião da Câmara foi suspensa pelo presidente (Foto: Michelly Oda / G1)
A população lotou o plenário da Câmara de vereadores de Coração de Jesus (MG) na reunião desta sexta-feira (20). Os moradores da cidade esperavam que o Legislativo fosse decidir se iria determinar a abertura de uma comissão para investigar os R$ 165 mil gastos pelo prefeito Pedro Magalhães Araújo Neto (PSC) durante viagens, em um período de 16 meses.

Apesar da expectativa de que os vereadores votassem, o presidente da Câmara, José Antônio Leite, afirmou que eles não tiveram tempo suficiente para analisar a denúncia do MP. "Estávamos em período de recesso, as cópias estavam na secretaria, os que podemos comunicar, as pegaram", diz. Com a decisão de não votar, o público se exaltou e o chefe do Legislativo suspendeu a sessão.

Notas de prestação de contas têm bebidas alcoólicas  (Foto: Michelly Oda / G1)
Notas de prestação de contas há bebidas
alcoólicas (Foto: Michelly Oda / G1)
“Esperávamos mais firmeza, esses vereadores são uma vergonha não só para Coração de Jesus, mas para o Brasil”, fala o comerciante Gleiçon Ferreira.
O valor de R$ 165 mil foi apurado pelo Ministério Público, que está movendo uma ação por improbidade administrativa contra o chefe do Executivo. O órgão encaminhou uma cópia do documento para a Câmara, e determinou que os vereadores se posicionassem em relação às irregularidades em um prazo de 30 dias.

De acordo com a legislação, os parlamentares devem votar se acatam a denúncia feita pelo MP. Caso isso ocorra, uma comissão formada por três deles é montada para investigar o prefeito. Se ficar comprovado que a conduta do gestor foi irregular, uma nova votação é aberta, para decidir se haverá a cassação do mandato dele.


A denúncia dos gastos irregulares foi feita pelo vereador Tércio Lafetá. Ele rebate o argumento de José Leite, alegando que ligou para ele em 1º de fevereiro perguntando se já havia notificado os vereadores sobre a denúncia do MP. O presidente teria respondido que iria comunicar aos demais parlamentares. No dia 5, o denunciante fez outro telefonema e o chefe do Legislativo afirmou que já havia feito as notificações. Como soube que alguns dos colegas ainda não haviam tomado conhecimento da situação, Tércio Lafetá entrou em contato novamente com Leite, que teria dito que havia se esquecido de comunicar a todos.

fonte:janaúbanotícias

DILMA LINHA DIRETA COM O CONGRESSO

A presidente Dilma Rousseff entrará pessoalmente na articulação para tentar aprovar as medidas de ajuste fiscal no Congresso. Pressionada por dificuldades na política, à espera da CPI da Petrobras e com a economia em apuros, Dilma decidiu abrir diálogo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e vai chamá-lo para uma conversa, nos próximos dias.

MEC ABRE INSCRIÇÕES PARA O FIES

O Ministério da Educação (MEC) abre hoje (23) inscrições, pelo sistema informatizado, para novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2015. As inscrições poderão ser feitas exclusivamente pela internet até o dia 30 de abril.
A portaria que dispõe sobre o prazo de inscrição está publicada na edição de hoje (23) do Diário Oficial da União. Define também que serão observados os indicadores de qualidade de instituições de ensino superior para a concessão do financiamento.

NOVA PRESIDENTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

O Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (23) oficializou a ida de Miriam Belchior para a presidência da Caixa Econômica Federal. A ex-ministra do Planejamento vai substituir Jorge Hereda, que ocupou o cargo por quatro anos. A posse será às 17h, em Brasília, e participarão da solenidade o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.
Formada em engenharia de alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Miriam Belchior tem mestrado em administração pública e governamental pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

SENADOR JOSÉ AGRIPINO NAS MÃOS DA EX-GOVERNADORA DO RN


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Segundo as denúncias da delação de George Olímpio, o senador José Agripino teria recebido R$ 1 milhão para influenciar a ex-governadora Rosalba Ciarlini a implementar o serviço de inspeção veicular. O colunista Túlio Lemos, do Jornal de Hoje, lembra os reveses que a vida impõe:
Rosalba externou que se sente traída por Agripino, que negou-lhe a legenda para atender a um pedido de Henrique Alves. A Rosa ficou abandonada, sozinha e derrotada sem direito a lutar. E agora, uma palavra de Rosalba pode ajudar a destruir a reputação de Agripino. O pai de Felipe está nas mãos de Carlos Augusto e Rosalba. A vida dá muitas voltas.

PRB OCUPANDO ESPAÇO NA POLÍTICA NACIONAL

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Quatro republicanos ocupam agora secretárias de Esporte  em São Paulo, Ceará, Minas Gerais e Distrito Federal; são eles Jean Madeira, David Durand, Carlos Henrique e Leila do Vôlei, respectivamente. O PRB foi convidado pelos governadores Geraldo Alckmin (PSDB/SP), Camilo Santana (PT/CE), Fernando Pimentel (PT/MG) e Rodrigo Rollemberg (PSB/DF) a compor os novos governos, que serão iniciados a partir deste mês de janeiro.

