sexta-feira, 14 de novembro de 2014

MINAS GERAIS: PIMENTEL DEVE ANUNCIAR PARTE DO SEU SECRETARIADO NA PRÓXIMA SEMANA

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O governador eleito Fernando Pimentel (PT) retorna a Minas no fim de semana, quando deverá se reunir com aliados para discutir a formação de sua equipe de governo; o petista está em viagem no exterior descansando; a expectativa é de que parte do futuro secretariado seja anunciada no início da próxima semana; entre as mudanças estão o desmembramento da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) em duas pastas: secretarias de Planejamento e de Administração e Recursos Humanos; outa possível medida é a criação Secretaria de Estado de Direitos Humanos

PRB CRESCE E FORMA A 10º BANCADA NACIONAL

Valendo-se de uma estratégia focada na classe C, o PRB se tornou o partido que mais ganhou musculatura desde a eleição de 2010 - cresceu 262,5% e virou a 10ª bancada nacional e 3ª paulista.
Na disputa de outubro, chegou a oito deputados – perdeu apenas para o PSDB e PT - e elegeu o mais votado do país, Celso Russomanno.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O SENADOR MARCELO CRIVELA PODE VOLTAR PARA O MINISTÉRIO DA PESCA

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) são cotados para voltar para o Ministério. Ambos, segundo assessores, têm a aprovação da presidente Dilma. Aguinaldo dirigiu Cidades e Crivella, a Pesca.

PMDB: FORA OS SEM VOTOS

Os parlamentares do PMDB se uniram aos do PT e querem excluir do Ministério da presidente Dilma os políticos sem voto. Essa posição já foi levada ao vice Michel Temer. “Os sem-voto não acrescentam nada”, disse um dirigente do partido. Os líderes querem fortalecer os que têm apoio no Congresso. São expectativa de poder e têm aval dos governadores e do partido nos estados.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

MINAS GERAIS: DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS



PT (10)
Paulo Guedes    164.831
Elismar Prado    86.515
Marília Campos    78.808   
Durval Ângelo    76.674
Rogério Correia    72.413
Ulysses Gomes    69.029
Dr. Jean Freire    52.315
Paulo Lamac    50.594
André Quintão    47.334
Cristiano Silveira    46.730

PMDB (10)
João Magalhães    79.375
Sávio Souza Cruz    58.665
Adalclever Lopes    58.180
Celise Laviola    57.476
Ivair Nogueira    53.708
Tadeuzinho    47.535
Iran Barbosa    46.312
Pastor Vanderlei Miranda    45.774
Cabo Júlio    44.367
Leonídio Bouças    43.301

PSDB (9)
Dalmo Ribeiro    93.828
Antônio Carlos Arantes    90.939
Bonifácio Mourão    58.401
João Vítor Xavier    81.156
Gustavo Valadares    67.023   
Luiz Humberto Carneiro    65.301
João Leite    63.623
Tito Torres    58.670
Lafayette Andrada    58.088

PSD (4)
Dr. Wilson Batista    97.256
Cássio Soares    90.609
Duarte    75.666
Fábio Cherem    65.778

PDT (4)
Sargento Rodrigues    98.841
Alencar da Silveira Jr.    79.389
Nozinho    55.590
Carlos Pimenta    47.873

PV (4)
Tiago Ulisses    90.589
Dr. Hely    80.030
Agostinho Patrus Filho    74.232
Inácio Franco    58.620

PTB (4)
Bráulio Braz    93.686
Arlen Santiago    92.508
Dilzon Melo    78.309
Missionário Márcio Santiago    76.551

PR (3)
Léo Portela    54.602
Arnaldo    44.154
Deiró Marra    44.138

PSB (3)
Leandro Genaro    127.868
Wander Borges    67.076
Lerin    36.916

PCdoB (3)
Mário Henrique Caixa    130.593
Ricardo Faria    44.758
Celinho    36.344

PTN (3)
Arlete Magalhães    56.772
Roberto Andrade    54.925
Glaycon Franco    52.525

PTdoB (3)
Bosco    72.535
Emidinho Madeira    66.018
Fábio Avelar    40.909

PPS (3)
Antonio Jorge    93.034
Thiago Cota    65.745
Fabiano Tolentino    62.776

PP (3)
Gil Pereira    104.130
Neilando Pimenta    86.252
Felipe Attiê    64.597

PRB (2)
Gilberto Abramo    70.653
Carlos Henrique    65.769

PSC (2)
Douglas Melo da Musirama    55.585   
Noraldino Junior    51.871

DEM (2)
Ione Pinheiro    81.956
Gustavo Corrêa    60.384

PROS (1)
Rosângela Reis    58.725

PEN (1)
Fred Costa    70.823

PHS (1)
Dirceu Ribeiro    25.394

PMN (1)
Isauro Calais    51.569

PTC (1)
Anselmo José Domingos    42.863 

MINAS GERAIS: PT E PMDB TEM AS MAIORES BANCADAS DA ASSEMBLEIA

Não é a maior bancada eleita pelo PT na Assembleia Legislativa. Mas como nunca tantos partidos estiveram representados em plenário, o PT, com dez deputados - cinco a menos do que elegeu em 2002 e um a menos do que em 2010 - terá, ao lado do PMDB, a maior bancada. Ambos irão se revezar na presidência da Casa.

