quarta-feira, 12 de agosto de 2015

CUNHA AOS POUCOS VAI FICANDO ISOLADO

Postado por: DANIELA MARTINS 
Com acerto desta semana entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que enfraquece no Congresso o movimento pró-impeachment, os oposicionistas se arriscam a ficar isolados com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o comandante da Câmara.
A oposição no Congresso ficou ancorada apenas em Cunha, que, na prática, tem sido o principal adversário do governo nesta crise política. Cunha dirige com audácia e competência a Câmara, liderando um grande grupo de deputados. Mesmo enfraquecido pela acusação de que teria recebido US$ 5 milhões de propina do delator Júlio Camargo, o que ele nega, Cunha vem recebendo apoio da oposição porque a abertura de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma passa por uma decisão dele.
Havia também contatos do presidente do Senado com a oposição, mas eles perderam força na medida em que Dilma abraçou a chamada “Agenda Brasil”, cheia de propostas polêmicas e contrárias aos movimentos sociais dos quais o governo quer se reaproximar. Mas a presidente enxergou uma boia no gesto de Renan Calheiros e a agarrou, mesmo que alguns pontos da agenda morram pelo caminho.
Ficar ancorada em Eduardo Cunha é arriscado para a oposição, porque, em breve, ele deverá ser denunciado pela Procuradoria Geral da República ao STF (Supremo Tribunal Federal). A consistência dessa denúncia dirá se ele terá condição de se manter na presidência da Câmara, como ele tem dito que pretende fazer. Apostar em Cunha pode se revelar um erro de parte da oposição.
Numa semana em que o governo amenizou seu isolamento político, a outra aposta da oposição para voltar a enfraquecer Dilma perante deputados e senadores são os protestos marcados para o próximo domingo.
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Para o governo, a primeira forma de enfrentar as manifestações de domingo é usar o discurso de que, numa democracia, os protestos são naturais. Mas é claro que há temor de que o volume das manifestações e a sua extensão por todo o país piorem a situação política da presidente.
Já é esperado um protesto forte em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas será preciso ver a intensidade em outras capitais e cidades médias das demais regiões.
Para fazer frente às manifestações, o governo tem procurado dar demonstrações de que diminuiu o seu isolamento político. É verdadeira a impressão de que o começo desta semana está um pouco melhor para o governo do que final da semana passada.
A presidente voltou a fazer discursos praticamente diários, repetindo o que Lula usava em seu governo para marcar presença na imprensa quase todos os dias. É uma forma de disputar a narrativa da crise. Houve também essa reaproximação com os senadores aliados. Dilma jantou ontem com integrantes dos tribunais superiores, fazendo um gesto para o Judiciário. Nos bastidores, está disposta a fazer um acordo para reajuste salarial do Poder Executivo.
Dilma participará hoje do encerramento da Marcha das Margaridas, que são as trabalhadoras do campo e da floresta que anualmente fazem suas reivindicações em Brasília. Deverá receber membros de movimentos sociais até sexta.
Dilma está fraca, mas não está derrotada. E quer mostrar alguma recuperação de força política antes dos protestos de domingo, sempre com o discurso de que foi eleita e de que resistirá a pressões pela sua saída do poder.

ATO PRÓ-LULA


Ricardo Stuckert/Instituto Lula:
O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a CUT de São Paulo preparam um ato em defesa da democracia no domingo (16), mesmo dia em que manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff estão agendadas em várias cidades do país; o ato será realizado em frente ao Instituto Lula, a partir das 13h; este será o segundo ato no local, que foi alvo de um ataque a bomba no último dia 30; "Não permitiremos que nossa principal liderança seja atacada ou mesmo ameaçada por setores ou pessoas que não têm responsabilidade com a democracia e que nunca se importaram com os trabalhadores. O legado vitorioso construído pelo ex-presidente Lula trouxe muitos avanços para o País e conquistas para os trabalhadores e para toda a sociedade brasileira. As ações do governo Lula retiraram o Brasil das trevas", diz texto publicado no Facebook que anuncia a manifestação.

TCU PODE ESFRIAR A OPOSIÇÃO


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Tribunal de Contas da União pedirá mais esclarecimentos à presidente Dilma Rousseff sobre as chamadas 'pedaladas fiscais'; decisão deverá ser tomada na sessão desta quarta-feira 12 pelo ministro Augusto Nardes, relator das contas do governo federal referentes a 2014, e esfria consideravelmente o plano da oposição de tirar Dilma do poder; reprovação das contas pelo TCU, e depois pelo Congresso Nacional, é a principal esperança dos tucanos para o impeachment; agora a presidente terá prazo maior para se defender das acusações de que cometeu crime de Responsabilidade Fiscal; prazo para defesa pode ser de até 30 dias, mas ainda não está definido.