E m Minas a pasta será comanda pelo deputado estadual Carlos Henrique Alves da Silva. Ele tem 44 anos e vive em Belo Horizonte há mais de 23 anos. Foi vereador de Belo Horizonte por três mandatos consecutivos, eleito em 2000, 2004 e 2008. Tem atuação marcante em projetos de assistência social e de amparo à subsistência, qualificação e requalificação nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e na África, especialmente em Angola e Moçambique

PRB DESCENTRALIZA AÇÕES, VISANDO ELEIÇÃO DE 2016

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Presidente Municipal do PRB em Uberaba e coordenador estadual da ala jovem da Legenda, o vereador Franco Cartafina vai coordenar o partido no Triângulo Mineiro. À frente da comissão provisória desde 10 de fevereiro deste ano, ele será responsável pela coordenação partidária na cidade e nas vizinhas Uberlândia, Araxá, Patos de Minas, Patrocínio, Ituiutaba e Frutal.
A decisão de descentralizar as ações do PRB no Estado visa ao seu fortalecimento com foco nas eleições municipais de 2016 e gerais de 2018, explica Franco, acrescentando que foram criadas dez coordenadorias regionais. Elas serão responsáveis pela articulação política e crescimento da legenda nos municípios mineiros.
Em Uberaba o PRB tem 656 associados, o equivalente a 2,3% do eleitorado filiado (28.636) – dados de novembro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – e de acordo com Franco, o objetivo dessas regionais é também ampliar o número de filiações. Contudo, ele destaca que a meta é investir na qualidade dos quadros do partido.
Franco observa que o PRB deu um salto nessas eleições em se tratando de representatividade na Câmara Federal, passando de oito para 21 deputados, sendo um mineiro, o presidente estadual da legenda, George Hilton. Por esse motivo a legenda é a décima maior bancada na Casa, à frente de agremiações tradicionais como o PV, PDT, PPS e PCdoB.
Em Minas Gerais, o partido manteve as duas cadeiras na Assembleia Legislativa, tendo integrado a coligação majoritária vitoriosa que elegeu Fernando Pimentel (PT) governador do Estado. Nesse sentido, Franco pondera que o PRB ganha corpo para disputar o pleito municipal de 2016, podendo, inclusive, lançar candidatura a prefeito.
Segundo Franco, o projeto do PRB/MG é extremamente organizado e ousado, pois busca o crescimento qualitativo do partido, atraindo novas lideranças, por meio de compromissos éticos muito claros, entre os quais a transparência na gestão dos recursos públicos e a priorização dos investimentos em Educação. Ao mesmo tempo, completa o vereador, o projeto prevê estratégias para tornar o PRB muito competitivo nas próximas eleições. “Gostei muito do que vi, o PRB sai na frente com tamanha organização e vai mostrar que gente de bem tem lugar para fazer política honestamente”, finalizou.
fonte:PRB

MONTES CLAROS: NOVOS NOMES TERÃO INFLUÊNCIA NA ELEIÇÃO DE 2016

Apesar dos dois nomes mais citados para disputar a prefeitura de Montes Claros, envolver o atual prefeito Ruy Muniz e o principal opositor o secretário de estado,  deputado estadual, Paulo Guedes, outros nomes também estarão no páreo. Como é o caso do suplente de deputado federal, Humberto Souto que não esconde de ninguém seu desejo de governar a capital do Norte de Minas.

Além disso outros nomes que não tiveram sucesso nas urnas - apesar de não alcançarem os seus objetivos no primeiro momento- Dra. Ariadna (candidata a deputada federal) e o vereador Claúdio Prates (candidato a deputado estadual) estão definitivamente inseridos no novo cenário político montes-clarense que promete fortes emoções na eleição do próximo ano.



