Bancada do PT na Câmara decidiu nesta quinta (6), durante reunião, que terá candidato à presidência da Câmara; “Nós teremos um nome para submeter ao plenário para disputar a presidência da Câmara. Para isso, vamos ter um diálogo com todos os partidos, começando pelos da base, os independentes e da oposição, de maneira que a Casa seja bem representada, com independência, sem se situação ou oposição, mas com o papel que cabe ao Parlamento”, disse o líder da bancada, deputado Vicentinho (SP
“Pessoas inteligentes falam sobre idéias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas mesquinhas falam sobre pessoas”
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
PT TERÁ CANDIDATURA PRÓPRIA PARA DISPUTAR A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA
Bancada do PT na Câmara decidiu nesta quinta (6), durante reunião, que terá candidato à presidência da Câmara; “Nós teremos um nome para submeter ao plenário para disputar a presidência da Câmara. Para isso, vamos ter um diálogo com todos os partidos, começando pelos da base, os independentes e da oposição, de maneira que a Casa seja bem representada, com independência, sem se situação ou oposição, mas com o papel que cabe ao Parlamento”, disse o líder da bancada, deputado Vicentinho (SP
PIMENTEL SAI DA CAMPANHA ELEITO E LUCRANDO
O ex-ministro Pimenta da Veiga (PSDB) terminou sua campanha com um débito milionário a ser pago pelo partido com saldo de campanha; de acordo com a prestação de contas enviada à Justiça Eleitoral, os gastos da campanha tucana chegaram a R$ 43,1 milhões, e a arrecadação, R$ 40,4 milhões, ou seja, um prejuízo de R$ 2,7 milhões; governador eleito de Minas, Fernando Pimentel (PT) arrecadou R$ 53,4 milhões e gastou R$ 52,1 milhões, ou seja, registrou lucro de R$ 1,3 milhão
LULA QUER MUDANÇAS NO COMANDO DA ECONOMIA
Segundo Kennedy Alencar, ex-presidente Lula sugeriu à presidente Dilma Rousseff colocar o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles no Ministério Fazenda e o ex-secretário-executivo dessa pasta Nelson Barbosa no Planejamento; o Banco Central ficaria sob o comando de Alexandre Tombini, com algumas trocas de diretores; "Meirelles passaria a ser o fiador da política econômica. Com Nelson Barbosa, Dilma manteria alguma influência, apesar de ele ter deixado o governo por discordar de decisões que tiveram aval da presidente", diz
MINAS GERAIS: GASTOS DOS DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS EM MG
Veja os gastos de cada eleito em Minas Gerais:
Deputados estaduais eleitos:
Deputados estaduais eleitos:
Paulo Guedes (PT)
Total de Despesas: R$ 2.419.183,53
Total de Despesas: R$ 2.419.183,53
Elismar Prado (PT)
Total de Despesas: R$ 334.499,1O
Total de Despesas: R$ 334.499,1O
João Magalhães (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.672.982,73
Total de Despesas: R$ 1.672.982,73
Marília Campos (PT)
Total de Despesas: R$ 1.397.483,47
Total de Despesas: R$ 1.397.483,47
Durval Ângelo (PT)
Total de Despesas: R$ 1.021.117,00
Total de Despesas: R$ 1.021.117,00
Rogério Correia (PT)
Total de Despesas: R$ 218.274,51
Total de Despesas: R$ 218.274,51
Gilberto Abramo (PRB)
Total de Despesas: R$ 294.701,73
Total de Despesas: R$ 294.701,73
Ulysses Gomes (PT)
Total de Despesas: R$ 1.307.901,17
Total de Despesas: R$ 1.307.901,17
Carlos Henrique (PRB)
Total de Despesas: R$ 277.517,86
Total de Despesas: R$ 277.517,86
Rosangela Reis (PROS)
Total de Despesas: R$ 606.223,48
Total de Despesas: R$ 606.223,48
Savio Souza Cruz (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.115.655,49
Total de Despesas: R$ 1.115.655,49
Adalclever Lopes (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.181.632,04
Total de Despesas: R$ 1.181.632,04
Celise Laviola (PMDB)
Total de Despesas: R$ 336.847,63
Total de Despesas: R$ 336.847,63
Ivair Nogueira (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.064.997,48
Total de Despesas: R$ 1.064.997,48
Dr. Jean Freire (PT)
Total de Despesas: R$ 204.630,92
Total de Despesas: R$ 204.630,92
Paulo Lamac (PT)
Total de Despesas: R$ 1.416.349,12
Total de Despesas: R$ 1.416.349,12
Tadeuzinho (PMDB)
Total de Despesas: R$ 773.843,04
Total de Despesas: R$ 773.843,04
André Quintão (PT)
Total de Despesas: R$ 613.801,63
Total de Despesas: R$ 613.801,63
Cristiano Silveira (PT)
Total de Despesas: R$ 301.247,18
Total de Despesas: R$ 301.247,18
Iran Barbosa (PMDB)
Total de Despesas: R$ 1.263.261,98
Total de Despesas: R$ 1.263.261,98
Pastor Vanderlei Miranda (PMDB)
Total de Despesas: R$ 323.193,34
Total de Despesas: R$ 323.193,34
Cabo Júlio (PMDB)
Total de Despesas: R$ 152.540,82
Total de Despesas: R$ 152.540,82
Leonídio Bouças (PMDB)
Total de Despesas: R$ 938.227,79
Total de Despesas: R$ 938.227,79
Gil Pereira (PP)
Total de Despesas: R$ 1.679.994,29
Total de Despesas: R$ 1.679.994,29
Dr. Wilson Batista (PSD)
Total de Despesas: R$ 622.994,81
Total de Despesas: R$ 622.994,81
Dalmo Ribeiro (PSDB)
Total de Despesas: R$ 849.682,56
Total de Despesas: R$ 849.682,56
Antonio Jorge (PPS)
Total de Despesas: R$ 1.124.307,49
Total de Despesas: R$ 1.124.307,49
Antônio Carlos Arantes (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.440.070,09
Total de Despesas: R$ 1.440.070,09
Cassio Soares (PSD)
Total de Despesas: R$ 932.835,27
Total de Despesas: R$ 932.835,27
Neilando Pimenta (PP)
Total de Despesas: R$ 910.563,37
Total de Despesas: R$ 910.563,37
Mourão (PSDB)
Total de Despesas: R$ 905.006,79
Total de Despesas: R$ 905.006,79
Ione Pinheiro (DEM)
Total de Despesas: R$ 2.846.482,10
Total de Despesas: R$ 2.846.482,10
João Vitor Xavier (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.842.919,94
Total de Despesas: R$ 1.842.919,94
Duarte (PSD)
