terça-feira, 2 de março de 2010

WILL NUNES COMENTA: O SILÊNCIO BENEFICIA A OPOSIÇÃO EM VAZANTE

O silêncio é a grande arma da oposição. Enquanto o grupo da situação não coloca o bloco na rua e não consegue criar fatos políticos, promovendo ações e defendendo projetos, a oposição cresce. O silêncio beneficia quem usa o verbo e sabe criticar. E uma crítica só é abafada quando quem ocupa o poder realiza e mostra o que faz. Assim funciona a democracia, com a presença do contraditório. A língua afiada e a liberdade do verbo da oposição devem merecer um discurso afinado e consciente do governo, defendendo as obras e ações que estão melhorando a qualidade de vida das pessoas.

Esse ano, o processo eleitoral sofrerá mudanças, já que antes das eleições teremos a realização da Copa do Mundo, com o povo todo respirando futebol. Além de lembrar que três meses antes das eleições, praticamente a máquina pública é aleijada do processo, diante dos rigores da lei eleitoral.

É preciso que cada um que está no governo saiba exatamente o que está sendo feito pela atual administração. É preciso divulgar os fatos, as realizações. Sem isso a oposição cresce com o velho e bom discurso que sempre fará melhor.

Eleição é uma guerra. E guerra se ganha com planejamento e execução. É preciso organização, união e espírito vencedor.

Vejamos como exemplo, o caso do governador de São Paulo José Serra, que não se define, enquanto sua adversária (Dilma) nada de braçada nas ondas das ações políticas do presidente Lula. Política é a arte da realização, amizade, do aperto de mão, do abraço e da fidelidade.

Lembrando que em Vazante, antes da Copa do Mundo tem a Festa de Maio, quando todos os olhos estarão voltados para a festa em Louvor a Nossa Senhora da Lapa. É fato a ansiedade de alguns correligionários do grupo da atual administração, aguardando a movimentação popular.

A política exige calor humano, diálogo, conversações e muita saliva. Isso serve de oxigênio para o companheiro, que necessita desses afagos para se sentir importante e valorizado.

São gestos simples, mas de um significado emocional que não tem valor. Por isso quanto mais demorar colocar o bloco na rua pode prejudicar a força da corrente do governo sob  comando do prefeito Orlando Fialho que terá pela primeira vez na sua frente, esse grande obstáculo eleitoral, testando a sua liderança política numa eleição em que ele, em razão do cargo que ocupa, será o principal condutor do processo em Vazante.

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