BLOG TIJOLAÇO: A HIPOCRISIA DA IMPRENSA

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Um dos problemas de escrever sobre política é nos obrigar, de vez em quando, a afirmar coisas idiotamente óbvias.
Por exemplo, uma corrupção não justifica outra. Se o PSDB é corrupto, isso não justifica, obviamente, defender a corrupção no PT.
Digo isso também porque entendo que há setores interessados em jogar lama sobre toda a política.
Ora, a política é podre no mundo inteiro.
É podre nos EUA, na Europa e na Ásia.
Talvez seja um pouquinho melhor na Suécia, mas demorou alguns milhares de anos para chegar lá, e o país teve que conquistar antes um nível de igualdade e justiça social que está anos-luz do resto do mundo.
Entretanto, mesmo com todos os seus defeitos, a política é o único anteparo que nos salva da barbárie e do caos.
A obra-prima de Costa-Gravas, o filme Z, mostra uma manifestação fascista contra políticos de centro-esquerda da Grécia que não queriam a instalação de uma base de ataque nuclear norte-americana no país.
Os fascistas, tentando impedir um comício pacifista organizado pela esquerda grega, gritavam:
“Políticos, todos corruptos! Políticos, todos corruptos!”
O filme de Gravas, baseado no romance do escritor grego Vassilis Vassilikos, é baseado em fatos reais da história da Grécia.
Um político de esquerda foi assassinado, e o Procurador-Geral da República, mancomunado com um punhado de golpistas, tentava de tudo para manipular a investigação, com objetivo de desqualificar a esquerda e seus representantes.
Tentava-se dar o golpe por dentro da democracia.
Até que, por fim, não foi possível dar o golpe por dentro da democracia, por conta de um juiz de instrução que não aceitou entrar no jogo.
Foram obrigados a apelar para a velha fórmula do golpe militar básico. Com ajuda do governo americano, claro.
Muito parecido com que aconteceu no Brasil, na mesma época, os anos 60.
No Brasil, isso parece não ser o problema. Os juízes entram no jogo alegremente. Aliás, até lideram as armações. Vide o caso dos ex-presidentes do STF, Ayres Brito e Joaquim Barbosa.
Ayres Brito estreiou este fim de semana como colunista do Estadão, detonando a esquerda e louvando o conservadorismo midiático.
Nada como uma sinecura da Globo para mudar a cabeça de um cidadão!
Joaquim Barbosa, após empregar seu filho no programa do Luciano Huck, na Globo, e comprar seu apartamentozinho em Miami (para o qual abriu a Assas JB Corporation, que tem seu apartamento funcional de Brasília como sede), também aderiu à onda global.
Sobretudo, temos uma imprensa alquímica, que consegue a proeza de transformar algumas delações premiadas em verdade, outras em mentira.
Por exemplo, o presidente do DEM, Agripino Maia, foi denunciado por um “delator” por ter recebido mais de R$ 1 milhão em propina.
Mesmo depois disso, aparece no Jornal Nacional fazendo ataques “éticos” ao governo.
Nunca houve um editorial, uma campanha midiática, contra Agripino Maia.

O TEXTO É GRANDE, MAS VALE APENA LÊ

Carta aberta à Leticia Fernandes e ao jornal O Globo
Antes de tudo, gostaria de deixar bem claro que não estou falando em nome da Petrobras, nem em nome dos organizadores do movimento “Sou Petrobras”, nem em nome de ninguém que aparece nas fotos da matéria. Falo, exclusivamente, em meu nome e escrevo esta carta porque apareço em uma das fotos que ilustram a reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.

Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.

Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.


Fico impressionada com o conteúdo da matéria e não posso deixar de pensar como a Letícia não tem vergonha de a ter escrito e assinado. Com tantas coisas sérias acontecendo em nosso país ela está preocupada com o andar onde fica localizada a máquina que faz o café que nós tomamos e com a marca do papel higiênico que usamos. Mas dá para entender o porque disto, fica claro para quem lê o seu texto com um mínimo de senso crítico: o conteúdo é o que menos importa, o negócio do jornal é falar mal, é dar uma conotação negativa, denegrir a empresa na sua jornada diária de linchamento público da Petrobras. Não é de hoje que as Organizações Globo tem objetivo muito bem definido[3] em relação à Petrobras: entregar um patrimônio que pertence à população brasileira à interesses privados internacionais. É a este propósito que a Leticia Fernandes serve quando escreve sua matéria.

Leticia, não te vejo, nem você nem O Globo, se escandalizado com outros casos tão ou mais graves quanto o da Petrobras. O único escândalo que me lembro ter ganho as mesma proporção histérica nas páginas deste jornal foi o da AP 470, por que? Por que não revelam as provas escondidas no Inquérito 2474[4] e não foi falado nisto? Por que não leio nas páginas do jornal, onde você trabalha, sobre o escândalo do HSBC[5]? Quem são os protegidos? Por que o silêncio sobre a dívida da sonegação[6] da Globo que é tanto dinheiro, ou mais, do que os partidos “receberam” da corrupção na Petrobras? Por que não é divulgado que as investigações em torno do helicoca[7] foram paralisadas, abafadas e arquivadas, afinal o transporte de quase 500 quilos de cocaína deveria ser um escândalo, não? E o dinheiro usado para construção de certos aeroportos em fazendas privadas em Minas Gerais [8]? Afinal este dinheiro também veio dos cofres públicos e desviados do povo. Já está tudo esclarecido sobre isto? Por que não se fala mais nada? E o caso Alstom[9], por que as delações não valem? Por que não há um estardalhaço em torno deste assunto uma vez que foi surrupiado dos cofres públicos vultosas quantias em dinheiro? Por que você e seu jornal não se escandalizam com a prescrição e impunidade dos envolvidos no caso do Banestado[10] e a participação do famoso doleiro neste caso? Onde estão as manchetes sobre o desgoverno no Estado do Paraná[11]? Deixo estas perguntas como sugestão e matérias para você escrever já que anda tão sem assunto que precisou dar destaque sobre o cafezinho e o papel higiênico dos funcionários da Petrobras.

A você, Leticia, te escrevo para dizer que tenho muito orgulho de trabalhar na Petrobras, que farei o que estiver ao meu alcance para que uma empresa suja e golpista como a que você trabalha não atinja seu objetivo. Já você não deve ter tanto orgulho de trabalhar onde trabalha, que além de cercear o trabalho de seus jornalistas determinando “as verdades” que devem publicar, apoiou a Ditadura no Brasil[12], cresceu e chegou onde está graças a este apoio. Ao contrário da Petrobras, a empresa que você se esforça para denegrir a imagem, que chegou ao seu gigantismo graças a muito trabalho, pesquisa, desenvolvimento de tecnologia própria e trazendo desenvolvimento para todo o Brasil.

