sábado, 28 de dezembro de 2013

PRÉ-TEMPORADA DA URT EM LAGOA GRANDE


Com o auxílio de guindaste, profissionais trabalham na reconstrução das cabines da imprensa.
 
Com o elenco praticamente definido para a disputa do Campeonato Mineiro do Módulo I de 2014, a diretoria da URT começa a preparar agora o Estádio Zama Maciel. A casa do Trovão Azul esta ganhando pintura nova e uma estrutura que vai permitir melhor cobertura da imprensa e mais conforto para os torcedores.
Com o auxílio de guindaste, profissionais trabalham na reconstrução das cabines da imprensa. A cobertura que existia no local e que atrapalhava a filmagem dos jogos foi retirada para dar lugar a uma nova estrutura. Além de novas cabines de imprensa, o local vai abrigar três camarotes para patrocinadores.
Os vestiários também estão passando por melhorias e o gramado recebe cuidados especiais. Em 2014, o Estádio Zama Maciel vai receber cinco jogos importantes. No dia 02 de fevereiro, a URT fará sua estreia diante da torcida contra o Boa Esporte Clube. No dia 05 de fevereiro, o Trovão Azul recebe o Tupi.
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Foto: Patos Hoje
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No dia 19 de fevereiro, o Estádio Zama Maciel deverá receber o maior público. A URT recebe o atual campeão da libertadores, Atlético Mineiro, às 19h30. No dia 05 de março, o Trovão Azul receberá o Tombense em casa e fechará sua participação na primeira fase da competição jogando contra o Minas no dia 16 de março.
A diretoria celeste espera o apoio dos torcedores. O programa Sócio-Torcedor continua sendo vendido na secretária do clube. Jogadores e comissão técnica da URT foram liberados para passar o natal com os familiares e retomam as atividades na próxima semana realizando a pré-temporada na cidade de Lagoa Grande que deve preparar uma grande recepção para receber o Trovão Azul. A expectativa na cidade é muito grande afirma, o secretário de esportes Daniel.
fonte:patoshoje

MINIRREFORMA PODE NÃO VALER PARA A ELEIÇÃO DO PRÓXIMO ANO

Brasília. A menos de um ano da eleição que escolherá presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais, parlamentares e juristas se dividem quanto à aplicação da lei da minirreforma eleitoral, sancionada no último dia 12 pela presidente Dilma Rousseff.
O chamado princípio da anualidade, previsto na Constituição Federal, prevê que uma lei que altere o processo eleitoral não pode ser aplicada em uma eleição no período de um ano após entrar em vigência. Como a legislação começou a vigorar neste mês, não poderia, em tese, produzir efeitos na eleição de 2014 – somente na de 2016.
Mas deputados e senadores aprovaram a lei sob o argumento de que as alterações previstas na minirreforma – cujo principal objetivo é reduzir os gastos de campanha – não alteram pontos como o funcionamento das eleições, o modelo de financiamento de campanha ou a forma de votar e, portanto, não estariam sujeitas à regra da anualidade.
“A reforma vale para 2014 porque, na proposta original, existiam algumas mudanças de data que necessitavam ter o princípio da anualidade. Acontece que, na Câmara, isso foi retirado exatamente porque foi votado depois de um ano. Então, deixamos só regras normativas de despesas, cláusulas que não criam incongruência com o princípio da anualidade, exatamente para que pudesse valer neste ano que vem”, explicou o senador Romero Jucá (PMDB-RR), autor da minirreforma eleitoral.
Mas essa não é a opinião dos juristas, que defendem que, mesmo sem mudanças significativas, a regra só deve valer a partir das eleições municipais de 2016.
O deputado Danilo Forte (PMDB-CE) afirmou que, no começo do próximo ano, partidos deverão formalizar uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para obter uma definição sobre a aplicabilidade das novas regras já na eleição de 2014.
O projeto da minirreforma eleitoral foi proposto em agosto por Romero Jucá. Na ocasião, um grupo de trabalho na Câmara já discutia uma reforma política mais ampla. No Senado, a intenção era que o texto de Jucá tratasse de pontos menos polêmicos e pudesse ser aprovado até 5 de outubro, para assegurar a validade da matéria nas próximas eleições. Entretanto, o texto foi concluído em novembro e sancionado em dezembro.
Punição
Fundo partidário.Legendas que cometerem irregularidades durante o processo eleitoral podem ter suspenso o repasse do Fundo Partidário, recurso que abastece campanhas.
Principais pontos
Cabos eleitorais
Até 1% do eleitorado por candidato nos municípios de até 30 mil eleitores. Nos demais, é permitido um cabo eleitoral a mais para cada grupo de mil eleitores que exceder os 30 mil.
Prestação de contas
Dispensadas de comprovação doações de bens móveis de até R$ 4.000. Não entram na conta doações entre candidatos, partidos ou comitês.
Doações de campanha
Cooperativas estão autorizadas a contribuir, desde que não recebam verbas públicas.
Propaganda em carros
Só com adesivos comuns de até 50 cm x 40 cm ou microperfurados no tamanho máximo do para-brisa traseiro. “Envelopamentos” estão proibidos.
Propaganda em imóveis particulares
Permitido o uso de bonecos, pinturas em muro, placas, faixas, cartazes e bandeiras em bens particulares.
Propaganda em vias públicas
Permitidas bandeiras e mesas para distribuição de material, desde que não atrapalhem o trânsito e os pedestres. Bonecos e outdoors eletrônicos vetados.
Redes sociais
Campanha liberada, mas é proibido contratar pessoas para publicar mensagens ofensivas.
Comícios
Comício de encerramento de campanhas até as 2h da madrugada. Nos demais dias, das 8h à meia-noite.