Total de Despesas: R$ 583.842,72
Total de Despesas: R$ 583.842,72
Gustavo Valadares (PSDB) Total de Despesas: R$ 1.275.205,26
Leandro Genaro (PSB)
Total de Despesas: R$ 278.004,93]
Wander Borges (PSB)
Total de Despesas: R$ 951.808,92
Fábio Cherem (PSD)
Total de Despesas: R$ 3.402.188,73
Total de Despesas: R$ 3.402.188,73
Thiago Cota (PPS)
Total de Despesas: R$ 1.084.972,55
Total de Despesas: R$ 1.084.972,55
Luiz Humberto Carneiro (PSDB)
Total de Despesas: R$ 849.511,56
Total de Despesas: R$ 849.511,56
Felipe Attiê (PP)
Total de Despesas: R$ 428.520,04
Total de Despesas: R$ 428.520,04
João Leite (PSDB)
Total de Despesas: R$ 249.947,90
Total de Despesas: R$ 249.947,90
Fábio Tolentino (PPS)
Total de Despesas: R$ 596.204,60
Total de Despesas: R$ 596.204,60
Gustavo Correa (DEM)
Total de Despesas: R$ 2.220.276,91
Total de Despesas: R$ 2.220.276,91
Tito Torres (PSDB)
Total de Despesas: R$ 1.180.469,12
Total de Despesas: R$ 1.180.469,12
Lafayette Andrada (PSDB)
Total de Despesas: R$ 635.568,57
Total de Despesas: R$ 635.568,57
Sargento Rodrigues (PDT)
Total de Despesas: R$ 626.425,69
Total de Despesas: R$ 626.425,69
Tiago Ulisses (PV)
Total de Despesas: R$ 1.907.772,04
Total de Despesas: R$ 1.907.772,04
Dr. Hely (PV)
Total de Despesas: R$ 481.808,11
Total de Despesas: R$ 481.808,11
Alencar da Silveira Júnior (PDT)
Total de Despesas: R$ 1.637.913,23
Total de Despesas: R$ 1.637.913,23
Agostinho Patrus Filho (PV)
Total de Despesas: R$ 1.277.477,90
Total de Despesas: R$ 1.277.477,90
Inacio Franco (PV)
Total de Despesas: R$ 657.373,45
Total de Despesas: R$ 657.373,45
Nozinho (PDT)
Total de Despesas: R$ 1.236.754,95
Total de Despesas: R$ 1.236.754,95
Carlos Pimenta (PDT)
Total de Despesas: R$ 584.578,57
Total de Despesas: R$ 584.578,57
Braulio Braz (PTB)
Total de Despesas: R$ 1.919.495,08
Total de Despesas: R$ 1.919.495,08
Arlen Santiago (PTB)
Total de Despesas: R$ 1.683.774,23
Total de Despesas: R$ 1.683.774,23
Dilzon Melo (PTB)
Total de Despesas: R$ 807.120,94
Total de Despesas: R$ 807.120,94
Missionário Márcio Santiago (PTB)
Total de Despesas: R$ 81.952,60
Total de Despesas: R$ 81.952,60
Léo Portela (PR)
Total de Despesas: R$ 449.430,89
Total de Despesas: R$ 449.430,89
Arnaldo (PR)
Total de Despesas: R$ 1.244.526,69
Total de Despesas: R$ 1.244.526,69
Deiró Marra (PR)
Total de Despesas: R$ 413.800,80
Total de Despesas: R$ 413.800,80
Douglas Melo da Musirama (PSC)
Total de Despesas: R$ 466.769,28
Total de Despesas: R$ 466.769,28
Noraldino Júnior (PSC)
Total de Despesas: R$ 337.469,00
Total de Despesas: R$ 337.469,00
Anselmo José Domingos (PTC)
Total de Despesas: R$ 1.146.168,22
Total de Despesas: R$ 1.146.168,22
Leandro Genaro (PSB)
Total de Despesas: R$ 278.004,93]
Wander Borges (PSB)
Total de Despesas: R$ 951.808,92
Lerin (PSB)
Total de Despesas: R$ 448.795,47
Total de Despesas: R$ 448.795,47
Mario Henrique Caixa (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 407.258,25
Total de Despesas: R$ 407.258,25
Ricardo Faria (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 986.174,84
Total de Despesas: R$ 986.174,84
Celinho do Sinttrocel (PCdoB)
Total de Despesas: R$ 805.302,17
Total de Despesas: R$ 805.302,17
Bosco (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 818.535,97
Total de Despesas: R$ 818.535,97
Emidinho Madeira (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 725.160,36
Total de Despesas: R$ 725.160,36
Fábio Avelar (PTdoB)
Total de Despesas: R$ 346.599,95
Total de Despesas: R$ 346.599,95
Arlete Magalhães (PTN)
Total de Despesas: R$ 1.276.963,47
Total de Despesas: R$ 1.276.963,47
Roberto Andrade (PTN)
Total de Despesas: R$ 1.340.427,76
Total de Despesas: R$ 1.340.427,76
Glaycon Franco (PTN)
Total de Despesas: R$ 333.641,68
Total de Despesas: R$ 333.641,68
Fred Costa (PEN)
Total de Despesas: R$ 1.182.283,87
Total de Despesas: R$ 1.182.283,87
Dirceu Ribeiro (PHS)
Total de Despesas: R$ 275.219,59
Total de Despesas: R$ 275.219,59
Isauro Calais (PMN)
Total de Despesas: R$ 349.549,16
Total de Despesas: R$ 349.549,16
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
VITÓRIA DE DILMA: BRASIL SEM DIVISÃO
A primeira leitura do UOL após o resultado por Estado da eleição presidencial deste ano mostra um país dividido: Nordeste, parte do Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro, vermelhos; e os demais Estados azuis, mostrando quem – Dilma Rousseff (PT) ou Aécio Neves (PSDB)– venceu em cada unidade da federação. Essa polarização, porém, não é tão radical. Afinal, os dois candidatos conseguiram votos em todos os Estados. Cada um deles conseguiu mais votos em determinadas regiões, mas isso não exclui a votação que o concorrente obteve na mesma área.
Tome-se o exemplo de Minas Gerais, onde a petista venceu, e que no mapa simples aparece em vermelho. A votação por lá, porém, foi a mais apertada entre todos os Estados. Dilma obteve 52,41%, e Aécio, 47,59%. A presidente foi reeleita neste domingo (26) com 51,64% dos votos válidos.
Um novo mapa, que ganhou as redes sociais nesta segunda-feira, mostra essas diferenças. Com variações de cor entre o vermelho e o azul, é possível observar melhor a proporção de votos em cada Estado. Assim, descobre-se que o Rio Grande do Sul não é tão tucano – Dilma teve 46,47% dos votos válidos dos gaúchos–, nem o Pará é tão petista, já que 42,59% dos eleitores de lá optaram por Aécio. Confira, no mapa, a variação dos votos:

Tome-se o exemplo de Minas Gerais, onde a petista venceu, e que no mapa simples aparece em vermelho. A votação por lá, porém, foi a mais apertada entre todos os Estados. Dilma obteve 52,41%, e Aécio, 47,59%. A presidente foi reeleita neste domingo (26) com 51,64% dos votos válidos.