Quanto às demissões que estão ocorrendo, é muito triste que tantas pessoas percam seu trabalho, mas são funcionários de empresas prestadoras de serviço e não da Petrobras. Você não pode culpar a Petrobras por todas as mazelas do país, e nem esperar que ela sustente o Brasil, ou você não sabe que não existe estabilidade no trabalho no mundo dos negócios? Não sabe que todo negócio tem seu risco? Você culpa a Petrobras por tanta gente ter aberto negócios próximos onde haveria empreendimentos da empresa, mas a culpa disto é do mal planejamento de quem investiu. Todo planejamento para se abrir um negócio deveria conter os riscos envolvidos bem detalhados, sendo que o maior deles era não ficar pronta a unidade da Petrobras, que só pode ser culpada de ter planejado mal o seu próprio negócio, não o de terceiros. Imputar à Petrobras o fracasso de terceiros é de uma enorme desonestidade intelectual.

Quando fui posar para a foto, que aparece na reportagem, minha intenção não era apenas defender os empregados da injustiça e hostilidades que vem sofrendo sendo questionados sobre sua honestidade, porque quem faz isto só me dá pena pela demonstração de ignorância. Minha intenção era mostrar que a Petrobras é um patrimônio brasileiro, maior que tudo isto que está acontecendo, que não pode ser destruída por bandidos confessos que posam neste jornal como heróis, por juízes que agem por vaidade e estrelismos apoiados pelo estardalhaço e holofotes que vocês dão a eles, pelo mercado que só quer lucrar com especulação e nunca constrói nada de concreto e por um jornal repulsivo como O Globo que não tem compromisso com a verdade nem com o Brasil.

Por fim, digo que cada vez fica ainda mais evidente a necessidade de uma democratização da mídia, que proporcionará acesso a uma diversidade de informação maior à população que atualmente é refém de uma mídia que não tem respeito com o seu leitor e manipula a notícia em prol de seus interesses, no qual tudo que publica praticamente não é contestado por não haver outros veículos que o possa contradizer devido à concentração que hoje existe. Para não perder um poder deste tamanho vocês urram contra a reforma, que se faz cada vez mais urgente, dizendo ser censura ou contra a liberdade de imprensa, mas não é nada além de aplicar o que já está escrito na Constituição Federal[12], sendo a concentração de poder que algumas famílias, como a Marinho detém, totalmente inconstitucional.

Sendo assim, deixo registrado a minha repugnância em relação à matéria por você escrita, utilizando para ilustrá-la uma foto na qual eu estou presente com uma intenção radicalmente oposta a que ela foi utilizada por você.

O BRASIL FICOU EM SEGUNDO PLANO: O JOGO DE INTERESSE QUE PREJUDICA A NAÇÃO

Some-se a um governo medíocre uma oposição desvairada, uma mídia insensata, que não consegue olhar o país além dos seus próprios interesses, e se terá desenhado o mapa da insensatez, com a destruição de ativos brasileiros preciosos.
Em geral diz-se que a esquerda é antiempresarial e a direita é liberal. No Brasil, a pesada herança da colonização consolidou um enorme sentimento anti-trabalho, anti-atividade produtiva também na direita, da qual os grupos de mídia são os principais arautos. Das novelas da Globo às seções econômicas dos jornais, o rentismo é atividade nobre; a atividade produtiva, uma excrescência tocada por chorões.
Só isso para explicar a inércia com que o país contempla a destruição de ativos relevantes das empreiteiras envolvidas com a operação Lava Jato.