O PSDB tem nove deputados. Tucanos perderam quatro cadeiras em relação às eleições de 2010. O PMDB, tinha oito, ganhou uma. Quatro elegeram quatro deputados cada: PV, PDT, PTB e  PSD.

Enquanto o PV perdeu duas cadeiras e o PDT uma em relação ao último pleito, o PTB manteve-se do mesmo tamanho. O PSD se desidratou. Criado em 2012, logo arrebanhou uma bancada de seis. Dois deles não voltarão.

Com chapas bem construídas,  o PR e o PTdoB, que elegeram um deputado em 2010, ganharam mais duas cadeiras. O PTN, que não tinha nenhuma representação na Casa, elegeu três deputados estaduais. O PCdoB passou de duas para três cadeiras. Mantiveram-se do mesmo tamanho o PPS com 3, o PSB com 3 e o DEM com 2.

Elegeram ainda deputados o PP (3), o PSC (2),  e, com um cada, o PMN, o PHS, o PRB, o PTC, o PEN e o PROS.

O índice de renovação da Assembleia nestas eleições é de 33,77%. Serão 26 novos parlamentares. Em 2010, quando foram eleitos 28 novos parlamentares, o índice de renovação foi de 36,36%. Esse índice ficou abaixo dos 40,1%, registrados em 2006, e dos 46,75%, de 2002.

Em 2014, 64 deputados disputaram a reeleição, e deste total, 51 conquistaram mais um mandato. Assim, o índice de reeleição dos atuais parlamentares foi de 79,69%. 

PEQUENOS PARTIDOS GANHAM ESPAÇO NO CONGRESSO

Fechadas as urnas, a Câmara dos Deputados apresenta o maior número de partidos representados em sua história. Passará das atuais 22 legendas  para 28.

Essa fragmentação partidária, também verificada na Assembleia de Minas, é resultado da expertise adquirida pelas pequenas legendas para tomar chapas proporcionais "eficientes". A relação com o Executivo torna-se mais complexa, uma vez que as negociações com as bancadas apresentará mais nuances, reivindicações e pautas.

O PT sai com a maior bancada,  com 70 parlamentares, embora 18 a menos do que possui atualmente. Em segundo lugar vem o PMDB, com pelo menos 66 eleitos. Hoje a legenda também ocupa a segunda posição, com 71 deputados. O PSDB, que hoje é a quarta maior bancada e tem 44 cadeiras, crescerá para 54 deputados e será a terceira maior sigla, seguida pelo PSD, partido criado em 2012 que perde agora oito deputados, caindo dos atuais 45 para 37.

Todos os esses resultados são provisórios e só serão confirmados após a finalização do julgamento dos pedidos de impugnação de candidaturas. Atualmente, tramitam cerca de 800 processos, entre eles o do deputado Paulo Maluf (PP-SP), que teve a candidatura barrada pela justiça eleitoral paulista. Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli,  todos esses processos serão decididos até o fim do mês, antes da diplomação dos eleitos. 

PREFEITOS DE OLHO EM RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS

Em reunião da Frente Nacional de Prefeitos, ontem, o vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou que vai apoiar a sanção do projeto que altera indexador da dívida de estados e municípios com União. “Serei advogado dessa causa e espero que haja aprovação. Senão em sua totalidade, mas ao menos em seu essencial”, disse. O pedido para que a presidente Dilma Rousseff sancione o projeto é uma das 23 reivindicações elaboradas em documento entregue a Temer, reivindicações, como a participação da União no custeio da manutenção das creches.

MONTES CLAROS: DEPUTADO PAULO GUEDES PODE ASSUMIR A PRIMEIRA SECRETARIA DA ASSEMBLEIA

As especulações não param sobre a disputa por espaço na Assembleia de Minas. Depois de ter sido citado como provável indicado para ocupar a importante Secretaria de Desenvolvimento do Norte e Vale do Jequitinhonha, o deputado estadual Paulo Guedes (PT) pode ocupar a  Primeira Secretária, segundo cargo mais cobiçado na hierarquia do Legislativo, uma espécie de prefeitura da Assembleia. Aí! Fica no ar, quem será o indicado para a secretaria  Desenvolvimento do Norte e Vale do Jequitinhonha?
 
A possibilidade de traição na hora da votação que deve escolher a próxima Mesa Diretora, que sempre ocorreu na disputa pelos comandos do Parlamento, está praticamente afastada com a entrada em vigor no ano passado da proposta de emenda à Constituição que acabou com o voto secreto nas deliberações do Parlamento mineiro, inclusive para a escolha da Mesa. Essa será a primeira eleição para o comando do Legislativo com voto totalmente aberto. A aprovação do fim do voto secreto foi uma reivindicação das manifestações de junho de 2013 que acabou virando lei no estado.

KENNEDY ALENCAR: ELEIÇÃO NA CÂMARA FEDERAL

 
KENNEDY ALENCAR
BRASÍLIA
A presidente Dilma Rousseff usará a reforma ministerial do segundo mandato para fazer acordos no Congresso a fim de derrotar o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), na disputa pela presidência da Câmara. O governo faz uma avaliação das suas forças na Câmara, pois, hoje, haveria risco de perder a batalha para Cunha.
 
A eleição para a presidência da Casa acontecerá apenas em fevereiro, mas os partidos já começaram suas articulações porque existe uma insatisfação com Dilma e o PT.
 
