A corrida em busca dos votos dos cerca de 15 milhões de eleitores mineiros começa oficialmente hoje, polarizada entre dois candidatos – o economista Fernando Pimentel (PT) e o advogado Pimenta da Veiga (PSDB) – que têm em comum o fato de terem sido prefeitos de Belo Horizonte e nomes que soam parecidos. Os discursos e estratégias são completamente distintos nessa campanha, que promete ser uma das mais acirradas dos últimos tempos e uma das mais caras.
Os candidatos informaram ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) uma previsão de gastos de R$ 138 milhões, valor 164% maior do que o custo total das eleições de 2010. Correndo por fora, mas também em busca da chancela do eleitor, estão os candidatos do PSB, o ex-prefeito de Juiz de Fora Tarcísio Delgado, e o publicitário Fidélis Alcântara, do Psol. Os nanicos também participam da eleição com os candidatos Túlio Lopes (PCB), Eduardo Ferreira de Sousa (PSDC), Cleide Donária (PCO) e André Alves (PHS).


O papa Francisco lamentou o abandono da tradição cristã que veta o trabalho aos domingos e disse que a prática tem um impacto negativo para as relações familiares e de amizade. Francisco disse que a prioridade não deve ser da economia, mas sim das relações humanas, e que o foco não deveria estar nas relações comerciais. “Mesmo que os pobres precisem de trabalho, abrir as lojas e outros negócios aos domingos como uma forma de criar empregos não é benéfico para a sociedade”. disse o pontífice durante sua viagem a Molise, uma região agrícola no sul da Itália com alto índice de desemprego, realizada neste sábado. “Talvez seja a hora de nos perguntarmos se trabalhar aos domingos é uma liberdade verdadeira”, questionou Francisco.