FALTA COMUNICAÇÃO NA PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA

A Procuradoria Geral da República (PGR) é um órgão político, no sentido de que sua linha de atuação impacta politicamente o país. Desde o fim da gestão Geraldo Brindeiro ganhou uma autonomia inédita em relação aos poderes públicos, passando a atuar como um verdadeiro poder autônomo. E nos últimos anos, tornou-se um poder subserviente às pautas da velha mídia. Precisa urgentemente recuperar sua independência.
Como poder dentro do poder, deveria ter preocupações, para além dos autos, em esclarecer seus atos, explicar suas atitudes, justificar suas decisões, principalmente levando em conta os novos tempos de redes sociais e de formação descentralizada de imagem.
Não existe uma política de comunicação social no órgão. A lógica do Secretário de Comunicação da PGR é a de que "não entramos em discussões desinformadas". Ora, se o papel da comunicação social não for o de esclarecer a "desinformação", qual seria? Não sei até que ponto ele define a comunicação social do órgão. Mas é a anti-comunicação.
O mundo complexo do MPF
Quem acompanha mais de perto a atuação do Ministério Público Federal encontra procuradores de primeira linha atuando em defesa de interesses difusos, combatendo a corrupção e o crime organizado, aprofundando acordos de cooperação internacional, tornando-se avalistas de decisões das cortes internacionais e dando efetividade a princípios constitucionais. Mais que isso: há uma elite de pensadores jurídicos ajudando a formar jurisprudência no país.
Há também exibicionistas jogando para a plateia.
É um mundo complexo, legalista, formal, corporativista no bom e no mau sentido, em que as prerrogativas do procurador são a garantia de independência mas, também, um aval para abusos. É um equilíbrio difícil, mais difícil ainda é explicar para o mundo externo, o que exige princípios de comunicação social sofisticados para se apresentar ao público.
Hoje em dia, por variadas razões, acusa-se o MPF de partidário, de ter viés nas investigações, de ser pautado pela velha mídia - sem levar em conta que são grupos empresariais, com interesses comerciais muitas vezes pouco nítidos. Por que as ligações da Abril com Carlinhos Cachoeira nunca foram investigadas? Por que passaram em branco as denúncias de livros que denunciavam o PSDB com abundância de provas? Por que o juiz Sério Moro tornou-se um herói nacional e o juiz Fausto De Sanctis demonizado? Por que não foram apurados os crimes de vazamento de inquéritos sigilosos?
As dúvidas sobre a Lava Jato
Agora mesmo, na Lava Jato, o PGR está sendo acusado de impor o terrorismo econômico e quebrar o país. Quais os limites de sua atuação e de suas prerrogativas? Por que o PGR nada fez contra os vazamentos seletivos da Lava Jato?
Cada vez que critico o MPF tenho que enfrentar uma avalanche de argumentos e de críticas de um querido grilo falante de minhas relações. Não compete ao MPF encontrar saídas ou salvar empresas;   na ação de improbidade administrativa, tem que se fixar um valor, e foi o que os procuradores fizeram; questões sistêmicas precisam ser tratadas pelo Executivo, não pelo PGR; o papel do MPF é combater a corrupção, não o de se preocupar com o PIB.
Essa mesma montanha de dúvidas aconteceu no "mensalão". O inquérito do MPF apontou desvio de R$ 75 milhões da Visanet. Foram apresentados inúmeros documentos comprovando que esse desvio não ocorreu. Ocorreu ou não? Em nenhum momento a Comunicação Social da PGR saiu a campo para esclarecer esses pontos, porque não participa de discussões "desinformadas".
Ora, a partir do momento em que a PGR e o MPF tornaram-se protagonistas de ponta tem que haver uma preocupação com a opinião pública ampliada. Nenhum brasileiro minimamente informado tem dúvida de que a cobertura da mídia é enviezada, obedecendo a seus interesses políticos e comerciais. A capacidade que a mídia ganhou de "pautar" o Ministério Público conferiu um poder espúrio aos grupos de mídia.
Por exemplo, por décadas a Globo negocia o carnaval com bicheiros; Neguinho da Beija Flor pode saudar a contravenção por financiar o carnaval. E nada acontece. Basta um comentarista da Globo lançar dúvidas sobre o financiamento de uma escola por um paiseco qualquer, acaba virando uma representação.
É para isso que a Constituição criou tantas garantias para o MPF? Para se tornar um braço de grupos de mídia?
É mais que hora do PGR e do MPF entenderem a importância de se legitimarem perante a opinião pública em geral, independentemente de cor partidária. Tem que reconquistar sua independência, não mais em relação a governos e partidos, mas em relação à mídia

BELO HORIZONTE: OS NOMES DO PT PARA A SUCESSÃO DE BH

Embora, no campo dos desejos, já sejam notadas as disputas internas no PT mineiro e belo-horizontino voltadas para a sucessão municipal do ano que vem. Os nomes que mais despontam ali são os dos secretários estaduais Miguel Correa (Ciência e Tecnologia) e o poderoso Helvécio Magalhães (Planejamento e Gestão) e o do deputado federal Gabriel Guimarães, coordenador da bancada federal mineira. Todos estão sob o elástico guarda-chuva do governador Fernando Pimentel.
 





HOJEEMDIA: O DONO DA RICARDO ELETRO


Lucas Prates/Hoje em Dia

Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, aposta nos preços agressivos para ganhar no volume
Ricardo Eletro chega aos 25 anos com 286 lojas e R$ 10 bi de faturamento
Ricardo Nunes é daquele tipo de pessoa que exala marketing e liderança. Enquanto posava para as fotos desta entrevista, não parava de fazer gestos parecidos com aqueles que estampam os comerciais de TV da rede criada por ele, a Ricardo Eletro. Foi na cidade de Divinópolis, no Centro-Oeste do Estado, que Ricardo abriu a “portinha” onde vendia bichos de pelúcia e liquidificadores, tudo bem “baratinho”. Nascia ali a empresa que se tornaria uma das cinco maiores redes de varejo de eletrodoméstico do Brasil.
E é ancorada em slogans como “preços que ninguém bate”, “cobrir qualquer oferta” e “briga pelo preço” que a Ricardo Eletro chega aos 25 anos, com faturamento anual de R$ 10 bilhões, 1.100 lojas em 442 cidades e 30 mil funcionários. Mas o empresário não é só bom de papo, não. Coloca a mão na massa. Quase todos os sábados, dá expediente atrás do balcão em uma das lojas na rua Curitiba, no Centro de Belo Horizonte. “Sou mais um vendedor. Não chego à loja como patrão”, diz ele, revelando um dos segredos do sucesso.
Como foi o início de tudo em Divinópolis, interior de Minas, sua terra natal?
Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade, quando perdi meu pai. Precisava ajudar a família, somos em quatro irmãos. Eu vendia mexericas na porta de uma faculdade de Direito que ficava em frente à minha casa. Nós morávamos em um sítio, e montei uma barraquinha na frente da faculdade. Depois, comecei a ir para São Paulo comprar e vender mercadorias da 25 de Março. Saía todas as terças-feiras de Divinó-polis, chegava às 4 horas da manhã na rodoviária em São Paulo. À noite eu voltava para casa. Como eu não tinha crédito, eu não conseguia comprar muita coisas e tinha que fazer isso toda semana.

