Apesar da grande mídia omitir a verdade que a Rede Globo vive um dos seus piores momentos. Canal que tinha de 70% a 80% de audiência agora não chega a 20% na programação diária. E a cada dia perde público e começa ver a Record no retrovisor.
Claro que a Record precisa manter seu processo contínuo de crescimento para que não seja apenas um momento. Mas a verdade é que são vários os programas que estão em alta puxando a audiência.
O carro chefe da Globo que era o jornalismo, já não tem a mesma influência dos anos anteriores. O poder começa a perder força diante também dos outros meios de comunicação, principalmente na internet.
A Globo se reinventa ou terá sérias dificuldades a médio e a longo prazo com um mundo novo da tecnologia que promete revolucionar o mundo.
A Record está em festa com os excelentes números de audiência de “Os Dez Mandamentos” alcançados na noite desta quinta-feira (29). Pela primeira vez, a novela bíblica venceu a Globo do início ao fim em São Paulo, segundo dados prévios do Ibope. Os números consolidados serão divulgados na manhã de sexta-feira e podem sofrer alteração.
A novela registrou média de 21,4 pontos, contra 20,3 da Globo, 10,6 do SBT e 2,1 da Band. No confronto com o “Jornal Nacional”, entre 20h40 e 21h30, pela primeira vez, “Os Dez Mandamentos” venceu, por 20,7 a 19,9. Já contra “A Regra do Jogo”, entre 21h31 e 21h48, a vitória foi de 22,9 a 21,4.
Os números nem são os mais altos já alcançados pela novela. Esta semana, mesmo, “Os Dez Mandamentos'' registrou média de 24 pontos em São Paulo. Mas a vitória sobre o “Jornal Nacional'' e a novela, ao mesmo tempo, é um resultado inédito.
A corrupção mata de sede o Norte de Minas, afirmou este jornal na edição deste domingo. Auditoria do Tribunal de Contas da União mostrou que mais da metade das famílias mais pobres nessa região semiárida não tem acesso à água potável. Não deveria ser assim. O governo federal destinou muito dinheiro ao programa Brasil sem Miséria, gerenciado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), para ajudar famílias com renda per capita de até 70 reais por mês.
Se o dinheiro tivesse sido bem aplicado, teriam sido construídas cisternas para captação de água da chuva, e o problema na região seria menos grave do que atualmente, quando mais de 74% dos animais estão ameaçados de morrer por falta de água. Há três semanas, a Polícia Federal verificou que toda a verba destinada para tal finalidade no Norte de Minas havia sido desviada por uma quadrilha formada por criminosos de colarinho-branco.
Número foi levantado em pesquisa Datafolha; levantamento apontou que 45% dos 513 deputados defendem a saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), enquanto 25% pregam sua permanência e 30% não se posicionaram; levantamento também mostrou que oposição não tem votos para abrir eventual impeachment; em vez dos dois terços necessários, ela teria apenas 39%; o número, no entanto, não seria absolutamente confiável segundo o diretor do instituto; "Há um número significativo de parlamentares escondendo o jogo", diz Mauro Paulino; ontem, presidente da Câmara revogou o rito do impeachment acertado com a oposição, que havia sido suspenso pelo Supremo Tribunal Federal, e chamou novamente a qiestão para si.
Será creditado nesta sexta-feira, dia 30 de outubro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3.º decêndio do mês de outubro de 2015. O valor será de R$ 1.601.856.463,84, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, isto é, incluindo a retenção do Fundeb, o montante é de R$ 2.002.320.579,80.
Em comparação com o terceiro decêndio de outubro de 2014, o presente decêndio teve um aumento de 36,2%, isso em termos reais, ou seja, considerando a inflação. Mas somando todos os decêndios de outubro, o valor foi de R$ 5,358 bilhões frente aos R$ 5,444 bilhões acumulado no mesmo período do ano anterior. Ou seja, representa, em termos reais, uma retração de 1,58% para outubro de 2015.
No acumulado de 2015, o FPM soma R$ 66,811 bilhões e no mesmo período do ano anterior era de R$ 68,647 bilhões. Em termos reais, o FPM está 2,67% menor do que o mesmo período do ano anterior. Ressaltamos que estes valores não incluem os repasses extras de janeiro de 2014 e 2015, além dos repasses extras de maio e outubro de 2015. Se for desconsiderado também o repasse referente ao 0,5% de julho de 2015 a queda real do fundo é ainda mais expressiva: 4,06%.
