segunda-feira, 10 de novembro de 2014

MONTES CLAROS: SERÁ QUE RUY CONSEGUIRÁ A REELEIÇÃO?

O prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz não terá vida fácil no próximo ano. As medidas amargas tomadas no ínicio da administração ainda não surtiram os efeitos positivos desejados. A máquina pública continua emperrada e ações não influenciam na prática a vida da população. Além disso ele observa o fortalecimentos da oposição com a reeleição do seu principal adversário o deputado estadual Paulo Guedes (PT), principal nome oposicionista.

Além disso o prefeito deve anunciar em breve uma profunda reforma no seu secretariado visando organizar executar os projetos para os últimos dois anos. Resta saber se terá tempo suficiente para recuperar a popularidade e obter sucesso na reeleição. Até lá teremos sem dúvida um acirramento forte na política montes-clarense.

FRIBOI RESCINDIU CONTRATO COM ROBERTO CARLOS

roberto carlos biografia[
O grupo Friboi rescindiu o contrato firmado em fevereiro com o cantor Roberto Carlos, garoto-propaganda da marca de carnes e produtos Swift. O grupo, pertencente à holding J&F, alega que a aposta na publicidade com o cantor foi “ousada”, mas não deu certo. A escolha por Roberto Carlos, segundo executivos da JBS, dona das marcas, se deu porque souberam que o cantor, vegetariano, havia voltado a comer carne depois de quase 30 anos. Nos comerciais da Friboi, o cantor aparecia em uma mesa de restaurante e contava a amigos que pediu um prato com carne porque havia deixado de ser vegetariano.
Pouco tempo depois de o primeiro comercial ir ao ar, Roberto Carlos se pronunciou a jornalistas sobre o assunto e disse que não foi vegetariano, só não comia carne vermelha, “mas comia peixe e frango”. O rompimento do acordo, avaliado em 45 milhões de reais, levou a JBS e o cantor a uma briga na Justiça em torno da indenização a ser paga em caso de cancelamento do contrato, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Roberto Carlos pede uma multa de 7 milhões de reais pela rescisão, enquanto o JBS só aceita pagar 3,2 milhões de reais.

ELEIÇÃO NA CÂMARA FEDERAL: EDUARDO CUNHA PARTE PARA O CONFRONTO

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Líder do PMDB acelera candidatura a presidente da Câmara em choque com o governo; "Não sou candidato de oposição, mas também não quero ser submisso ao governo", disse ele nesta segunda-feira; vai ao governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), amigo da presidente Dilma Rousseff, e pede apoio explícito; indecisão do PT entre lançar Arlindo Chinaglia ou Marco Maia ajuda na movimentação de Eduardo Cunha; em meio à montagem de ministério, votos para a eleição entre os deputados, marcada para fevereiro, ficam mais valiosos; tucanos prontos para engrossar candidatura dele; petistas sem favoritismo

MINAS GERAIS: GOVERNADOR JÁ VISUALIZA BASE SÓLIDA NA ASSEMBLEIA

Fernando Pimentel já vislumbra uma base parlamentar com 47 deputados, número que lhe garante a maioria simples na ALMG de 77 membros e ainda coloca o seu governo bem perto de obter os dois terços (51 deputados) para aprovação de emendas constitucionais

MINAS GERAIS: GOVERNADOR ELEITO, FERNANDO PIMENTEL PEGARÁ UM ESTADO QUEBRADO

A expectativa do governador eleito em Minas, Fernando Pimentel (PT), de assumir o Executivo dando uma nova cara ao Estado, com mudanças previstas já no primeiro mês de gestão, pode encontrar uma barreira. Dados atualizados sobre o caixa estadual mostram que a arrecadação está abaixo do esperado. E só no orçamento previsto para o ano que vem, o petista já não poderá contar com pelo menos R$ 6 bilhões – o equivalente a 7,3% da receita total do Estado. O recurso precisará ser destinado ao pagamento de empréstimos e da dívida pública mineira com a União. 
  
temor com relação à baixa disponibilidade de recursos para investimentos – com queda prevista de R$ 500 milhões – e despesas tem gerado uma expectativa negativa em lideranças do PT e em pessoas próximas a Pimentel. Tanto que alguns parlamentares defendem e já colocaram em discussão a contratação de uma auditoria para avaliar possíveis rombos nos cofres.
 
“As informações nunca são completas. Já são R$ 20 bilhões em empréstimos para os próximos anos. Só com uma auditoria será possível saber o que realmente está acontecendo e as dificuldades que vamos ter”, argumenta o deputado estadual Adelmo Carneiro Leão (PT). A situação fiscal de Minas também é alvo da comissão de transição de Pimentel, que neste mês passou a ter acesso aos documentos do governo e, agora, trata o tema como “prioridade total” para definir ações administrativas no próximo ano.
 
WILL NUNES:
 
Isso a grande mídia não fala. Que os tucanos quebraram o estado nos 12 anos que tiveram governando um dos estados mais ricos e importantes do país. Cadê o tão fala choque de gestão?

BELO HORIZONTE: PREFEITO COLOCA AS UNHAS DE FORA

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Prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB) diz ter um acordo com o PSDB de Aécio Neves para eleger seu sucessor na capital do Estado que será comandado pelo PT de Fernando Pimentel: “Não é possível esse negócio de candidato no bolso do colete. A Prefeitura de Belo Horizonte vai ser muito cobiçada em 2016”; sobre a derrota do tucano em Minas, afirma que, a exemplo das outras eleições à Presidência, “o próprio poder dominante treinou o povo a votar no PT em nível nacional”

 
    

VAZANTE-MG: EX-PREFEITO COM POPULARIDADE EM ALTA NA TERRA DE ANTÔNIO ANDRADE

Sem sombra de dúvida o grande nome dessa eleição na terra do vice-governador eleito de Minas, Antônio Andrade foi o ex-prefeito Orlando Fialho, ele foi fundamental para fazer majoritário Newton Cardoso Jr. (dep. federal) e Tadeuzinho (dep. estadual). O resultado fez seu nome ser ovacionado pela a oposição para sair candidato a prefeito em 2018. Além disso o governador eleito Pimentel e a presidenta Dilma tiveram votações expressivas no município. Fialho é uma das lideranças que segue com fidelidade a cartilha do deputado federal e vice-governador eleito Andrade.
 