Quando conseguiu abrir a primeira loja?
Aos 18 anos, abri uma portinha para vender bichos de pelúcia e, um ano depois, em 1989, inaugurei a Ricardo Eletro, que tinha apenas 20 metros quadrados. Ela já se chamava Ricardo Eletro, mas vendia praticamente ursinhos de pelúcia e dois ou três liquidificadores. Os poucos eletrodomésticos que vendia na loja era por um preço abaixo do custo para conquistar a clientela e recuperar o prejuízo com os ursinhos, inicialmente. O povo até ria de mim, pois como ia cobrir ofertas com uma lojinha? Ganhava dinheiro no ursinho e perdia, vamos dizer assim, no eletrodoméstico.

Dava pra imaginar a dimensão que o negócio ganharia?
Eu não imaginava, mas tinha estratégia e queria crescer. Sempre tive coragem, batalhei muito e com 20 e poucos anos eu tinha dez lojas na cidade.

Qual a principal diferença do mercado daqueles tempos para os dias atuais?
oda época tem as suas dificuldades. Vejo que a cada dia o mercado fica mais competitivo, as informações chegam mais rápido para os clientes e para os concorrentes também. Mas acredito que quando se tem boa vontade, coragem e esforço, você consegue vencer.

E como a rede mineira Ricardo Eletro chega aos 25 anos?
Chegamos da melhor maneira possível. Em 2010, a Ricardo Eletro e a rede Insinuante, forte na região Nordeste, fizeram a fusão das duas empresas, e assim temos agora a Máquina de Vendas – holding que hoje controla também a City Lar, Eletro Shopping e a Salfer.

Qual o tamanho da fatia do varejo de eletrônicos que a Máquina de Vendas detém?
Somos a segunda maior rede de varejo de eletroe-letrônicos do Brasil e possuímos a maior cobertura territorial do país. A rede é a única a estar presente em todos os estados e no Distrito Federal, com 1.100 lojas distribuídas por 442 cidades e 30.000 funcionários diretos. Só da Ricardo Eletro tem mais de 280 lojas.

Um dos lemas da rede é “cobrir qualquer oferta”. Sua receita de sucesso são preços combativos?
Nosso diferencial sempre foi ter o melhor preço, trabalhamos para oferecer as condições verdadeiramente competitivas. Mas o sucesso também é fruto de muito esforço e de muita coragem, é preciso ter o pé no chão, mas é fundamental avançar sempre.

Você tem mais perfil de dono ou de vendedor?
Eu sou vendedor. Aprendi muito a lidar com as pessoas. Sempre trabalhei com os funcionários ao meu lado, lutando junto comigo. Até hoje não perdi o tom de vendedor, nas lojas fico lado a lado com os colaboradores. Sou mais um vendedor, tanto que não chego à loja como patrão. Chego para atender cliente, ajudar o vendedor a ganhar comissão, carregar produtos. Na empresa não tem esse negócio de ‘chegou o dono’. Acho que é essa aura, de manter valores como a simplicidade e a humildade, é o que motiva.

Em toda sua trajetória, quando foi o momento mais difícil?
O começo é muito difícil, pois eu queria ter credibilidade para negociar com os fornecedores em busca do menor preço, mas eles não me conheciam. Mas todas as épocas têm suas dificuldades, o importante é não ter medo e avançar.

Como foi a decisão de fundar a Máquina de Vendas?
Eu já estava no mercado há 20 anos, já tinha me consolidado na região em que atuava, mas queria ampliar os horizontes, por isso, procurei o Luiz Carlos Batista, fundador da rede Insinuante, muito forte na região Nordeste, e alinhamos a fusão das duas empresas. Dessa fusão, nasceu a holding Máquina de Vendas. Mais tarde, nos associamos à City Lar, do Mato Grosso, e à Eletro Shopping, com sede em Pernambuco e presente em mais seis estados do Nordeste brasileiro, e à paranaense Salfer, com lojas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, garantindo o segundo lugar nacional no pódio dos varejistas.

Qual o tamanho da empresa hoje? Número de lojas, de empregados, faturamento...
Em 2013, tivemos o faturamento de aproximadamente R$ 10 bilhões. Temos 1.100 lojas distribuídas por 442 cidades e 30 mil funcionários diretos.

