segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

MONTES CLAROS: FALTA DE CHUVA

A Prefeitura de Montes Claros, no Norte de Minas, escavou 18 bacias para contenção de água das chuvas. Os reservatórios ficam na zona rural do município e têm capacidade de armazenar entre 50 e 300 mil litros de água, que serão absorvidos pelo solo, abastecendo os lençóis freáticos e nascentes.

De acordo com o presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Montes Claros, Adenilson Leite dos Santos, não chove de forma significativa na cidade há 30 dias. "Essas 18 bacias já estão prontas e uma delas está completamente cheia. A intenção da prefeitura é ampliar o programa para as demais comunidades. Inclusive, já é avaliada a contratação de máquinas para isso", disse.

Ainda segundo Adenilson, apesar da falta de chuva, não há nenhum tipo de racionamento instalado na cidade, mas estamos fazendo um trabalho de conscientização com toda a população para evitar um mal maior", finalizou o presidente. 

INVESTIGAÇÃO NA PETROBRAS PODE ALCANÇAR ÉPOCA DE FERNANDO HENRIQUE


A bancada do PT na Câmara dos Deputados tentará ampliar o leque de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que será instalada nesta quinta-feira (26). Conforme lembrou o líder do governo na Casa, deputado José Guimarães (PT-CE), o pedido de aditamento para que as investigações remontem aos anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, será apresentado pelo líder do PT na Câmara, deputado Sibá Machado (AC), ao plenário da comissão. A decisão de ampliar ou não será tomada pelo voto dos integrantes do colegiado.
“O líder Sibá já comunicou que há necessidade de um aditamento para que a apuração seja ampla, geral e irrestrita. Não só a partir de 2005, mas a partir de quando os chamados delatores anunciaram que faziam os malfeitos na Petrobras. Portanto, é apurar tudo desde 1997, conforme está nos autos do processo”, explicou Guimarães. “Não é razoável para quem quer apurar ser contra isso. Acho que vai ser aprovado por unanimidade.”

PROJETO DE LEI: PESQUISA 15 DIAS ANTES DA ELEIÇÃO


pesquisa1A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 2/15, que proíbe a publicação de pesquisas eleitorais nas duas semanas anteriores ao dia da eleição. O autor da proposta, deputado Ricardo Barros (PP-PR), entende que essas pesquisas podem influenciar o voto do eleitor e acabam prejudicando políticos e partidos, que às vésperas do pleito não conseguem verificar os dados e métodos utilizados nas pesquisas.
Em sua justificativa, Barros cita as cidades de Maringá, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu, no Paraná, e também de Manaus, no Amazonas, que durante as eleições municipais de 2012 viram o Ibope errar grosseiramente a previsão dos resultados finais para prefeito. No caso de Maringá, o resultado da eleição foi exatamente o oposto do que previa a pesquisa.

DÓLAR EM ALTA


dinheiro (2)Após superar 2,90 reais pela primeira vez em mais de dez anos mais cedo, o dólar alternava entre leves altas e baixas nesta segunda-feira, puxado para cima por preocupações com a Grécia e com a economia brasileira e para baixo pela ação de exportadores e operações de realização de lucros.
Às 12h06, a moeda norte-americana recuava 0,03 por cento, a 2,8751 reais na venda, avançando pela quinta sessão consecutiva. Na máxima da sessão, a divisa chegou a 2,9046 reais e, na mínima, a 2,8715 reais. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro estava em torno de 90 milhão de dólares.

WHATSAPP: CHAMADA DE VOZ

tela-do-zapzap-para-android-desenvolvedor-diz-que-aplicativo-e-uma-versao-modificada-do-telegram-1401219509158_300x300WhatsApp finalmente é atualizado para permitir chamadas de voz. Mas a nova versão do aplicativo (2.11.528 ou superior) não ativa a chamada de voz automaticamente. O usuário precisa receber uma chamada de alguém com o recurso já ativo. Ainda são poucos os que têm acesso à novidade.
O novo recurso incorpora à interface do Whatsapp, além da opção de realizar chamadas, a opção de conferir chamadas não atendidas, discadas e recebidas. Quando o usuário tiver uma chamada não atendida, poderá retornar ou enviar uma mensagem clicando na notificação.

FALTA DE DIÁLOGO PREJUDICA O GOVERNO DILMA

Desde o 2º mandato do ex-presidente FH **, um presidente não iniciava uma gestão debaixo de tamanho tempo feio. A oposição tem material à vontade para deitar e rolar — Lava-Jato, CPI da Petrobras, ação da PGR, crise econômica, rebelião na base, derrota na presidência da Câmara e ajuste fiscal. E o Planalto fomenta: não negocia medidas previamente nem com o PT e nem conversa ou ouve, de fato, os seus aliados.

CANTORA ASSUME PUBLICAMENTE QUE É HOMOSSEXUAL




Durante entrevista a jornalista Marília Gabriela, a cantora Sandra de Sá assumiu a sua homossexualidade.Segundo ela ser homossexual não é questão de escolha. “Acho que não tem essa de escolha. É uma descoberta, é você se perceber. 

MONTES CLAROS: VAGAS NA UFMG

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está com inscrições abertas para preencher cinco vagas de professor, quatro para adjunto e uma para substituto. Os profissionais trabalhão no Instituto de Ciências Agrárias, em Montes Claros (MG). (Acesse os editais clicando na área de cada vaga no quadro ao lado).

As oportunidades oferecidas para professor adjunto são para as áreas de Entomologia Florestal e Manejo Integrado de Pragas Florestais; Perícias, Licenciamento, Certificação e Segurança do Trabalho Florestal; Planejamento, Otimização e Regulação Florestal e Floricultura, Paisagismo e Jardinagem.