Um novo mapa, que ganhou as redes sociais nesta segunda-feira, mostra essas diferenças. Com variações de cor entre o vermelho e o azul, é possível observar melhor a proporção de votos em cada Estado. Assim, descobre-se que o Rio Grande do Sul não é tão tucano – Dilma teve 46,47% dos votos válidos dos gaúchos–, nem o Pará é tão petista, já que 42,59% dos eleitores de lá optaram por Aécio. Confira, no mapa, a variação dos votos:
POR RODRIGO VIANNA: MICOS DA ELEIÇÃO
Passada a eleição, é hora de selecionar os grandes “micos” dessa campanha eleitoral que mobilizou ódio e preconceito – por fim, derrotados na urna.
Faço aqui uma breve lista, mas gostaria que os internautas ajudassem a completá-la.
1) Marina Silva
Ganhou, disparado, o grande troféu de mico eleitoral. Sorriu sobre o caixão de Eduardo Campos em agosto. Depois, terceirizou sua campanha ao Itaú, enquanto se apresentava como “terceira via”… No fim, desmontada pelos fatos, soltou os cabelos numa cerimônia constrangedora de adesão a Aécio Neves.
Marina destruiu dois partidos (PSB e Rede), e avacalhou sua própria história.
Derreteu quando fugiu do debate com Dilma no primeiro turno. Raivosa, apoiou Aécio no segundo turno.
Ao lado do tucano, perdeu a eleição e a pose.
2) Sensus e Istoé
Quando todas as pesquisas, na reta final, já davam Dilma em primeiro lugar, o instituto Sensus produziu estranhíssimos levantamentos que indicavam Aécio até 15 pontos na frente. É, nitidamente, caso para investigação policial. A revista “Istoé” arrastou-se na lama publicando as pesquisas aecistas.
Mas pior foi ver o Estatístico que dirige o instituto afirmar: “rasgo o meu diploma se a pesquisa estiver errada”. Aguarda-se agora que ele cumpra a promessa de campanha.
3) Lobão e Mainardi
O roqueiro prometeu ir embora do Brasil se Dilma ganhasse.
Mais um que faz promessas só para iludir o povo. Diante da derrota, o ex-roqueiro declarou que voltava atrás – frustrando milhões de brasileiros que já se cotizavam para pagar o bilhete aéreo do rapaz.
Lobão recebeu, na última hora, a companhia do moço que trabalhava na “Veja” e fugiu para Veneza. Diogo Mainardi prometeu que se jogaria pela janela se Dilma vencesse. Até agora, não cumpriu a promessa.
4) “Veja” e a classe média paulista
A revista da marginal lançou-se com fúria infantil na campanha. Às portas da falência, apostou tudo na eleição de Aécio Neves – produzindo uma capa que atendia aos interesses tucanos.
A capa virou panfleto nas mãos da furiosa classe média paulista – que na tare de sábado (25/outubro) distribuía o material em uma desesperada passeata na avenida Paulista.
A mesma classe média espalhou boatos de que o doleiro Youssef (principal “fonte” da revista) teria sido “envenenado pelo PT”. Era mentira.
“Veja” e a classe média conservadora acabaram por se afogar no próprio ódio.
A revista da marginal pagou o mico de publicar um direito de resposta do PT em seu sítio eletrônico – por ordem do TSE.
Já a classe média conservadora pagou o mico de terminar a eleição espalhando mensagens preconceituosas pelas redes sociais – contra o Nordeste.
Detalhe: a derrota de Aécio não se deu no Nordeste. Mas no Rio e em Minas.
5) A viúva de Pernambuco
A família de Eduardo Campos mergulhou na campanha de Marina (e, depois, de Aécio) de forma abrupta. Filhos e viúva foram os primeiros a desrespeitar o luto.
Pagaram o mico duplo: usaram o cadáver na campanha, o que não impediu uma derrota humilhante no segundo turno.
Entre a exploração mórbida da memória de Eduardo e o reconhecimento ao ex-presidente Lula, o povo pernambucano ficou com o segundo.
6) “O povo não é bobo…”
A Globo de Ali Kamel iniciou o segundo turno descarregando o escândalo da Petrobras sobre Dilma. A família Marinho imaginava que ali decidiria a eleição. Mas Dilma resistiu – bravamente.
A capa da “Veja”, na véspera do segundo turno, mostrou uma Globo já mais vacilante.
Na sexta-feira (24/outubro), Ali Kamel fugiu do assunto – temendo que Dilma desmascarasse a Globo no debate ao vivo que aconteceria naquela noite. E Dilma mandou mesmo recado no debate, quando abriu sua resposta sobre a revista com a frase: “o povo não é bobo…”.
No sábado antes da eleição, a Globo entrou no assunto – de forma covarde. Dilma já não teria como responder. Mas o JN não teve o mesmo ímpeto de outras eleições. Mostrou-se fraco.
Quando Dilma fazia o discurso da vitória no domingo, com transmissão ao vivo, a platéia interrompeu: “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.
Dilma manteve um meio sorriso no rosto. O áudio vazou no ar, inclusive na Globo.
Mais um mico para a coleção de Ali Kamel (diretor de Jornalismo da emissora) – que se dedica a processar blogueiros, enquanto vê a audiência da TV despencar.
7) “Vamos conversar? Não, obrigado…”
Aécio foi um candidato competitivo. Agressivo demais em alguns momentos.
Mas mostrou coragem, ao defender o legado de FHC, e ao reconhecer a vitória de Dilma de maneira republicana e tranquila.
Mas, do ponto de vista visual, o grande mico da eleição foi a foto que abre esse texto.
Aécio iniciou a campanha com o mote “vamos conversar”. Os ricos e remediados toparam falar com ele. E votaram nele.
Mas Aécio jamais conseguiu chegar aos pobres. Na visita a uma comunidade em BH, um morador recolheu a mão quando o candidato estendeu a dele para o cumprimento.
Mico registrado para a posteridade.
Mico tão grande quanto perder a eleição em Minas – onde ele esperava uma vitória “consagradora”.
DILMA: A VITÓRIA É DE TODOS
O Brasil é de todos e a vitória de Dilma também!
A vitória de Dilma foi a vitória do povo brasileiro em toda a sua abrangência, diversidade, pluralidade, regionalidades. Ainda que Dilma não tenha vencido em todas as regiões do país, é equivocada a leitura de um país dividido por região ou por renda – leitura essa que prega certo ódio e um sentimento antidemocrático, que busca invalidar a conquista nas urnas.
Dos mais de 54,5 milhões de votos que Dilma recebeu, 54,82% vieram das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; 45,08% das regiões Norte e Nordeste, onde Dilma ganhou em todos os estados. A vitória expressiva de Dilma nos estados do Nordeste é um resultado esperado para estados que há 500 anos estavam esquecidos pelos governantes e viram a chegada de Lula e Dilma ao poder mudar tal realidade.