MONTES CLAROS: TADEUZINHO COMEÇA CAMINHAR COM AS SUAS PRÓPRIAS PERNAS

Apesar de não ter tido uma expressiva votação como esperava em Montes Claros reflexo do desgaste político do seu pai, o ex-prefeito Tadeu Leite, o deputado Tadeuzinho começa andar com as suas próprias pernas buscando espaço em um novo cenário que começa surgir no universo montes-clarense.

PAULO MOREIRA LEITE: NEM COM AOPOIO DA MÍDIA E ESTRUTURA DE PODER OS TUCANOS VOAM PARA O PLANALTO

A mitologia de que o PSDB é um partido frágil, incapaz de enfrentar os governos do PT, acompanha a política brasileira desde 2006, quando  Lula conseguiu aquilo que os analistas conservadores julgavam impossível: reelegeu-se por folgada margem de votos  um ano e meio depois de Roberto Jefferson fazer as denúncias da AP 470.
 
Depois de prever um fracasso histórico por várias gerações assim que o país tivesse “experimentado o PT” em 2002, a oposição apostou em três CPIs e na moralidade seletiva dos meios de comunicação para arrancar Lula do Planalto. Em sua imensa dificuldade para reconhecer que o novo governo fora capaz de criar raízes profundas junto a maioria da população,  a partir de uma política inédita de distribuição de renda, criou-se a teoria de que Lula não havia vencido a reeleição em 2006 — a oposição é que fora derrotada por suas próprias fraquezas e pela incapacidade de explorar as falhas do adversário. Também nasceu a teoria de que a população pobre, eleitora de Lula, é mais tolerante com a corrupção dos que os ricos, os bem nascidos e os bem estudados.
 
A teoria  de que Lula fazia um governo sem méritos reais, mas era uma espécie de beneficiário da incompetência alheia, reapareceu em março de 2010 quando ficou claro que Dilma Rousseff, uma ilustre desconhecida fora dos gabinetes do Planalto, ameaçava emplacar uma terceira vitória consecutiva para o PT. A suposta fragilidade tucana serviu como justificava para uma postura abertamente partidária dos meios de comunicação, como admitiu Judith Brito, presidente da
Associação Nacional de Jornais e superintendente da Folha de S. Paulo:
– A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação. E, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo [Lula].
 
A oposição, liderada pelo PSDB, tem, certamente, uma fraqueza do ponto de vista democrático: há 12 anos não consegue reunir votos em número suficiente para ganhar as eleições. Com a reeleição de Dilma, em 2018 terá completado um jejum de 16 anos longe do poder. É um recorde num país onde o próprio Lula perseguiu a presidência incansavelmente entre 1989 e 2002, conseguindo a vitória após 12 anos de jejum.  As derrotas consecutivas de Lula naquele período eram acompanhadas por piadinhas e comentários grosseiros. Falava-se em sua “teimosia”. Também se perguntava por quantas vezes ainda iria  “insistir” em disputar a presidência. Lula acumulou forças, em três campanhas, para conquistar o voto da maioria dos brasileiros, sem dar chance a ninguém, em 2002.
Esta foi e continua sendo sua força.
 
Mesmo derrotada quatro vezes consecutivas, a oposição conserva instrumentos permanentes de poder, que não foram nem serão partilhados voluntariamente com seus sucessores. O PSDB sempre buscou o acesso ao poder, mesmo quando não tinha votos para isso. Em 2005, Fernando Henrique Cardoso disse em entrevista a Exame que Lula poderia permanecer no Planalto  — desde que desistisse da reeleição. Em 2007, o PSDB teve receio que Lula preparasse uma emenda constitucional que lhe permitiria disputar o terceiro mandato — e orquestrou uma campanha preventiva para impedir que, copiando o gesto de FHC em 1997, Lula tentasse aprovar uma emenda para disputar um terceiro mandato no Planalto, que lhe permitiria ficar na presidência por um período inferior ao de François Mitterrand no Eliseu  e Margaret Thatcher em Downing Street.
 
O acesso preferencial às estruturas repressivas do Estado — Polícia Federal, Ministério Público,  Judiciário — permite a oposição um tratamento peculiar. Impede, por exemplo,  que os dissabores que amargaram os petistas na AP 470 possam repetir-se no mensalão PSDB-MG. Mais antigo do que o esquema em que se envolveram os petistas, o PSDB-MG sequer foi julgado em primeira instância e ainda se encontra na fase de ouvir testemunhas numa Vara Criminal em Belo Horizonte. Divulgado a conta-gotas, o inquérito sobre a operação Lava-Jato tornou-se uma arma dirigida contra o Partido dos Trabalhadores.
 
O apoio dos meios de comunicação pode ser comprovado matemáticamente pelo Manchetômetro.   A Bolsa de Valores subiu e desceu no compasso de Aécio.
 