A relação entre o governo Dilma e a Câmara foi difícil no primeiro mandato. Hoje, há um espaço que tenta ser ocupado pelo líder do PMDB na Casa. A insatisfação com Dilma e o PT abriu caminho para Eduardo Cunha tentar amarrar uma aliança do PMDB com PR, PTB, PSC e Solidariedade. Juntos, esses cinco partidos formariam o chamado “Blocão”, com 152 deputados na próxima legislatura.
 
O PT é a maior bancada, com 70 deputados, mas, se ficar isolado, perderá para o “Blocão” de Eduardo Cunha, que tenta criar um fato consumado. No entanto, o peemedebista começou a articular cedo demais. Isso pode permitir uma reação do governo e do PT.
Dilma vai jogar toda a sua força para tentar impeder Cunha de presidir a Câmara. É um cargo muito poderoso, que decide quais projetos entram ou ficam fora da pauta de votação.
 
O governo, portanto, avalia as condições reais para saber se conseguirá derrotar Cunha. Há uma tentativa de tirar o PR, que elegeu 34 deputados, do blocão. Assim, essa aliança cairia de 152 para 118 deputados. Se o PT obtiver o apoio do PR, do PC do B, do PSD, do PDT, do Pros e do PRB, chegaria a 202 deputados. Claro que essas somas levam em conta acordos que façam com que todos os deputados eleitos por um partido deem apoio ao candidato. Mas sempre há defecções. O governo precisará aumentar deserções entre aliados de Cunha, inclusive no PMDB.
 
É real a chance de uma aliança governista isolar Cunha se Dilma usar a reforma ministerial do segundo mandato para amarrar o apoio desses partidos. A presidente pretende fazer isso. A reforma ministerial deverá ser casada com as eleições no Congresso.
 
Para vencer a disputa para a presidência da Câmara, são necessários pelo menos 257 votos, a maioria absoluta dos 513 deputados. Se um candidato não obtiver esses 257 votos no primeiro turno, é realizado um segundo turno.
 
Noutro movimento para enfraquecer Eduardo Cunha, o Palácio do Planalto já disse que aceita a reeleição de Renan Calheiros no Senado. No PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, avisou Cunha de que, se ele for hostil ao governo, vai trabalhar contra ele. Ou seja, Cunha é forte, mas não é imbatível. O governo tem bala na agulha e está fazendo um cálculo: ou entra para derrotá-lo Eduardo Cunha ou faz uma composição.
Hoje, a chance de compor é baixíssima, porque a presidente avalia que teria uma adversário no comando da Câmara, apesar de Cunha dizer que será um candidato independente e não de oposição.
 
O PT apresentou os nomes de Marco Maia e de Arlindo Chinaglia, que já presidiram a Câmara, para disputar novamente o cargo. Chinaglia tem leve favoritismo. Mas não são nomes que empolgaram. Podem surgir outras opções.
 
Numa eleição para a Câmara que ocorra em dois turnos, como é provável se houver dois candidatos da base do governo, existe chance de a oposição apoiar Cunha numa segunda fase só para derrotar Dilma. Juntos, PSDB, PSB e DEM terão 110 deputados.
 
O senador Aécio Neves (PSDB) defende que a oposição trabalhe pelo deputado federal Julio Delgado, do PSB de Minas. Mas há, nos bastidores, o desejo de complicar mais a vida de Dilma. Daí, um suporte a Cunha não ser desconsiderado.
 
Se o governo não tiver força para enfrentar Cunha e se não souber fazê-lo, correrá o risco de sofrer uma derrota, como aconteceu em 2004 com a eleição de Severino Cavalcanti para a Câmara. Naquela época, a insatisfação política da maioria dos deputados em relação ao governo levou a uma derrota do PT. Esse risco existe em 2014.

MINAS GERAIS: NILMÁRIO MIRANDA COTADO PARA SER MINISTRO OU SECRETÁRIO NO GOVERNO PIMENTEL

O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG). Foto: Divulgação
O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG). Foto: Divulgação

O deputado federal Nilmário Miranda (PT-MG) tem dito a seus colegas parlamentares que ainda não sabe o que será de seu futuro político.
Apesar de só ter conseguido uma vaga de suplente nestas eleições, o petista ainda alimenta planos de voltar para Brasília, a depender da composição do futuro secretariado do governador eleito Fernando Pimentel (PT-MG) – que poderia abrir vagas na Câmara.
Outra possibilidade seria o próprio Nilmário assumir uma das secretarias do governo petista – em especial a de Direitos Humanos, área em que é reconhecido por sua atuação. Parlamentares  próximos ao petista também citam o nome como uma boa possibilidade para ocupar o cargo de ministro da Secretaria de Direitos Humanos, no governo federal.

MONTES CLAROS: GIL PEREIRA TERÁ QUE SE REINVENTAR

Muitos acham que o deputado estadual Gil Pereira terá que se reinventar na política do Norte de Minas. Tudo porque perdeu a eleição para o governo estadual e a estrutura de poder com a derrota do PSDB no estado. Sempre muito bem votado em Montes Claros, nunca conseguiu realizar seu sonho de ser prefeito. Agora sem  a base no governo estadual terá de construir uma nova estratégia para continuar mantendo território político na cidade montes-clarense e no norte de minas. 
 