PMDB REBELDE PEDE ALMOÇO COM TEMER

A ala do PMDB que faz oposição ao governo Dilma pediu um almoço com o vice Temer. Seus integrantes se sentem isolados. “Não queremos ser o menino rebelde sem causa. Não podemos ficar no limbo”, disse um deles. Alguns relutam com os protestos de rua. A maioria da bancada quer se unir aos senadores da sigla. Os dissidentes querem ouvir de Temer qual o espaço que lhes caberá no latifúndio governista. 

SENADOR DEFENDE ZICO NA FIFA


álvaro do paranaCalma gente! Não é o deputado estadual norte-rio-grandense Álvaro Dias. É o senador do Paraná Álvaro Dias: Confira:
Excelente iniciativa do senador Álvaro Dias (na foto). A Comissão de Educação, Cultura e Esporte aprovou o requerimento de autoria do parlamentar para o apoio formal à candidatura de Zico à presidência daFederação Internacional de Futebol. Se o galinho tiver sabedoria para se cercar das pessoas com a mesma índole que os brasileiros e amigos mais próximos conhecem, a mudança na Federação será radicalmente positiva.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

DILMA EM BAIXA É MOTIVO DE CRIATIVIDADE NA INTERNET

MISSÃO IMPOSSÍVEL

CASTELO DO SAUDOSO CANTOR SERTANEJO JOSÉ RICO VAI VIRAR HOTEL TEMÁTICO

castelo de ze rico
A família do cantor José Rico, da dupla com Milionário e que morreu em março deste ano aos 68 anos, já sabe o que fazer com o “castelo” de aproximadamente 100 quartos deixado pelo músico. O local, que está em construção e fica às margens da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Limeira (SP), deverá reunir um museu para contar a história dos cantores e um hotel temático. A informação foi confirmada na segunda-feira (10) pela assessoria de imprensa dos sertanejos
G1

COM A PALAVRA, DELFIM NETTO


Conversa Afiada reproduz trechos da coluna de Delfim Netto, no Valor:


É tempo de todos colocarmos de lado o pensamento mágico e colaborarmos para o bom funcionamento das sólidas instituições que construímos. É preciso respeitar um mínimo da lógica econômica que tem sido usada nos últimos cem anos em todas as sociedades relativamente civilizadas: produz uma módica liberdade de iniciativa individual, uma progressiva igualdade de oportunidades e alguma eficiência produtiva, que é a possibilidade de fruição das outras duas

É preciso incorporar o fato que quem foi eleito legitimamente (e Dilma o foi!) só pode ser privado da missão que recebeu da maioria nas urnas com a mais rigorosa observância do rito constitucional, e uma vez provado materialmente que cometeu, ou se beneficiou, de eventual desvio de função. A “vontade” expressa nas amostragens da opinião pública, por mais exatas e fiéis que sejam; a “gritaria raivosa” no hospício a céu aberto da Câmara dos Deputados; as “passeatas cívicas” dominicais e os “panelaços mal-educados” das zonas abastadas podem pretender revelar o “espírito da sociedade” com relação ao governo. São, entretanto, absolutamente inservíveis como prova para aquela finalidade.

(…)

premido pelas circunstâncias, teve a coragem de optar pela política econômica que combatera ferozmente durante a campanha eleitoral de 2014. Em condições normais de pressão e temperatura isso teria sido um pecado “venial”, mas, dados aos fatos supervenientes, transformou-se num pecado “capital’

O brasileiro não tem mais tempo para continuar paralisado ou meter-se em novas experiências políticas e econômicas. Ele sabe que está ameaçado de perder o seu emprego, e, assim, de destruir sua família. Sente o risco de ser empurrado para uma correção de rumo fora do controle do governo com a perda do grau de investimento pelo país.

É tempo, pois, de a presidente Dilma reafirmar o seu caráter e recuperar o seu protagonismo. De apresentar à sua “base” um conjunto de projetos fundamentais nos campos orçamentário, tributário, trabalhista, previdenciário, e de cooptar o Congresso para enfrentar os graves obstáculos que consomem a energia do nosso crescimento inclusivo e e sustentável. Em benefício do próprio Legislativo, aliás, que terá a oportunidade de recuperar, também, algum respeito da sociedade.