Ainda assim, a divisão binária que muitos espalharam pela rede, motivadora de um sentimento xenófobo, deve ser analisada com cuidado. Não há região do Brasil em que exista unanimidade: no país democrático em que vivemos, as opiniões divergem, como não poderia deixar de ser. Não há essa polarização extrema, não há um lado vermelho e outro azul, há diversas matizes, diversos tons que compõem a democracia brasileira (veja abaixo a análise de Thomas Conti).
Nesse cenário, o projeto popular de Dilma venceu e teve ampla vantagem em estados como Maranhão (78,6%), Piauí (78,2%) e Ceará (76,7%). Ao todo, foram 15 estados com o PT à frente. Entre eles, duas vitórias significativas: Rio de Janeiro (54,9%) e Minas Gerais (52,4%), os estados que mais de perto conheceram o adversário, Aécio Neves, e respectivamente o segundo e terceiro estados mais ricos do Brasil.
Os próximos quatro anos serão de um governo para todos. Nestes últimos 12, todos ganharam e quem menos tinha melhorou ainda mais de vida. É dessa forma que a mudança prosseguirá, rumo a um Brasil cada vez maior e mais justo.
ILIMAR FRANCO: O TAMANHO REAL DA OPOSIÇÃO
Muito se tem dito sobre o que a presidente Dilma precisa fazer para alavancar seu segundo mandato. Mas pouco se tem falado sobre o futuro da oposição. Por quase ter chegado lá, sua torcida está eufórica e alguns de seus quadros estão com o peito estufado.
Mas vamos aos fatos. O poder de fogo de um partido não deve ser medido só pela votação de seu candidato. Mas, sobretudo, deve ser dimensionado por sua capacidade de alavancagem. O número de eleitores que ele vai governar e para quem poderá oferecer sua ação política, econômica e administrativa. O desempenho do PSDB nos estados, ao lado dos erros do governo federal, será a principal fonte de luz da oposição.
O PSDB elegeu oito governadores, em 2010, e seu fiel escudeiro, o DEM, dois. A oposição governava 10 estados, incluindo São Paulo e Minas Gerais. Portanto, um contingente maior do que governará daqui por diante. Nestas eleições, o PSDB elegeu cinco governados e perdeu Minas Gerais, o segundo estado em eleitores do país.
Além disso, os tucanos governarão para menos brasileiros. Eles governavam para 67,8 milhões de eleitores. Agora vão governar para 51,2 milhões. Uma perda de 16,6 milhões. O partido manteve sua hegemonia em São Paulo e em estados limítrofes (Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás), além do Pará. O PSDB está se tornando um partido paulista?
Vamos ver a força que a oposição terá no Senado. A oposição elegeu nomes de peso, como José Serra (PSDB-SP), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Na atual legislatura, o núcleo duro da oposição era de 19 senadores, mas em determinados temas ela conseguiu um apoio maior. Mas nunca como a eleita em 2006, quando a oposição acabou com a CPMF. Na próxima legislatura ela ficará do mesmo tamanho, o núcleo duro terá 18 senadores.
A situação não é diferente na Câmara. Nas eleições de 2010, a oposição elegeu 112 deputados, contando os três do PSOL. O PSDB fez 54 e o DEM 43. Nessa eleição, a oposição fez 107, contando 5 do PSOL. Na Legislatura passada, como nessa, o governo sempre terá defecções em sua base, notadamente no PMDB, conforme o assunto em debate. É por isso que os governos têm base ampla. Nem sempre ele pode contar com todos os seus.
Mas no cálculo da base do governo só um malabarismo poderia retirar da base da presidente Dilma os partidos que integraram a coligação que a reelegeu. (**) Há no Congresso mais de uma centena de deputados que se colocam no centro e apoiam qualquer governo. Essas forças devem apoiar a presidente Dilma como apoiariam Aécio Neves se ele fosse eleito.
A oposição poderá colocar em sua cota o PSB. O partido ficou do mesmo tamanho na Câmara (era 35 e será 33). No Senado, o partido cresceu sua bancada de três para sete senadores. Alguns desses apoiam o governo. Além disso, devemos perguntar que tipo de oposição esse partido fará? Será que ele adotará o discurso do PSDB? Há socialistas que defendem essa tese. Ou fará uma oposição moderada?
Vamos ver a força que a oposição terá no Senado. A oposição elegeu nomes de peso, como José Serra (PSDB-SP), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Na atual legislatura, o núcleo duro da oposição era de 19 senadores, mas em determinados temas ela conseguiu um apoio maior. Mas nunca como a eleita em 2006, quando a oposição acabou com a CPMF. Na próxima legislatura ela ficará do mesmo tamanho, o núcleo duro terá 18 senadores.
A situação não é diferente na Câmara. Nas eleições de 2010, a oposição elegeu 112 deputados, contando os três do PSOL. O PSDB fez 54 e o DEM 43. Nessa eleição, a oposição fez 107, contando 5 do PSOL. Na Legislatura passada, como nessa, o governo sempre terá defecções em sua base, notadamente no PMDB, conforme o assunto em debate. É por isso que os governos têm base ampla. Nem sempre ele pode contar com todos os seus.
Mas no cálculo da base do governo só um malabarismo poderia retirar da base da presidente Dilma os partidos que integraram a coligação que a reelegeu. (**) Há no Congresso mais de uma centena de deputados que se colocam no centro e apoiam qualquer governo. Essas forças devem apoiar a presidente Dilma como apoiariam Aécio Neves se ele fosse eleito.
A oposição poderá colocar em sua cota o PSB. O partido ficou do mesmo tamanho na Câmara (era 35 e será 33). No Senado, o partido cresceu sua bancada de três para sete senadores. Alguns desses apoiam o governo. Além disso, devemos perguntar que tipo de oposição esse partido fará? Será que ele adotará o discurso do PSDB? Há socialistas que defendem essa tese. Ou fará uma oposição moderada?
Os socialistas não tem mais um líder que os unifique. O PSB, como todos os partidos à esquerda no Brasil, são partidos de caudilhos. Miguel Arraes e Eduardo Campos no PSB. Leonel Brizola no PDT. Lula no PT. Os socialistas também terão de decidir se ficarão no campo da esquerda, mantendo o legado de Miguel Arraes, ou vão adotar outro rumo?
No entanto, devemos considerar ainda, a possibilidade desse partido se comprometer ou se associar ao projeto de Marina Silva. Sem o PSB, ela, e sua Rede, iriam para as eleições de 2018 com um tempo residual de TV e uma parcela diminuta do Fundo Partidário (aquelas sobrinhas que são divididos entre todos).
A oposição quase chegou lá e caixa de ressonância nunca lhe faltará para fazer barulho. Mas será que ela deve seguir na trilha do "já ganhou"? Ela chegará ao poder se não tiver um projeto para o Nordeste? Ela terá apoio no Amazonas sem ter uma proposta para a sobrevivência da Zona Franca de Manaus? Os pobres, a classe "C" vão confiar seu voto ao PSDB?