MINAS GERAIS: " O LEGADO DOS TUCANOS" UMA BOMBA DE DÍVIDAS

Mesmo com a arrecadação do Estado em baixa, o governador Alberto Pinto Coelho (PP) enviou mensagem à Assembleia de Minas propondo reajuste de 4,62% nos salários de todos os servidores públicos estaduais, incluindo os que ocupam cargos comissionados, de forma retroativa a outubro. Encarada pelos deputados que hoje fazem oposição ao governo como uma “bomba” para a próxima administração, que estará sob o comando de Fernando Pimentel (PT), a medida, se aprovada, vai gerar impacto anual de R$ 706,8 milhões, segundo o Executivo.
 
WILL NUNES:
 
Além de deixar uma dívida monstruosa depois de 12 de poder os tucanos ainda querem criar mais despesas. Tiveram mais de uma década para criar um plano de carreira decente que realmente valorizasse o funcionalismo e não fizeram, agora no apagar das luzes querem fazer graçinha com o poder alheio. Haja hipocrisia!!

MINAS GERAIS: DEPUTADO SARAIVA FELIPE PODE OCUPAR A PASTA DA SAÚDE NO GOVERNO PIMENTEL

Aumenta as especulações que o deputado federal peemedebista Saraiva Felipe ocupará mesmo a secretaria de saúde do estado de Minas. As negociações estaria avançadas entre o novo governo e o PMDB.  

MONTES CLAROS: BRIGA POLÍTICA ENTRE SITUAÇÃO E OPOSIÇÃO PODE BENEFICIAR A POPULAÇÃO

Com a decisão de eleger o deputado pemedebista Adalclever Lopes presidente da Assembleia Mineira tudo caminha para o deputado Paulo Guedes (PT) assumir a Secretaria de Desenvolvimento do Norte e Vale do Jequitinhonha. Sem dúvida uma grande vitrine caso o deputado consiga fazer um grande trabalho capaz de impulsionar mais ainda seu nome para disputar a prefeitura de Montes Claros em 2018.

WILL NUNES:
 
Qual a parte boa dessa história para Montes Claros? De um lado temos o grupo da situação comandado pelo o prefeito Ruy Muniz que precisa mostrar trabalho para viabilizar sua reeleição. Do outro a força cada vez maior da oposição ocupando espaço importante no governo Pimentel.
 
Vamos aguardar que mesmo em lados opostos a força de ambos consiga levar o município ao crescimento e a melhoria da população e, na eleição de 2018 vença aquele que o povo entender ser mais capaz para dirigir os destinos do município. Agora até lá  muita água ainda vai passar debaixo da ponte.

MINAS GERAIS: ADALCLEVER SERÁ O NOVO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA

 
A presidência da Assembleia de Minas a partir de fevereiro vai mesmo ficar com o PMDB durante dois anos. Ontem, os dois peemedebistas que disputavam a vaga chegaram a um acordo e o deputado Ivair Nogueira desistiu da disputa e concordou em apoiar o correligionário, Adalclever Lopes. Segundo deputados do PMDB, ontem, após muita negociação, foi possível chegar a um consenso, que deverá ser anunciado hoje, durante encontro no Legislativo mineiro.
 

 
 
Com a decisão do partido, falta agora um acordo com o PT, que já indicou o petista Paulo Guedes para a vaga. Mas, em um primeiro momento, já há acordo para que haja um revezamento no cargo. “Já está acordado que é o Adalclever”, garante o deputado Vanderlei Miranda. “O PMDB está unido”, finaliza Sávio Souza Cruz.
 

MINAS GERAIS: BLOCOS SERÃO CRIADOS NA ASSEMBLEIA

Depois de anos se alinhando no Estado a projetos opostos aos de suas direções nacionais e fazendo o chamado “apoio cruzado”, partidos como PR, PSD e PDT podem se aliar ao PT em âmbito federal e local. As três legendas negociam participar de um blocão na Assembleia de Minas para aumentar a sustentação do governador eleito Fernando Pimentel (PT) na Casa. As conversas, até o momento, passam por uma negociação entre os parlamentares eleitos para a próxima Legislatura, mas certamente devem gerar reflexos na composição do novo secretariado estadual.

Atualmente, PT, PMDB, PCdoB, PROS e PRB – legendas que se uniram ao governador eleito Fernando Pimentel na campanha – somam 26 nomes. Caso PR, PSD e PDT – que apoiaram a reeleição da presidente Dilma Rousseff – decidam por compor a base, o número de aliados subiria para 38. Também está sendo procurado o PV, que conta com outros quatro nomes eleitos.
 
Segundo o deputado Fábio Cherem (PSD), as negociações para formação da base de Pimentel estão sendo lideradas pelo vice-governador eleito, Antônio Andrade, e caminham para um acordo. “Estou confortável com a aproximação. Fui dissidente desde a eleição e não participei de nada do PSDB. Entendo que a Assembleia tem que criar condições para o novo governador”, ressalta. “Se o governador nos chamar para uma secretaria, estamos dispostos a contribuir”, completa Cherem.
 
No caso do PR, o secretário geral da sigla, Lincoln Portela, confirma que há negociação nesse sentido. “Por parte do partido não há intenção de se fazer nenhuma oposição. É natural uma composição de governo, até porque nacionalmente somos aliados do PT”, afirma ele, que confirma que, se a aliança for confirmada, o partido irá receber pastas.
 