O país assistiu, nas 72 horas anteriores ao segundo turno, a uma tentativa de golpe eleitoral midiático que conseguiu retirar entre três e seis milhões de votos de Dilma, mas não teve força para impedir sua vitória. O dia da eleição foi marcado desde a madrugada por uma tentativa de assalto ao poder, com rumores falsos, mobilização subterrânea para distribuir capas da VEJA e mentiras destinadas a gerar o pânico e paralisar as autoridades. Não faltaram sequer pesquisas fabricadas que, em caso de necessidade, poderiam ser usadas para justificar uma alteração repentina dos resultados.
No necessário retorno a normalidade, ocorreram cenas inaceitáveis a favor de uma intervenção  militar, estimuladas pelo ambiente de intolerância que a tentativa de golpe midiático ajudou a criar.  Vozes responsáveis reagiram com indignação que merece registro.
Mas nada se investigou, ninguém foi chamado a explicar-se, sugerindo que tudo ficará por isso mesmo.
 
Nos días posteriores a vitória de Dilma, os adversários tentam impor sua agenda a Dilma. Denunciam seu direito constitucional a indicar ministros do Supremo assim que eles completarem a idade-limite de 70. A falsa tese da oposição fraca ajuda a alimentar a ainda mais falsa tese do governo bolivariano.
Forte? Frágil

MEGA-SENA DA VIRADA: R$ 240 MILHÕES

megaviradaComeçam hoje (10) as apostas para a Mega da Virada. O sorteio acontece no próximo dia 31 de dezembro. A estimativa é que o concurso 1.665 pague um prêmio de R$ 240 milhões, de acordo com a Caixa Econômica Federal.
A aplicação do valor integral na poupança pode render R$ 1,4 milhão por mês – ou cerca de R$ 46 mil por dia, segundo a Caixa. O prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números e assim sucessivamente. A aposta mínima é de R$ 2,50 e pode ser feita em qualquer lotérica do Brasil.

VIDEO DE CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO NAS ESTRADAS


Chamando atenção em inusitado e forte vídeo, campanha do Governo da Nova Zelândia visa conscientizar o cuidado nas estradas. No episódio, dois carros estão prestes a enfrentar uma batida em uma das vias do país. O primeiro vem em alta velocidade. O segundo atravessa a pista sem cuidados.
O inédito da situação é a paralisação temporal que acontece antes do suposto acidente de trânsito. Nos segundos anteriores à batida, o tempo simplesmente para. Em seguida, os dois motoristas tomam consciência, discutem e lamentam a situação que os espera. “Outras pessoas erram. Diminua a velocidade”, diz a forte campanha. Veja a seguir o vídeo da agência de transporte.

FIGURAS HISTÓRICAS DEIXAM O SENADO

simon senado
O Correio Braziliense destaca que Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Simon (PMDB-RS), José Sarney (PMDB-AP) e Casildo Maldaner (PMDB-SC) estão entre os senadores com mais de 10 anos de Casa que não renovaram os mandatos para 2015. Alguns por vontade própria, como Sarney, Maldaner e outros 10 parlamentares que preferiram não disputar as eleições deste ano. Outros cinco — entre eles, Simon e Suplicy — não foram reeleitos. Assim, passado o primeiro turno das eleições, vários desses personagens têm ocupado a tribuna do Senado nos momentos de pouca atividade e baixo quórum para se despedirem da instituição e da vida pública. Alguns chegaram a se emocionar, como Suplicy, que soma mais de 20 anos na Casa. Afinal, o Senado, como definiu o antropólogo, educador e ex-senador Darcy Ribeiro (1922-1997), “(…) é melhor do que o céu, pois nem é preciso morrer para estar nele”.
Simon escolheu a segunda semana após o primeiro turno das eleições para dizer adeus. Era uma quarta-feira, 15 de outubro, na qual se comemorava o Dia do Professor, e o plenário estava praticamente vazio. No microfone, se revezavam os senadores Casildo Maldaner, Cristovam Buarque (PDT-DF) e Ana Amélia (PP-RS), que perdeu a disputa pelo governo gaúcho. Derrotado por José Serra (PSDB-SP) dias antes, Suplicy presidia a sessão. “Como para Vossa Excelência, senador, também para mim não vai ser fácil mudar os 30 anos, os 32 anos de convivência nesta Casa”, disse-lhe Simon ao tomar a palavra. Juntos, os dois somam mais de 60 anos de Senado. “Já antes da eleição, eu tinha me despedido, comunicando aos meus irmãos que, aos 84 anos — completando 85 exatamente em 31 de janeiro, quando encerro meus 32 anos de Senador —, acho que a missão nesta Casa estava cumprida”, lembrou Simon.

CAI HOJE PARCELA DO FPM DOS MUNICÍPIOS

fpm1Hoje, 10 de novembro, será creditada a primeira parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). As prefeituras receberão R$ 3.462.884.877,55, com a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Já em valores brutos, somada a retenção do Fundo o valor será de R$ 4.328.606.096,94.
Esse 1.º decêndio soma R$ 4,328 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o o valor ficou em R$ 4,285 bilhões – valores brutos. Em termos reais esse primeiro repasse registrou um aumento de 1% em relação a repasse do mesmo período do ano passado. No acumulado de 2014 o FPM apresenta crescimento de 3,4%, em termos reais, e soma R$ 67,558 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano anterior o acumulado ficou em R$ 65,331 bilhões.
Esse 1.º decêndio de novembro de 2014, está maior em 49% se comparado com o 1. º decêndio de outubro de 2014. Porém, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra os gestores municipais que tenham prudência. A última projeção da Receita Federal, feita no começo do mês passado para o repasse total do mês de novembro, é de aumento de 55% em relação ao mês de outubro.