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(**) A aliança para governar entre um partido social-democrata, como o PT, e um partido de centro, como o PMDB, não é uma novidade na história política do país. No período que vai de 1945 a 1960, o Brasil foi governado tendo como base uma aliança entre o PSD, de centro, e o PTB, trabalhista. Foram 15 anos assim até que essa supremacia fosse interrompida por uma campanha que transformou Juscelino Kubitschek (PSD-MG) num corrupto. Isso viabilizou a eleição de um político de um pequeno partido (PTN), Jânio Quadros, que tinha como símbolo uma vassoura. Como se pode ver, 54 anos depois, não há nada de novo sob o sol tropical do nosso país.
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(**) A aliança para governar entre um partido social-democrata, como o PT, e um partido de centro, como o PMDB, não é uma novidade na história política do país. No período que vai de 1945 a 1960, o Brasil foi governado tendo como base uma aliança entre o PSD, de centro, e o PTB, trabalhista. Foram 15 anos assim até que essa supremacia fosse interrompida por uma campanha que transformou Juscelino Kubitschek (PSD-MG) num corrupto. Isso viabilizou a eleição de um político de um pequeno partido (PTN), Jânio Quadros, que tinha como símbolo uma vassoura. Como se pode ver, 54 anos depois, não há nada de novo sob o sol tropical do nosso país.
JORNALISTA ORION TEIXEIRA (JORNALHOJEEMDIA)
Onde menos esperava, a presidente Dilma Rousseff (PT) conquistou sua reeleição em Minas Gerais, seu estado de origem, mas a principal base política, além de natal, de seu rival e desafiante Aécio Neves (PSDB). A vantagem obtida pela petista em Minas foi de 550, 6 mil votos, semelhante à do primeiro turno, e a frente nacional alcançada por ela sobre o tucano, de 3,4 milhões, é parecida com aquela conta feita pelo PSDB mineiro, no início da campanha, de que o estado daria a Aécio para ganhar a disputa. Esse foi o grande feito da petista e a grande derrota do tucano, que acertou na conta, mas errou feio na estratégia. Minas faltou ao tucano, negando-lhe a liderança que imaginava sob controle e incontestável. A realidade foi outra.
O erro tucano não foi somente o da arrogância, como chegou a criticar o governador eleito, Fernando Pimentel (PT), de se achar “dono de Minas ou dos votos do estado”, mas na escolha do candidato a governador, o tucano Pimenta da Veiga. Faltou a Aécio a coragem necessária para enfrentar a divisão de seu grupo, que tinha três pré-candidatos aliados, e escolher um deles para ser o seu candidato em vez de buscar nome alternativo, afastado de Minas e da política há 12 anos.
Ou seja, não havia nenhuma identidade dele com os 12 anos de governos tucanos. Resultado já conhecido, o candidato ungido perdeu a eleição para governador e sequer chegou ao segundo turno, criando aí as condições para a maior derrota tucana no estado. Em seu discurso de reconhecimento de derrota, Aécio agradeceu ao apóstolo São Paulo por ter “combatido o bom combate”, fazendo, ao mesmo tempo, sutil referência ao estado paulista que o apoiou nos dois turnos ao contrário de seu próprio.
Ao contribuir para a terceira derrota de Aécio, Pimentel deixou a disputa e assumiu postura de governador eleito, reconhecendo que a eleição em Minas foi decisiva para a vitória. “Passada a campanha, é hora de superarmos as diferenças e caminharmos juntos em direção a um grande futuro. Viva Minas! Viva o Brasil”, disse ele, em nota.
Estadista e líder
Dilma Rousseff chegou ao segundo mandato e, ontem mesmo, deixou a condição de candidata para fazer o chamamento para a união nacional pela pacificação e avanços. Além de correto, o gesto não foi apenas uma manifestação de estadista, mas o reconhecimento de que é preciso fazer o que não fez nos primeiros quatros anos. Mais do que o país, ela precisa viabilizar sua governabilidade e recompor-se com as forças produtivas que lhe disseram não. Sua vitória foi inquestionável, mas também um resultado apertado (51,46% a 48,36%).
Dilma assumiu posição de estadista em meio ao racha nacional, e o derrotado Aécio buscou encarnar a de líder das forças de oposição, ainda que reconhecesse a necessidade de união nacional. Em um futuro cenário de Congresso Nacional fragmentado e conservador, o país não experimentará avanços se as duas principais e antagônicas forças políticas, o PT e o PSDB, não estabeleceram um entendimento mínimo. Sem isso, não haverá reforma que aguente. Para manter-se na condição que as urnas lhe conferiram, Aécio precisará se desfazer da tutela do tucanato paulista.
Me esqueçam
Muitos serão chamados a dar explicações que não existem por seus erros de avaliações, amostragem e resultados. E se existirem, elas serão deixadas de lado porque as pesquisas só voltarão à cena política daqui a dois anos, em 2016, nas eleições para prefeito. Até lá, os institutos ficarão esquecidos.
O erro tucano não foi somente o da arrogância, como chegou a criticar o governador eleito, Fernando Pimentel (PT), de se achar “dono de Minas ou dos votos do estado”, mas na escolha do candidato a governador, o tucano Pimenta da Veiga. Faltou a Aécio a coragem necessária para enfrentar a divisão de seu grupo, que tinha três pré-candidatos aliados, e escolher um deles para ser o seu candidato em vez de buscar nome alternativo, afastado de Minas e da política há 12 anos.
Ou seja, não havia nenhuma identidade dele com os 12 anos de governos tucanos. Resultado já conhecido, o candidato ungido perdeu a eleição para governador e sequer chegou ao segundo turno, criando aí as condições para a maior derrota tucana no estado. Em seu discurso de reconhecimento de derrota, Aécio agradeceu ao apóstolo São Paulo por ter “combatido o bom combate”, fazendo, ao mesmo tempo, sutil referência ao estado paulista que o apoiou nos dois turnos ao contrário de seu próprio.
Ao contribuir para a terceira derrota de Aécio, Pimentel deixou a disputa e assumiu postura de governador eleito, reconhecendo que a eleição em Minas foi decisiva para a vitória. “Passada a campanha, é hora de superarmos as diferenças e caminharmos juntos em direção a um grande futuro. Viva Minas! Viva o Brasil”, disse ele, em nota.
Estadista e líder
Dilma Rousseff chegou ao segundo mandato e, ontem mesmo, deixou a condição de candidata para fazer o chamamento para a união nacional pela pacificação e avanços. Além de correto, o gesto não foi apenas uma manifestação de estadista, mas o reconhecimento de que é preciso fazer o que não fez nos primeiros quatros anos. Mais do que o país, ela precisa viabilizar sua governabilidade e recompor-se com as forças produtivas que lhe disseram não. Sua vitória foi inquestionável, mas também um resultado apertado (51,46% a 48,36%).