O regime de trabalho é de dedicação exclusiva, com remuneração de R$ 8.344,64. As inscrições podem ser feitas na Secretaria Geral do Instituto, das 8h às 11h e das 14h às 16h, nos dias úteis, por meio de procuração ou pelos Correios. O prazo varia conforme cada vaga.

Já a vaga de professor substituto é para a área de Dendrologia e Ecologia Florestal. O regime de trabalho é de 20 horas por semana, com remuneração de R$1.966,67 para graduação, R$ 2.119,02 para especialização, R$ 2.394,74 para mestrado e R$ 2.752,60 para doutorado. As inscrições podem ser feitas na Secretaria Geral,  até dois de março, das 8h às 11h e das 14h às 16h, nos dias úteis, ou por meio de procuração.
Outras informações pelos telefones (38) 2101-7730 e (38) 2101-7769. O campus fica na Avenida Universitária, número 1000, no Bairro Universitário.

UBERLÂNDIA É A 21º CIDADE COM O MAIOR NÚMERO DE EMPRESAS ATIVAS

Uberlândia é a 21ª cidade brasileira com o maior número de empresas ativas. A cidade fechou o ano de 2014 com quase 80 mil empresas em exercício. Em relação às cidades mineiras, Uberlândia é a segunda com mais empresas em funcionamento, ficando atrás somente de Belo Horizonte, que tinha 333 mil negócios e ocupa o 3º lugar no ranking nacional. Os dados são do Empresômetro, ferramenta que traça o perfil do empresariado brasileiro criada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

UBERLÂNDIA: PREFEITO EM BUSCA DA REELEIÇÃO

Em Uberlândia, o tema da sucessão do prefeito Gilmar Machado (PT) já está em discussão aberta nos partidos da situação e nos da oposição. Gilmar iniciou, no fim do ano passado, uma reforma do Secretariado com a intenção de fortalecer politicamente a própria base de apoio para disputar a reeleição em 2016.

PT EM BUSCA DOS ALIADOS

Para tentar fugir do risco de sofrer uma série de derrotas nesta semana em votações de interesse do Palácio do Planalto, lideranças do PT no Congresso decidiram entrar em campo na tentativa de recompor a base aliada. Na Câmara, a estratégia dos petistas é a de negociar com parte dos partidos aliados espaços estratégicos dentro da Casa em troca de uma maior "fidelidade" nas votações.

26.313 VAGAS OFERECIDAS EM 216 CONCURSOS

Nesta semana, há 26.312 vagas oferecidas em 216 concursos com inscrições abertas em todo o país, de acordo com levantamento feito pelo EM. Há oportunidades em cargos para níveis médio e superior. Nos certames para delegado (100 vagas) e médico legista (20 vagas) da Polícia Civil do Distrito Federal, os salários chegam a R$ 15,3 mil. Entre os concursos mais aguardados, destacam-se os do Tribunal de Justiça do DF (TJDF) e o do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deverão ser lançados até junho. Na segunda metade do ano, devem se concretizar seleções como a da Câmara dos Deputados e a da Câmara Legislativa (Colaborou Diego Amorim).

CONCURSOS PÚBLICOS EM MINAS

Os interessados em ingressar no serviço público devem aproveitar as oportunidades. Há mais de 10 concursos públicos em andamento ou com editais previstos para publicação até o fim do mês, que vão preencher vagas em prefeituras de Minas Gerais e na UFMG. As inscrições estarão abertas até 2 de abril. Levantamento feito pelo Estado de Minas indica 2.656 cargos oferecidos em processos seletivos, dos quais 1.811 previstos em editais com inscrições abertas e os outros 845 a ser lançados ainda em fevereiro.

Os concursos se destinam a todos os níveis de escolaridade, com salários que vão de R$ 794,44 a R$ 11.656,91, no caso de médico do Programa de Saúde da Família (PSP) para atuar na Prefeitura de Capitólio, no Sul de Minas. A Prefeitura de Belo Horizonte é a que mais oferece vagas, num total de 1.812, com quatro processos seletivos. A taxa de inscrição varia entre R$ 20 e R$ 90 dependendo do cargo pretendido. As inscrições para o preenchimento de 345 vagas de agente de combate a endemias vão até 13 de março e o salário é de R$ 1.020,58.

Ainda na seleção da PBH, para o cargo de agente comunitário de saúde, as inscrições podem ser feitas até 19 de março. Os candidatos às funções de professor do ensino fundamental poderão se inscrever até 26 do mês que vem. Para as vagas da área de saúde, as inscrições começam hoje e terminam em 2 de abril. O interessado pode buscar mais informações no site da prefeitura (www.pbh.gov.br).

As prefeituras de Bom Sucesso, no Centro-Oeste do estado; Campos Altos, no Alto Paranaíba; Coronel Fabriciano, no Vale do Rio Doce; Sericita, na Zona da Mata; além de Ijaci e Capitólio, no Sul de Minas, também estão com inscrições abertas. Em Campos Altos, é maior o número de oportunidades, 318 ao todo, contemplando cargos do nível fundamental ao superior e salários variando de R$ 724 a R$ 2.237. Em Coronel Fabriciano, são 54 vagas em aberto com vencimentos de R$ 908,74 para a função de oficial de administração a R$ 9.804,35 para médico ESF (Estratégia Saúde da Família).

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tem inscrições abertas em dois processos seletivos. Um deles vai preencher cinco vagas de professor, sendo quatro para adjunto e uma para substituto, que vão desempenhar a função no Instituto de Ciências Agrárias, em Montes Claros, no Norte do estado. O outro processo seletivo abriu 114 vagas, para todos os níveis de escolaridade, em várias cidades do estado.