CAI A VIOLÊNCIA EM ACIDENTES DE TRÂNSITO

acidente carnavalAs mortes em acidentes de trânsito caíram 10% em todo o país no ano passado, segundo dados do governo federal. A redução interrompe uma sequência de aumento da violência no trânsito, que durava havia três anos, e também representa a queda mais expressiva desde 1998, quando as mortes diminuíram em 13%.Apesar disso, os números estão longe dos registrados em países desenvolvidos.
Dados preliminares do SUS (Sistema Único de Saúde) apontam que foram 40,5 mil vítimas em 2013, ante 44,8 mil no ano anterior. A estatística coincide com o primeiro ano de vigência da Lei Seca mais rigorosa, que dobrou o valor das multas. Também passaram a ser aceitos novos meios de provar a ingestão de álcool, além do bafômetro, e a classificação do crime de trânsito por dirigir embriagado ficou menos rígida –ou seja, ficou mais fácil para o infrator ser enquadrado como criminoso.

PMDB QUER O MINISTÉRIO DOS ESPORTES

O PMDB do Rio quer o Ministério do Esporte no próximo mandato da presidente Dilma. O peso da vitória eleitoral de Dilma no estado, a realização das Olimpíadas de 2016 na cidade do Rio e a intenção de projetar um sucessor para o prefeito Eduardo Paes justificam a demanda. Os líderes do partido, o governador Luiz Fernando Pezão e Paes, negam, mas nos bastidores operam com esse objetivo.

MONTES CLAROS: PAULO GUEDES NÃO TERÁ VIDA FÁCIL PARA CHEGAR A PREFEITURA

Apesar da expressiva votação obtida na última eleição o deputado estadual Paulo Guedes (PT) terá que percorrer ainda um longo caminho caso queira viabilizar seu nome com chances reais de vitória na eleição para prefeito de Montes Claros ( 2018). 

O alinhamento natural que ele achava que iria acontecer naturalmente com o deputado estadual Tadeuzinho para atrair o PMDB não será uma tarefa muito fácil. Os peemedebistas podem até deixar a administração do prefeito Rui Muniz, mas não será agora. O partido deve dá mais um tempo para o prefeito tentar recuperar sua  popularidade, caso contrário aos poucos buscará outros caminhos, que com certeza não será de apoio automático a ala petista liderada por Paulo Guedes. 
 

domingo, 9 de novembro de 2014

MONTES CLAROS: DRA. ARIADNA PODE OCUPAR UMA CADEIRA NA CÂMARA FEDERAL

São fortes as especulações que a Dra. Ariadna (PRB) assuma uma cadeira na Câmara Federal. Filiada ao PRB, seu nome tem sido citado na grande imprensa do estado como uma das beneficiadas com a decisão do governador eleito Fernando Pimentel (PT) de compor parte do seu secretariado com nomes de deputados eleitos na última eleição.  

Apesar de nunca ter disputado uma eleição o desempenho supreendeu o cenário político de Montes Claros e do Norte de Minas pela a sua expressiva votação no estado (30.968 votos). Conceituada médica ( oftalmologia) teve um papel importante em Montes Claros e Região apoiando o governador eleito Pimentel e a reeleição da presidenta Dilma.

Conhecida pelo o diálogo, conciliadora e muito bem articulada seu nome passou  fazer parte do debate politico no norte mineiro. Caso assuma mesmo uma cadeira na Câmara Federal consolida sua campanha em defesa dos interesses do município e da região.

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MINAS GERAIS: POSSÍVEIS SECRETÁRIOS E NOVOS DEPUTADOS FEDERAIS


JORNAL O TEMPO: SUPLENTES PODEM ASSUMIR CADEIRA NA CÂMARA FEDERAL

Especulações sobre nomes de deputados federais e estaduais eleitos que podem assumir cargos no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e na administração do governador eleito de Minas, Fernando Pimentel (PT) geram expectativas de alteração da configuração das bancadas na Assembleia de Minas e na Câmara Federal antes da legislatura 2015-2019 começar.

O deputado federal mais votado em Minas, Reginaldo Lopes (PT) é nome cotado para assumir o Ministério da Educação. Já o parlamentar federal Miguel Corrêa (PT) é um dos favoritos para assumir a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional, Políticas Urbanas e Gestão Metropolitana. Amparado na influência do trabalho de articulação política realizado durante a campanha de Pimentel, o presidente do PT de Minas e reeleito para o Congresso, Odair Cunha (PT), é cogitado para ser secretário estadual de Governo. Já o deputado reeleito Saraiva Felipe (PMDB) poderia deixar o Distrito Federal para ser secretário de Saúde no Estado.
Se as especulações se confirmarem, os deputados federais Ademir Camilo (PROS) e Nilmário Miranda (PT) devem permanecer na Câmara mesmo sem ter conseguido votos o bastante. Além deles, quem também pode assumir uma cadeira em Brasília é a ex-prefeita de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, Maria do Carmo Lara (PT) e a irmã do prefeito de Montes Claros, no Norte de Minas, Rui Muniz (PRB), Ariadna Muniz (PRB).
Maria do Carmo e Ariadna Muniz não seriam alçadas à Câmara. No entanto o segundo e terceiro suplentes da chapa encabeçada pelo PT, Silas Brasileiro (PMDB) e Wadson Ribeiro (PCdoB) podem ser nomeados para ocupar as secretarias de Agricultura e de Esportes no governo de Pimentel, respectivamente.
Em Minas, os eleitos para a Assembleia Legislativa Tadeu Martins (PMDB), que pode assumir a Secretaria estadual de Turismo, Carlos Henrique (PRB), sem pasta definida, e Mário Henrique Caixa (PCdoB), também cogitado para a Secretaria de Esportes, devem abrir espaço para suplentes.
Os contemplados seriam Tony Carlos (PMDB), que já é deputado estadual, a viúva do ex-prefeito de Varginha, no Sul de Minas, Mauro Teixeira, Geisa Teixeira (PT), e Geraldo Pimenta (PCdoB).
Escolha. Uma das siglas apoiadoras de Pimentel, o PROS, tem presença garantida no governo do petista. A legenda pediu espaço nas pastas da Saúde, do Trabalho e do Desenvolvimento do Norte e Nordeste. Por ser presidente da legenda no Estado e deputado federal, Ademir Camilo tem cacife para reivindicar uma secretaria para si, mas prefere continuar na Câmara. “Prefiro continuar na Câmara por uma questão partidária. Posso continuar aqui porque a aliança em torno de Pimentel tem cinco partidos. Há muito espaço, e deputados devem ser chamados para o Executivo”, alega.
Futuro
Espera. Nilmário Miranda diz que está preocupado em terminar “bem” a atual legislatura. “Vamos esperar. Deputados importantes na campanha podem assumir cargos nos governos federal ou estadual.”
PCdoB
Aliado. A banca do PCdoB da Assembleia se reuniu, nesta quinta, na Casa para fazer um balanço do processo eleitoral e debater sobre as prioridades para a próxima legislatura. 