Dilma assumiu posição de estadista em meio ao racha nacional, e o derrotado Aécio buscou encarnar a de líder das forças de oposição, ainda que reconhecesse a necessidade de união nacional. Em um futuro cenário de Congresso Nacional fragmentado e conservador, o país não experimentará avanços se as duas principais e antagônicas forças políticas, o PT e o PSDB, não estabeleceram um entendimento mínimo. Sem isso, não haverá reforma que aguente. Para manter-se na condição que as urnas lhe conferiram, Aécio precisará se desfazer da tutela do tucanato paulista.
Me esqueçam
Muitos serão chamados a dar explicações que não existem por seus erros de avaliações, amostragem e resultados. E se existirem, elas serão deixadas de lado porque as pesquisas só voltarão à cena política daqui a dois anos, em 2016, nas eleições para prefeito. Até lá, os institutos ficarão esquecidos.
PSDB SAI MENOR DA ELEIÇÃO
O PSDB sai muito menor nas eleições estaduais. Os tucanos governavam para 64,1 milhões de eleitores. Agora vão governar para 35,7 milhões. Uma perda de 28,4 milhões. O PMDB foi o vencedor das eleições estaduais e vai governar para cerca de 20 milhões. O PT fincou os pés no Sudeste e vai governar para 24 milhões de eleitores, 2,8 milhões a mais que em 2010.
O PMDB pulou de cinco governadores (2010) para sete. Ele manteve o Rio de Janeiro e conquistou o Rio Grande do Sul. O Rio de janeiro ocupará um espaço central nos próximos quatro anos por conta da realização das Olimpíadas Rio-2016, que deve catapultar para o cenário nacional o prefeito carioca Eduardo Paes.
O PT manteve cinco governos. Mas obteve uma conquista relevante, eleger o primeiro governador do Sudeste, o de Minas Gerais. O partido manteve a Bahia, herdou o Ceará, mas perdeu o Rio Grande do Sul.
O PSDB, que tinha oito governos (2010), caiu para cinco. Os tucanos mantiveram o governo de São Paulo. Mas sofreu um sério revés em Minas, terra de seu candidato a presidente, Aécio Neves. Além disso, o seu principal aliado, o DEM, que tinha dois governos ficou sem nenhum.
O PSB perdeu metade dos seus governos, caiu de seis para três. Mas tem a seu favor ter mantido o poder em Pernambuco.
Nas eleições de 2010, o Bloco da oposição (PSDB / DEM) elegeu 10 governadores e o Bloco do governo fez 17 governadores, sendo seis do PSB. Agora, em 2014, o Bloco do governo elegeu 19 governadores, o Bloco de Oposição elegeu oito, sendo cinco do PSDB e três do PSB.
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Partidos Gov 2010 2014 Estados--------------------------------------------------------------------------------
PMDB 5 7 ES, AL, SE, TO, RJ, RS, RO
PT 5 5 MG, BA, PI, CE, AC
PSDB 8 5 SP, PR, GO, MS, PA
PSB 6 3 PE, PB, DF
PSD X 2 SC, RN
PDT X 2 MT, AP
PP X 1 RR
PCdoB X 1 MA
PROS X 1 AM
sábado, 20 de setembro de 2014
ELEIÇÃO EM MINAS: PESQUISA APONTA VITÓRIA DE PIMENTEL NO PRIMEIRO
Pesquisa DataTempo/CP2, realizada de 11 a 15 de setembro, em todas as regiões de Minas Gerais, mostra o candidato ao governo de Minas pelo PT, Fernando Pimentel, na liderança da disputa. A vantagem verificada é suficiente para que ele vença no primeiro turno.
Fernando Pimentel obteve 39,2% das intenções de voto do eleitorado. No levantamento anterior, publicado em 29 de agosto, tinha 33,9%. Já o seu adversário mais próximo, Pimenta da Veiga (PSDB) tem 23,5%. Ele tinha 21% na pesquisa anterior. Assim, Pimentel cresceu 5,3 pontos percentuais. Pimenta da Veiga ampliou suas intenções de voto em 2,5 pontos percentuais, número muito próximo da margem de erro, que é de 2,16 pontos percentuais para mais ou para menos.
A distância entre os dois candidatos, que no levantamento publicado em 29 de agosto era de 12,9 pontos percentuais, passou para 15,7 pontos percentuais.
O candidato a governador pelo PSB, Tarcísio Delgado, ampliou suas intenções de voto de 2,6% para 4,1%. Nenhum dos outros candidatos conseguiu atingir 1% da preferência do eleitorado, de acordo com a pesquisa DataTempo.
PREFEITO DE SALVADOR: AÉCIO PRECISA MANTER O RITMO
Os institutos de pesquisa estão detectando “fadiga de material” e desencanto de Minas com os tucanos. O candidato do PSDB ao governo, Pimenta da Veiga, estaria pagando a conta do aeroporto de Cláudio. A obra também estaria impedindo Aécio Neves de liderar a eleição no estado. Nos institutos, avalia-se que os mineiros não gostaram da imagem do aeroporto nas terras de um Neves.
CANSAÇO DO PSDB EM MINAS
Os institutos de pesquisa estão detectando “fadiga de material” e desencanto de Minas com os tucanos. O candidato do PSDB ao governo, Pimenta da Veiga, estaria pagando a conta do aeroporto de Cláudio. A obra também estaria impedindo Aécio Neves de liderar a eleição no estado. Nos institutos, avalia-se que os mineiros não gostaram da imagem do aeroporto nas terras de um Neves.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
CONVERSA AFIADA: PIMENTEL E DILMA BEM EM MINAS
ELEIÇÃO: PROGRAMA EM DETALHES
MORRE ANTÔNIO ERMÍRIO DE MORAIS
O sepultamento será no Cemitério do Morumbi. Antônio Ermírio de Moraes deixa a mulher, Maria Regina de Moraes, e nove filhos. O empresário era engenheiro metalúrgico formado pela Colorado School of Mines (EUA) e começou sua carreira no Grupo em 1949. Ele foi o responsável pela instalação da Companhia Brasileira de Alumínio, inaugurada em 1955
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL: LULA - MÍDIA É O PRINCIPAL PARTIDO DA OPOSIÇÃO
No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou "uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição"; segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política; ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco: "Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia"; "Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar
247 - No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou "uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição".
Segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política. Ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco, em PE.
"Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia", disse.
"Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem. Como só consegue falar mal e é capaz de esconder obras fundamentais, que estão transformando o Brasil", atacou Lula.
O ex-presidente disse que sua sucessora fez "muita coisa, muita mesmo" e que só conseguiu isso porque fez um governo de continuidade. Ao mesmo tempo, não esqueceu do desejo de mudança expresso pela maioria da população em pesquisas.
"Por isso eu lhe peço: não deixe a mudança parar, não deixe o Brasil parar de mudar."
DILMA E MARINA?
Recife. A cúpula da campanha de Dilma Rousseff avalia que a ex-senadora Marina Silva (PSB) já está consolidada na segunda colocação na disputa pelo Palácio do Planalto e que o tucano Aécio Neves, se quiser reverter o quadro atual, terá de bater na nova adversária da disputa.