PARTIDOS ALIADOS DO GOVERNADOR, DISPUTAM CARGOS NO SEGUNDO ESCALÃO

PT e PCdoB disputam o comando da Companhia Mineira de Promoções (Prominas), empresa responsável pela administração do Minascentro e Expominas, centros de exposições localizados na capital mineira. Vinculada à Secretaria de Turismo – cujo titular é o ex-vereador do PCdoB em Betim Geraldo Pimenta – mas controlada pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig), presidida por Marco Antônio Castello Branco, indicado para o cargo pelo governador Fernando Pimentel (PT), o comando da Prominas faz parte da guerra que vem sendo travada entre os partidos da base aliada para ocupação de cargos estratégicos no estado. E não é sem motivo. Além de Belo Horizonte já ocupar o quarto lugar no ranking das cidades com maior demanda por eventos empresariais, a Secretaria de Turismo vai ser desidratada com o desmembramento do área do esporte, que será transformada em uma pasta autônoma. No governo anterior, as secretarias de Esporte e Turismo foram unificadas.

DEPOIS DO CARNAVAL, CHEGOU A HORA DE TRABALHAR PELO O PAÍS

Acabou o carnaval, e o Brasil, a partir desta segunda-feira, começa a percorrer os trilhos de um 2015 que já se anuncia difícil do ponto de vista político e econômico. Só agora, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com objetivos diferentes, iniciam de fato as respectivas jornadas. E o desafio do ano que começa nesta segunda-feira é do tamanho da ressaca. Aprovação do Orçamento que ficou pendente no ano passado, abertura de inquéritos contra políticos envolvidos na Operação Lava-Jato e a batalha entre oposição e governo na nova CPI da Petrobras são apenas alguns pontos espinhosos a serem tratados.

CORAÇÃO DE JESUS (NORTE DE MINAS), REUNIÃO TUMULTUADA NA CÂMARA MUNICIPAL

Reunião da Câmara foi suspensa pelo presidente (Foto: Michelly Oda / G1)Reunião da Câmara foi suspensa pelo presidente (Foto: Michelly Oda / G1)
A população lotou o plenário da Câmara de vereadores de Coração de Jesus (MG) na reunião desta sexta-feira (20). Os moradores da cidade esperavam que o Legislativo fosse decidir se iria determinar a abertura de uma comissão para investigar os R$ 165 mil gastos pelo prefeito Pedro Magalhães Araújo Neto (PSC) durante viagens, em um período de 16 meses.

Apesar da expectativa de que os vereadores votassem, o presidente da Câmara, José Antônio Leite, afirmou que eles não tiveram tempo suficiente para analisar a denúncia do MP. "Estávamos em período de recesso, as cópias estavam na secretaria, os que podemos comunicar, as pegaram", diz. Com a decisão de não votar, o público se exaltou e o chefe do Legislativo suspendeu a sessão.

Notas de prestação de contas têm bebidas alcoólicas  (Foto: Michelly Oda / G1)
Notas de prestação de contas há bebidas
alcoólicas (Foto: Michelly Oda / G1)
“Esperávamos mais firmeza, esses vereadores são uma vergonha não só para Coração de Jesus, mas para o Brasil”, fala o comerciante Gleiçon Ferreira.
O valor de R$ 165 mil foi apurado pelo Ministério Público, que está movendo uma ação por improbidade administrativa contra o chefe do Executivo. O órgão encaminhou uma cópia do documento para a Câmara, e determinou que os vereadores se posicionassem em relação às irregularidades em um prazo de 30 dias.

De acordo com a legislação, os parlamentares devem votar se acatam a denúncia feita pelo MP. Caso isso ocorra, uma comissão formada por três deles é montada para investigar o prefeito. Se ficar comprovado que a conduta do gestor foi irregular, uma nova votação é aberta, para decidir se haverá a cassação do mandato dele.


A denúncia dos gastos irregulares foi feita pelo vereador Tércio Lafetá. Ele rebate o argumento de José Leite, alegando que ligou para ele em 1º de fevereiro perguntando se já havia notificado os vereadores sobre a denúncia do MP. O presidente teria respondido que iria comunicar aos demais parlamentares. No dia 5, o denunciante fez outro telefonema e o chefe do Legislativo afirmou que já havia feito as notificações. Como soube que alguns dos colegas ainda não haviam tomado conhecimento da situação, Tércio Lafetá entrou em contato novamente com Leite, que teria dito que havia se esquecido de comunicar a todos.

fonte:janaúbanotícias

DILMA LINHA DIRETA COM O CONGRESSO

A presidente Dilma Rousseff entrará pessoalmente na articulação para tentar aprovar as medidas de ajuste fiscal no Congresso. Pressionada por dificuldades na política, à espera da CPI da Petrobras e com a economia em apuros, Dilma decidiu abrir diálogo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e vai chamá-lo para uma conversa, nos próximos dias.

MEC ABRE INSCRIÇÕES PARA O FIES

O Ministério da Educação (MEC) abre hoje (23) inscrições, pelo sistema informatizado, para novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2015. As inscrições poderão ser feitas exclusivamente pela internet até o dia 30 de abril.
A portaria que dispõe sobre o prazo de inscrição está publicada na edição de hoje (23) do Diário Oficial da União. Define também que serão observados os indicadores de qualidade de instituições de ensino superior para a concessão do financiamento.

