
O prefeito de Montes Claros, Ruy Muniz precisa ficar atento
ao processo eleitoral municipal do próximo ano. Sem uma base sólida na Câmara
Municipal, que balança de acordo com o vento, ausência de um apoio popular,
apoiado no PMDB que pode a qualquer momento deixar o barco, além de não contar
politicamente com os governos estadual e federal. Sobra muita pouca coisa para criar
uma base sólida de sustentação forte.
Ainda viu surgir o crescimento político do seu principal opositor Paulo Guedes que ganha musculatura com os apoios de Pimentel e Dilma.
Para completar necessita de recursos para viabilizar grandes
obras de infraestrutura que possa proporcionar visibilidade para ratificar o
discurso de campanha. O cenário econômico nacional pelo menos por enquanto também não
dá sinais positivos de recuperação, algo que só deve ocorrer a longo prazo, talvez em cima da eleição, favorecendo principalmente seu opositor do PT.
Por enquanto o prefeito se sustenta com o anúncio de obras de
pavimentação asfáltica que pretende intensificar nos próximos meses, só que para
fazer da maneira que gostaria precisa de recursos e fôlego para agir em outras frentes no ano da eleição.
Apesar da toda habilidade e visão rara de enxergar as coisas tudo
indica que o caminho para chegar à reeleição não será fácil. Vai precisar acima
de tudo de um grupo coeso e uma estratégia eficaz e inteligente.






















A Globo promoveu nesta semana uma dança das cadeiras na direção de alguns de seus programas jornalísticos. A mudança mais relevante é a saída Luiz Fernando Ávila do posto de editor-chefe adjunto do Jornal Nacional, cargo que ocupava desde 2007, o segundo na hierarquia do principal telejornal brasileiro, abaixo apenas do editor-chefe, William Bonner. A Globo diz que Ávila foi “promovido” a editor-chefe do Jornal Hoje, um jornal menos importante. Nos bastidores da emissora, a versão corrente é a de que Bonner pediu a cabeça de Ávila, com quem vinha tendo atritos.
A executiva nacional do PP referendou a decisão do presidente do partido, o senador Ciro Nogueira (PI), de destituir o deputado Paulo Maluf da presidência do diretório paulista do partido. A reunião foi chamada para cumprir determinação da Justiça Eleitoral, após Maluf questionar judicialmente a decisão de Nogueira. Participaram da votação a executiva nacional e os deputados federais do partido. Além de seu próprio voto, Maluf teve outros 3 a seu favor, contra 63 apoiando a decisão de Nogueira.