Em reunião realizada na noite de quarta-feira, com a presença de Dilma e do ex-presidente Lula no Palácio da Alvorada, os coordenadores da campanha analisaram levantamentos que mostrariam a petista perto dos 40%, Marina acima de 20%, e Aécio na faixa dos 15%.
Segundo um dos participantes da reunião, estes levantamentos mostram ainda que, num cenário de segundo turno, Marina já aparece na frente de Dilma, fora da margem de erro.
“É um cenário que, se for mantido nos próximos 15 dias, indica que teremos um segundo turno entre Dilma e Marina”, relatou reservadamente o participante.
A cúpula petista está dividida, porém, sobre quem seria o melhor adversário num segundo turno. Um grupo prefere Aécio, por considerar mais fácil fazer o contraponto do “nós contra eles” e porque, nos últimos levantamentos de segundo turno feitos pelo partido, Dilma aparece na frente do tucano.
Além disso, Marina é vista como imprevisível e cativa um eleitorado que já votou no PT e que agora está indeciso.
ELEIÇÃO MINEIRA: KALIL DESISTE DA CANDIDATURA
“Nós atleticanos vamos escolher um representante (na presidência). Sei que o PT não faz nada, o PSDB não faz nada, o PSB não faz nada. Ninguém mexeu a bunda pra gente" disse
PUBLICADO EM 21/08/14 - 14h47
THIAGO PRATA
Alexandre Kalil desistiu de sua candidatura a deputado federal pelo PSB e irá se dedicar, de forma integral, ao restante do mandato como presidente do Atlético. O dirigente alvinegro se arrependeu de entrar para a política
ELEIÇÃO MINEIRA NO NORTE DE MINAS: CRESCE A CANDIDATURA DA DEPUTADA FEDERAL DRA. ARIADNA
Na oportunidade, os dirigentes dos times disseram aos candidatos que os times se uniram para a realização de campeonatos como forma de estimular a prática de esportes para os jovens do Grande Maracanã e de outros Bairros de Montes Claros. Mas para esse projeto eles precisam de investimentos, infraestrutura e adequada e ajuda para o torneio previsto para setembro próximo.
Dra. Ariadna considerou a iniciativa muito louvável e, considerou que a valorização do esporte é prioridade para a inclusão de nossos jovens para uma vida saudável e se colocou pronta para ajudá-los neste projeto, buscando parcerias com a própria comunidade para obter recursos para que os dirigentes dos times, possam realizar este que será, sem dúvida o início de um grande projeto esportivo para Montes Claros e região. ”A importância do esporte é reconhecida universalmente e sua prática beneficia o seu praticante – seja criança, jovem, adulto ou idoso – com uma boa saúde física e mental.”
Dra. Ariadna,defendeu mais uma vez, que a coletividade, o diálogo e a união de todos é determinante.
Juntos, vamos fazer as mudanças que nossos jovens precisam, na educação, no esporte e no lazer
ELEIÇÃO MINEIRA: PT X PSDB
Lideranças do PSDB mineiro, que tem como candidato ao governo estadual o ex-ministro Pimenta da Veiga, admitiram ter colocado no ar um site com respostas ao que chama de "mentiras" do adversário Fernando Pimentel (PT); intitulada como "Pimentel Mente", a página inclui a responsabilidade pelas obras do metrô de Belo Horizonte ao petista, ex-prefeito da capital; Pimentel estuda acionar a Justiça para tirar a página do ar
Minas 247 – Lideranças do PSDB mineiro, que tem como candidato ao governo estadual o ex-ministro Pimenta da Veiga, admitiram ter colocado no ar um site com respostas ao que chama de "mentiras" do adversário Fernando Pimentel (PT). Intitulada como "Pimentel Mente", a página inclui a responsabilidade pelas obras do metrô de Belo Horizonte ao petista, ex-prefeito da capital. Pimentel estuda acionar a Justiça para tirar a página do ar.
O objetivo do PSDB é evitar que Pimenta da Veiga seja responsável pelos ataques do seu principal adversário na disputa pelo Executivo mineiro. Mas, nesta quinta-feira (21), Nárcio Rodrigues, um dos coordenadores da campanha, disse que o papel do tucano é apresentar propostas. "Mas temos que mostrar essas mentiras. E a melhor forma de fazê-lo é com um enfrentamento. Os aliados darão contribuição. Estamos todos preocupados com a onda de mentiras", afirmou.
Sobre o site criado pelo PSDB, Pimentel afirmou estar "analisando a possibilidade de entrar com uma medida judicial". "É lamentável esse tipo de atitude da campanha adversária, mas tenho certeza de que o povo mineiro repudia o procedimento", disse. Segundo o jornal O Tempo, uma página intitulada "Turista da Veiga", com críticas ao candidato tucano, também já foi criada, porém o seu autor é desconhecido.
Um dos principais motivos das trocas de acusações entre os dois candidatos é a operação do metrô. Nesta quarta-feira (20), o PT emitiu nota dizendo que, em 1997, quando Eduardo Azeredo governava o estado, foi criada a Metrominas, responsável pelo sistema metroviário na Grande Belo Horizonte, conforme o texto. "Desde 2002, quando o metrô de Belo Horizonte entrou em funcionamento, uma empresa sob a administração do governo de Minas Gerais não conseguiu sequer elaborar um projeto competente para sua ampliação", diz o trecho da nota.
Por outro lado, lideranças do PSDB transmitem ao governo federal a responsabilidade pela operação do metrô. Durante agente em Belo Horizonte, Pimenta da Veiga reforçou o posicionamentos dos tucanos, que há 12 anos governam Minas Gerais. "A linha 2, do Barreiro, tem projeto pronto há anos. Se ela quisesse, poderia ter construído. O metrô sempre foi de responsabilidade do governo federal", afirmou. Segundo ele, Dilma quer fazer o "povo de bobo".
De acordo com Pimentel, "o dinheiro não foi liberado pela Caixa Econômica Federal pois a Metrominas apresentou projeto incompleto". "O início das obras não foi retomado por isso. Quem gosta de transferir responsabilidades é o governo do PSDB", complementou
ELEIÇÃO MINEIRA: O TEMPO PASSA
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL NÃO EMPOLGA
A pouco mais de um mês para o primeiro turno das eleições, a maioria dos entrevistados em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) disse ter pouco (30,9%) ou nenhum interesse (27,4%) no pleito para a escolha presidencial, o que totaliza 58,3%. O índice é o mesmo do levantamento anterior, divulgado em abril, quando 58,2% dos eleitores afirmaram ter pouco ou nenhum interesse no processo eleitoral. Dos entrevistados, 14,9% afirmaram ter muito e 26,5% disseram ter médio interesse na escolha para presidente.
O TREM TÁ FEIO...
Motivo: A campanha não está empolgante como se pensava. No entanto, o jeito é continuar remando o barco para não ficar mais feio!