A manipulação da imprensa e as ações contra o PT, presidenta Dilma
e ao ex-presidente Lula estão tão
evidentes que aos poucos vai dando sinal de descrédito. A população começou a perceber que pau que bate em Francisco não é o mesmo que bate em Chico.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
A Santa Casa
recebeu uma boa notícia. O governo do estado de Minas, liberou uma verba de R$ 1 milhão para construir 20 novos leitos de
UTI. A direção do Hospital espera concluir a obra até o final do próximo ano.
O prefeito Ruy Muniz terá que fazer muito esforço para
aprovar na Câmara Municipal o projeto que
o executivo municipal solicita autorização para fazer um empréstimo de US$
80 milhões ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Têm Vereadores da
sua própria base manifestando-se contra o projeto.
Nem bem abriu a janela e a troca de partidos na Câmara
Municipal de Montes Claros começou. O Vereador Rodrigo Cadeirante deixa o PTN e vai
para a Rede de Sustentabilidade. O mesmo caminho deve ser seguido pelo o Vereador
Antônio Silveira também do PTN para o partido da Marina Silva.
O governador Fernando Pimentel liberou ontem (28), a verba de R$ 1 milhão para a Santa Casa de Montes Claros construir 20 novos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), amenizando com isso, a situação de falta destes leitos em Montes Claros. O valor total do convênio 154/2013 prevê o repasse de R$ 4,5 milhões para a ampliação desse novo serviço, sendo que até agora tinham sido liberados R$ 2 milhões, na primeira parcela e agora, mais R$ 1 milhão.
O governador Fernando Pimentel tem demonstrando sensibilidade com a Santa Casa, maior hospital do interior mineiro, no eixo Belo Horizonte, Brasília e Salvador e por isso, determinou a imediata liberação de R$ 1 milhão para permitir que as obras continuassem. O superintendente Maurício Sérgio Souza e Silva explica que a verba já foi depositada na conta do hospital e as obras estão a pleno vapor, com previsão de serem concluídas no final de 2016, inclusive com a instalação de elevador para acesso ao andar onde estão sendo construídos os leitos de UTI. Ele destaca que todo esforço é para a liberação da terceira parcela, no montante de R$ 1,5 milhão. No mês de novembro o secretário estadual de Saúde, Fausto Pereira dos Santos, estará em Montes Claros, quando deverá visitar as obras de ampliação. Será a primeira visita dele desde que tomou posse na pasta.
A Apple confirmou em seu site oficial a data de lançamento do iPhone 6s e do iPhone 6s Plus no Brasil. Os novos modelos do smartphone chegam às lojas daqui em 13 de novembro, custando a partir de R$ 4 mil.
O preço foi revelado pelo site MacMagazine, que divulgou também a tabela completa de valores. O modelo mais barato, o iPhone 6s de 16GB de armazenamento, sai por R$ 4 mil; enquanto o mais caro, o iPhone 6s Plus de 128GB, chega custando R$ 4,9 mil.
A empresa deve oferecer a opção de parcelamento do aparelho em até 12 vezes, com desconto de 10% para pagamentos à vista. Como comparação, em 2014 o iPhone 6 foi lançado no Brasil com preços a partir de R$ 3,2 mil. Já o 6 Plus tinha o preço mínimo de R$ 3,6 mil. Ainda segundo o MacMagazine, a pré-venda começa em 6 de novembro.
Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, instaurou processos administrativos contra as operadoras de telefonia Claro, Oi Telefônica, TIM Brasil Serviços e Participações e Telefônica Vivo Brasil para investigar supostas infrações ao Código de Defesa do Consumidor.
Os processos foram abertos pela forma como as operadoras adotaram mudanças no modelo de serviços de acesso à internet móvel, na medida em que deixaram de reduzir a velocidade do acesso à internet passando a interrompê-lo mediante o esgotamento da franquia.
O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, afirmou hoje (28) que impostos são sempre “antipáticos” para população, mas que o poder público precisa, muitas vezes, “convencer” as pessoas de que o conjunto de serviços prestado tem que ser financiado “de alguma forma”.