NOVA PRESIDENTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

O Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (23) oficializou a ida de Miriam Belchior para a presidência da Caixa Econômica Federal. A ex-ministra do Planejamento vai substituir Jorge Hereda, que ocupou o cargo por quatro anos. A posse será às 17h, em Brasília, e participarão da solenidade o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.
Formada em engenharia de alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Miriam Belchior tem mestrado em administração pública e governamental pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Foi professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

SENADOR JOSÉ AGRIPINO NAS MÃOS DA EX-GOVERNADORA DO RN


rosalba-agripino-TN
Segundo as denúncias da delação de George Olímpio, o senador José Agripino teria recebido R$ 1 milhão para influenciar a ex-governadora Rosalba Ciarlini a implementar o serviço de inspeção veicular. O colunista Túlio Lemos, do Jornal de Hoje, lembra os reveses que a vida impõe:
Rosalba externou que se sente traída por Agripino, que negou-lhe a legenda para atender a um pedido de Henrique Alves. A Rosa ficou abandonada, sozinha e derrotada sem direito a lutar. E agora, uma palavra de Rosalba pode ajudar a destruir a reputação de Agripino. O pai de Felipe está nas mãos de Carlos Augusto e Rosalba. A vida dá muitas voltas.

PRB OCUPANDO ESPAÇO NA POLÍTICA NACIONAL

carlos henrique
Quatro republicanos ocupam agora secretárias de Esporte  em São Paulo, Ceará, Minas Gerais e Distrito Federal; são eles Jean Madeira, David Durand, Carlos Henrique e Leila do Vôlei, respectivamente. O PRB foi convidado pelos governadores Geraldo Alckmin (PSDB/SP), Camilo Santana (PT/CE), Fernando Pimentel (PT/MG) e Rodrigo Rollemberg (PSB/DF) a compor os novos governos, que serão iniciados a partir deste mês de janeiro.

E m Minas a pasta será comanda pelo deputado estadual Carlos Henrique Alves da Silva. Ele tem 44 anos e vive em Belo Horizonte há mais de 23 anos. Foi vereador de Belo Horizonte por três mandatos consecutivos, eleito em 2000, 2004 e 2008. Tem atuação marcante em projetos de assistência social e de amparo à subsistência, qualificação e requalificação nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais e na África, especialmente em Angola e Moçambique

PRB DESCENTRALIZA AÇÕES, VISANDO ELEIÇÃO DE 2016

franco-cartafina-prb-uberaba-cemiterio-05-06-14
Presidente Municipal do PRB em Uberaba e coordenador estadual da ala jovem da Legenda, o vereador Franco Cartafina vai coordenar o partido no Triângulo Mineiro. À frente da comissão provisória desde 10 de fevereiro deste ano, ele será responsável pela coordenação partidária na cidade e nas vizinhas Uberlândia, Araxá, Patos de Minas, Patrocínio, Ituiutaba e Frutal.
A decisão de descentralizar as ações do PRB no Estado visa ao seu fortalecimento com foco nas eleições municipais de 2016 e gerais de 2018, explica Franco, acrescentando que foram criadas dez coordenadorias regionais. Elas serão responsáveis pela articulação política e crescimento da legenda nos municípios mineiros.
Em Uberaba o PRB tem 656 associados, o equivalente a 2,3% do eleitorado filiado (28.636) – dados de novembro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – e de acordo com Franco, o objetivo dessas regionais é também ampliar o número de filiações. Contudo, ele destaca que a meta é investir na qualidade dos quadros do partido.
Franco observa que o PRB deu um salto nessas eleições em se tratando de representatividade na Câmara Federal, passando de oito para 21 deputados, sendo um mineiro, o presidente estadual da legenda, George Hilton. Por esse motivo a legenda é a décima maior bancada na Casa, à frente de agremiações tradicionais como o PV, PDT, PPS e PCdoB.
Em Minas Gerais, o partido manteve as duas cadeiras na Assembleia Legislativa, tendo integrado a coligação majoritária vitoriosa que elegeu Fernando Pimentel (PT) governador do Estado. Nesse sentido, Franco pondera que o PRB ganha corpo para disputar o pleito municipal de 2016, podendo, inclusive, lançar candidatura a prefeito.
Segundo Franco, o projeto do PRB/MG é extremamente organizado e ousado, pois busca o crescimento qualitativo do partido, atraindo novas lideranças, por meio de compromissos éticos muito claros, entre os quais a transparência na gestão dos recursos públicos e a priorização dos investimentos em Educação. Ao mesmo tempo, completa o vereador, o projeto prevê estratégias para tornar o PRB muito competitivo nas próximas eleições. “Gostei muito do que vi, o PRB sai na frente com tamanha organização e vai mostrar que gente de bem tem lugar para fazer política honestamente”, finalizou.
fonte:PRB

MONTES CLAROS: NOVOS NOMES TERÃO INFLUÊNCIA NA ELEIÇÃO DE 2016

Apesar dos dois nomes mais citados para disputar a prefeitura de Montes Claros, envolver o atual prefeito Ruy Muniz e o principal opositor o secretário de estado,  deputado estadual, Paulo Guedes, outros nomes também estarão no páreo. Como é o caso do suplente de deputado federal, Humberto Souto que não esconde de ninguém seu desejo de governar a capital do Norte de Minas.

Além disso outros nomes que não tiveram sucesso nas urnas - apesar de não alcançarem os seus objetivos no primeiro momento- Dra. Ariadna (candidata a deputada federal) e o vereador Claúdio Prates (candidato a deputado estadual) estão definitivamente inseridos no novo cenário político montes-clarense que promete fortes emoções na eleição do próximo ano.