Aliado. Apesar de não ter coligado com o PT na chapa proporcional para a disputa de vagas na Assembleia, a sigla vai apoiar Fernando Pimentel. O partido elegeu três deputados estaduais. De acordo com o presidente estadual da sigla, Wadson Ribeiro, qualquer um deles podem se tornar secretários.

PMDB DE OLHO EM CINCO MINISTÉRIOS

Indagado se o partido continuará com os cinco ministérios, Temer disse que a decisão é da presidente Dilma. "Ela terá sensibilidade para verificar o tamanho do PMDB e o que entrega ao PMDB. Não por ser um partido aliado, mas por ser um partido que está no governo”, disse.

DEPUTADO FEDERAL REGINALDO LOPES DO PT DE MINAS, PODE ASSUMIR O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

O ministro da Educação, Henrique Paim (PT), disse nesta sexta que ainda não discutiu com a presidente Dilma Rousseff sua eventual permanência no cargo no segundo mandato da petista. O Ministério da Educação é alvo de disputa interna do PT, que não pretende abrir mão do controle da pasta no novo governo. O orçamento do MEC é de cerca de R$ 100 bilhões. São cotados para assumir a pasta os governadores Cid Gomes (PROS) e Tarso Genro (PT). Corre por fora o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG).

PMDB OTIMISTA COM O NOVO MANDATO DA DILMA

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, reiterou a importância da sigla neste mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e, disse não ter dúvidas de que a legenda ocupará posições de destaque no governo, compatíveis com o seu tamanho.

MINAS GERAIS: PIMENTA DA VEIGA JÁ PENSA EM SER CANDIDATO EM 2018

A possibilidade de manter quadros do atual governo no próximo ano só deve se aplicar a cargos técnicos do Estado e fora do primeiro escalão. Apesar de ter dado a entender a aliados logo após ser eleito em primeiro turno que nomes da gestão tucana poderiam permanecer, o governador eleito em Minas, Fernando Pimentel (PT), deve colocar seus aliados em todas as secretarias, subsecretarias e cargos de confiança, e aproveitar apenas alguns nomes mais experientes para iniciar a gestão. “O corpo técnico atual tem valores que podem contribuir com o governo do PT. É preciso dar a devida importância aos concursados, como os que vieram da Fundação João Pinheiro e conhecem bem as contas públicas”, afirma um petista. “Mas é pouco provável que alguém do primeiro escalão permaneça. Os aliados vão ocupar esses espaços”, diz. 

MINAS GERAIS: PIMENTEL DEVE MANTER TÉCNICOS

A possibilidade de manter quadros do atual governo no próximo ano só deve se aplicar a cargos técnicos do Estado e fora do primeiro escalão. Apesar de ter dado a entender a aliados logo após ser eleito em primeiro turno que nomes da gestão tucana poderiam permanecer, o governador eleito em Minas, Fernando Pimentel (PT), deve colocar seus aliados em todas as secretarias, subsecretarias e cargos de confiança, e aproveitar apenas alguns nomes mais experientes para iniciar a gestão. “O corpo técnico atual tem valores que podem contribuir com o governo do PT. É preciso dar a devida importância aos concursados, como os que vieram da Fundação João Pinheiro e conhecem bem as contas públicas”, afirma um petista. “Mas é pouco provável que alguém do primeiro escalão permaneça. Os aliados vão ocupar esses espaços”, diz. 

MINAS GERAIS: PIMENTEL PRETENDE AUMENTAR OS LAÇOS COM O GOVERNO FEDERAL

Depois de vencer as disputas nacionalmente e também em Minas, rompendo com o domínio do PSDB no segundo maior colégio eleitoral do país, o PT deverá adotar ações semelhantes ao comandar os Palácios do Planalto e Tiradentes. Mostrando alinhamento entre as duas esferas, a partir de janeiro, o novo governador Fernando Pimentel deve ampliar a presença de programas federais no Estado, e aqueles que já contam com a ajuda da União passarão a ser identificados pelos nomes dados pelo governo federal.

GOVERNADOR TUCANO QUER DIALOGAR COM DILMA

Ao contrário dos tucanos no Congresso, os governadores do PSDB querem dialogar com a presidente Dilma. O de Goiás, Marconi Perillo, quer parceria para construir uma linha de trem, de passageiros e carga, ligando Brasília a Goiânia.

CAMPANHA QUER RESPOSTA DO MINISTRO DO STF GILMAR MENDES

Está em curso nas redes sociais campanha para que o ministro Gilmar Mendes conclua a votação da Adin que proíbe empresas de financiarem campanhas eleitorais. Ajuizado pela OAB, o julgamento não foi concluído ainda porque o ministro pediu vistas, há sete meses, e suspendeu a votação. O placar está 6 x 1 pelo fim de doações eleitorais por empresas.