Alternativa. Deputado pelo PDT, Sargento Rodrigues diz ver positivamente a tentativa de formação
de um bloco, mas admite que é possível a criação de um grupo alternativo, que ficaria
 
“independente” no Legislativo. “É natural a negociação, mas o PDT também está trabalhando PSD, PV e PSB para analisar outro bloco com até 21 deputados. Mas ele seria totalmente em separado do PSDB, que é oposição”, justifica.
 
Para o presidente estadual do PDT, Mário Heringer, uma reunião interna da sigla definiu que qualquer negociação precisa ocorrer de forma institucional. “Oficialmente, estamos aguardando um contato. Se formos procurados vamos conversar”, confirma.
 
Caso o bloco se viabilize, três diferentes grupos vão dividir forças: o governista, o independente e a oposição.
 
Entenda
 
Prazo.  Os acordos sobre a composição de blocos na Assembleia só devem ser fechados no fim do ano, próximo à data da posse de Fernando Pimentel no governo.

Negociação. Se as legendas não chegarem a um acordo na negociação com os petistas, o Legislativo terá três blocos distintos:

1.  A base de Pimentel no Legislativo terá além do partido do governador, o PT, PMDB, PRB, PCdoB e PROS.
2. Se um bloco independente for criado, ele terá PDT, PR, PSD, PSB, PTB e PV.
3. A oposição, até o momento, tem o apoio de PSDB, DEM e PP.

Sem o PTB
Neutro. Deputado pelo PTB, Arlen Santiago diz que seu partido não irá apoiar Pimentel na Assembleia. “Não fui procurado, mas não teremos bloco com eles. Queremos ser neutros”.
 
fonte:jornal o tempo

JÔ SOARES REBATE JORNALISTAS, QUE QUERIAM COMPARAR BRASIL A BOLIVIA


DEPUTADO TADEUZINHO DEVE ASSUMIR SECRETARIA

Apesar de não assumir publicamente o deputado estadual Tadeuzinho (PMDB) deverá mesmo ocupar uma secretaria no governo estadual petista. A ideia do governador eleito Pimentel é desmembrar a pasta de esporte e turismo. O esporte ficaria com o PC do B e a outra com o filho do ex-prefeito de Montes Claros, Tadeu Leite. Precavido o parlamentar aguarda o anuncio oficial por parte do novo governador que toma posse em janeiro de 2015.
 
 
 
 

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

MONTES CLAROS: SERÁ QUE RUY CONSEGUIRÁ A REELEIÇÃO?

O prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz não terá vida fácil no próximo ano. As medidas amargas tomadas no ínicio da administração ainda não surtiram os efeitos positivos desejados. A máquina pública continua emperrada e ações não influenciam na prática a vida da população. Além disso ele observa o fortalecimentos da oposição com a reeleição do seu principal adversário o deputado estadual Paulo Guedes (PT), principal nome oposicionista.

Além disso o prefeito deve anunciar em breve uma profunda reforma no seu secretariado visando organizar executar os projetos para os últimos dois anos. Resta saber se terá tempo suficiente para recuperar a popularidade e obter sucesso na reeleição. Até lá teremos sem dúvida um acirramento forte na política montes-clarense.

FRIBOI RESCINDIU CONTRATO COM ROBERTO CARLOS

roberto carlos biografia[
O grupo Friboi rescindiu o contrato firmado em fevereiro com o cantor Roberto Carlos, garoto-propaganda da marca de carnes e produtos Swift. O grupo, pertencente à holding J&F, alega que a aposta na publicidade com o cantor foi “ousada”, mas não deu certo. A escolha por Roberto Carlos, segundo executivos da JBS, dona das marcas, se deu porque souberam que o cantor, vegetariano, havia voltado a comer carne depois de quase 30 anos. Nos comerciais da Friboi, o cantor aparecia em uma mesa de restaurante e contava a amigos que pediu um prato com carne porque havia deixado de ser vegetariano.
Pouco tempo depois de o primeiro comercial ir ao ar, Roberto Carlos se pronunciou a jornalistas sobre o assunto e disse que não foi vegetariano, só não comia carne vermelha, “mas comia peixe e frango”. O rompimento do acordo, avaliado em 45 milhões de reais, levou a JBS e o cantor a uma briga na Justiça em torno da indenização a ser paga em caso de cancelamento do contrato, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Roberto Carlos pede uma multa de 7 milhões de reais pela rescisão, enquanto o JBS só aceita pagar 3,2 milhões de reais.

ELEIÇÃO NA CÂMARA FEDERAL: EDUARDO CUNHA PARTE PARA O CONFRONTO

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Líder do PMDB acelera candidatura a presidente da Câmara em choque com o governo; "Não sou candidato de oposição, mas também não quero ser submisso ao governo", disse ele nesta segunda-feira; vai ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), amigo da presidente Dilma Rousseff, e pede apoio explícito; indecisão do PT entre lançar Arlindo Chinaglia ou Marco Maia ajuda na movimentação de Eduardo Cunha; em meio à montagem de ministério, votos para a eleição entre os deputados, marcada para fevereiro, ficam mais valiosos; tucanos prontos para engrossar candidatura dele; petistas sem favoritismo

MINAS GERAIS: GOVERNADOR JÁ VISUALIZA BASE SÓLIDA NA ASSEMBLEIA

Fernando Pimentel já vislumbra uma base parlamentar com 47 deputados, número que lhe garante a maioria simples na ALMG de 77 membros e ainda coloca o seu governo bem perto de obter os dois terços (51 deputados) para aprovação de emendas constitucionais