(…)

O ideal para o futuro do Brasil é que Dilma recupere o prestígio e o respeito que recebeu da maioria absoluta dos votos válidos no processo eleitoral. Qualquer outra solução fora da rigorosa disciplina constitucional será um atraso institucional e será ineficiente. Os mesmos problemas (como por exemplo, o desequilíbrio fiscal “estrutural”, que explodiu no seu colo, mas não foi apenas obra sua) vão continuar. Não serão resolvidos enquanto a sociedade não entender que precisa mobilizar-se para pressionar o Executivo e o Legislativo, independentes mas cooperativos e harmônicos, para que cada um cumpra o seu papel nas mudanças institucionais que o Brasil precisa, mas às quais se opõem as minorias organizadas próximas do poder incumbente eventual. Elas adquiriram “direitos palpáveis” à custa dos abstratos “direitos difusos” da ingênua maioria.

PR PODE DEIXAR O GOVERNO

Partido da República (PR) convocou dirigentes de todos os estados para encontro, hoje (11), em Brasília. Na pauta, o provável afastamento do Governo Dilma, onde ocupa o Ministério dos Transportes. Se a revoada for confirmada será, na prática, o terceiro partido a minguar os votos governistas no Congresso. Na semana passada, PDT e PTB caíram fora, mas, paradoxalmente, não entregaram os cargos.

DILMA EM QUEDA LIVRE

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AÉCIO CADA VEZ MAIS ISOLADO


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Três movimentos praticamente simultâneos liquidaram o esboço de golpe que vinha sendo liderado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado na última eleição presidencial; o primeiro ato foi a declaração de João Roberto Marinho, um dos sócios da Globo, de que o sucessor da presidente Dilma Rousseff será quem vencer a disputa presidencial de 2018; em seguida, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que 'a questão do impeachment não está colocada'; ontem à noite, no terceiro ato, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso Nacional, sinalizou que o Brasil tem condições de retomar a governabilidade, ao lançar a Agenda Brasil, que prevê reformas fiscais de longo prazo; com seu estilo incendiário, que é a negação do espírito de Tancredo Neves, Aécio sairá da crise atual menor do que entrou e dificilmente conseguirá ser o candidato tucano em 2018.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que no fim de semana concedeu uma entrevista prevendo que será chamado em breve a salvar o País (leia aqui), foi abandonado à beira da estrada.
Nos últimos dias, três movimentos simultâneos praticamente liquidaram a possibilidade do golpe contra a democracia, que vinha sendo tramado e liderado por aliados de Aécio.
O primeiro ato se deu no encontro entre João Roberto Marinho, um dos sócios da Globo, e senadores petistas, quando ele afirmou que o sucessor de Dilma será aquele que conseguir se eleger em 2018 (leia aqui). Mais do que respeitar o calendário eleitoral e abandonar o golpe, a Globo também rifou Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, que seria peça-chave na orquestração golpista (leia aqui).
O segundo ato partiu daquele que, no PSDB, reúne hoje as melhores condições para se colocar como candidato natural do partido: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ontem, ao participar de uma homenagem ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, ele afirmou que 'a questão do impeachment não está colocada' (leia aqui).
Não é exatamente o que pensam tenentes aecistas, como o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), mas o fato é que a opinião de Alckmin tem muito mais peso.
Por último, o terceiro ato ocorreu na noite de ontem, quando, em sintonia com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), lançou a chamada "Agenda Brasil", um pacote de reformas de longo prazo, que sinalizam a retomada da governabilidade e da responsabilidade fiscal.
Os três movimentos, simultâneos, podem ser resumidos numa frase: Dilma fica, terá condições de governar e Geraldo Alckmin será o candidato do PSDB em 2018.

PREFEITOS PEDEM FIM DO IMPASSE


Em meio ao recrudescimento da crise política e econômica que acomete o país, a FNP (Frente Nacional dos Prefeitos) vai divulgar nesta segunda-feira (10) uma carta para posicionar a entidade às vésperas das manifestações contra o governo, marcadas para o próximo domingo (16).
Segundo o documento, é necessário que governo e parlamentares superem impasses políticos antes que eles “comprometam o futuro do nosso país”.
Os prefeitos reconhecem o agravamento da situação política e econômica do Brasil e pedem uma “estratégia de crescimento que recupere a estabilidade e promova o desenvolvimento sustentável”. “Nesse contexto, é indispensável remover as eventuais dificuldades existentes no encaminhamento das discussões legislativas, além de estabelecermos uma mesa permanente de discussões técnicas com o Executivo Federal”, diz o texto.