Afinal, a rede entrou para o Guiness Book?
A ação do Guiness Book foi para comemorar os 25 anos da Ricardo Eletro. O desafio era vender 600 produtos em 24 horas, sem a ajuda de outros funcionários. A meta foi batida em apenas cinco horas. O resultado foi um sucesso. Agora o processo está em homologação, estamos aguardando a posição oficial do Guinness.

Quais os desafios e projetos para 2015?
Para este ano, queremos continuar com a estratégia de preços agressivos, esse sempre foi e sempre será nosso principal diferencial. Criei um método que é a melhor maneira de vender: ganhar no volume vendido. Em 2015, realizaremos promoções especiais e participaremos das principais ações de descontos do varejo nacional como a “Black Friday” e a “Cyber Monday”.  

DILMA E TEMER DÃO SINAL DE UNIÃO


dilma-e-temer
Pressionada a refazer pontes com o PMDB, a presidente Dilma Rousseff fez neste domingo (22) um aceno ao vice-presidente Michel Temer, considerado o principal expoente do partido aliado. A petista destacou o perfil conciliador do peemedebista e o classificou como um “grande articulador de consensos na política brasileira”.
Dilma afirmou ainda que Temer “tem responsabilidades essenciais”, como o “auxílio na condução” de seu governo. O afago ocorre depois que a Folha publicou reportagem que tratava do distanciamento entre os dois. Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência afirmou que as informações não tinham fundamento e que Dilma e Temer “mantêm uma aliança e amizade permanentes, para além das intrigas”.

BANCOS QUEREM PROIBIR FABRICAÇÃO DE DINAMITE

bomba relogioPor falar em explosão de caixa eletrônico, o colunista Cláudio Humbertodestaca que Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) pretende que a fabricação de dinamite seja proibida. Bobagem: o Brasil também não fabrica os fuzis usados pelos bandidos.

CAIXA ECONÔMICA: AGILIDADE NO FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO


size_810_16_9_Casa-em-cima-de-moedasA Caixa Econômica Federal começará a utilizar o registro eletrônico de imóveis no estado de São Paulo. De acordo com o banco, a tecnologia irá reduzir o tempo para liberação do financiamento imobiliário na região. O prazo necessário para registrar a casa ou apartamento é de um mês, em média. A expectativa da Caixa é que esse tempo seja reduzido para cinco dias com a ferramenta.
A maior agilidade na operação será possível por meio de uma parceria realizada entre a instituição financeira e a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP), que representa os cartórios no estado. O banco passará agora a enviar o contrato de forma eletrônica para os cartórios, que deverão realizar o registro da unidade no prazo de cinco dias úteis. Ou seja, não será mais necessário que o cliente vá até o cartório realizar a operação e volte para buscar o documento e levá-lo ao banco.
Quem deseja financiar um imóvel deverá apenas entregar toda a documentação exigida para a conclusão do acordo e assinar o documento físico do registro do imóvel na Caixa, que ficará sob a guarda do banco. O comprador terá a cópia física do registro e o PDF do registro eletrônico.

ALIADOS DE PIMENTEL PODEM DISPUTAR AMM

A eleição da Associação Mineira de Municípios (AMM) pode deflagrar o primeiro conflito entre PMDB e PT em Minas Gerais após as duas siglas vencerem juntas a eleição estadual de 2014. A entidade, que hoje é presidida por Antônio Andrada (PSDB), tem como possíveis candidatos o prefeito de Pará de Minas, na região Central, Antônio Júlio (PMDB), e o prefeito de Uberlândia, no Triângulo, Gilmar Machado (PT).

MINAS GERAIS: PT NA ESTRADA PARA ELEGER PREFEITOS

Em Minas, o objetivo é dobrar o número de cidades administradas pelas siglas que elegeram o governador Fernando Pimentel. A meta é vencer em 500 cidades frente às 249 geridas hoje por PT, PMDB, PCdoB, PROS e PRB.
A mobilização, admitem petistas, também terá o papel de minimizar os impactos negativos que o escândalo da Petrobras provocaram na imagem da sigla, que podem refletir nos resultados do pleito municipal.
Em Minas, o PT irá montar nesta semana o grupo que fará o mapeamento das prefeituras que serão eleitas como prioritárias. A estratégia inclui viagens em caravanas por todas as regiões do interior, inclusive, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O grupo fará o levantamento de quantas cidades estão sob o comando de aliados e de adversários. Serão apurados os locais onde é possível manter as alianças e os municípios onde é preciso ampliar o leque de aliados. Ainda serão feitas sondagens de quais lideranças poderão ser lançadas às urnas.
De acordo com a presidente do PT em Minas, Cida de Jesus, de posse desses dados, o diretório irá delinear as cidades que serão estratégicas. “Vamos provocar a participação das lideranças regionais, discutir os problemas e as expectativas”.
Cida explica que a principal arma para ampliar o número de cidades sob o comando do PT será a militância. As caravanas ganharão a estrada na primeira quinzena de março. Os petistas sairão pelo Estado munidos de dados positivos sobre os 12 anos do governo federal e com um balanço das ações de Pimentel. “Descobrimos que, para o PT, não tem melhor instrumento para se fortalecer do que a militância”, diz a presidente.
O líder do governo na Assembleia, deputado Durval Ângelo, diz que a meta é alcançar 500 prefeituras com os aliados. “Essa é a nossa pretensão junto à ampla base que temos”, disse. Ele reconhece que as caravanas são uma forma de “neutralizar as questões negativas”.
A orientação de mobilização foi dada pelo presidente nacional, Rui Falcão, durante o aniversário de 35 anos do PT, comemorado em Belo Horizonte. “Estamos lembrando e convocando a militância para as eleições municipais de 2016 e, no curso dessa campanha, recuperar a memória e as conquistas do chamado modo petista de governar”, afirmou Falcão.