BLOG TIJOLAÇO: A HIPOCRISIA DA IMPRENSA

B-ZdCy-IIAAfJCh
Um dos problemas de escrever sobre política é nos obrigar, de vez em quando, a afirmar coisas idiotamente óbvias.
Por exemplo, uma corrupção não justifica outra. Se o PSDB é corrupto, isso não justifica, obviamente, defender a corrupção no PT.
Digo isso também porque entendo que há setores interessados em jogar lama sobre toda a política.
Ora, a política é podre no mundo inteiro.
É podre nos EUA, na Europa e na Ásia.
Talvez seja um pouquinho melhor na Suécia, mas demorou alguns milhares de anos para chegar lá, e o país teve que conquistar antes um nível de igualdade e justiça social que está anos-luz do resto do mundo.
Entretanto, mesmo com todos os seus defeitos, a política é o único anteparo que nos salva da barbárie e do caos.
A obra-prima de Costa-Gravas, o filme Z, mostra uma manifestação fascista contra políticos de centro-esquerda da Grécia que não queriam a instalação de uma base de ataque nuclear norte-americana no país.
Os fascistas, tentando impedir um comício pacifista organizado pela esquerda grega, gritavam:
“Políticos, todos corruptos! Políticos, todos corruptos!”
O filme de Gravas, baseado no romance do escritor grego Vassilis Vassilikos, é baseado em fatos reais da história da Grécia.
Um político de esquerda foi assassinado, e o Procurador-Geral da República, mancomunado com um punhado de golpistas, tentava de tudo para manipular a investigação, com objetivo de desqualificar a esquerda e seus representantes.
Tentava-se dar o golpe por dentro da democracia.
Até que, por fim, não foi possível dar o golpe por dentro da democracia, por conta de um juiz de instrução que não aceitou entrar no jogo.
Foram obrigados a apelar para a velha fórmula do golpe militar básico. Com ajuda do governo americano, claro.
Muito parecido com que aconteceu no Brasil, na mesma época, os anos 60.
No Brasil, isso parece não ser o problema. Os juízes entram no jogo alegremente. Aliás, até lideram as armações. Vide o caso dos ex-presidentes do STF, Ayres Brito e Joaquim Barbosa.
Ayres Brito estreiou este fim de semana como colunista do Estadão, detonando a esquerda e louvando o conservadorismo midiático.
Nada como uma sinecura da Globo para mudar a cabeça de um cidadão!
Joaquim Barbosa, após empregar seu filho no programa do Luciano Huck, na Globo, e comprar seu apartamentozinho em Miami (para o qual abriu a Assas JB Corporation, que tem seu apartamento funcional de Brasília como sede), também aderiu à onda global.
Sobretudo, temos uma imprensa alquímica, que consegue a proeza de transformar algumas delações premiadas em verdade, outras em mentira.
Por exemplo, o presidente do DEM, Agripino Maia, foi denunciado por um “delator” por ter recebido mais de R$ 1 milhão em propina.
Mesmo depois disso, aparece no Jornal Nacional fazendo ataques “éticos” ao governo.
Nunca houve um editorial, uma campanha midiática, contra Agripino Maia.

O TEXTO É GRANDE, MAS VALE APENA LÊ

Carta aberta à Leticia Fernandes e ao jornal O Globo
Antes de tudo, gostaria de deixar bem claro que não estou falando em nome da Petrobras, nem em nome dos organizadores do movimento “Sou Petrobras”, nem em nome de ninguém que aparece nas fotos da matéria. Falo, exclusivamente, em meu nome e escrevo esta carta porque apareço em uma das fotos que ilustram a reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.

Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma ideia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.

Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência. Ameaças de demissão assombram o jornal em que ela trabalha, já tendo vários colegas sendo demitidos[1], a rotina de e-mails com represálias e determinando que tipo de informação deve ser publicada ou escondida devem ser rotina em seu trabalho[2], sempre na intenção de desinformar a população e transmitir só o que interessa, mantendo a população refém de informações mentirosas e distorcidas.


Fico impressionada com o conteúdo da matéria e não posso deixar de pensar como a Letícia não tem vergonha de a ter escrito e assinado. Com tantas coisas sérias acontecendo em nosso país ela está preocupada com o andar onde fica localizada a máquina que faz o café que nós tomamos e com a marca do papel higiênico que usamos. Mas dá para entender o porque disto, fica claro para quem lê o seu texto com um mínimo de senso crítico: o conteúdo é o que menos importa, o negócio do jornal é falar mal, é dar uma conotação negativa, denegrir a empresa na sua jornada diária de linchamento público da Petrobras. Não é de hoje que as Organizações Globo tem objetivo muito bem definido[3] em relação à Petrobras: entregar um patrimônio que pertence à população brasileira à interesses privados internacionais. É a este propósito que a Leticia Fernandes serve quando escreve sua matéria.

Leticia, não te vejo, nem você nem O Globo, se escandalizado com outros casos tão ou mais graves quanto o da Petrobras. O único escândalo que me lembro ter ganho as mesma proporção histérica nas páginas deste jornal foi o da AP 470, por que? Por que não revelam as provas escondidas no Inquérito 2474[4] e não foi falado nisto? Por que não leio nas páginas do jornal, onde você trabalha, sobre o escândalo do HSBC[5]? Quem são os protegidos? Por que o silêncio sobre a dívida da sonegação[6] da Globo que é tanto dinheiro, ou mais, do que os partidos “receberam” da corrupção na Petrobras? Por que não é divulgado que as investigações em torno do helicoca[7] foram paralisadas, abafadas e arquivadas, afinal o transporte de quase 500 quilos de cocaína deveria ser um escândalo, não? E o dinheiro usado para construção de certos aeroportos em fazendas privadas em Minas Gerais [8]? Afinal este dinheiro também veio dos cofres públicos e desviados do povo. Já está tudo esclarecido sobre isto? Por que não se fala mais nada? E o caso Alstom[9], por que as delações não valem? Por que não há um estardalhaço em torno deste assunto uma vez que foi surrupiado dos cofres públicos vultosas quantias em dinheiro? Por que você e seu jornal não se escandalizam com a prescrição e impunidade dos envolvidos no caso do Banestado[10] e a participação do famoso doleiro neste caso? Onde estão as manchetes sobre o desgoverno no Estado do Paraná[11]? Deixo estas perguntas como sugestão e matérias para você escrever já que anda tão sem assunto que precisou dar destaque sobre o cafezinho e o papel higiênico dos funcionários da Petrobras.