AGENDA SUPERPARTIDÁRIA

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O presidente do Senado, Renan Calheiros, discutiu nesta segunda-feira (10) com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, a elaboração de uma agenda suprapartidária de interesse nacional. A ideia é que o Congresso Nacional contribua com o governo na busca de soluções que apontem para a retomada do crescimento e o aumento da segurança jurídica.
– Foi uma conversa na procura de uma agenda harmônica, que aponte em direção ao futuro. É uma colaboração do Congresso Nacional, com base na isenção e independência do Congresso. Quanto mais independente, mais o Congresso vai poder colaborar com uma saída para o país – disse Renan, na saída do encontro na residência oficial.

STJ: RETORNO DE 60% DOS SERVIDORES DO INSS

O Superior Tribunal de Justiça decidiu na noite desta segunda-feira que, até sexta-feira, pelo menos 60% dos servidores do INSS vão ter de comparecer ao trabalho. O pedido foi feito na semana passada, pelo governo federal. A decisão, em caráter liminar, determina que, se esse percentual não for respeitado, a Fenasps, federação que representa os servidores da Previdência Social, será multada no valor de 100 mil reais por dia. A previsão é de que a decisão do STJ seja publicada na quinta-feira e, só então, entre em vigor.
Logo após a decisão judicial, o Comando de Greve se reuniu para planejar o que fazer. Procurada pela reportagem, a Fenasps não se pronunciou. Nesta terça-feira, a greve do INSS completa 35 dias. A paralisação afeta serviços como perícia médica e concessão de benefícios.

domingo, 9 de agosto de 2015

PSD PODE LANÇAR CANDIDATURA PRÓPRIA EM BELO HORIZONTE

O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, presidente licenciado do Partido Social Democrático (PSD), afirmou no sábado, em Belo Horizonte – onde participou da convenção estadual do partido –, que a meta para 2016 é lançar candidatura própria em todos os municípios mineiros, inclusive à prefeitura de BH.
O principal nome apontado pelos líderes do partido para disputar o comando de Belo Horizonte no ano que vem é o do deputado federal Diego Andrade (PSD-MG), eleito ontem presidente do diretório estadual da legenda. Para a prefeitura de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o deputado federal Odelmo Leão (PP-MG), que já garantiu migrar para o PSD, é o mais cotado.
No encontro, o ministro também falou sobre as crises econômica e política e defendeu a presidente Dilma Rousseff. “A beleza da democracia está na divergência das opiniões. O PSD respeita qualquer manifestação contra o governo. Mas tenho convicção de que a presidente irá cumprir seu mandato para consolidar a história bonita de vida que ela tem. Não há razões para que ela seja afastada”, disse.
Sobre as negociações de Dilma para uma reforma ministerial, Kassab disse não saber da medida. “Não posso admitir que irá existir, porque quem comanda e estrutura a equipe é a presidente da
 
República. Não ouvi nenhuma manifestação dela de que haverá”.
 
Ex-presidente do PSD em Minas e atual suplente de senador, Alexandre Silveira se declarou contrário à posição do ministro. “Não defendo o impeachment, mas acredito que já existem provas suficientes para que as contas da presidente sejam reprovadas. O Judiciário será o grande protagonista da mudança nacional”, afirmou. 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

PT EM CLIMA DE OTIMISMO NA TV



No programa do PT que será exibido em rádio e televisão na noite desta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff destaca que "estamos em um ano de travessia e esta travessia vai levar o Brasil a um lugar melhor. Estamos atualizando as bases da economia e vamos voltar a crescer com todo nosso potencial"; Dilma também afirma que o povo brasileiro "não se satisfaz com pouco e que passou a esperar e exigir muito dos governos e empresas"; inserção é apresentada pelo ator José de Abreu, que defende o caminho da "esperança" para enfrentar a atual crise política, em vez do "pessimismo", e traz discursos do ex-presidente Lula e do presidente do partido, Rui Falcão.

PL VEM AI!

Apesar do título de reportagem da Folha de São Paulo desta quinta-feira (6) ser taxativo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não se pronunciou sobre o pedido de criação do Partido Liberal (PL). O que houve, de fato, é que há alguns meses o PL pediu para ser iniciado o processo de análise do novo partido com o número mínimo de assinaturas. Foi isso que o TSE negou esta semana.
Para ser criado, o PL precisa apresentar 500 mil assinaturas conferidas pelos cartórios eleitorais dos municípios. Os dirigentes do partido garantem que, na próxima semana, estão protocolando o pedido de registro junto ao TSE com número de assinaturas maior que o necessário. Todas confirmadas com certidões.