MINAS GERAIS: GOVERNADOR ELEITO, FERNANDO PIMENTEL PEGARÁ UM ESTADO QUEBRADO

A expectativa do governador eleito em Minas, Fernando Pimentel (PT), de assumir o Executivo dando uma nova cara ao Estado, com mudanças previstas já no primeiro mês de gestão, pode encontrar uma barreira. Dados atualizados sobre o caixa estadual mostram que a arrecadação está abaixo do esperado. E só no orçamento previsto para o ano que vem, o petista já não poderá contar com pelo menos R$ 6 bilhões – o equivalente a 7,3% da receita total do Estado. O recurso precisará ser destinado ao pagamento de empréstimos e da dívida pública mineira com a União. 
  
temor com relação à baixa disponibilidade de recursos para investimentos – com queda prevista de R$ 500 milhões – e despesas tem gerado uma expectativa negativa em lideranças do PT e em pessoas próximas a Pimentel. Tanto que alguns parlamentares defendem e já colocaram em discussão a contratação de uma auditoria para avaliar possíveis rombos nos cofres.
 
“As informações nunca são completas. Já são R$ 20 bilhões em empréstimos para os próximos anos. Só com uma auditoria será possível saber o que realmente está acontecendo e as dificuldades que vamos ter”, argumenta o deputado estadual Adelmo Carneiro Leão (PT). A situação fiscal de Minas também é alvo da comissão de transição de Pimentel, que neste mês passou a ter acesso aos documentos do governo e, agora, trata o tema como “prioridade total” para definir ações administrativas no próximo ano.
 
WILL NUNES:
 
Isso a grande mídia não fala. Que os tucanos quebraram o estado nos 12 anos que tiveram governando um dos estados mais ricos e importantes do país. Cadê o tão fala choque de gestão?

BELO HORIZONTE: PREFEITO COLOCA AS UNHAS DE FORA

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Prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) diz ter um acordo com o PSDB de Aécio Neves para eleger seu sucessor na capital do Estado que será comandado pelo PT de Fernando Pimentel: “Não é possível esse negócio de candidato no bolso do colete. A Prefeitura de Belo Horizonte vai ser muito cobiçada em 2016”; sobre a derrota do tucano em Minas, afirma que, a exemplo das outras eleições à Presidência, “o próprio poder dominante treinou o povo a votar no PT em nível nacional”

 
    

VAZANTE-MG: EX-PREFEITO COM POPULARIDADE EM ALTA NA TERRA DE ANTÔNIO ANDRADE

Sem sombra de dúvida o grande nome dessa eleição na terra do vice-governador eleito de Minas, Antônio Andrade foi o ex-prefeito Orlando Fialho, ele foi fundamental para fazer majoritário Newton Cardoso Jr. (dep. federal) e Tadeuzinho (dep. estadual). O resultado fez seu nome ser ovacionado pela a oposição para sair candidato a prefeito em 2018. Além disso o governador eleito Pimentel e a presidenta Dilma tiveram votações expressivas no município. Fialho é uma das lideranças que segue com fidelidade a cartilha do deputado federal e vice-governador eleito Andrade.
 

MONTES CLAROS: TADEUZINHO COMEÇA CAMINHAR COM AS SUAS PRÓPRIAS PERNAS

Apesar de não ter tido uma expressiva votação como esperava em Montes Claros reflexo do desgaste político do seu pai, o ex-prefeito Tadeu Leite, o deputado Tadeuzinho começa andar com as suas próprias pernas buscando espaço em um novo cenário que começa surgir no universo montes-clarense.

PAULO MOREIRA LEITE: NEM COM AOPOIO DA MÍDIA E ESTRUTURA DE PODER OS TUCANOS VOAM PARA O PLANALTO

A mitologia de que o PSDB é um partido frágil, incapaz de enfrentar os governos do PT, acompanha a política brasileira desde 2006, quando  Lula conseguiu aquilo que os analistas conservadores julgavam impossível: reelegeu-se por folgada margem de votos  um ano e meio depois de Roberto Jefferson fazer as denúncias da AP 470.
 
Depois de prever um fracasso histórico por várias gerações assim que o país tivesse “experimentado o PT” em 2002, a oposição apostou em três CPIs e na moralidade seletiva dos meios de comunicação para arrancar Lula do Planalto. Em sua imensa dificuldade para reconhecer que o novo governo fora capaz de criar raízes profundas junto a maioria da população,  a partir de uma política inédita de distribuição de renda, criou-se a teoria de que Lula não havia vencido a reeleição em 2006 — a oposição é que fora derrotada por suas próprias fraquezas e pela incapacidade de explorar as falhas do adversário. Também nasceu a teoria de que a população pobre, eleitora de Lula, é mais tolerante com a corrupção dos que os ricos, os bem nascidos e os bem estudados.
 
A teoria  de que Lula fazia um governo sem méritos reais, mas era uma espécie de beneficiário da incompetência alheia, reapareceu em março de 2010 quando ficou claro que Dilma Rousseff, uma ilustre desconhecida fora dos gabinetes do Planalto, ameaçava emplacar uma terceira vitória consecutiva para o PT. A suposta fragilidade tucana serviu como justificava para uma postura abertamente partidária dos meios de comunicação, como admitiu Judith Brito, presidente da
Associação Nacional de Jornais e superintendente da Folha de S. Paulo:
– A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo [Lula].
 