A você, Leticia, te escrevo para dizer que tenho muito orgulho de trabalhar na Petrobras, que farei o que estiver ao meu alcance para que uma empresa suja e golpista como a que você trabalha não atinja seu objetivo. Já você não deve ter tanto orgulho de trabalhar onde trabalha, que além de cercear o trabalho de seus jornalistas determinando “as verdades” que devem publicar, apoiou a Ditadura no Brasil[12], cresceu e chegou onde está graças a este apoio. Ao contrário da Petrobras, a empresa que você se esforça para denegrir a imagem, que chegou ao seu gigantismo graças a muito trabalho, pesquisa, desenvolvimento de tecnologia própria e trazendo desenvolvimento para todo o Brasil.

Quanto às demissões que estão ocorrendo, é muito triste que tantas pessoas percam seu trabalho, mas são funcionários de empresas prestadoras de serviço e não da Petrobras. Você não pode culpar a Petrobras por todas as mazelas do país, e nem esperar que ela sustente o Brasil, ou você não sabe que não existe estabilidade no trabalho no mundo dos negócios? Não sabe que todo negócio tem seu risco? Você culpa a Petrobras por tanta gente ter aberto negócios próximos onde haveria empreendimentos da empresa, mas a culpa disto é do mal planejamento de quem investiu. Todo planejamento para se abrir um negócio deveria conter os riscos envolvidos bem detalhados, sendo que o maior deles era não ficar pronta a unidade da Petrobras, que só pode ser culpada de ter planejado mal o seu próprio negócio, não o de terceiros. Imputar à Petrobras o fracasso de terceiros é de uma enorme desonestidade intelectual.

Quando fui posar para a foto, que aparece na reportagem, minha intenção não era apenas defender os empregados da injustiça e hostilidades que vem sofrendo sendo questionados sobre sua honestidade, porque quem faz isto só me dá pena pela demonstração de ignorância. Minha intenção era mostrar que a Petrobras é um patrimônio brasileiro, maior que tudo isto que está acontecendo, que não pode ser destruída por bandidos confessos que posam neste jornal como heróis, por juízes que agem por vaidade e estrelismos apoiados pelo estardalhaço e holofotes que vocês dão a eles, pelo mercado que só quer lucrar com especulação e nunca constrói nada de concreto e por um jornal repulsivo como O Globo que não tem compromisso com a verdade nem com o Brasil.

Por fim, digo que cada vez fica ainda mais evidente a necessidade de uma democratização da mídia, que proporcionará acesso a uma diversidade de informação maior à população que atualmente é refém de uma mídia que não tem respeito com o seu leitor e manipula a notícia em prol de seus interesses, no qual tudo que publica praticamente não é contestado por não haver outros veículos que o possa contradizer devido à concentração que hoje existe. Para não perder um poder deste tamanho vocês urram contra a reforma, que se faz cada vez mais urgente, dizendo ser censura ou contra a liberdade de imprensa, mas não é nada além de aplicar o que já está escrito na Constituição Federal[12], sendo a concentração de poder que algumas famílias, como a Marinho detém, totalmente inconstitucional.

Sendo assim, deixo registrado a minha repugnância em relação à matéria por você escrita, utilizando para ilustrá-la uma foto na qual eu estou presente com uma intenção radicalmente oposta a que ela foi utilizada por você.

O BRASIL FICOU EM SEGUNDO PLANO: O JOGO DE INTERESSE QUE PREJUDICA A NAÇÃO

Some-se a um governo medíocre uma oposição desvairada, uma mídia insensata, que não consegue olhar o país além dos seus próprios interesses, e se terá desenhado o mapa da insensatez, com a destruição de ativos brasileiros preciosos.
Em geral diz-se que a esquerda é antiempresarial e a direita é liberal. No Brasil, a pesada herança da colonização consolidou um enorme sentimento anti-trabalho, anti-atividade produtiva também na direita, da qual os grupos de mídia são os principais arautos. Das novelas da Globo às seções econômicas dos jornais, o rentismo é atividade nobre; a atividade produtiva, uma excrescência tocada por chorões.
Só isso para explicar a inércia com que o país contempla a destruição de ativos relevantes das empreiteiras envolvidas com a operação Lava Jato.