SENADOR ACOSTUMADO A BATER EM DILMA, ENVOLVIDO EM ESCÂNDALO



Em delação, empresário George Olímpio denunciou suposto esquema que atuava em serviços de cartório ao Detran do Rio Grande do Norte, que envolvia a ex-governadora e atual vice-prefeita de Natal Wilma de Faria (PSB), o atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado Ezequiel Ferreira (PMDB), além do senador Agripino Maia (DEM); "Ficou definido que para o governo ia R$ 15 por contrato. A média de contratos por mês girava em torno de 5 mil", disse ele em reportagem do "Fantástico", da TV Globo; em outro trecho, ele afirma que o senador pediu mais de R$ 1 milhão no ano de 2010; parlamentar nega 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

MORRE O FUNDADOR DA IGREJA DEUS É AMOR

O missionário David Martins Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor, morreu aos 78 anos no final da noite de sábado (21). Ele sofreu um infarto. A informação foi divulgada oficialmente na rede de rádios mantida pela igreja. A Deus é Amor foi fundada em junho de 1962 e hoje possui mais de onze mil templos espalhados pelo Brasil e outros 136 países.
Em 2004, a igreja chamou a atenção por causa da inauguração do gigantesco Templo da Glória de Deus, na avenida do Estado, em São Paulo, com capacidade para 60 mil pessoas. Centenas de frequentadores da igreja também usaram as redes sociais durante a madrugada para lamentar a morte de David. O fundador da Deus é Amor será velado a partir das 8h no templo localizado na avenida do Estado.

SUCESSO DE VENDAS

o monge e o executivo
Sucesso absoluto
A Sextante comemora esta semana um recorde difícil de ser batido:  O Monge E O Executivo, de James Hunter. Completou no sábado 500 semanas consecutivas na lista de Mais Vendidos da Veja. – quase dez anos, portanto; Ao todo, são 3 milhões e 250 000 exemplares vendidos.
Hunter esteve no Brasil em 2014 para o lançamento do novo volume do livro,  De volta ao Mosteiro, que saiu aqui antes de  ser lançado em outros países.
Por Lauro Jardim

CRIVELLA DE OLHO NA PREFEITURA DO RIO


Crivella: de olho na prefeitura do Rio
Crivella: de olho na prefeitura do Rio
Marcelo Crivella já planeja disputar a prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.
Abraçou a pauta municipal e, entre uma conversa e outra, solta críticas ácidas para o lado de Eduardo Paes. Sua principal crítica tem sido ao aumento dos ônibus.
Por Lauro Jardim

VOLTA DE BELFORT

Confronto marcado
Confronto marcado
Adiado três vezes, o confronto entre Vitor Belfort e Chris Weidman já tem data para ocorrer. O UFC marcou a luta, que vale o cinturão dos médios, para o dia 23 de maio, em Las Vegas. O anúncio oficial deve sair nos próximos dias.
Por Lauro Jardim

EDUARDO CUNHA CONHECEDOR PROFUNDO DO FUNCIONAMENTO DA CÂMARA


cunha
Cunha: domínio total do regimento
O amplo conhecimento sobre o regimento interno da Câmara, um dos grandes trunfos deEduardo Cunha para ter chegando aonde chegou, não veio à toa.
Ao desembarcar em Brasília para seu primeiro mandato, em 2003, Cunha contratou um professor de processo legislativo. Desde então, estuda compulsivamente as regras da Casa.
No exercício da presidência, Eduardo Cunha já corrigiu diversas vezes os colegas, citando de cabeça artigos e brechas pouco conhecidas pela maioria ali presente.
Por Lauro Jardim

NOVO PRESIDENTE DO STF?


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Benjamin quer a vaga de Barbosa
O ministro do STJ Herman Benjamin está se movimentando para ser o escolhido de Dilma Rousseff para a vaga de Joaquim Barbosa no STF.
Por Lauro Jardim

DEPUTADO MINEIRO DEFENDE MINHA CASA, MINHA VIDA PARA GAYS


Wadson: projeto a favor das famílias gays
Wadson: projeto a favor das famílias gays
O deputado Wadson Ribeiro, do PCdoB de Minas Gerais, apresentou um projeto que promete irritar a bancada evangélica na Câmara.
Ribeiro quer que o Minha Casa, Minha Vida aceite a inscrição de pessoas em união estável homoafetiva como entidade familiar apta a financiar uma casa.
Para começar a tramitar, a proposta espera o despacho de ninguém mais, ninguém menos do que Eduardo Cunha, um dos deputados mais obecados em lutar contra os gays.
A chance de a proposta andar é perto de zero