É aquele velho ditado: Entrou na chuva é para se molhar!
sábado, 9 de agosto de 2014
JORNAL NACIONAL: RODADA DE ENTREVISTAS
A ordem das entrevistas foi definida por sorteio, com a presença de representantes dos partidos, e o critério de seleção para as sabatinas são candidatos com pontuação superior a 3% nas pesquisas Datafolha/ IBOPE mais recentes. Depois do ‘Jornal Nacional’, os candidatos à Presidência da República ainda serão entrevistados pelo ‘Jornal da Globo’, na semana de 01º de setembro, e no ‘Bom Dia Brasil’, na semana de 22 de setembro. O debate está marcado para o dia 02 de outubro.
ELEIÇÃO: COLÉGIOS ELEITORAIS
Blog de Jamildo – Embora a eleição presidencial de 2010 haja ido para o segundo turno, se dependesse apenas do Nordeste o pleito teria sido encerrado na primeira etapa, com Dilma Rousseff obtendo 59,1% dos votos válidos da região (cerca de 14,9 milhões de votos, de um total de 25,3 milhões).
Os adversários da presidente naquele pleito conseguiram 40,9% dos votos válidos locais, o que corresponde a cerca de 10,3 milhões, uma diferença pró-Dilma de 4,6 milhões de votos. A julgar pela média extraída das duas últimas pesquisas nacionais de julho do corrente, realizadas pelo Datafolha e Ibope, ou por esta pesquisa do Ibope de agosto, a presidente ganharia de novo no primeiro turno de 2014 na região, se a eleição fosse hoje, desta feita com uma diferença de 30 pontos de percentagem sobre seus novos adversários (65% a 35% dos votos válidos).
domingo, 27 de julho de 2014
CUIDADO: 20 PONTOS NA CARTEIRA DE MOTORISTA PODE CAUSAR A PERDA DA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO
Sim e não. Ao completar 20 pontos, o condutor é notificado pelo Detran e é aberto um processo administrativo com duas chances de defesa, perante a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari) em primeira instância e o Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda. E enquanto isso, o condutor dirige normalmente.
Se não conseguir se inocentar, depois de tomar ciência do indeferimento de seus pedidos no Cetran, o motorista tem 72 horas para entregar a carteira, que é suspensa. O período de suspensão é determinado ao final do processo, mas pode variar de um a 12 meses. Enquanto isso, o motorista não pode dirigir e tem que fazer um curso de reciclagem e ser aprovado com 70% de aproveitamento. Feito isso e passado o período de suspensão, a carteira é devolvida e tudo volta ao normal.
Quem não pegou a carteira, assim como em qualquer situação de encerramento desse tipo de processo, tem o documento bloqueado no sistema e se for pego dirigindo pode ter a habilitação cassada, além do carro apreendido. É importante lembrar que esse tipo de processo não ocorre somente nas situações em que o condutor completa 20 pontos. Há algumas infrações gravíssimas (como dirigir alcoolizado, por exemplo) que basta serem cometidas uma vez para gerar a possibilidade de suspensão.
Notificação
Outra curiosidade é sobre o prazo para o recebimento da notificação que vai dar origem ao processo. Quando o motorista completa 20 pontos na carteira, eles não mais caducam depois de um ano (em condições normais, a cada 365 dias completados de uma infração, os pontos expiram). Ao contrário, vão sendo acumulados até o transcorrer do processo administrativo. O problema é que muitas vezes esse processo demora para ser iniciado, pois o Detran tem prazo de cinco anos para notificar os condutores. Por isso, muitas vezes, ao completar 20 pontos o condutor não é notificado de imediato, ficando a sensação de que ficará impune. Mais dia, menos dia, segundo o Detran, o processo será iniciado.
Se não conseguir se inocentar, depois de tomar ciência do indeferimento de seus pedidos no Cetran, o motorista tem 72 horas para entregar a carteira, que é suspensa. O período de suspensão é determinado ao final do processo, mas pode variar de um a 12 meses. Enquanto isso, o motorista não pode dirigir e tem que fazer um curso de reciclagem e ser aprovado com 70% de aproveitamento. Feito isso e passado o período de suspensão, a carteira é devolvida e tudo volta ao normal.
Quem não pegou a carteira, assim como em qualquer situação de encerramento desse tipo de processo, tem o documento bloqueado no sistema e se for pego dirigindo pode ter a habilitação cassada, além do carro apreendido. É importante lembrar que esse tipo de processo não ocorre somente nas situações em que o condutor completa 20 pontos. Há algumas infrações gravíssimas (como dirigir alcoolizado, por exemplo) que basta serem cometidas uma vez para gerar a possibilidade de suspensão.
Notificação
Outra curiosidade é sobre o prazo para o recebimento da notificação que vai dar origem ao processo. Quando o motorista completa 20 pontos na carteira, eles não mais caducam depois de um ano (em condições normais, a cada 365 dias completados de uma infração, os pontos expiram). Ao contrário, vão sendo acumulados até o transcorrer do processo administrativo. O problema é que muitas vezes esse processo demora para ser iniciado, pois o Detran tem prazo de cinco anos para notificar os condutores. Por isso, muitas vezes, ao completar 20 pontos o condutor não é notificado de imediato, ficando a sensação de que ficará impune. Mais dia, menos dia, segundo o Detran, o processo será iniciado.
SAIBA MAIS
Passo a passo em como proceder caso atinja os 20 pontos:
- Ao atingir 20 pontos, condutor é notificado pelo Detran e é aberto um processo administrativo;
- Há duas chances de defesa, perante a Junta Administrativa de Recursos de Infrações em primeira instância e o Conselho Estadual de Trânsito em segunda;
- Se não conseguir se inocentar, depois de tomar ciência do indeferimento, motorista tem 72 horas para entregar a carteira, que é suspensa;
- Período de suspensão é determinado ao final do processo, mas pode variar de um a 12 meses;
- Enquanto isso, o motorista não pode dirigir e tem que fazer um curso de reciclagem e ser aprovado com 70% de aproveitamento;
- Feito isso e passado o período de suspensão, a carteira é devolvida e tudo volta ao normal.
Passo a passo em como proceder caso atinja os 20 pontos:
- Ao atingir 20 pontos, condutor é notificado pelo Detran e é aberto um processo administrativo;
- Há duas chances de defesa, perante a Junta Administrativa de Recursos de Infrações em primeira instância e o Conselho Estadual de Trânsito em segunda;
- Se não conseguir se inocentar, depois de tomar ciência do indeferimento, motorista tem 72 horas para entregar a carteira, que é suspensa;
- Período de suspensão é determinado ao final do processo, mas pode variar de um a 12 meses;
- Enquanto isso, o motorista não pode dirigir e tem que fazer um curso de reciclagem e ser aprovado com 70% de aproveitamento;
- Feito isso e passado o período de suspensão, a carteira é devolvida e tudo volta ao normal.
REFLETIR
“Experimenta a infelicidade da ruína aquele cujo procedimento não se ajusta à natureza dos tempos.”
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