Em entrevista à TV NBR, emissora do governo federal, o ministro disse que o governo concorda com a proposta dos prefeitos e governadores de aumentar a alíquota da nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para 0,38%, para dividi-la com estados e municípios, e de repartir os recursos para bancar, além da Previdência, a saúde e a assistência social.
A proposta de emenda à Constituição que recria um imposto nos moldes da antiga CPMF foi enviada no mês passado ao Congresso Nacional com alíquota de 0,20%, destinada ao custeio da Previdência Social. Nos últimos dias, o governo tem conversado com entidades municipalistas para discutir o assunto.
A Justiça está ampliando de cinco para 20 dias o prazo dado à Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos (SP), para a entrega das cápsulas de fosfoetanolamina sintética. Desde o início, a instituição de ensino informou que não tinha condições de produzir o composto em larga escala e advogados veem a mudança como um reflexo da grande quantidade de pedidos apresentados nos últimos meses e da interrupção temporária da entrega com o primeiro parecer do Tribunal de Justiça sobre a substância, que será debatida em audiência pública no Senado nesta quinta-feira (29).
Distribuída pela USP de São Carlos por causa de decisões judiciais, a fosfoetanolamina, alardeada como cura para diversos tipos de câncer, não passou por testes em humanos necessários para se saber se é mesmo eficaz, e por isso não é considerada um remédio, como destaca a própria universidade. Ela não tem registro na Anvisa e seus efeitos nos pacientes são desconhecidos. Tampouco se sabe qual seria a dosagem adequada para tratamento. Relatos de cura com o uso dessa substância não são cientificamente considerados prova de eficácia, já que não tiveram acompanhamento adequado de pesquisadores.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (28) o texto principal do projeto de lei que define o que é o crime de terrorismo, mas retirou o trecho aprovado pelos deputados em que dizia que a proposta não se aplica a manifestações sociais.
O texto-base foi aprovado por 34 votos favoráveis e 18 contrários. Os senadores ainda precisarão analisar sugestões de mudança à proposta. Após a conclusão da votação no Senado, ela voltará à Câmara para ser reanalisada porque foi modificada.
Um dos pontos mais polêmicos e que geraram debates no plenário foi a retirada de um trecho aprovado na Câmara que especificava que a proposta não se aplicava a manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais e religiosos que tenham o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais.
Outra mudança diz respeito ao tamanho da pena. Na Câmara, os deputados tinham aprovado pena de 12 a 30 anos de prisão. No Senado, a pena proposta é de 16 a 24 anos; se o ato resultar em morte, a pena sobe de 24 a 30 anos de prisão.
A pena é aumentada se o crime for praticado contra presidente da República, vice-presidente da República, e os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.
Atualmente, a legislação brasileira não prevê o crime de terrorismo. Em caso de eventual atentado, os atos praticados seriam enquadrados com base em outros crimes, como homicídio doloso (intencional) e porte de arma de uso restrito, por exemplo.
O texto aprovado no Senado, relatado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), também propõe uma definição diferente da que passou na Câmara em relação ao crime de terrorismo.
O diretor de Assuntos Governamentais da Volkswagen do Brasil, Antônio Mengale, disse hoje (28), em Brasília, que a empresa vai fazer, no início de 2016, o recall dos 17.057 veículos do modelo Amarok que estão rodando no país com um software que altera os resultados de teste de emissões de gases poluentes. Os carros terão o antigo software substituído por um novo que está em desenvolvimento pela matriz da empresa na Alemanha, com o apoio de instituições internacionais e universidades.
O escândalo da manipulação das emissões dos gases poluentes começou com uma acusação da Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA), dos Estados Unidos. No mês passado, a EPA fez a denúncia de que uma família de motores a diesel da Volkswagen apresentava um software que fraudava testes em laboratório. Desde então, verificou-se que o equipamento foi implantado em mais de 11 milhões de veículos em todo o mundo.
O plenário do Senado aprovou hoje (28) dois projetos de lei que tratam da modernização do Código de Defesa do Consumidor. Um regulamenta os direitos relacionados a compras feitas pela internet. O outro trata de superendividamento e consumo sustentável.
Sobre o comércio eletrônico, o relatório do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) estabelece que os sites serão obrigados a informar, em local de fácil visualização, o endereço geográfico e eletrônico, o nome empresarial e outros dados sobre o mantenedor, assim como o preço total do produto ou serviço, incluindo taxas adicionais, tributos, despesas com frete, entre outras informações.