PT MOSTRA O LADO QUANTO PIOR, MELHOR

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No programa partidário que vai ao ar em rede aberta na televisão na noite desta quinta-feira (6), o Partido dos Trabalhadores admite que o país vive uma crise econômica, afirma que o governo está trabalhando para contornar o problema e conclama os brasileiros a não deixar que ela se transforme em uma crise política, que “demora muito, e o sofrimento é imenso”.
E conclama o cidadão para evitar que isso ocorra: “Hoje, há uma pessoa capaz de evitar uma grave crise política no país: você/São mostradas imagens de políticos oposicionistas como os senadores Aécio Neves (PSDB­/MG), Ronaldo Caiado (DEM/­GO) e José Agripino (DEM­/RN) e o deputado Paulo Pereira da Silva (SD­/SP).

CÂMARA APROVA CONTAS DE EX-PRESIDENTES

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Os deputados federais aprovaram hoje (6) as contas dos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. A Comissão Mista de Orçamento já tinha dado parecer favorável à aprovação das contas de Lula (2006 e 2008), Itamar Franco (1992) e Fernando Henrique Cardoso (2002). Os pareceres aguardavam decisão do plenário da Câmara.
Nas contas do ex-presidente Itamar Franco, o parecer já tinha sido apreciado pelos senadores. Com a aprovação dos deputados, falta apenas ser promulgado pelo Congresso. O Tribunal de Contas da União (TCU) fez ressalvas às contas de 2006 e 2008, da gestão de Lula. No caso de 2006, foram apontados 27 questionamentos, como o descumprimento de metas previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O tribunal também fez ressalvas às contas de Fernando Henrique Cardoso, como superavaliação de restos a pagar e não inclusão de déficit e juros devidos pelo Banco Central no valor de R$ 18,2 bilhões. Essas contas serão apreciadas pelos senadores, em decorrência das ressalvas

FILHA DE SILVIO SANTOS: SEGUNDO FILHO COM DEPUTADO


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Patrícia Abravanel pode estar esperando o segundo filho, fruto de seu relacionamento com o deputado federalFábio Faria. De acordo com informações do jornal Agora S. Paulo, desta quinta-feira (6), comenta-se nos bastidores a suposta segunda gestação da apresentadora. Segundo a publicação, Patrícia nega a informação. A filha de Silvio Santos já é mamãe do pequeno Pedro, mascote da família.

SENADOR ROMÁRIO FAZ A VEJA ASSUMIR FALSO JORNALISMO


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O banco BSI informou em uma carta que o extrato de uma suposta conta do senador Romário (PSB-RJ) é "falso" e abriu uma queixa penal no Ministério Público de Genebra; a instituição financeira afirma no documento, enviado ao parlamentar, que o ex-jogador "não é o titular da conta", rechaçando assim reportagem da revista Veja, que noticiou a existência de uma conta de Romário com R$ 7,5 milhões, que não teria sido declarada à Receita Federal no Brasil.

FOLHA DE S. PAULO: EDITORIAL BATE FORTE EM EDUARDO CUNHA

Em mais um duro editorial contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o jornal da família Frias o acusa de colocar o Legislativo "a serviço de inconfessáveis objetivos pessoais".
Numa crítica que atinge também o PSDB, a Folha diz ainda ser "espantoso que tantos no Congresso Nacional se disponham a secundá-lo". Leia abaixo:
Desconcerto
Bastou um dia de sessão na Câmara dos Deputados para ficar evidente que o recesso parlamentar não arrefeceu o confronto entre Legislativo e Executivo. Pior, o conflito parece enveredar pela via arriscada do descontrole político e da chantagem desabrida.
Nem mesmo as decisões concertadas entre líderes partidários se mostram capazes de pôr a Câmara nos trilhos do interesse nacional.
Após intensas conversas, decidiu-se retirar da agenda o item da chamada pauta-bomba que equipararia vencimentos na Advocacia-Geral da União e na Polícia Federal aos vigentes no Judiciário. A trégua duraria três semanas, mas, em questão de horas, o plenário derrubou o acordo dos líderes.
Há duas hipóteses para explicar a confusa reviravolta; nenhuma é animadora. A primeira: falta de controle dos próceres sobre as suas bancadas. A segunda: que outra liderança –mais forte, mais influente e mais avessa aos trâmites democráticos– esteja em ação.
Todas as evidências apontam para o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Acossado pela acusação de recebimento de propina, o presidente da Câmara multiplica confirmações de sua prontidão para pôr a Casa a serviço de inconfessáveis objetivos pessoais.
Como um trator desgovernado, a bancada fiel a Cunha atropela e aleija não só o esforço para equilibrar as contas do governo federal neste momento de crise econômica. Também enlameia dois institutos valiosos para corrigir desvios nos rumos do país, a saber, as comissões parlamentares de inquérito e o mecanismo do impeachment.
As CPIs são esgrimidas pela Câmara como vergonhoso instrumento de pressão. Há boas razões para investigar o BNDES e os fundos de pensão associados ao governo petista, mas não são elas que movem a abertura das comissões e a exclusão do PT de sua direção.
O objetivo dos parlamentares é acuar uma presidente fraca e impopular. Para tanto, a Câmara de Cunha –com o apoio até do outrora comedido PSDB– não hesita em brandir a ameaça do impedimento de Dilma Rousseff (PT).
O impeachment é um recurso extremado da democracia para as raras situações em que se torna necessário ejetar um governante legitimamente eleito. Requer sólida comprovação jurídica de crime de responsabilidade, antes de mais nada, e depois o consenso político de que o mandatário perdeu toda a condição de governar.
Nenhum desses pré-requisitos está dado. Ao manobrar nos bastidores para que seus colegas mantenham viva a chantagem e camuflem suas impressões digitais, Eduardo Cunha dá mostras de que não mede as consequências de seus atos e maquinações para a República –e é espantoso que tantos no Congresso Nacional se disponham a secundá-lo.