DILMINHA

“Se ela (presidente Dilma) agir, no seu segundo governo, como se comportou na campanha eleitoral, vai ser nota mil” 

Gilberto Carvalho
Secretário-geral da Presidência, no coquetel com parlamentares do PT sobre a interação da presidente com os políticos.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

PT TERÁ CANDIDATURA PRÓPRIA PARA DISPUTAR A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

Luis Macedo / Câmara dos Deputados:
Bancada do PT na Câmara decidiu nesta quinta (6), durante reunião, que terá candidato à presidência da Câmara; “Nós teremos um nome para submeter ao plenário para disputar a presidência da Câmara. Para isso, vamos ter um diálogo com todos os partidos, começando pelos da base, os independentes e da oposição, de maneira que a Casa seja bem representada, com independência, sem se situação ou oposição, mas com o papel que cabe ao Parlamento”, disse o líder da bancada, deputado Vicentinho (SP

PIMENTEL SAI DA CAMPANHA ELEITO E LUCRANDO

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O ex-ministro Pimenta da Veiga (PSDB) terminou sua campanha com um débito milionário a ser pago pelo partido com saldo de campanha; de acordo com a prestação de contas enviada à Justiça Eleitoral, os gastos da campanha tucana chegaram a R$ 43,1 milhões, e a arrecadação, R$ 40,4 milhões, ou seja, um prejuízo de R$ 2,7 milhões; governador eleito de Minas, Fernando Pimentel (PT) arrecadou R$ 53,4 milhões e gastou R$ 52,1 milhões, ou seja, registrou lucro de R$ 1,3 milhão

LULA QUER MUDANÇAS NO COMANDO DA ECONOMIA

:
Segundo Kennedy Alencar, ex-presidente Lula sugeriu à presidente Dilma Rousseff colocar o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no Ministério Fazenda e o ex-secretário-executivo dessa pasta Nelson Barbosa no Planejamento; o Banco Central ficaria sob o comando de Alexandre Tombini, com algumas trocas de diretores; "Meirelles passaria a ser o fiador da política econômica. Com Nelson Barbosa, Dilma manteria alguma influência, apesar de ele ter deixado o governo por discordar de decisões que tiveram aval da presidente", diz

MINAS GERAIS: GASTOS DOS DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS EM MG

Veja os gastos de cada eleito em Minas Gerais:

Deputados estaduais eleitos:
Paulo Guedes (PT)
Total de Despesas: R$ 2.419.183,53
 
Elismar Prado (PT)
Total de Despesas: R$ 334.499,1O
 
João Magalhães (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.672.982,73
 
Marília Campos (PT)
Total de Despesas: R$ 1.397.483,47
 
Durval Ângelo (PT)
Total de Despesas: R$ 1.021.117,00
 
Rogério Correia (PT)
Total de Despesas: R$ 218.274,51
 
Gilberto Abramo (PRB)
Total de Despesas: R$ 294.701,73
 
Ulysses Gomes (PT)
Total de Despesas: R$ 1.307.901,17
 
Carlos Henrique (PRB)
Total de Despesas: R$ 277.517,86
 
Rosangela Reis (PROS)
Total de Despesas: R$ 606.223,48
 
Savio Souza Cruz (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.115.655,49
 
Adalclever Lopes (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.181.632,04
 
Celise Laviola (PMDB)
Total de Despesas: R$ 336.847,63
 
Ivair Nogueira (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.064.997,48
 
Dr. Jean Freire (PT)
Total de Despesas: R$ 204.630,92
 
Paulo Lamac (PT)
Total de Despesas: R$ 1.416.349,12
 
Tadeuzinho (PMDB)
Total de Despesas: R$ 773.843,04
 
André Quintão (PT)
Total de Despesas: R$ 613.801,63
 
Cristiano Silveira (PT)
Total de Despesas: R$ 301.247,18
 
Iran Barbosa (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.263.261,98
 
Pastor Vanderlei Miranda (PMDB)
Total de Despesas: R$ 323.193,34
 
Cabo Júlio (PMDB)
Total de Despesas: R$ 152.540,82
 
Leonídio Bouças (PMDB)
Total de Despesas: R$ 938.227,79
 
Gil Pereira (PP)
Total de Despesas: R$ 1.679.994,29
 
Dr. Wilson Batista (PSD)
Total de Despesas: R$ 622.994,81
 
Dalmo Ribeiro (PSDB)
Total de Despesas: R$ 849.682,56
 
Antonio Jorge (PPS)
Total de Despesas: R$ 1.124.307,49
 
Antônio Carlos Arantes (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.440.070,09
 
Cassio Soares (PSD)
Total de Despesas: R$ 932.835,27
 
Neilando Pimenta (PP)
Total de Despesas: R$ 910.563,37
 
Mourão (PSDB)
Total de Despesas: R$ 905.006,79
 
Ione Pinheiro (DEM)
Total de Despesas: R$ 2.846.482,10
 
João Vitor Xavier (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.842.919,94
 