Além disso, também serão obrigados a divulgar dados básicos sobre o produto ou serviço, prazo de entrega, formas de pagamento e quantidade mínima de compradores em caso de compras coletivas. Os chamados clubes de compras, em que produtos são ofertados a preços menores caso um grande número de compradores seja atingido, ficam responsabilizados solidariamente pelos danos causados ao consumidor pelas empresas responsáveis pelos produtos vendidos.
Primeiro nos deparamos com a fofoca do decadente jornalista Lauro Jardim acerca de suposta afirmação do réu confesso Fernando Baiano de que ele teria pago contas de Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, me remeteram a fatos ocorridos em 2005, depois ele mudou a versão... Disse que entregou o dinheiro para um amigo do ex-presidente, o qual entregaria a uma nora, cujo nome ele sequer soube dizer.
Essa perseguição começou em 2005 quando a revista VEJA estampou em sua capa um simulacro de “escândalo” denunciando “fato grave” segundo a revista. Mas a escândalo denunciado estava mais para contas do Senador Romário do que para contas do Cunha. Tratava-se de uma operação declarada à Receita Federal e aprovada pela CVM, que a imprensa tentou criminalizar em vão, não há ilegalidade.
Agora o espetáculo midiático ataca o filho mais novo de Lula. Fato que é tão “forçado”, como dizem os jovens. Fato que o senador José Serra considerou um "exagero" a decisão da Polícia Federal de realizar uma busca e apreensão no escritório de um dos filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Bem, em 12 de junho de 2010 publiquei no meu blog um artigo curtinho com esse titulo “Dois pesos e duas medidas...”, pois tudo que se publica por parte da imprensa em relação a Lula e sua família jamais é honesto, o objetivo é desgastar, constranger e destruir.
Mas essa mesma imprensa tão “imparcial” não comenta o desfecho de outros casos, nem se interessa em apresentar grandes manchetes sobre eles.
Há, por exemplo, o caso do superfaturamento na construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000, fato que envolve Paulo Henrique Cardoso o filho do ex-presidente FHC.
Isso mesmo, o herdeiro do FHC gastou cerca de 24 milhões de dólares em 2000, equivalente a 80 milhões hoje de dinheiro público para ir à feira. O custo astronômico chamou atenção, pois o custo real e comprovado do estande não passou de 1,5 milhão... Com quem ficou a diferença entre 1,5 milhão e os 24 milhões que o governo desembolsou na época? O filho de FHC foi denunciado pelo MPF à época.
Já Fábio Luís, filho de Lula, apesar de incansavelmente investigado jamais foi denunciado pelo MPF. Por quê? Porque não praticou nenhum ilícito. Como não encontraram, e provavelmente nada será encontrado contra Fábio, atacam seu filho mais novo: Luiz Claudio.
E para, a empresa do filho do ex-presidente Lula chegou a ter 150 funcionários, gera emprego, trabalho e renda, funciona regularmente e produz conteúdos de qualidade, basta assistir diariamente o canal Playtv na TV a cabo. Já estande de Paulo Henrique Cardoso deve ser sucata faz tempo...
Ou caso tratado com “descuido” pela zelosa e imparcial imprensa envolve a filha de José Serra, palmeirense da Mooca.
Verônica Allende Serra, entre os 25 e os 30 anos se tornou um fenômeno do mundo dos negócios ao ganhar milhões em período tão curto.
Em 1995, aos 25 anos, Verônica ganhou uma bolsa de estudos para um curso de MBA (Mestre em Administração de Negócios) na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. O benfeitor da filha do então poderoso ministro do Planejamento foi a Fundação Educar, criada por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, à época donos do Grupo Garantia (não podemos esquecer que os citados benfeitores participaram ativamente do processo de privatizações do governo ao que o pai de Verônica servia, além de estarem envolvidos nos interesses da cervejaria Brahma, que, em 1998, em processo polêmico que dependia do Cade, ligado à área de influência de José Serra.
Bem, Verônica concluiria o curso em Harvard em 1997 e já em 1998 conseguiria seu primeiro trabalho no mundo corporativo, na companhia de administração de recursos chamada Leucadia. Meses depois, seria recrutada pelo fundo de investimentos International Real Returns (IRR) para atuar como sua representante no Brasil. Em 2000, tornar-se-ia “diretora” da “Decidir.com, Inc.”, fundada naquele ano, uma empresa “ponto.com” norte-americana, subsidiária da matriz argentina “Decidir”, de busca e verificação de dados cadastrais e crédito.