A oposição, liderada pelo PSDB, tem, certamente, uma fraqueza do ponto de vista democrático: há 12 anos não consegue reunir votos em número suficiente para ganhar as eleições. Com a reeleição de Dilma, em 2018 terá completado um jejum de 16 anos longe do poder. É um recorde num país onde o próprio Lula perseguiu a presidência incansavelmente entre 1989 e 2002, conseguindo a vitória após 12 anos de jejum.  As derrotas consecutivas de Lula naquele período eram acompanhadas por piadinhas e comentários grosseiros. Falava-se em sua “teimosia”. Também se perguntava por quantas vezes ainda iria  “insistir” em disputar a presidência. Lula acumulou forças, em três campanhas, para conquistar o voto da maioria dos brasileiros, sem dar chance a ninguém, em 2002.
Esta foi e continua sendo sua força.
 
Mesmo derrotada quatro vezes consecutivas, a oposição conserva instrumentos permanentes de poder, que não foram nem serão partilhados voluntariamente com seus sucessores. O PSDB sempre buscou o acesso ao poder, mesmo quando não tinha votos para isso. Em 2005, Fernando Henrique Cardoso disse em entrevista a Exame que Lula poderia permanecer no Planalto  — desde que desistisse da reeleição. Em 2007, o PSDB teve receio que Lula preparasse uma emenda constitucional que lhe permitiria disputar o terceiro mandato — e orquestrou uma campanha preventiva para impedir que, copiando o gesto de FHC em 1997, Lula tentasse aprovar uma emenda para disputar um terceiro mandato no Planalto, que lhe permitiria ficar na presidência por um período inferior ao de François Mitterrand no Eliseu  e Margaret Thatcher em Downing Street.
 
O acesso preferencial às estruturas repressivas do Estado — Polícia Federal, Ministério Público,  Judiciário — permite a oposição um tratamento peculiar. Impede, por exemplo,  que os dissabores que amargaram os petistas na AP 470 possam repetir-se no mensalão PSDB-MG. Mais antigo do que o esquema em que se envolveram os petistas, o PSDB-MG sequer foi julgado em primeira instância e ainda se encontra na fase de ouvir testemunhas numa Vara Criminal em Belo Horizonte. Divulgado a conta-gotas, o inquérito sobre a operação Lava-Jato tornou-se uma arma dirigida contra o Partido dos Trabalhadores.
 
O apoio dos meios de comunicação pode ser comprovado matemáticamente pelo Manchetômetro.   A Bolsa de Valores subiu e desceu no compasso de Aécio.
 
O país assistiu, nas 72 horas anteriores ao segundo turno, a uma tentativa de golpe eleitoral midiático que conseguiu retirar entre três e seis milhões de votos de Dilma, mas não teve força para impedir sua vitória. O dia da eleição foi marcado desde a madrugada por uma tentativa de assalto ao poder, com rumores falsos, mobilização subterrânea para distribuir capas da VEJA e mentiras destinadas a gerar o pânico e paralisar as autoridades. Não faltaram sequer pesquisas fabricadas que, em caso de necessidade, poderiam ser usadas para justificar uma alteração repentina dos resultados.
No necessário retorno a normalidade, ocorreram cenas inaceitáveis a favor de uma intervenção  militar, estimuladas pelo ambiente de intolerância que a tentativa de golpe midiático ajudou a criar.  Vozes responsáveis reagiram com indignação que merece registro.
Mas nada se investigou, ninguém foi chamado a explicar-se, sugerindo que tudo ficará por isso mesmo.
 
Nos días posteriores a vitória de Dilma, os adversários tentam impor sua agenda a Dilma. Denunciam seu direito constitucional a indicar ministros do Supremo assim que eles completarem a idade-limite de 70. A falsa tese da oposição fraca ajuda a alimentar a ainda mais falsa tese do governo bolivariano.
Forte? Frágil

MEGA-SENA DA VIRADA: R$ 240 MILHÕES

megaviradaComeçam hoje (10) as apostas para a Mega da Virada. O sorteio acontece no próximo dia 31 de dezembro. A estimativa é que o concurso 1.665 pague um prêmio de R$ 240 milhões, de acordo com a Caixa Econômica Federal.
A aplicação do valor integral na poupança pode render R$ 1,4 milhão por mês – ou cerca de R$ 46 mil por dia, segundo a Caixa. O prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números e assim sucessivamente. A aposta mínima é de R$ 2,50 e pode ser feita em qualquer lotérica do Brasil.

VIDEO DE CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO NAS ESTRADAS


Chamando atenção em inusitado e forte vídeo, campanha do Governo da Nova Zelândia visa conscientizar o cuidado nas estradas. No episódio, dois carros estão prestes a enfrentar uma batida em uma das vias do país. O primeiro vem em alta velocidade. O segundo atravessa a pista sem cuidados.
O inédito da situação é a paralisação temporal que acontece antes do suposto acidente de trânsito. Nos segundos anteriores à batida, o tempo simplesmente para. Em seguida, os dois motoristas tomam consciência, discutem e lamentam a situação que os espera. “Outras pessoas erram. Diminua a velocidade”, diz a forte campanha. Veja a seguir o vídeo da agência de transporte.