LULA: OTIMISMO COM A RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA

Para o ex-presidente, Lula a recuperação da economia é uma "certeza absoluta" e pode ocorrer antes do que foi previsto inicialmente pelo próprio governo, a depender das condições internacionais

APRESENTADORES LIDERAM DISPUTA PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO

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Nem Fernando Haddad, nem Marta Suplicy; pesquisa aponta briga entre Record e Band no segundo turno da disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2016; segundo o instituto Paraná Pesquisas, o deputado federal e apresentador de televisão Celso Russomano (PRB) teria 33,5% das intenções de voto, contra 22,5% do também apresentador Datena; ex-prefeita e senadora Marta Suplicy aparece em terceiro, com 11,6%, deixando em quarto o atual prefeito da capital paulista, com 9,8%, e levando a corrida eleitoral para uma segunda etapa; Haddad tem aprovação de governo de 25,6%; tucano melhor posicionado na disputa é Bruno Covas.

KENNEDY ALENCAR: IRRESPONSABILIDADE NA CÂMARA


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Colunista Kennedy Alencar afirmou nesta quinta-feira, 6, que os partidos políticos agem com "irresponsabilidade econômica na Câmara" e que a oposição se nega a estabelecer diálogo com a presidente Dilma Rousseff; para ele, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), colocou a PEC que vincula os salários de advogados públicos e de delegados aos vencimentos dos ministros do STF "apenas para desgastar o governo"; "Ora, isso tem nome: sabotagem política do governo utilizando a Câmara e prejudicando a economia", criticou; "A oposição também fica mal na foto. É coadjuvante de Eduardo Cunha e se comporta com irresponsabilidade política e econômica", completou Kennedy.

DEPUTADA COBRA OPERAÇÃO LAVA JATO NOS GOVERNOS DE AÉCIO E ANASTASIA

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Ao comentar reportagem publicada pela revista Carta Capital, que aponta a obra da Linha Verde, em Belo Horizonte, como um dos "fiapos soltos" nas ramificações da Operação Lava Jato, a deputada Margarida Salomão (PT-MG) cobrou isenção do Ministério Público e da Polícia Federal na apuração de denúncias de corrupção, agindo de forma ampla, irrestrita e sem coloração partidária, em qualquer estado; iniciada em 2005, na gestão de Aécio Neves (PSDB-MG), a obra viária teve os valores acrescidos em 382%, segundo a matéria.

A deputada federal Margarida Salomão (PT-MG) cobrou investigação isenta por parte do Ministério Público e da Polícia Federal na apuração de denúncias de corrupção referentes à Operação Lava Jato, em qualquer unidade da federação e independente do partido.
As declarações foram feitas durante análise, pela parlamentar, de reportagem publicada nesta semana pela revista Carta Capital que aponta a obra da Linha Verde, em Belo Horizonte, como um dos "fiapos soltos" nas ramificações da Lava Jato. Iniciada em 2005, na gestão de Aécio Neves (PSDB-MG), a obra viária teve os valores acrescidos em 382%.
"A Lava Jato, ao desbravar a selva da corrupção brasileira, as deficiências das governanças, as más práticas empresariais na formação de cartel, deve fazê-lo em todas as unidades da federação em que isso tenha ocorrido ou, então, vamos realmente reduzir a operação a uma odiosa ação de perseguição política", disse.
"Não há porque os órgãos investigativos terem dúvidas relativas às gestões do PSDB de Minas Gerais, tanto na época do Aécio, quanto na gestão Anastasia; a apuração deve ter o mesmo rigor", defendeu a deputada.
A reportagem da Carta Capital informa que, durante busca e apreensão feita na casa do ex-presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, hoje delator da Lava Jato, foi encontrado um arquivo que detalha o relacionamento da construtora com os responsáveis por obras feitas nos tempos das gestões dos tucanos Aécio e Antonio Anastasia, em Minas Gerais.
Arquivo apreendido mostra nomes de funcionários do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Minas Gerais e do ex-secretário estadual de Transportes, Paulo Paiva. Os investigadores disseram que os arquivos referem-se à construção da Linha Verde – obra viária com 35,4 quilômetros de extensão, lançada em maio de 2005, para ligar o centro da capital mineira ao aeroporto de Confins.