A empresa ganhou notoriedade no Brasil por ter tido como membros da diretoria tanto Verônica Dantas Rodemburg, irmã do banqueiro Daniel Dantas, dono do CVC Opportunity, como Verônica Allende Serra, filha do então ministro da Saúde José Serra. Em cinco anos, esse prodígio pulou de um empreguinho na Editora Abril e de um singelo curso de Direito na USP para o epicentro dos grandes negócios corporativos, alegadamente por ter passado pela abençoada Universidade de Harvard, que, agora se sabe, basta cursar para ficar rico em poucos anos. Mas ninguém fala nada sobre isso. Mas com Fábio Luís não havia descanso até descobrirem que Claudio.
Fato é que esse tal Lauro Jardim fez novamente o quem vem fazendo desde 2003: acusações “espetaculares” para atingir o ex-presidente Lula.
Lula jamais teve, ao longo das mais de três décadas de vida política, uma única acusação leve ou grave comprovada, foi absolvido de todas as calúnias e infâmias, nunca sofreu um processo em que fosse apresentada uma mísera prova das acusações que lhe eram feitas, mas ao longo de seus dois governos, seu filho Fábio Luís Lula da Silva vem sendo acusado, através de montagens fotográficas principalmente, as quais atribuem a ele a posse de propriedades rurais imensa, apontado como dono de empresas como a JBS (cujos donos reais qualquer pessoa informada sabe quem são), enfim, o filho mais velho de Lula é um dos alvos prediletos dos adversários do pai há muito tempo, mas Paulo Henrique Cardoso e Verônica Serra são sempre poupados e seu surpreendente enriquecimento, coincidente com os mandatos de FHC e Serra, relevados.
Dois pesos e duas medidas. A imprensa trata uns com justiça e outros com injustiça, Paulo, Verônica, Fábio e Luiz Claudio merecem o mesmo tratamento da imprensa, pois condutas diversas da diante de situações idênticas, aplicar a lei ou a regra com mais ou menos rigor de acordo com a conveniência é imoral e merece a nossa discordância expressa.
Pedro Benedito Maciel Neto, 51, advogado, sócios da MACIEL NETO ADVOCACIA, autor de “Reflexões sobre o estudo do Direito”, Ed. Komedi, 2007
Integrantes de diversos movimentos evangélicos assinaram um abaixo-assinado no qual pedem a saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da Presidência da Câmara. Ao todo, são 117 assinaturas, entre bispos, pastores e fieis de inúmeras igrejas.
"As denúncias de corrupção e o envio de recursos públicos para contas no exterior inviabilizam a permanência do deputado Eduardo Cunha no cargo que ocupa, uma vez que não há coerência e base ética necessária a uma pessoa com responsabilidade pública", destaca o texto.
Cunha é evangélico e por diversas vezes acompanha o culto que ocorre na sala das comissões da Câmara dos Deputados às quartas-feiras pela manhã. Desde que vieram à tona as notícias de que ele esconde contas na Suíça, contudo, o peemedebista não compareceu a nenhum desses encontros religiosos.
Dilma está no seu primeiro ano de governo, têm mais três anos para concluir o mandato. Portanto com tempo de sobra para ajustar os erros cometidos. Já a oposição parece temer o futuro. Sabe que as medidas amargas agora, terão resultados positivos a médio prazo abrindo o caminho para a retomada da popularidade da presidenta.
Isso explica a falta de discurso da oposição e o medo permanente da volta do ex-presidente Lula. Novamente ela erra quando não oferece resposta para as principais dificuldades que passa o país. A crítica por si só, não é suficiente para encantar o eleitor. O cidadão quer muito mais do que verbo, o povo deseja algo concreto que mude de maneira real a situação. A utopia já não funciona mais.
Em pronunciamento na tribuna da Câmara, nesta terça-feira (27), o deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou duramente a perseguição política promovida contra o ex-presidente Lula por parte de setores do Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal. Damous denunciou a violação do amplo direito à defesa, com o cerceamento do trabalho de advogados e os vazamentos “criminosos e seletivos” de delações premiadas com o objetivo de atingir Lula, o governo Dilma Rousseff e o PT.