FIGURAS HISTÓRICAS DEIXAM O SENADO

simon senado
O Correio Braziliense destaca que Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Simon (PMDB-RS), José Sarney (PMDB-AP) e Casildo Maldaner (PMDB-SC) estão entre os senadores com mais de 10 anos de Casa que não renovaram os mandatos para 2015. Alguns por vontade própria, como Sarney, Maldaner e outros 10 parlamentares que preferiram não disputar as eleições deste ano. Outros cinco — entre eles, Simon e Suplicy — não foram reeleitos. Assim, passado o primeiro turno das eleições, vários desses personagens têm ocupado a tribuna do Senado nos momentos de pouca atividade e baixo quórum para se despedirem da instituição e da vida pública. Alguns chegaram a se emocionar, como Suplicy, que soma mais de 20 anos na Casa. Afinal, o Senado, como definiu o antropólogo, educador e ex-senador Darcy Ribeiro (1922-1997), “(…) é melhor do que o céu, pois nem é preciso morrer para estar nele”.
Simon escolheu a segunda semana após o primeiro turno das eleições para dizer adeus. Era uma quarta-feira, 15 de outubro, na qual se comemorava o Dia do Professor, e o plenário estava praticamente vazio. No microfone, se revezavam os senadores Casildo Maldaner, Cristovam Buarque (PDT-DF) e Ana Amélia (PP-RS), que perdeu a disputa pelo governo gaúcho. Derrotado por José Serra (PSDB-SP) dias antes, Suplicy presidia a sessão. “Como para Vossa Excelência, senador, também para mim não vai ser fácil mudar os 30 anos, os 32 anos de convivência nesta Casa”, disse-lhe Simon ao tomar a palavra. Juntos, os dois somam mais de 60 anos de Senado. “Já antes da eleição, eu tinha me despedido, comunicando aos meus irmãos que, aos 84 anos — completando 85 exatamente em 31 de janeiro, quando encerro meus 32 anos de Senador —, acho que a missão nesta Casa estava cumprida”, lembrou Simon.

CAI HOJE PARCELA DO FPM DOS MUNICÍPIOS

fpm1Hoje, 10 de novembro, será creditada a primeira parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). As prefeituras receberão R$ 3.462.884.877,55, com a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Já em valores brutos, somada a retenção do Fundo o valor será de R$ 4.328.606.096,94.
Esse 1.º decêndio soma R$ 4,328 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o o valor ficou em R$ 4,285 bilhões – valores brutos. Em termos reais esse primeiro repasse registrou um aumento de 1% em relação a repasse do mesmo período do ano passado. No acumulado de 2014 o FPM apresenta crescimento de 3,4%, em termos reais, e soma R$ 67,558 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o acumulado ficou em R$ 65,331 bilhões.
Esse 1.º decêndio de novembro de 2014, está maior em 49% se comparado com o 1. º decêndio de outubro de 2014. Porém, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra os gestores municipais que tenham prudência. A última projeção da Receita Federal, feita no começo do mês passado para o repasse total do mês de novembro, é de aumento de 55% em relação ao mês de outubro.

CAI A VIOLÊNCIA EM ACIDENTES DE TRÂNSITO

acidente carnavalAs mortes em acidentes de trânsito caíram 10% em todo o país no ano passado, segundo dados do governo federal. A redução interrompe uma sequência de aumento da violência no trânsito, que durava havia três anos, e também representa a queda mais expressiva desde 1998, quando as mortes diminuíram em 13%.Apesar disso, os números estão longe dos registrados em países desenvolvidos.
Dados preliminares do SUS (Sistema Único de Saúde) apontam que foram 40,5 mil vítimas em 2013, ante 44,8 mil no ano anterior. A estatística coincide com o primeiro ano de vigência da Lei Seca mais rigorosa, que dobrou o valor das multas. Também passaram a ser aceitos novos meios de provar a ingestão de álcool, além do bafômetro, e a classificação do crime de trânsito por dirigir embriagado ficou menos rígida –ou seja, ficou mais fácil para o infrator ser enquadrado como criminoso.

PMDB QUER O MINISTÉRIO DOS ESPORTES

O PMDB do Rio quer o Ministério do Esporte no próximo mandato da presidente Dilma. O peso da vitória eleitoral de Dilma no estado, a realização das Olimpíadas de 2016 na cidade do Rio e a intenção de projetar um sucessor para o prefeito Eduardo Paes justificam a demanda. Os líderes do partido, o governador Luiz Fernando Pezão e Paes, negam, mas nos bastidores operam com esse objetivo.

MONTES CLAROS: PAULO GUEDES NÃO TERÁ VIDA FÁCIL PARA CHEGAR A PREFEITURA

Apesar da expressiva votação obtida na última eleição o deputado estadual Paulo Guedes (PT) terá que percorrer ainda um longo caminho caso queira viabilizar seu nome com chances reais de vitória na eleição para prefeito de Montes Claros ( 2018). 

O alinhamento natural que ele achava que iria acontecer naturalmente com o deputado estadual Tadeuzinho para atrair o PMDB não será uma tarefa muito fácil. Os peemedebistas podem até deixar a administração do prefeito Rui Muniz, mas não será agora. O partido deve dá mais um tempo para o prefeito tentar recuperar sua  popularidade, caso contrário aos poucos buscará outros caminhos, que com certeza não será de apoio automático a ala petista liderada por Paulo Guedes.