AÉCIO E O PSDB: CUSTE O QUE CUSTAR - "QUEREMOS A CABEÇA DA DILMA"

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247-PSDB ainda não desistiu do impeachment, mas já avalia que o único caminho possível é buscar uma composição com o vice Michel Temer; entre os tucanos, o maior entusiasta desse golpe branco é o senador José Serra (PSDB-SP), que pretende ser ministro da Fazenda de um eventual governo Temer, assim como Fernando Henrique Cardoso foi de Itamar Franco; o governador paulista, Geraldo Alckmin, mandou avisar que, se depender dele, não deve haver impeachment – e, caso ocorra, o PSDB não deveria compor o governo; já o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que pretende usar os programas do PSDB para convocar manifestantes às ruas no dia 16 de agosto, pode terminar com sorriso amarelo; hipótese de impeachment duplo, com a cassação da presidente Dilma e do vice Michel Temer, já foi abandonada.
WILL NUNES:
Desde que perdeu a eleição Aécio Neves não pensa em outra coisa. Derrubar o governo Dilma de qualquer maneira, nem que para isso o país exploda! 

CRISE: A BOLA É SUA DILMA!

Para que o vice-presidente da República e articulador político do governo, Michel Temer (presidente nacional do PMDB), deixasse a fleuma de príncipe da Dinamarca e reconhecesse que “há algo de podre no reino” é porque a situação está fora de controle. De perfil técnica e gerencial, a presidente Dilma Rousseff (PT) tentou de tudo para não ter que se meter nos assuntos políticos e esse, provavelmente, foi o seu maior erro, como política e gestora. Não se abdica daquilo que é a sua principal missão, que é apontar os rumos do país. Se deixa de fazê-lo, ou não sabe como, o país também fica sem rumo e desorientado ante nossa cultura e tradição de sistema presidencialista. O país ficou sem sua cabeça.

Quando o país, especialmente sua economia, ia bem, era fácil administrá-lo, mas, no surgimento dos problemas, a saída é chamar o presidente para consertar. Diante do aparecimento dos defeitos, Dilma foi transferindo responsabilidades e cobrando resultados, como uma gestora. Deixou a articulação política com o PT, e o resultado foi a trombada com o PMDB de Eduardo Cunha, que o derrotou e ao governo na eleição da presidência da Câmara dos Deputados. Em resumo, brigou com o principal e incômodo aliado. De lá para cá, o que ela fez? Chamou seu vice, Michel Temer, e toma que o filho é teu, já que ele, sendo presidente nacional do PMDB, que se entenda com Cunha.

Após a denúncia de envolvimento de Cunha com o esquema de desvios na Petrobras, ele rompeu com o governo, tirando de Temer as chances de obter resultados. No primeiro dia de trabalho, após o rompimento e após o recesso parlamentar, Cunha confirmou que ele é a própria bomba temida pelo governo e não as pautas que impactam os gastos públicos.

Por Orion Teixeira (jornalista hojemedia)

GOVERNO DE MINAS: MUDANÇA NA COMUNICAÇÃO

O governo oficializa hoje a mudança na Subsecretraria de Comunicação. Saem Ronald Freitas (Imprensa) e Epaminondas Neto (Publicidade); entram, respectivamente, Marcos Gimenez e Leonardo Valadares. Falam de perfil menos técnico e mais político, e que a comunicação será mais “agressiva” no sentido de divulgar mais os feitos do governo, mas não adianta aumentar a dose do remédio nem trocar o médico, quando a ideia sobre comunicação não é a certa.