Ministro não admite validade no ano que vem

Brasília. Para o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, “não existe a possibilidade” de as novas regras valerem no ano que vem.

“Acima da lei da minirreforma está a Constituição, que é categórica ao afirmar que a lei que altera o processamento das eleições entra em vigor imediatamente, mas não se aplica na eleição que ocorra até um ano após. (Querer aplicar em 2014) é uma visão simplesmente política, não é visão jurídica”, disse o ministro.

O ex-ministro do TSE José Eduardo Alckmin defende que a nova lei só pode ser aplicada nas eleições de 2016, mas acredita que o tema ainda pode gerar divergências. “Esse assunto é polêmico. Eu acho que toda alteração deve ser feita até um ano antes da eleição. Mas, no passado, essa regra sofreu interpretações diferentes pelo Supremo Tribunal Federal.”

Em 2006, o Supremo considerou que valia para as eleições daquele ano a minirreforma eleitoral sancionada meses antes. 

A FORÇA DO PMDB

Brazil Elections
Aptos. Os filiados aos partidos até outubro deste ano podem ser candidatos na eleição do ano que vem


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou no sistema Filiaweb a lista com os dados atualizados dos novos eleitores filiados a partidos políticos até outubro deste ano. A filiação é uma das exigências para se concorrer às eleições em 2014.
De acordo com os dados, a legenda com o maior número de filiados, em 2013, é o PMDB, com 2.355.183 (15,42%) inscritos. O PT ocupa a segunda posição, com 1.589.574 (10,41%) filiados. As agremiações que têm o menor número de inscritos são as duas que conseguiram o registro no TSE em 24 de setembro deste ano: o Solidariedade (SDD) conta com 4.808 (0,031%) filiados e o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) filiou 4.461 (0,029%) eleitores em todo o país.
Em Minas Gerais, a situação não é muito diferente. Com 13.311 novas filiações no Estado, o PMDB foi o partido com mais inscrições – 2.649 novos filiados. Em segundo lugar aparece o PCdoB, com 1.708 filiações, e em terceiro, o PSDB, com 983 novos inscritos.
Já no “ranking” dos últimos partidos da lista em Minas, a situação muda um pouco. Os que tiveram menos filiações foram o PSTU, com 22, o PCB, com 18 e o PCO, com 13 novos filiados. Os dois últimos partidos que conseguiram os registros, o PROS e o SDD, tiveram, respectivamente, 276 e 146 inscrições.
No total nacional foram registrados 15.264.775 novos filiados. Esse número, segundo informações do TSE, teria sido maior se não fosse a questão da duplicidade de partidos.
Os partidos encaminharam a lista de filiados ao TSE em outubro, como determina a Lei. Após receber a relação dos filiados, a Justiça Eleitoral pesquisou as duplicidades, ou seja, identificou as pessoas que estavam ligadas a mais de uma legenda, o que não é permitido pela legislação eleitoral.
Os identificados com dupla filiação foram notificados pela Justiça Eleitoral para informar a qual legenda estariam efetivamente associados. Os partidos também foram notificados sobre os casos de dupla filiação existentes na legenda. Após essa conferência, a Justiça Eleitoral detectou 31.135 duplicidades, o que resultou no número final.
No sistema Filiaweb, além dos nomes dos eleitores filiados, encontra-se, ainda, a data de filiação e o número dos títulos e das seções eleitorais de cada um.