Duarte (PSD)
Total de Despesas: R$ 583.842,72
 
Gustavo Valadares (PSDB) Total de Despesas: R$ 1.275.205,26

Fábio Cherem (PSD)
Total de Despesas: R$ 3.402.188,73

Thiago Cota (PPS)
Total de Despesas: R$ 1.084.972,55
 
Luiz Humberto Carneiro (PSDB)
Total de Despesas: R$ 849.511,56
 
Felipe Attiê (PP)
Total de Despesas: R$ 428.520,04
 
João Leite (PSDB)
Total de Despesas: R$ 249.947,90
 
Fábio Tolentino (PPS)
Total de Despesas: R$ 596.204,60
 
Gustavo Correa (DEM)
Total de Despesas: R$ 2.220.276,91
 
Tito Torres (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.180.469,12
 
Lafayette Andrada (PSDB)
Total de Despesas: R$ 635.568,57
 
Sargento Rodrigues (PDT)
Total de Despesas: R$ 626.425,69
 
Tiago Ulisses (PV)
Total de Despesas: R$ 1.907.772,04
 
Dr. Hely (PV)
Total de Despesas: R$ 481.808,11
 
Alencar da Silveira Júnior (PDT)
Total de Despesas: R$ 1.637.913,23
 
Agostinho Patrus Filho (PV)
Total de Despesas: R$ 1.277.477,90
 
Inacio Franco (PV)
Total de Despesas: R$ 657.373,45
 
Nozinho (PDT)
Total de Despesas: R$ 1.236.754,95
 
Carlos Pimenta (PDT)
Total de Despesas: R$ 584.578,57
 
Braulio Braz (PTB)
Total de Despesas: R$ 1.919.495,08
 
Arlen Santiago (PTB)
Total de Despesas: R$ 1.683.774,23
 
Dilzon Melo (PTB)
Total de Despesas: R$ 807.120,94
 
Missionário Márcio Santiago (PTB)
Total de Despesas: R$ 81.952,60
 
Léo Portela (PR)
Total de Despesas: R$ 449.430,89
 
Arnaldo (PR)
Total de Despesas: R$ 1.244.526,69
 
Deiró Marra (PR)
Total de Despesas: R$ 413.800,80
 
Douglas Melo da Musirama (PSC)
Total de Despesas: R$ 466.769,28
 
Noraldino Júnior (PSC)
Total de Despesas: R$ 337.469,00
 
Anselmo José Domingos (PTC)
Total de Despesas: R$ 1.146.168,22

Leandro Genaro (PSB)
Total de Despesas: R$ 278.004,93]

Wander Borges (PSB)
Total de Despesas: R$ 951.808,92
 
Lerin (PSB)
Total de Despesas: R$ 448.795,47
 
Mario Henrique Caixa (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 407.258,25
 
Ricardo Faria (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 986.174,84
 
Celinho do Sinttrocel (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 805.302,17
 
Bosco (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 818.535,97
 
Emidinho Madeira (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 725.160,36
 
Fábio Avelar (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 346.599,95
 
Arlete Magalhães (PTN)
Total de Despesas: R$ 1.276.963,47
 
Roberto Andrade (PTN)
Total de Despesas: R$ 1.340.427,76
 
Glaycon Franco (PTN)
Total de Despesas: R$ 333.641,68
 
Fred Costa (PEN)
Total de Despesas: R$ 1.182.283,87
 
Dirceu Ribeiro (PHS)
Total de Despesas: R$ 275.219,59
 
Isauro Calais (PMN)
Total de Despesas: R$ 349.549,16
 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

VITÓRIA DE DILMA: BRASIL SEM DIVISÃO

A primeira leitura do UOL após o resultado por Estado da eleição presidencial deste ano mostra um país dividido: Nordeste, parte do Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro, vermelhos; e os demais Estados azuis, mostrando quem – Dilma Rousseff (PT) ou Aécio Neves (PSDB)– venceu em cada unidade da federação. Essa polarização, porém, não é tão radical. Afinal, os dois candidatos conseguiram votos em todos os Estados. Cada um deles conseguiu mais votos em determinadas regiões, mas isso não exclui a votação que o concorrente obteve na mesma área.
Tome-se o exemplo de Minas Gerais, onde a petista venceu, e que no mapa simples aparece em vermelho. A votação por lá, porém, foi a mais apertada entre todos os Estados. Dilma obteve 52,41%, e Aécio, 47,59%. A presidente foi reeleita neste domingo (26) com 51,64% dos votos válidos.
Um novo mapa, que ganhou as redes sociais nesta segunda-feira, mostra essas diferenças. Com variações de cor entre o vermelho e o azul, é possível observar melhor a proporção de votos em cada Estado. Assim, descobre-se que o Rio Grande do Sul não é tão tucano – Dilma teve 46,47% dos votos válidos dos gaúchos–, nem o Pará é tão petista, já que 42,59% dos eleitores de lá optaram por Aécio. Confira, no mapa, a variação dos votos:


        