CONGRESSO NACIONAL: PARLAMENTARES NA MIRA DO MORO


Moro
Os políticos trabalham com um cenário de crise sem precedentes no Congresso. Ele será maior que o da CPI dos Anões, em 93. O juiz Moro está amarrando o pacotão para enviar ao STF. Um presidente de partido estima que 20% dos 594 congressistas podem ser investigados. Estaria na lista gente de PT, PMDB, PP, PSB e até de siglas de oposição. O Supremo receberá de Moro a recomendação lastreada em algumas provas. 
Cenário na retomada do jogo
Os líderes da oposição soltam fogos com a nova prisão, pelo mesmo crime, do ex-ministro José Dirceu. Os ministros do governo minimizam, dizendo que é um repeteco (José Dirceu) e que as coisas não ficaram pior do que estão (economia). Um analista político sintetiza: “A situação política e econômica é muito grave, mas está estabilizada”. No caso da economia, o governo acredita que a crise chegou ao fundo. Quanto ao PT, o que eles dizem é que não tem como ficar pior. E que é grande o estrago entre os simpatizantes. “Há um misto de decepção, raiva e afastamento”, diz um petista. Enquanto isso, a oposição está à espera de novos fatos para decidir qual o próximo passo.

" REFLETIR "

PMDB E OS NOVOS FILIADOS: NÃO TERÃO ESPAÇO PARA DISPUTAR VAGA NA ASSEMBLEIA

A regra é clara, segundo a bancada estadual do PMDB de Minas: quem quiser se filiar ao partido terá a entrada autorizada. No entanto, os novatos não poderão se candidatar a uma vaga na Assembleia nas próximas eleições. Os interessados em mudar para o partido são bem-vindos desde que as pretensões políticas sejam de disputar uma prefeitura. Conforme adiantou o Aparte, este será um dos critérios para as adesões. Se os novos peemedebistas não conseguirem se eleger como prefeitos, terão que sair da legenda. O deputado estadual Cabo Júlio não vê o acordo como uma espécie de aluguel. “Se quiser concorrer a outro cargo, pode entrar, mas, se não vencer, nós não teremos o compromisso com ele para eleição proporcional. Caso contrário, na hora de montar uma chapa, ninguém vem”, diz Cabo Júlio

EDUARDO CUNHA ESTIMULA A CRISE POLÍTICA

Por 445 votos a favor e 16 contra, deputados aprovaram na madrugada de hoje (6), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 443/09) que vincula os salários de advogados públicos e delegados de polícia à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que é R$ 33,7 mil. O texto aprovado, feito pela comissão especial que analisou a proposta antes de ir a plenário, estabelece índice de 90,25% para a maior remuneração de cada carreira.

Durante todo o dia, governistas tentaram evitar a votação argumentando que a medida cria um impacto de R$ 2,4 bilhões no orçamento da União, segundo cálculos do Ministério do Planejamento. O esforço não foi suficiente para impedir que a matéria avançasse, mesmo com o requerimento de retirada de pauta que foi vencido pela maioria dos parlamentares.
Antes mesmo de a votação começar, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alertou que o texto cria gastos também para estados e municípios e disse que, da forma como está proposta, vai de encontro com o que o Parlamento tem defendido para o Pacto Federativo, incluindo a PEC 172, que impede transferência de encargos a estados e municípios sem a transferência de receita de contrapartida.
WILL NUNES:
Sob o comando de Eduardo Cunha o Congresso está colocando o governo nas cordas. Sem nenhuma reação da presidente,  Cunha faz o que quer com o apoio da mídia para sangrar o governo petista. Pior é que está levando o país para uma crise profunda que ninguém sabe aonde vai chegar.
Enquanto isso a elite rir, a direita festeja e o povo............

SENADO: REFORMA POLÍTICA

Os senadores da Comissão Temporária da Reforma Política têm prazo até a próxima terça-feira (11) para apresentar sugestões de mudanças ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) 75/2015, que modifica aspectos do atual sistema político-eleitoral. Além das emendas sugeridas pelos senadores, o relator, Romero Jucá (PMDB-RR), explicou nesta quarta-feira (5) que pretende adicionar ao texto propostas aprovadas pela comissão e sugestões do Tribunal Superior Eleitoral.

PREFEITOS: QUEREMOS 3 BILHÕES


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Prefeitos reunidos na Câmara dos Deputados cobraram nesta quarta-feira (5) um encontro de contas entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e as prefeituras, que reivindicam um pagamento de uma dívida que chegaria a cerca de R$ 3 bilhões. O dinheiro refere-se à compensação financeira paga pela Previdência aos municípios que instituíram regimes próprios de previdência para seus servidores, permitido pela Constituição.
A compensação é devida nos casos de servidores municipais que contribuíram, antes de entrar no regime próprio, para o INSS. O órgão é obrigado por lei a repassar para os municípios os valores que foram pagos pelos ex-segurados quando eles requerem a aposentadoria nas prefeituras (ou pensão, no caso dos dependentes).