“O que está acontecendo neste País é um atentado ao amplo direito de defesa”, disse Damous, apontando que “esta semana e a semana passada foram marcadas por atitudes absolutamente arbitrárias por parte de segmentos do MP e do Judiciário”.
O deputado se solidarizou com “todos os advogados de defesa do Brasil” e pediu à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que tome “uma atitude efetiva e enérgica em defesa dos defensores e em defesa do amplo direito de defesa”, princípio fundamental que os constituintes de 1988 inscreveram na Carta Magna. “Solidarizo-me ainda com todos aqueles que foram às ruas defender – e alguns morreram ou foram supliciados – esses princípios que hoje estão sendo massacrados por alguns segmentos do Ministério Público do Judiciário e da Polícia Federal. E hoje esses segmentos são uma ameaça ao Estado Democrático de Direito”, afirmou.
O parlamentar fluminense citou o caso de delações que são vazadas para a imprensa e que os advogados de defesa de pessoas atingidas pelas declarações contidas nas delações não têm acesso aos conteúdos das mesmas. Damous citou o caso de Fábio Luís da Silva, filho de Lula, que teve uma de suas empresas alvo de ação de busca e apreensão sem que o seu advogado sequer tivesse conhecimento dos motivos que embasaram a medida. “Há vazamentos criminosos, seletivos e que precisam ser investigados. Eu espero que as defesas do senhor Fábio e do ex-presidente Lula vão ao Conselho Nacional de Justiça pedir investigação sobre esses vazamentos que constituem crime”, sugeriu Damous.
Até a quarta-feira da semana que vem, o governo federal e as entidades que representam os prefeitos e governadores do País pretendem definir, em nova reunião no Palácio do Planalto, qual será o critério de distribuição da nova CPMF, a ser criada pelo Congresso Nacional. A decisão final será apresentada à presidente Dilma Rousseff no dia 19 de novembro
O secretário de Justiça do Distrito Federal, João Carlos Souto, provocou um constrangimento geral no grupo do aplicativo WhatsApp que reúne os secretários de governo, o governador Rodrigo Rollemberg, o vice-governador e a primeira-dama, Márcia Rollemberg.
De acordo com o site Metrópoles.com, ele teria enviado fotos de uma mulher loira seminua, de calcinha preta, deitada em uma cama. O secretário alegou desconhecer o teor das fotos. Mas segundo o Correio Braziliense, ele teria deixado o celular com o filho e pediu desculpa pelo ocorrido.
Os gabaritos das provas objetivas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já estão disponíveis na internet, divulgados hoje (28) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). As provas do Enem foram aplicadas no último final de semana, nos dias 24 e 25, e mais de 5,7 milhões de candidatos fizeram o exame. As provas digitalizadas estarão disponíveis na sexta-feira (30).
As notas individuais só poderão ser consultadas na primeira semana de janeiro, quando também deve ser lançado, segundo o Ministério da Educação, o edital com as vagas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para acesso a instituições públicas de ensino superior.
Mesmo com o gabarito em mãos o candidato ainda não consegue saber a nota que tirou, porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), ou seja, o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que teve grande número de acertos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. E o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item
O processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começa a tramitar no Conselho de Ética a partir do próximo dia 03 de novembro. O presidente do colegiado, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), disse hoje (28) que o prazo para que a Mesa Diretora encaminhe a representação terminou às 19h de ontem (27) e ele aguarda até o final do dia de hoje para receber o documento. A Mesa tem reunião marcada para o meio-dia e Cunha, que preside as discussões, já antecipou que vai pedir para que outro parlamentar assuma o comando do encontro, quando o tema for colocado em pauta.
O processo enviado para a Mesa no último dia 14 teria de ser devolvido, após três sessões ordinárias. Inicialmente, Araújo esperava começar o andamento ontem, mas como ao longo de outubro a Câmara teve diversas sessões extraordinárias, as três ordinárias só foram concluídas ontem.
O Santander venceu a licitação para explorar a folha de pagamento dos 11 mil servidores municipais de Montes Claros por cinco anos. Ele ofereceu R$ 12 milhões pela concessão e deverá assinar o contrato na próxima semana, quando deverá pagar a folha de novembro, além de receber os impostos e taxas municipais.