POR RODRIGO VIANNA: MICOS DA ELEIÇÃO


Aecio cumprimentopor Rodrigo Vianna
Passada a eleição, é  hora de selecionar os grandes “micos” dessa campanha eleitoral que mobilizou ódio e preconceito – por fim, derrotados na urna.
Faço aqui uma breve lista, mas gostaria que os internautas ajudassem a completá-la.
1) Marina Silva
Ganhou, disparado, o grande troféu de mico eleitoral. Sorriu sobre o caixão de Eduardo Campos em agosto. Depois, terceirizou sua campanha ao Itaú, enquanto se apresentava como “terceira via”… No fim, desmontada pelos fatos, soltou os cabelos numa cerimônia constrangedora de adesão a Aécio Neves.
Marina destruiu dois partidos (PSB e Rede), e avacalhou sua própria história.
Derreteu quando fugiu do debate com Dilma no primeiro turno. Raivosa, apoiou Aécio no segundo turno.
Ao lado do tucano, perdeu a eleição e a pose.
2) Sensus e Istoé
Quando todas as pesquisas, na reta final, já davam Dilma em primeiro lugar, o instituto Sensus produziu estranhíssimos levantamentos que indicavam Aécio até 15 pontos na frente. É, nitidamente, caso para investigação policial. A revista “Istoé” arrastou-se na lama publicando as pesquisas aecistas.
Mas pior foi ver o Estatístico que dirige o instituto afirmar: “rasgo o meu diploma se a pesquisa estiver errada”. Aguarda-se agora que ele cumpra a promessa de campanha.
3) Lobão e Mainardi
O roqueiro prometeu ir embora do Brasil se Dilma ganhasse.
Mais um que faz promessas só para iludir o povo. Diante da derrota, o ex-roqueiro declarou que voltava atrás – frustrando milhões de brasileiros que já se cotizavam para pagar o bilhete aéreo do rapaz.
Lobão recebeu, na última hora, a companhia do moço que trabalhava na “Veja” e fugiu para Veneza. Diogo Mainardi prometeu que se jogaria pela janela se Dilma vencesse. Até agora, não cumpriu a promessa.
4) “Veja” e a classe média paulista
A revista da marginal lançou-se com fúria infantil na campanha. Às portas da falência, apostou tudo na eleição de Aécio Neves – produzindo uma capa que atendia aos interesses tucanos.
A capa virou panfleto nas mãos da furiosa classe média paulista – que na tare de sábado (25/outubro) distribuía o material em uma desesperada passeata na avenida Paulista.
A mesma classe média espalhou boatos de que o doleiro Youssef (principal “fonte” da revista) teria sido “envenenado pelo PT”. Era mentira.
“Veja” e a classe média conservadora acabaram por se afogar no próprio ódio.
A revista da marginal pagou o mico de publicar um direito de resposta do PT em seu sítio eletrônico – por ordem do TSE.
Já a classe média conservadora pagou o mico de terminar a eleição espalhando mensagens preconceituosas pelas redes sociais – contra o Nordeste.
Detalhe: a derrota de Aécio não se deu no Nordeste. Mas no Rio e em Minas.
5) A viúva de Pernambuco
A família de Eduardo Campos mergulhou na campanha de Marina (e, depois, de Aécio) de forma abrupta. Filhos e viúva foram os primeiros a desrespeitar o luto.
Pagaram o mico duplo: usaram o cadáver na campanha, o que não impediu uma derrota humilhante no segundo turno.
Entre a exploração mórbida da memória de Eduardo e o reconhecimento ao ex-presidente Lula, o povo pernambucano ficou com o segundo.
6) “O povo não é bobo…”
A Globo de Ali Kamel iniciou o segundo turno descarregando o escândalo da Petrobras sobre Dilma. A família Marinho imaginava que ali decidiria a eleição. Mas Dilma resistiu – bravamente.
A capa da “Veja”, na véspera do segundo turno, mostrou uma Globo já mais vacilante.
Na sexta-feira (24/outubro), Ali Kamel fugiu do assunto – temendo que Dilma desmascarasse a Globo no debate  ao vivo que aconteceria naquela noite. E Dilma mandou mesmo recado no debate, quando abriu sua resposta sobre a revista com a frase: “o povo não é bobo…”.
No sábado antes da eleição, a Globo entrou no assunto – de forma covarde. Dilma já não teria como responder. Mas o JN não teve o mesmo ímpeto de outras eleições. Mostrou-se fraco.
Quando Dilma fazia o discurso da vitória no domingo, com transmissão ao vivo, a platéia interrompeu: “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.
Dilma manteve um meio sorriso no rosto. O áudio vazou no ar, inclusive na Globo.
Mais um mico para a coleção de Ali Kamel (diretor de Jornalismo da emissora) – que se dedica a processar blogueiros, enquanto vê a audiência da TV despencar.
7) “Vamos conversar? Não, obrigado…”
Aécio foi um candidato competitivo. Agressivo demais em alguns momentos.
Mas mostrou coragem, ao defender o legado de FHC, e ao reconhecer a vitória de Dilma de maneira republicana e tranquila.
Mas, do ponto de vista visual, o grande mico da eleição foi a foto que abre esse  texto.
Aécio iniciou a campanha com o mote “vamos conversar”. Os ricos e remediados toparam falar com ele. E votaram nele.
Mas Aécio jamais conseguiu chegar aos pobres. Na visita a uma comunidade em BH, um morador recolheu a mão quando o candidato estendeu a dele para o cumprimento.
Mico registrado para a posteridade.
Mico tão grande quanto perder a eleição em Minas – onde ele esperava uma vitória “consagradora”.

DILMA: A VITÓRIA É DE TODOS



O Brasil é de todos e a vitória de Dilma também!



A vitória de Dilma foi a vitória do povo brasileiro em toda a sua abrangência, diversidade, pluralidade, regionalidades. Ainda que Dilma não tenha vencido em todas as regiões do país, é equivocada a leitura de um país dividido por região ou por renda – leitura essa que prega certo ódio e um sentimento antidemocrático, que busca invalidar a conquista nas urnas.


Dos mais de 54,5 milhões de votos que Dilma recebeu, 54,82% vieram das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; 45,08% das regiões Norte e Nordeste, onde Dilma ganhou em todos os estados. A vitória expressiva de Dilma nos estados do Nordeste é um resultado esperado para estados que há 500 anos estavam esquecidos pelos governantes e viram a chegada de Lula e Dilma ao poder mudar tal realidade.


Ainda assim, a divisão binária que muitos espalharam pela rede, motivadora de um sentimento xenófobo, deve ser analisada com cuidado. Não há região do Brasil em que exista unanimidade: no país democrático em que vivemos, as opiniões divergem, como não poderia deixar de ser. Não há essa polarização extrema, não há um lado vermelho e outro azul, há diversas matizes, diversos tons que compõem a democracia brasileira (veja abaixo a análise de Thomas Conti).


Nesse cenário, o projeto popular de Dilma venceu e teve ampla vantagem em estados como Maranhão (78,6%), Piauí (78,2%) e Ceará (76,7%). Ao todo, foram 15 estados com o PT à frente. Entre eles, duas vitórias significativas: Rio de Janeiro (54,9%) e Minas Gerais (52,4%), os estados que mais de perto conheceram o adversário, Aécio Neves, e respectivamente o segundo e terceiro estados mais ricos do Brasil.


Os próximos quatro anos serão de um governo para todos. Nestes últimos 12, todos ganharam e quem menos tinha melhorou ainda mais de vida. É dessa forma que a mudança prosseguirá, rumo a um Brasil cada vez maior e mais justo.