FALTA COMUNICAÇÃO NA PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA

A Procuradoria Geral da República (PGR) é um órgão político, no sentido de que sua linha de atuação impacta politicamente o país. Desde o fim da gestão Geraldo Brindeiro ganhou uma autonomia inédita em relação aos poderes públicos, passando a atuar como um verdadeiro poder autônomo. E nos últimos anos, tornou-se um poder subserviente às pautas da velha mídia. Precisa urgentemente recuperar sua independência.
Como poder dentro do poder, deveria ter preocupações, para além dos autos, em esclarecer seus atos, explicar suas atitudes, justificar suas decisões, principalmente levando em conta os novos tempos de redes sociais e de formação descentralizada de imagem.
Não existe uma política de comunicação social no órgão. A lógica do Secretário de Comunicação da PGR é a de que "não entramos em discussões desinformadas". Ora, se o papel da comunicação social não for o de esclarecer a "desinformação", qual seria? Não sei até que ponto ele define a comunicação social do órgão. Mas é a anti-comunicação.
O mundo complexo do MPF
Quem acompanha mais de perto a atuação do Ministério Público Federal encontra procuradores de primeira linha atuando em defesa de interesses difusos, combatendo a corrupção e o crime organizado, aprofundando acordos de cooperação internacional, tornando-se avalistas de decisões das cortes internacionais e dando efetividade a princípios constitucionais. Mais que isso: há uma elite de pensadores jurídicos ajudando a formar jurisprudência no país.
Há também exibicionistas jogando para a plateia.
É um mundo complexo, legalista, formal, corporativista no bom e no mau sentido, em que as prerrogativas do procurador são a garantia de independência mas, também, um aval para abusos. É um equilíbrio difícil, mais difícil ainda é explicar para o mundo externo, o que exige princípios de comunicação social sofisticados para se apresentar ao público.
Hoje em dia, por variadas razões, acusa-se o MPF de partidário, de ter viés nas investigações, de ser pautado pela velha mídia - sem levar em conta que são grupos empresariais, com interesses comerciais muitas vezes pouco nítidos. Por que as ligações da Abril com Carlinhos Cachoeira nunca foram investigadas? Por que passaram em branco as denúncias de livros que denunciavam o PSDB com abundância de provas? Por que o juiz Sério Moro tornou-se um herói nacional e o juiz Fausto De Sanctis demonizado? Por que não foram apurados os crimes de vazamento de inquéritos sigilosos?
As dúvidas sobre a Lava Jato
Agora mesmo, na Lava Jato, o PGR está sendo acusado de impor o terrorismo econômico e quebrar o país. Quais os limites de sua atuação e de suas prerrogativas? Por que o PGR nada fez contra os vazamentos seletivos da Lava Jato?
Cada vez que critico o MPF tenho que enfrentar uma avalanche de argumentos e de críticas de um querido grilo falante de minhas relações. Não compete ao MPF encontrar saídas ou salvar empresas;   na ação de improbidade administrativa, tem que se fixar um valor, e foi o que os procuradores fizeram; questões sistêmicas precisam ser tratadas pelo Executivo, não pelo PGR; o papel do MPF é combater a corrupção, não o de se preocupar com o PIB.
Essa mesma montanha de dúvidas aconteceu no "mensalão". O inquérito do MPF apontou desvio de R$ 75 milhões da Visanet. Foram apresentados inúmeros documentos comprovando que esse desvio não ocorreu. Ocorreu ou não? Em nenhum momento a Comunicação Social da PGR saiu a campo para esclarecer esses pontos, porque não participa de discussões "desinformadas".
Ora, a partir do momento em que a PGR e o MPF tornaram-se protagonistas de ponta tem que haver uma preocupação com a opinião pública ampliada. Nenhum brasileiro minimamente informado tem dúvida de que a cobertura da mídia é enviezada, obedecendo a seus interesses políticos e comerciais. A capacidade que a mídia ganhou de "pautar" o Ministério Público conferiu um poder espúrio aos grupos de mídia.
Por exemplo, por décadas a Globo negocia o carnaval com bicheiros; Neguinho da Beija Flor pode saudar a contravenção por financiar o carnaval. E nada acontece. Basta um comentarista da Globo lançar dúvidas sobre o financiamento de uma escola por um paiseco qualquer, acaba virando uma representação.
É para isso que a Constituição criou tantas garantias para o MPF? Para se tornar um braço de grupos de mídia?
É mais que hora do PGR e do MPF entenderem a importância de se legitimarem perante a opinião pública em geral, independentemente de cor partidária. Tem que reconquistar sua independência, não mais em relação a governos e partidos, mas em relação à mídia

BELO HORIZONTE: OS NOMES DO PT PARA A SUCESSÃO DE BH

Embora, no campo dos desejos, já sejam notadas as disputas internas no PT mineiro e belo-horizontino voltadas para a sucessão municipal do ano que vem. Os nomes que mais despontam ali são os dos secretários estaduais Miguel Correa (Ciência e Tecnologia) e o poderoso Helvécio Magalhães (Planejamento e Gestão) e o do deputado federal Gabriel Guimarães, coordenador da bancada federal mineira. Todos estão sob o elástico guarda-chuva do governador Fernando Pimentel.
 





HOJEEMDIA: O DONO DA RICARDO ELETRO


Lucas Prates/Hoje em Dia

Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, aposta nos preços agressivos para ganhar no volume
Ricardo Eletro chega aos 25 anos com 286 lojas e R$ 10 bi de faturamento
Ricardo Nunes é daquele tipo de pessoa que exala marketing e liderança. Enquanto posava para as fotos desta entrevista, não parava de fazer gestos parecidos com aqueles que estampam os comerciais de TV da rede criada por ele, a Ricardo Eletro. Foi na cidade de Divinópolis, no Centro-Oeste do Estado, que Ricardo abriu a “portinha” onde vendia bichos de pelúcia e liquidificadores, tudo bem “baratinho”. Nascia ali a empresa que se tornaria uma das cinco maiores redes de varejo de eletrodoméstico do Brasil.
E é ancorada em slogans como “preços que ninguém bate”, “cobrir qualquer oferta” e “briga pelo preço” que a Ricardo Eletro chega aos 25 anos, com faturamento anual de R$ 10 bilhões, 1.100 lojas em 442 cidades e 30 mil funcionários. Mas o empresário não é só bom de papo, não. Coloca a mão na massa. Quase todos os sábados, dá expediente atrás do balcão em uma das lojas na rua Curitiba, no Centro de Belo Horizonte. “Sou mais um vendedor. Não chego à loja como patrão”, diz ele, revelando um dos segredos do sucesso.
Como foi o início de tudo em Divinópolis, interior de Minas, sua terra natal?
Comecei a trabalhar aos 12 anos de idade, quando perdi meu pai. Precisava ajudar a família, somos em quatro irmãos. Eu vendia mexericas na porta de uma faculdade de Direito que ficava em frente à minha casa. Nós morávamos em um sítio, e montei uma barraquinha na frente da faculdade. Depois, comecei a ir para São Paulo comprar e vender mercadorias da 25 de Março. Saía todas as terças-feiras de Divinó-polis, chegava às 4 horas da manhã na rodoviária em São Paulo. À noite eu voltava para casa. Como eu não tinha crédito, eu não conseguia comprar muita coisas e tinha que fazer isso toda semana.