Petistas estão sendo hostilizados em restaurantes cinco estrelas. Mas políticos da oposição dizem que “o mar não está para peixe”. Governistas e de oposição contam que muitos prefeitos, sobretudo no Sudeste, não os querem por lá devido à crise econômica e ao ambiente geral de crise ética. Prefeitos desmarcam agendas com deputados ou fazem o alerta de que essa não é uma boa hora para visitas. Um tucano explica que a maioria da população não diferencia os fatos. Mesmo que os petistas sejam os mais afetados, todos sofrerão algum tipo de prejuízo. “O eleitor não acredita em ninguém”, resume o senador tucano. Por isso, avalia que as eleições futuras serão desafiadoras.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL 5559/9), do deputado Otavio Leite, que permite o uso da Lei Rouanet no financiamento de projetos turísticos. Com isso, as empresas do setor, como hotéis, pousadas, bares e restaurantes poderão descontar do Imposto de Renda valores investidos em projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura ou pela Agência Nacional do Cinema (Ancine).
“O Brasil tem se consolidado como um importante palco para festivais e eventos culturais e, por isso, essa é uma grande conquista para o turismo brasileiro. Não é possível desassociar o turismo do mercado de eventos. É um mercado que aumenta consideravelmente o fluxo de visitantes e dinamiza a economia”, afirma o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves.
Depois de registrar recorde de mortes por dengue no ano, o País acaba de alcançar em 2015 também o maior número de casos notificados da doença desde 1990, quando as estatísticas começaram a ser monitoradas. Segundo o mais recente boletim epidemiológico de dengue do Ministério da Saúde, foram 1.463.776 casos prováveis da doença registrados de 4 de janeiro até 26 de setembro no Brasil. O recorde anterior, de 2013, era de 1.452.489 pessoas infectadas.
O número, de acordo com o ministério, é quase o triplo do registrado no mesmo período do ano passado, quando 524.441 pessoas ficaram doentes. De acordo com o boletim, a alta de registros foi puxada pelo Sudeste, que concentra 64% dos casos. Os quatro Estados da região somaram 937.599 pessoas infectadas.
Entidades de prefeitos anunciaram nesta terça-feira (27) um acordo com o Palácio do Planalto para que a nova CPMF tenha alíquota de 0,38% (0,20% para a União; 0,09% para estados; e 0,09% para municípios).
Criada no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) com o objetivo de financiar a saúde, a Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) foi extinta pelo Congresso Nacional em 2007. À época, também tributava as operações financeiras em 0,38%.
Entre os brasileiros que possuem um aparelho celular, nada menos que 60,6% já instalaram o aplicativo Whatsapp, muito usado para fazer ligações telefônicas; recentemente, o presidente da Telefônica Brasil, Amos Genish, comparou o aplicativo da rede social a um serviço "pirata"; no entanto, o avanço da tecnologia parece inevitável
O PT decidiu reagir à ofensiva tucana contra o mandato da presidente Dilma Rousseff e ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, em que contesta a prestação de contas do candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG); segundo o Coordenador Jurídico, Flávio Caetano, "dentre as irregularidades identificadas na prestação de contas de Aécio, estão problemas em 2.397 recibos eleitorais, o que representa 78% do total de recibos apresentados pelo candidato do PSDB a presidente"; entre as inconsistências, o PT aponta um depósito em dinheiro de R$ 1,2 milhão, um outro no mesmo valor feito pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), a utilização de servidores públicos lotados no gabinete do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e a contratação de uma cooperativa ligada ao governo de São Paulo; na opinião de Caetano, "os fatos são de extrema gravidade, e podem ensejar a desaprovação de contas pelo TSE, além de rigorosa apuração pela Procuradoria da República, de eventual prática de crime eleitoral e atos de improbidade administrativa"
A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff subiu de 7,7%, em julho, para 8,8%, em outubro, indica pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao instituto de pesquisa MDA, divulgada hoje (27). De acordo com a pesquisa, 70% dos entrevistados reprovam o governo. Na pesquisa anterior, divulgada em julho, o percentual era de 70,9%.
Em outubro, a pesquisa aponta que 1,3% consideram o governo ótimo; 7,5%, bom; 20,4%, regular; 18,1%, ruim; 51,9%, péssimo; não sabem ou não responderam (0,8%). No levantamento anterior (julho), 1,5% consideravam o governo Dilma ótimo; 6,2%, bom; 20,5%, regular; 18,5%, ruim; e 52,4%, péssimo.