MINAS GERAIS: SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA DIANTE DAS FORTES CHUVAS

MÁBILA SOARES
A chuva das últimas semanas deixou 51 cidades de Minas Gerais em situação de emergência. De acordo com o boletim da Defesa Civil Estadual, divulgado nesta sexta-feira (27), o total de municípios afetados pelas tempestades chegou a 83 e a região mais atingida foi o Leste do Estado.O município de São João da Ponte, no Norte do Estado, a decretar situação de emergência
Até o momento, há registro de 6.959 desalojados, 2.460 desabrigados, um desaparecido e 60 feridos. Ao todo, foram confirmadas 21 mortes causadas pela chuva em Minas Gerais. Segundo a Defesa Civil, 7.099 casas foram danificadas e 116 ficaram completamente destruídas. 
Mortes
O número de mortos no Estado devido à chuva pode aumentar. A Defesa Civil ainda não contabilizou a morte de um homem, de 29 anos, que se afogou em um rio de São João do Manteninha, no Vale do Rio Doce.

FIDELIDADE PARTIDÁRIA: SÓ PARA POLÍTICO ELEITO PELO VOTO PROPORCIONAL

A fidelidade partidária deve ser aplicada apenas a políticos eleitos pelo voto proporcional – ou seja, deputados estaduais e federais e vereadores. Esse é o entendimento da Procuradoria Geral da República, que ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação para declarar a inconstitucionalidade de dois artigos da Resolução 22.610/08 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determina a perda de mandato de quem trocar de partido, mesmo que seja prefeito, senador, governador ou presidente da República. Para o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que assina a ação, na eleição majoritária o eleitor direciona seu voto ao candidato, e não ao partido, como na disputa proporcional.
Na ação de 13 páginas, encaminhada ao STF no dia 10, Janot argumenta que o sistema eleitoral brasileiro não obriga que suplentes ou vices sejam do mesmo partido do titular do cargo. “Repare-se que a perda de mandado de senador beneficia seu suplente, que, segundo as regras em vigor, nem sequer precisa ser do partido originário do eleito. No caso da Presidência da República tem-se, hoje mesmo, exemplo de vice-presidente que não é da mesma agremiação da chefe do Executivo”, afirmou, referindo-se à presidente Dilma Rousseff (PT) e ao seu vice, Michel Temer (PMDB). “Se o objetivo da Resolução 22.610 é o de devolver o mandato ao partido em caso de infidelidade, tal solução dificilmente será alcançada, uma vez que não existe, no Brasil, chapas puro-sangue”, continuou o procurador.

COMBATE AO MOSQUITO DA DENGUE

O Ministério da Saúde está financiando estudos para definir regiões e grupos etários prioritários a serem imunizados contra a dengue. O estudo é dividido em três partes e integra as medidas preparatórias para a introdução da vacina contra a doença no Brasil. Serão investidos cerca de R$ 5,3 milhões durante os dois anos da pesquisa.
A pesquisa pretende determinar o grau de imunidade da população à infecção pelo vírus da dengue, descobrir o perfil da transmissão da doença no país, avaliar a resposta imunológica de pacientes que tiveram os quatro tipos do vírus da dengue e o desenvolvimento dos casos graves. O levantamento vai dar suporte ao Ministério da Saúde na definição do público que receberá a vacina contra a dengue.
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TERRORISTAS ECONÔMICOS ERRARAM FEIO NAS PREVISÕES

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

VAZANTE: CABOS ELEITORAIS DE OLHO NUMA CADEIRA NA CÂMARA








Com salário bruto na casa dos 6 mil reais já tem gente querendo construir candidatura para disputar cadeira na Câmara Municipal de Vazante em 2016. 