Quando conseguiu abrir a primeira loja?
Aos 18 anos, abri uma portinha para vender bichos de pelúcia e, um ano depois, em 1989, inaugurei a Ricardo Eletro, que tinha apenas 20 metros quadrados. Ela já se chamava Ricardo Eletro, mas vendia praticamente ursinhos de pelúcia e dois ou três liquidificadores. Os poucos eletrodomésticos que vendia na loja era por um preço abaixo do custo para conquistar a clientela e recuperar o prejuízo com os ursinhos, inicialmente. O povo até ria de mim, pois como ia cobrir ofertas com uma lojinha? Ganhava dinheiro no ursinho e perdia, vamos dizer assim, no eletrodoméstico.

Dava pra imaginar a dimensão que o negócio ganharia?
Eu não imaginava, mas tinha estratégia e queria crescer. Sempre tive coragem, batalhei muito e com 20 e poucos anos eu tinha dez lojas na cidade.

Qual a principal diferença do mercado daqueles tempos para os dias atuais?
oda época tem as suas dificuldades. Vejo que a cada dia o mercado fica mais competitivo, as informações chegam mais rápido para os clientes e para os concorrentes também. Mas acredito que quando se tem boa vontade, coragem e esforço, você consegue vencer.

E como a rede mineira Ricardo Eletro chega aos 25 anos?
Chegamos da melhor maneira possível. Em 2010, a Ricardo Eletro e a rede Insinuante, forte na região Nordeste, fizeram a fusão das duas empresas, e assim temos agora a Máquina de Vendas – holding que hoje controla também a City Lar, Eletro Shopping e a Salfer.

Qual o tamanho da fatia do varejo de eletrônicos que a Máquina de Vendas detém?
Somos a segunda maior rede de varejo de eletroe-letrônicos do Brasil e possuímos a maior cobertura territorial do país. A rede é a única a estar presente em todos os estados e no Distrito Federal, com 1.100 lojas distribuídas por 442 cidades e 30.000 funcionários diretos. Só da Ricardo Eletro tem mais de 280 lojas.

Um dos lemas da rede é “cobrir qualquer oferta”. Sua receita de sucesso são preços combativos?
Nosso diferencial sempre foi ter o melhor preço, trabalhamos para oferecer as condições verdadeiramente competitivas. Mas o sucesso também é fruto de muito esforço e de muita coragem, é preciso ter o pé no chão, mas é fundamental avançar sempre.

Você tem mais perfil de dono ou de vendedor?
Eu sou vendedor. Aprendi muito a lidar com as pessoas. Sempre trabalhei com os funcionários ao meu lado, lutando junto comigo. Até hoje não perdi o tom de vendedor, nas lojas fico lado a lado com os colaboradores. Sou mais um vendedor, tanto que não chego à loja como patrão. Chego para atender cliente, ajudar o vendedor a ganhar comissão, carregar produtos. Na empresa não tem esse negócio de ‘chegou o dono’. Acho que é essa aura, de manter valores como a simplicidade e a humildade, é o que motiva.

Em toda sua trajetória, quando foi o momento mais difícil?
O começo é muito difícil, pois eu queria ter credibilidade para negociar com os fornecedores em busca do menor preço, mas eles não me conheciam. Mas todas as épocas têm suas dificuldades, o importante é não ter medo e avançar.

Como foi a decisão de fundar a Máquina de Vendas?
Eu já estava no mercado há 20 anos, já tinha me consolidado na região em que atuava, mas queria ampliar os horizontes, por isso, procurei o Luiz Carlos Batista, fundador da rede Insinuante, muito forte na região Nordeste, e alinhamos a fusão das duas empresas. Dessa fusão, nasceu a holding Máquina de Vendas. Mais tarde, nos associamos à City Lar, do Mato Grosso, e à Eletro Shopping, com sede em Pernambuco e presente em mais seis estados do Nordeste brasileiro, e à paranaense Salfer, com lojas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, garantindo o segundo lugar nacional no pódio dos varejistas.

Qual o tamanho da empresa hoje? Número de lojas, de empregados, faturamento...
Em 2013, tivemos o faturamento de aproximadamente R$ 10 bilhões. Temos 1.100 lojas distribuídas por 442 cidades e 30 mil funcionários diretos.

Afinal, a rede entrou para o Guiness Book?
A ação do Guiness Book foi para comemorar os 25 anos da Ricardo Eletro. O desafio era vender 600 produtos em 24 horas, sem a ajuda de outros funcionários. A meta foi batida em apenas cinco horas. O resultado foi um sucesso. Agora o processo está em homologação, estamos aguardando a posição oficial do Guinness.

Quais os desafios e projetos para 2015?
Para este ano, queremos continuar com a estratégia de preços agressivos, esse sempre foi e sempre será nosso principal diferencial. Criei um método que é a melhor maneira de vender: ganhar no volume vendido. Em 2015, realizaremos promoções especiais e participaremos das principais ações de descontos do varejo nacional como a “Black Friday” e a “Cyber Monday”.  

DILMA E TEMER DÃO SINAL DE UNIÃO


dilma-e-temer
Pressionada a refazer pontes com o PMDB, a presidente Dilma Rousseff fez neste domingo (22) um aceno ao vice-presidente Michel Temer, considerado o principal expoente do partido aliado. A petista destacou o perfil conciliador do peemedebista e o classificou como um “grande articulador de consensos na política brasileira”.
Dilma afirmou ainda que Temer “tem responsabilidades essenciais”, como o “auxílio na condução” de seu governo. O afago ocorre depois que a Folha publicou reportagem que tratava do distanciamento entre os dois. Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência afirmou que as informações não tinham fundamento e que Dilma e Temer “mantêm uma aliança e amizade permanentes, para além das intrigas”.