Desempenho pessoal
Sobre o desempenho pessoal da presidenta Dilma, 15,9% aprovam e 80,7% desaprovam. Na pesquisa anterior, os percentuais eram 15,3% e 79,9% respectivamente. O percentual de entrevistados que não sabe ou não respondeu foi de 3,4%, ante os 4,8% da coleta anterior.
O Instituto MDA ouviu 2.002 pessoas, em 24 unidades da Federação, entre os dias 20 e 24 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
WILL NUNES:
Sinceramente é duro observar que o governo insista em não tomar medidas importantes para o país sair desse marasmo. Sabemos que não existe soluções milagrosas, mas decisões eficientes. É isso que o povo brasileiro espera da Dilma. Acorda presidenta!
A cara da mulher que atacou o senador Eduardo Suplicy na Livraria Cultura espalhou-se pelas redes sociais e é o espelho da sociedade brasileira atual. A primeira reação a ela é de ódio profundo. Mas basta uma pequena reflexão para saber que não é ela, uma pobre coitada. Aquela figura horrenda, berrando como uma harpia da mitologia chocou menos pelo que ela é, mais pelo que passou a simbolizar: o quadro político atual, o fracasso da elite brasileira, em todos seus ângulos – político, empresarial, intelectual, jornalístico – ter permitido que a decadência da política abrisse espaço para o protagonismo do imbecil coletivo.
Nas redes sociais de esquerda ouviam-se brados de vingança contra a figura, usando o mesmo tom vociferante da direita contra arroubos de esquerdistas.
Tempos atrás a Lava Jato mandou à prisão uma cunhada de tesoureiro do PT meramente porque sacou dinheiro em um caixa eletrônico. A reação contrária foi exigir que a mesma PF prendesse a esposa de Eduardo Cunha.
Nesse ódio sem quartel, direitos individuais, abusos de autoridades, golpismo escancarado, tudo é relevado com receio de encarar a grande besta: o imbecil coletivo.
***
Esse ódio exacerbado reflete algo mais profundo: a falta de um projeto de país ou, no mínimo, de sinais de que o país pode começar a andar. Só que o primeiro passo é da presidente da República que, até agora, não manifestou o menor gesto em direção à normalização econômica.
Ontem, na cerimônia de premiação das Empresas Mais Admiradas, da Carta Capital, o novo Ministro-Chefe da Casa Civil Jacques Wagner fez um apelo para que o país supere a Lava Jato e comece a andar.
Na semana passada, o Ministério da Fazenda estimou em dois pontos o efeito da Lava Jato e da redução de investimentos da Petrobras sobre o PIB (Produto Interno Bruto), devido à paralisação virtual de toda a cadeia do petróleo.
Durante o ano, Dilma Rousseff recebeu diversas sugestões para resolver a questão da Lava Jato sem paralisar a economia. Todas elas em uma direção absolutamente legítima: penalizar os controladores preservando as empresas.
Ou seja, acordos que contemplassem multas e indenizações pesadas para os controladores das companhias. Para pagar, eles teriam que vender parte ou a totalidade do seu capital. O dinheiro recebido serviria para quitar as pendências decorrentes do acordo, sem afetar o caixa da empresa.
O próximo passo da crise do petróleo será nos portfolios dos bancos, às voltas com inadimplências gigantescas. E a presidente não mostra nenhuma estratégia em relação a um ponto crucial.
***
No evento da Carta Capital, dois economistas com visões distintas cobravam o mesmo: decisões que mostrassem ao país que a presidente voltou ao jogo econômico. Delfim Netto pedia desvinculações orçamentárias e medidas na área da Previdência; Luiz Gonzaga Belluzzo pedia uma política monetária mais flexível, posto que a atual é suicida. E ambos concordavam que, sem acenar para perspectivas de crescimento, a presidente não conseguiria sair do lugar.
Delfim criticou pesadamente as interpretações dadas às pedaladas. Sustentou que todos os governantes recorrem a tal prática e que não há o menor sentido em criminalizá-la.
Não haverá impeachment porque o país amadureceu e não permitirá golpes. A democracia exige que Dilma Rousseff seja suportada até o último dia. Caberá à presidente definir a maneira como isso ocorrerá: se com um mínimo de cenário positivo pela frente ou com o profundo desânimo que caracteriza a perspectiva futura de seu governo.