A estratégia começaria já no próximo ano apoiando candidatos que disputarão a eleição de 2014. Cabos eleitorais que ajudaram eleger os atuais estariam de olho numa cadeirinha. 

QUE BOM SERIA: NATAL TODOS OS DIAS








VAZANTE: O LEGADO DO GOVERNO SOCIAL DO EX-PREFEITO ORLANDO FIALHO










Não é a toa que hoje o ex-

Não é a toa que hoje.O ex-prefeito Orlando Fialho tem seu nome muito citado pela a população de Vazante. Afastado no final do seu mandato por 180 dias pela a então juíza da comarca de Vazante Mônica Alessandra Machado  que entendia que o líder do executivo estaria intimidando testemunhas diante do processo que discutia a inconstitucionalidade do programa Mulher Solidária que tinha a finalidade de beneficiar 500 mulheres para acompanhar e cuidar de pessoas com deficiências, idosos e mulheres grávidas.

Naquele momento recebeu um duro ataque da oposição que usava até o programa eleitoral para denegrir a imagem do então prefeito afastado confudindo os fatos deixando parte da população sem entender exatamente o que estava ocorrendo.

Mas o tempo passou e,  por unanimidade os desembargadores integrantes da Corte Superior do Tribunal e Justiça do Estado de Minas Gerais reconheceram que o programa era institucional, poderia ser executado.

Só que o ex-prefeito não teve da mídia a mesma repercussão de quando foi afastado do governo deixando pessoas até hoje ainda sem entender o que realmente teria ocorrido.

Passados mais de um ano ainda tem gente que tenta distorcer a veracidade dos fatos.

Como a oposição não se articula, não se reune para discutir diretrizes para pelo menos divulgar o que foi feito durante o tempo que esteve no poder fatos assim são poucos esclarecidos.

Mas mesmo assim não se pode negar que o governo do ex-prefeito Orlando Fialho foi o que mais  investiu no social. Foram inúmeros os programas, entre tantos: Mãe Vazantina, Leite é Vida, na Costura da Cidadania, Mulher Solidária, Distribuição de Remédios, Cestas Básicas, parceria com a Associação do Bairro Novo Horizonte para ajudar as pessoas que precisam do apoio da Casa de Barretos, enfim foi uma administração que investiu fortemente na ação social auxiliando milhares de famílias.

Se o governo do ex-prefeito Dr. jacques Soares Guimarães foi de um forte  investimento na infraestrutura da cidade com a construção de obras importantes que melhoraram a qualidade de vida da população, com Orlando a prioridade foi sem dúvida alguma as ações sociais.

Passado todo esse tempo a quem interessa não esclarecer os verdadeiros fatos e defender uma administração que foi reconhecida e lembrada como um governo humanizado. 

Se o atual prefeito é conhecido pela as suas ações de assistencialismo, o ex-prefeito Orlando, fez mais do que isso, além de fazer o social dava para as pessoas o  resgate da dignidade e da cidadania, já que os programas inseriam as famílias carentes na qualificação de uma profissão.

Além de social, Fialho também deu continuidade as obras que estavam em andamento do governo anterior; criou o PROAF o maior programa criado na região para atender o pequeno produtor rural.

A oposição continua pecando pela a  omissão de não mostrar o que fez, de não motivar os companheiros, discutir ideias, manter o grupo unido, uma falha grave que insiste repetir.

Não defender a administração do ex-prefeito Orlando Fialho e Gabriel Rosa, é sem dúvida um dos maiores erros que a oposição está cometendo.

Não esclarecer com clareza o que ocorreu durante o afastamento do ex-prefeito Orlando Fialho é apagar da memória das pessoas a administração marcante de um homem que escolheu governar para as classes menos favorecidas.

A quem interessa não esclarecer os fatos e defender a maior administração social da história de Vazante.